Artigos do Autor: Fernando Bruder

Cuesta Paulista tem madrugada mais fria do ano com geada em várias cidades da região

Temperaturas chegaram próximas de 0 °C

A madrugada desta quarta-feira, 25 de junho de 2025, foi marcada por temperaturas congelantes em toda a região da Cuesta Paulista, com registro de geada em diversos pontos e mínimas históricas para o ano. Segundo dados do Climatempo, foi a madrugada mais fria de 2025 até agora em várias cidades da região.

Temperaturas mínimas na Cuesta Paulista:

Pardinho: 1 °C
São Manuel: 2 °C
Pratânia: 2 °C
Itatinga: 2 °C
Bofete: 3 °C
Botucatu: 3 °C

Com céu limpo e atuação de uma intensa massa de ar polar, as temperaturas despencaram durante a madrugada, favorecendo a formação de geada em áreas de baixada e zona rural, especialmente nos municípios de Pardinho, São Manuel e Itatinga, que registraram temperaturas entre 1 °C e 2 °C.

Geada e impacto na região

A geada foi observada por moradores da região ao amanhecer, cobrindo gramados, plantações e veículos com uma fina camada de gelo. O fenômeno, típico de invernos rigorosos, ocorre quando a temperatura do ar junto ao solo atinge ou se aproxima de 0 °C, especialmente em noites de céu limpo e com pouca umidade.

Em Pardinho, cidade com altitudes superiores a 900 metros, a mínima de 1 °C foi a mais baixa registrada na Cuesta nesta madrugada, refletindo as características topográficas e climáticas da região.

O que causou a queda de temperatura?

A queda intensa de temperatura se deve à entrada de uma massa de ar polar que atingiu o interior paulista nos últimos dias. A condição foi agravada pela ausência de nuvens, que facilitou o resfriamento noturno.

Segundo previsões do Climatempo, o frio deve continuar nas próximas madrugadas, embora com tendência de aumento gradual nas temperaturas a partir do fim de semana.

Conclusão

A região da Cuesta Paulista viveu uma madrugada gelada e de recordes climáticos. A temperatura de 1 °C registrada em Pardinho coloca a cidade no topo dos registros de frio na região neste inverno, consolidando a chegada definitiva da estação e reforçando o alerta para agricultores e comunidades rurais.

Tarcísio sanciona lei para regulamentar serviço de mototáxi em SP

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sancionou um projeto de lei estabelecendo que as prefeituras do estado de São Paulo terão autonomia para vetar ou regulamentar o transporte individual de passageiros por meio de motocicletas, também chamado de mototáxi. Aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador, a Lei 18.156 foi promulgada no dia 23 de junho de 2025 e publicada na edição de hoje (24) do Diário Oficial do estado.

Por essa lei, o serviço de mototáxi só poderá ser prestado mediante autorização e regulamentação por parte dos municípios. O transporte por motocicletas, geralmente intermediado por aplicativos, deverá então atender a requisitos específicos que serão definidos por cada prefeitura. “É facultada aos municípios, observados o interesse local e as peculiaridades de cada um, a regulamentação do serviço de transporte remunerado privado individual de passageiros por motocicleta”, diz a legislação.

Caso o transporte seja autorizado, caberá ao motorista cumprir algumas condições como ter a Carteira Nacional de Habilitação na categoria A com indicação de atividade remunerada, apresentar a certidão negativa de antecedentes criminais e conduzir veículo que atenda aos requisitos de idade máxima e com características exigidas pela autoridade de trânsito e pelo poder público municipal. O motorista também deverá estar inscrito como contribuinte individual no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A lei também prevê a cobrança de tributos municipais pela prestação do serviço e estabelece a aplicação de multas em casos de descumprimento.“A exploração do transporte individual remunerado sem cumprir os requisitos estabelecidos nesta lei e nas regulamentações municipais será considerada atividade ilegal”, reforça o texto da nova norma, que deverá passar por revisão a cada cinco anos.

Capital paulista

Por meio de nota, a prefeitura de São Paulo informou que o transporte remunerado de passageiros por motocicletas seguirá proibido na capital paulista por meio de um decreto municipal.

A lei sancionada pelo governo de São Paulo chancela o caminho tomado pela prefeitura de São Paulo no sentido de proibir o serviço de mototáxi na cidade. A administração municipal tem atuado fortemente para evitar que seja oferecido um modal de transporte que se prova perigoso diante de acidentes que resultaram nas mortes de passageiros. O prefeito Ricardo Nunes reforça que os riscos de acidentes e mortes não poderiam deixar de ser uma preocupação dos responsáveis por legislar no Estado de São Paulo. A nova lei impõe regra básica em que cada município poderá ou não autorizar o transporte de passageiros por moto. Com isso, vidas serão salvas”, diz a administração municipal.

