Candidato do PSol à prefeitura de Teresina (PI), Francinaldo Leão (PSol) registrou um boletim de ocorrência contra o prefeito Dr. Pessôa (PRD), que tenta a reeleição, após ser agredido durante um debate realizado na noite de quinta-feira (8). Pessôa deu uma cabeçada no rosto do candidato após responder a uma pergunta.
Artigos do Autor: Fernando Bruder
Plenária da próxima segunda-feira (12) deve votar uma denominação de rua
Na próxima segunda-feira (12/08), a Câmara de Botucatu realiza sua vigésima sexta sessão ordinária da atual legislatura para votação de um projeto de lei de autoria parlamentar, o qual pretende denominar ruas no bairro Alvorada da Barra Bonita em Terras de Botucatu.
A plenária começa às 19h e é aberta ao público. Lembrando que a transmissão ao vivo está suspensa até o dia 06 de outubro devido à legislação eleitoral. Confira a Ordem do dia na íntegra:
1) Projeto de Lei nº 99/2024 – de iniciativa parlamentar, que denomina de “Maria Borges de Jesus Domingues” as Ruas 24, 25, 26 e vielas de interligação, no Alvorada da Barra Bonita em Terras de Botucatu.
discussão e votação únicas
quórum: 2/3
Professor aposentado da Unesp treina atleta que chegou a final no salto em altura nas Olimpíadas
A atleta Valdileia Martins, 35, tornou-se nacionalmente conhecida ao classificar-se para a final olímpica do salto em altura no último dia 2/8. Durante a prova classificatória, ela saltou 1,92m, marca que igualou o recorde nacional brasileiro. No entanto, o esforço terminou por provocar uma entorse em seu tornozelo esquerdo, e ela deixou a pista carregada.
A lesão não permitiu que Valdileia disputasse a final, que aconteceu no domingo, 4/8. Ela chegou a tentar iniciar a corrida para dar o primeiro salto, mas as dores não lhe permitiram continuar. Mesmo assim, sua participação na Olimpíada de Paris é a consagração de uma trajetória de muita garra, que teve início num assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e que é tão inspiradora quanto o resultado final. Acompanhando de perto esta trajetória, e contribuindo de forma importante para ela, está seu treinador, o professor aposentado de educação física da Unesp Dino Cintra.
Valdileia destacou-se logo no primeiro dia das provas de atletismo dos Jogos de Paris. O fato de aos 35 anos — idade avançada para a prática de esporte de alto rendimento — ter conseguido saltar 1m92, e igualar um recorde brasileiro estabelecido ainda em 1989 por Orlane Maria dos Santos, já bastaria para que ela se destacasse na história do atletismo brasileiro. “A Valdileia diz que nasceu para bater esse recorde porque essa marca foi estabelecida no ano em que ela nasceu”, brinca o treinador.
Depois de quase 30 anos dedicados às aulas de atletismo do curso de Educação Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia, no campus de Presidente Prudente, Cintra se desligou da Universidade e investiu na carreira de treinador de alto rendimento. Atualmente é treinador de salto da equipe de atletismo da Orcampi, que figura entre as três melhores do país, e tem Valdileia como uma de suas atletas.
Ambos começaram a trabalhar juntos em 2018, mas não é exagero dizer que o dedo do treinador está presente no desenvolvimento da atleta brasileira desde quando ele ainda era professor da Unesp.
Ao longo de sua carreira como professor universitário em uma cidade com longa tradição no atletismo, Cintra sempre foi um entusiasta do esporte. Entre suas principais realizações em prol da modalidade, durante sua atuação docente, está um projeto de extensão universitária que produziu campeões sul-americanos e uma medalhista de ouro na prova do heptatlo nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, Lucimara Silvestre. E ele orientou a monografia de conclusão de curso de André Domingos, que foi aluno do curso de Educação Física e fez história no esporte como ganhador da medalha de prata no revezamento 4×100 em Sydney-2000.
Docente dedicado e querido pelos alunos, a ponto de ter sido por 17 vezes escolhido patrono da turma, Cintra sempre esteve ciente de que as condições para a prática esportiva com que seus alunos precisariam lidar quando formados nem sempre seriam as melhores. Por conta disso, em suas aulas, além de ensinar as técnicas da modalidade, ensinava também alguns “quebra-galhos” que poderiam ajudar os estudantes a superarem as adversidades em seus futuros postos de trabalho. Entre os macetes disponíveis no repertório do professor da Unesp estava o uso de varas de bambu para serem usadas como sarrafos para as provas de salto, e uma engenharia que combinava pilhas de pneus velhos e sacos cheios de palha de arroz para substituir os colchões que amortecem a queda dos atletas.
