A atriz Luana Piovani cruzou todos os limites ao declarar que “o evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano”, rotulando-os como “protótipo de um ser desprezível”, “raça que de amor e de Deus não tem nada” e uma “indústria política” que não respeita diferenças, falas carregadas de ódio generalizado contra milhões de brasileiros que professam a fé evangélica.
Diante dessa ofensa explícita à honra e à dignidade de uma parcela significativa da população, o vereador Guilherme Kilter agiu com acerto ao denunciá-la ao Ministério Público Federal, cobrando responsabilidade por discursos que, vindos de celebridades, alimentam preconceito, estigmatização e até violência simbólica contra comunidades religiosas.
Enquanto Piovani se autointitula “evangélica macumbeira” para se sentir no direito de atacar, revela apenas o vazio moral e a hipocrisia de quem prega amor e respeito às diferenças, mas reserva o pior veneno justamente para os cristãos evangélicos, um comportamento que merece não só repúdio público, mas também as consequências legais cabíveis para que figuras públicas entendam que liberdade de expressão não é salvo-conduto para difamação coletiva.
Fonte: Diário 360
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