Há meses, a prefeitura de São Paulo e as plataformas de aplicativos travam uma disputa judicial sobre a permissão do serviço na cidade. Enquanto as plataformas recorrem a uma lei federal que autoriza a prestação do serviço do país, a prefeitura contrapõe tal liberação justificando os riscos aos usuários. Esse debate agora também está ocorrendo na Câmara Municipal de São Paulo.

De acordo com a prefeitura paulistana, somente em 2024 a cidade gastou cerca de R$ 35 milhões em cuidados ao trauma com pacientes vítimas de acidentes de moto, com 4.084 internações hospitalares na rede municipal de saúde. Neste ano, de 1º de janeiro a 9 de junho de 2025, foram registradas 6.209 ocorrências por acidentes envolvendo motocicletas.

No entanto, para a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), entidade que reúne empresas de tecnologia prestadoras de serviços como Uber e 99, a nova lei é inconstitucional.

“A sanção da Lei nº 18.156/2025 pelo governo do estado de São Paulo (24/06/2025), que dispõe sobre a obrigatoriedade de autorização e regulamentação dos municípios do estado para a utilização de motocicletas na prestação do serviço de transporte privado de passageiros, é inconstitucional e representa um grave retrocesso para a mobilidade, a geração de renda e a segurança jurídica em todo o estado”, diz a associação.

De acordo com a associação, a medida ainda pode gerar insegurança jurídica.

“Essa medida não apenas cria insegurança jurídica, mas afeta diretamente milhões de trabalhadores e usuários em todo o estado de São Paulo que, ao contrário dos outros estados brasileiros, podem ser proibidos de usar os serviços de motoapp. Atualmente, o modal está ativo em mais de 500 municípios paulistas e mais de 9 milhões de usuários já o utilizaram para realizar ao menos uma viagem, dos quais 5 milhões residem na região metropolitana de São Paulo. Em vez de fomentar o empreendedorismo e a inovação, a nova norma restringe o acesso à mobilidade e à geração de renda. Ao delegar aos municípios a prerrogativa de autorizar — ou, na prática, proibir — o transporte por aplicativo com motos, a lei viola frontalmente a Constituição Federal, que garante a livre iniciativa (art. 1º, IV) e reserva à União a competência exclusiva para legislar sobre trânsito e transporte (art. 22, XI)”, diz a nota da entidade.

A Amobitec informou que vai avaliar todas as medidas judiciais cabíveis “para defender o direito ao trabalho, à mobilidade e à inovação no estado de São Paulo”.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reginaldo Pimenta 

Morre brasileira que caiu em trilha de vulcão na Indonésia após quatro dias de tentativas de resgate

Foi encontrada morta a brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que fazia uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. Ela caiu da borda da cratera de um vulcão na madrugada de sábado (21), mas as equipes de resgate só conseguiram chegar até ela nesta terça-feira (24).

“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz comunicado da família no perfil do Instagram chamado Resgate Juliana Marins, criado por parentes para divulgar notícias sobre o desaparecimento da jovem.

Segundo a Agência Nacional de Busca e Resgate Indonésia (Basarna), a demora em iniciar os trabalhos de busca e salvamento no sábado ocorreu porque as equipes só foram avisadas depois que um integrante do grupo de Juliana conseguiu descer até um posto em uma caminhada que levou horas. Além disso, foram necessárias algumas horas até que os resgatistas subissem até o local.

Mapa do Monte Rijani, em Lombok, na Indonésia, onde a brasileira Juliana Marins foi encontrada morta
Mapa do Monte Rijani, em Lombok, na Indonésia, onde a brasileira Juliana Marins foi encontrada morta 

Buscas

Nos dois primeiros dias, drones com sensores térmicos não encontraram Juliana. Apenas na manhã de segunda-feira (23) ela foi localizada. A temperatura do corpo mostrou que a brasileira ainda estava viva, porém, se mantinha imóvel.

Nesta terça-feira, um helicóptero foi enviado à região, com uma equipe de resgate com grupamento especial da Basarna. As condições meteorológicas e geográficas prejudicam o trabalho de salvamento, segundo a agência.

Outro problema é a profundidade onde está Juliana, a cerca de 500 metros abaixo da borda da cratera, o que dificulta a chegada por meio de cordas.