Em meados dos anos 1990, um de seus ex-alunos, o professor de educação física Flávio Rodrigues dos Santos, trouxe essas mesmas “técnicas” para superar a falta de recursos e viabilizar a prática esportiva para jovens e crianças de um acampamento ligado ao MST localizado no município de Querência do Norte, no Paraná. E, junto com as técnicas, o conhecimento técnico que absorveu no aprendizado com Dino Cintra.
Entre os alunos no assentamento estava uma garota alta, de pernas longas e com pouca desenvoltura para os esportes coletivos chamada Valdileia Martins. “Tudo o que eu passei para Valdileia aprendi com o Dino. Ele faz parte da história dela desde o início. Se eu não tivesse um professor competente como ele, não teria a coragem e nem capacidade de dar início a esse trabalho”, declarou Rodrigues em uma entrevista.
Por isso, quando décadas mais tarde Valdileia procurou os meios para dar uma virada em sua carreira, foi a Bragança Paulista que ela se dirigiu, em busca de Cintra e da equipe da Orcampi. Era o ano de 2018 e naquele momento, explica o treinador, Valdileia era uma atleta conhecida dentro da modalidade, mas estava desacreditada pela comunidade do atletismo por ter passado por duas cirurgias no joelho. Já não conseguia atingir as mesmas marcas de antigamente, e sua idade era considerada avançada. Tudo somado, a atleta pensava inclusive em desistir do esporte.
Os dois começaram a trabalhar juntos, mas Cintra só soube dessa “conexão” anterior com a atleta após a participação na Olimpíada, por meio de uma notícia veiculada na imprensa que resgatou sua história de infância no Paraná. “Eu consegui o contato desse meu ex-aluno Flávio e falei para ele que isso é coisa de Deus. Foi Deus quem me colocou para ensiná-lo na Universidade e ele acabou ensinando a atleta que no futuro viria treinar comigo e ir para uma final olímpica. Essa é uma história linda demais”, comemora o treinador.
Desde o início do trabalho em 2018 até o resultado nos Jogos Olímpicos em Paris, entretanto, muito trabalho teve que ser feito. Além dos treinamentos com Cintra, Valdileia investiu os poucos recursos que tinha para consultar-se com um nutricionista e ser acompanhada por um psicólogo especializado. A meta estabelecida por atleta e treinador era chegar aos Jogos na melhor forma possível, e saltar a melhor marca na carreira.
Trabalhando apenas com o atletismo, Cintra é um treinador especializado em saltos (altura, distância e com vara) e provas combinadas, como o decatlo e heptatlo. Entre todas essas modalidades, contudo, a que o ex-professor da Unesp considera mais difícil é o salto em altura. “Se você olhar o salto com vara, por exemplo, ele é difícil de ser executado, mas o atleta só perde a visão do sarrafo no movimento de reversão do corpo.
No salto em altura, por outro lado, assim que o atleta bate o pé da impulsão ele já não vê mais o sarrafo. A partir daí é tudo perceptivo. O atleta precisa jogar o centro de gravidade para o alto e sentir o momento exato de erguer a cintura e as pernas”, esclarece o treinador. “Isso demanda um controle corporal e uma noção da localização do corpo em relação ao sarrafo que nem todo mundo tem.”
Cintra explica que Valdileia tinha a força e o controle corporal para a execução de um bom salto, mas o elemento que faltava para a paranaense se estabelecer entre as melhores do mundo era a força mental. “Tenho 48 anos de atletismo e já fui um desses treinadores que diziam que um atleta não precisa de psicólogo. Hoje, trabalhando com o alto rendimento, tenho a opinião de que 90% do resultado são o fruto de um bom preparo mental”, afirma.
Para o treinador, é natural que durante a competição o atleta sinta medo de errar no momento de executar a prova, e esse receio faça com que ele acabe queimando ou chegue ao momento do salto em uma velocidade mais lenta. “O psicólogo tem as ferramentas capazes de ajudar o atleta a melhorar a sua performance, e a Valdileia é uma prova disso.
Ela é outra pessoa após receber o acompanhamento psicológico adequado. O atleta pode estar treinando muito bem. Mas, se não estiver mentalmente bem, não vai chegar lá”, diz. A força mental que a saltadora levou consigo para os jogos passou por uma dura prova quando, já na capital francesa, poucos dias antes de sua estreia, soube que seu pai havia falecido.