Região de Lombok, na Indonésia, onde fica o Monte Rijani
                                   Região de Lombok, na Indonésia, onde fica o Monte Rijani 
Resgate de jovem brasileira na Indonésia é suspenso novamente; família fala em ‘negligência’
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução/Instagram

Carro perde controle e cai em valeta na Serra de Pardinho (SP)

No início da tarde desta terça-feira (24), um carro perdeu o controle e caiu em uma valeta enquanto subia a Serra, em trecho que já havia registrado outro acidente semelhante no dia anterior.

Moradores da região têm reclamado da falta de sinalização adequada e da limpeza precária da via. Apesar de recente serviço de roçagem, muitos resíduos foram deixados às margens da estrada. Com o vento, o material tem sido arrastado para a pista, aumentando o risco de derrapagens.

A Polícia Militar já estava no local realizando o atendimento da ocorrência. Até o momento, não há informações sobre feridos.

Fonte: tvpardinho

Foto: Reprodução

Conservação do solo e gestão financeira são temas de evento gratuito na Fazenda Lageado

No dia 26 de junho, próxima quinta-feira, no Auditório da Biblioteca do Lageado, a partir das 14h, acontece o evento Capacitação em Gestão Financeira e Conservação do Solo, promovido pelo Grupo de Extensão Viabilidade Econômica para a Agricultura Sustentável, da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) da Unesp, câmpus de Botucatu.

Gratuito e aberto a todos os interessados, especialmente produtores rurais de Botucatu e região, o evento terá duas palestras proferidas por docentes da FCA/Unesp.

A professora Renata Cristina Bovi, de Departamento de Ciência Flortestal, Solos e Ambiente, vai falar sobre manejo e conservação do solo. Após o coffee break, a professora Eliane Araújo Robusti, do Departamento de Engenharia Rural e Socioeconomia, vai abordar educação financeira.

Não é necessário fazer inscrição previamente.

O evento é uma realização do Grupo de Extensão Viabilidade Econômica para a Agricultura Sustentável, com apoio da Pró-Reitoria de Graduação e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unesp.

Hemocentro do HCFMB realizará coleta externa nesta sexta-feira, 27, em Itatinga

Nesta sexta-feira, 27, das 8h às 13h, o Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp (HCFMB) realizará uma coleta externa de sangue em Itatinga. Neste dia, o Serviço também manterá o atendimento em sua própria sede, no câmpus de Rubião Jr.

O horário de funcionamento do Hemocentro é de segunda a sexta, das 8h às 16h30 e, aos sábados, das 7h às 12h.

Para obter mais informações sobre os requisitos para doação de sangue ou para esclarecer outras dúvidas, entre em contato diretamente com o Hemocentro do HCFMB pelos telefones: (14) 3811-6041 (ramal 225) ou pelo WhatsApp (14) 99624-7055 / (14) 99631-5650.

“Envelhecer sem amadurecer”, por Dimas Ramalho

O Brasil atravessa uma inflexão histórica em sua estrutura demográfica. Em 2023, o país contabilizou 2,5 milhões de nascimentos — o menor número desde 1976, conforme os dados compilados pelo IBGE. Trata-se do quinto ano consecutivo de queda. O total de registros ficou 12% abaixo da média de 2015 a 2019, ano imediatamente anterior ao do início da pandemia.

Mais do que os números em si, porém, o que importa é o que eles indicam: o encerramento de um ciclo histórico e o início de uma nova era para a sociedade brasileira.
Nas últimas décadas, o país vivenciou uma janela de oportunidade rara: o bônus demográfico — quando a parcela da população em idade ativa supera a de crianças e aposentados. Essa estrutura populacional favoreceu a expansão da renda, a redução da pobreza e o crescimento do consumo.

Era um período em que havia mais gente produzindo do que dependendo, gerando excedentes de trabalho, arrecadação e dinamismo econômico.
Essa janela, no entanto, está se fechando — e, de forma preocupante, sem que o país tenha aproveitado plenamente seu potencial. O Brasil vai chegar ao fim do bônus demográfico ainda marcado por graves deficiências em educação, produtividade e equidade social.

A fecundidade média caiu para 1,57 filho por mulher, abaixo do nível de reposição populacional, e o envelhecimento da população se tornou uma tendência irreversível. Em outras palavras, o país está ficando mais velho antes de ter ficado rico — ou mesmo de ter garantido uma base educacional sólida à sua população.

As causas da queda na natalidade são conhecidas: maior escolarização feminina, urbanização acelerada, instabilidade econômica, dificuldade de conciliar trabalho e família, precariedade habitacional, entre outras. A pandemia, com seus efeitos sanitários, psicológicos e sociais, também ampliou a incerteza sobre o futuro, tornando a decisão de ter filhos ainda mais difícil para muitos.

A queda da natalidade, entretanto, não é um problema em si. Muitas vezes, ela expressa fatos importantes: maior autonomia das mulheres, liberdade de escolha, novas aspirações de vida. O problema está na desconexão entre essa nova realidade demográfica e o desenho institucional do país. Seguimos operando com estruturas pensadas para um Brasil jovem — um sistema previdenciário que supõe uma base ampla de contribuintes; uma rede urbana pouco preparada para a população idosa; um mercado de trabalho que marginaliza e desampara os mais velhos.

Diante desse novo cenário, o país precisará fazer escolhas de longo prazo. O envelhecimento populacional impõe uma agenda de Estado: reformar a Previdência de forma sustentável, adaptar o sistema de saúde ao cuidado contínuo, repensar o papel dos idosos como força produtiva, e criar políticas eficazes de requalificação profissional. Será preciso valorizar a longevidade como ativo social e econômico — e não como fardo.

As disparidades regionais acrescentam mais uma camada de complexidade. Enquanto o Norte ainda apresenta taxas de nascimento mais altas (1,83 filhos por mulher em 2023), o Sudeste, Sul e Nordeste já se alinham aos padrões de países desenvolvidos. Essa heterogeneidade demanda políticas federativas sensíveis às realidades locais, sob pena de acentuar as desigualdades já existentes entre regiões mais envelhecidas e mais jovens.

O período de bônus demográfico deveria ter sido o início de uma nova etapa de amadurecimento econômico e social. Mas, em vez de consolidar avanços em produtividade, educação e equidade, o Brasil parece estar atravessando esse período com um gosto de chance perdida. Agora, o desafio é transformar esse cenário em impulso para uma reformulação profunda do projeto de país. Trata-se, em última instância, de responder a uma pergunta decisiva: que sociedade queremos construir à medida que envelhecemos?

O tempo é lento, mas implacável. Ele cobra com atraso, mas com juros altos. Ainda há margem para agir — desde que se abandonem soluções improvisadas e se invista, com coragem e visão de futuro, em um modelo de desenvolvimento inclusivo, sustentável e compatível com o Brasil que envelhece.

Dimas Ramalho é conselheiro-corregedor do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

HCFMB realiza angioplastia coronária inédita com ultrassom intravascular pelo SUS

O Serviço de Hemodinâmica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp (HCFMB) realizou, pela primeira vez em um paciente do Sistema Único de Saúde (SUS), uma angioplastia coronária guiada por ultrassom intravascular. O procedimento é considerado um avanço significativo nas técnicas de intervenção cardíaca, e permite uma avaliação mais precisa e objetiva das lesões coronárias, obstruções que podem impedir o fluxo de sangue para coração.

Tradicionalmente, a angioplastia coronária é guiada apenas pela angiografia, técnica que utiliza contraste injetado por cateter para visualizar as artérias e suas obstruções. “Com a utilização do ultrassom, conseguimos visualizar como está o interior da artéria. Temos a exata noção do tamanho do stent em relação à artéria com exatidão, o que não conseguimos com a angiografia, que é guiada somente pelo olhar e pela experiência do examinador”, afirma o médico cardiologista e coordenador do Serviço, Fábio Cardoso Carvalho.

O primeiro beneficiado pela nova tecnologia foi um paciente de 70 anos, com histórico de cirurgia prévia para implante de ponte de safena, que apresentava uma lesão coronária moderada (entre 50% e 70%). “O ultrassom intravascular permitiu uma avaliação objetiva, revelando uma área de lesão abaixo do limite crítico de 6mm², confirmando a necessidade do implante do stent”, explica Fábio.

O especialista destaca que o uso desta tecnologia é de extrema importância em casos selecionados, como pacientes com lesões moderadas, que geram dúvidas sobre o tratamento mais adequado. “O ultrassom adquirido pelo HCFMB nos ajuda tanto na seleção dos pacientes candidatos à angioplastia, separando aqueles que se beneficiariam mais da cirurgia, quanto no direcionamento do procedimento, otimizando a escolha do stent ideal em termos de diâmetro e comprimento”, diz.

Embora não seja um recurso aplicável a todos os pacientes, devido à necessidade de seleção, não só para a otimização dos recursos, mas também pela avaliação do tratamento mais adequado para cada caso; a precisão na avaliação e no tratamento representa um avanço no cuidado cardiovascular oferecido pelo Serviço de Hemodinâmica e pelo HCFMB, proporcionando maior segurança e eficácia nos pacientes que realizam este tipo de procedimento.