Apesar da extrema tristeza pela perda daquele que era um de seus grandes incentivadores, ela optou por permanecer em Paris, manteve o foco e alcançou sua melhor marca na carreira.
O treinador lamenta não ter sido convocado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para acompanhar Valdileia em Paris, ainda assim manteve contato com a atleta pelo telefone durante as competições. “Eu assistia à prova pela TV e imediatamente passava as orientações para um técnico da CBAt que estava no local. Mas ela foi para as Olimpíadas muito bem preparada, sabia o que tinha que fazer. Não precisava de mim, não”, brinca.
Para o treinador, a campanha na França mudou a vida dele e de Valdileia completamente. Cintra afirma que recebeu os parabéns e ganhou o reconhecimento de pessoas que até pouco tempo atrás não acreditavam no seu trabalho. Já a atleta viu o número de seguidores no Instagram aumentar de dois mil para 200 mil seguidores, além de ganhar projeção nacional. “Acredito que esse resultado pode fazer com que as meninas mais jovens se interessem em praticar o salto em altura. Quem sabe assim o recorde da Valdileia não leve outros 35 anos para ser quebrado”, diz.
Fonte: Jornal da Unesp
Foto: Reprodução
Vinhedo (SP): Avião com 62 pessoas a bordo cai no interior de São Paulo
Um avião com 58 passageiros e quatro tripulantes caiu na região do bairro Capela, em Vinhedo (SP), no início da tarde desta sexta-feira (9).
Segundo a Voepass Linhas Aéreas, antiga Passaredo, companhia aérea dona da aeronave, trata-se de um avião turboélice de passageiros, modelo ATR-72, que saiu de Cascavel (PR) com destino a Guarulhos (SP). Ainda não há informações de vítimas.
“A VOEPASS acionou todos os meios para apoiar os envolvidos. Não há ainda confirmação de como ocorreu o acidente e nem da situação atual das pessoas que estavam a bordo”, informou a Voepass.
Vem aí no próximo 17/08 o 6º Dia Vascular e 1º dia Cardio de Botucatu
No próximo dia 17 de agosto, das 10h às 15h, a disciplina de Cirurgia Vascular da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu (FMB), em parceria com o HCFMB, a Secretaria Municipal de Saúde de Botucatu e com o apoio da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional São Paulo (SBACV-SP), além dos demais patrocinadores, realizará no Shopping Park Botucatu o 6º Dia Vascular e 1º dia Cardio de Botucatu.
O objetivo é prestar serviço gratuito à população, realizando exames e orientando individualmente cada paciente sobre doenças vasculares e cardiológicas, formas de prevenção e tratamento.
No local, profissionais estarão medindo pressão, realizando exames de glicemia e pré-atendimento ao público. Haverá orientações das principais doenças arteriais e cardiológicas, orientações quanto aos sinais e sintomas das doenças vasculares e exames e avaliações, como eletrocardiograma.
A ação tem a missão de proporcionar, gratuitamente, triagem voltada para as patologias vasculares e cardiológicas, além de orientar sobre formas de prevenção e tratamento.
Homem é preso por maus-tratos contra um filhote de cachorro macho na Alvorada da Barra
Nesta quinta-feira (8), a equipe do Departamento de Proteção Animal juntamente com a Polícia Civil esteve presente em residência no bairro Alvorada da Barra em Botucatu para avaliar a condição de saúde de um cão filhote que estaria com dificuldade respiratória.
O responsável já havia sido orientado sobre a necessidade da realização de cirurgia para corrigir essa condição, porém a solicitação não foi atendida.
Assim o tutor foi conduzido ao 1o DP onde foi dada voz de flagrante pelo crime de maus tratos.
O animal receberá todo suporte necessário e ficará sob a responsabilidade do Departamento de Proteção Animal.
Foto: Polícia Civil Botucatu
Bauru: Diretora denuncia Apeoesp em embate sobre escola cívico-militar
A diretora da escola estadual Professor Morais Pacheco registrou boletim de ocorrência por calúnia e difamação contra a subsede de Bauru do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) após um atrito ocorrido durante uma reunião com pais de alunos, no último sábado (3), quando discutiu-se a possibilidade de transformar a unidade em uma escola cívico-militar. Na ocasião, segundo a diretora Ellen Pagani Fernandes, representantes da Apeoesp contrários ao modelo reuniram-se em frente à unidade com o objetivo de “constranger pais e responsáveis”.
No local, também estava um grupo defensor da implantação do programa criado pelo governo estadual e que foi suspenso no último dia 6, em caráter liminar, após decisão do Tribunal de Justiça, a pedido da própria Apeoesp. O programa ficará suspenso até que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a ação que questiona a constitucionalidade do modelo.
Segundo o relato de Ellen no BO, além de os dois grupos mobilizados em frente à escola terem promovido um confronto verbal, ela também foi alvo de calúnia e difamação. Isso porque, conforme a diretora alega, a Apeoesp passou a usar um carro de som desde o dia 30 de julho para dizer que a escola se transformaria em uma ditadura.
Um defensor do modelo de educação cívico-militar, que estava acompanhado de adolescentes e distribuía panfletos em frente à escola no momento do atrito, também registrou boletim de ocorrência contra a Apeoesp. Ele alega que foi fotografado por professores e as imagens foram divulgadas em redes sociais por um dos representantes do sindicato, que o teria chamado de “golpista”.
Impedidos
O homem também protocolou representação criminal contra a Apeoesp no Ministério Público, alegando, em um vídeo veiculado na Internet, que o sindicato fez “propagação de falsidade ideológica” contra a escola cívico-militar em carro de som, onde teriam atrelado o modelo à “violência e opressão”.
Coordenador da subsede de Bauru da Apeoesp, Carlos Quagliato afirma que a entidade usou carro de som para divulgar informações consideradas pertinentes após ser impedida de ingressar na unidade. “Precisávamos dialogar sobre os desdobramentos da implantação destes modelos educacionais ilegais e pedimos espaço amigavelmente, mas não fomos atendidos. Depois, protocolamos ofício solicitando o resguardo do direito do sindicato em conversar com os professores dentro do local de trabalho, o que está previsto em lei, mas recebemos resposta negativa”, afirma.
Em Bauru, além da Morais Pacheco, a escola estadual Professor Durval Guedes de Azevedo manifestou interesse em adotar o modelo de educação cívico-militar, sendo que esta última concordou em receber diretores da Apeoesp, após envio de ofício.
Consulta pública suspensa
Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria da Educação do Estado, a pasta decidiu, nesta quinta-feira (8), suspender todas as consultas públicas em curso nas comunidades escolares sobre a implantação do Programa Escola Cívico-Militar. As discussões só deverão ser retomadas após o STJ julgar a ação direta de inconstitucionalidade protocolada pela Apeoesp.
Trata-se de uma proporcionalidade utilizada, por exemplo, para votação sobre a implantação do Programa de Ensino Integral em uma unidade. Já a aprovação da escola cívico-militar seria referendada por maioria de votos entre pais de alunos menores de 16 anos, estudantes a partir de 16 anos, professores e demais profissionais da equipe escolar.
“E todos tinham que votar pela Secretaria Escolar Digital (SED), com necessidade de identificação para acesso. Como um professor de escola PEI, que pode ser demitido a qualquer momento, como é o caso do Morais Pacheco, votaria contrário ao desejo da diretora, sabendo que seu voto tem identificação? É uma situação complicadíssima”, lamenta.
Fonte: JCNET
Foto: Reprodução
O Brasil novamente no pódio, Isaquias Queiroz é prata na canoagem em Paris
O canoísta Isaquias Queiroz conquistou a medalha de prata na categoria C1 1000 metros, nos Jogos Olímpicos Paris 2024. Com o feito, ele conquista sua quinta medalha olímpica, ficando atrás apenas da ginasta Rebeca Andrade, com seis medalhas.

Em uma corrida emocionante, no Estádio Náutico de Vaires-sur-Marne, o canoísta conseguiu sair da quinta posição, a mais de 2 segundos do líder, para chegar em segundo lugar, atrás apenas de Martin Fuksa, da República Tcheca. O bronze ficou com Serghei Tarnovschi, da Moldávia.
Para se ter uma ideia do alto nível da prova, o tempo obtido pelo medalhista de ouro foi a melhor marca olímpica de todos os tempos, com 3m43s16. Na modalidade não se usa o termo “recorde” em função das diferentes condições náuticas de cada prova. O brasileiro marcou 3m44s33; e Tarnovschi fechou a prova com o tempo de 3,44s68.
No início da corrida, Isaquias ficou posicionado no segundo pelotão, disputando a quarta posição, a cerca de 1 segundo do tcheco, que já despontava na liderança. Isquias estava em quinto lugar quando a prova chegava na metade (500 metros).
Conforme o esperado, foi a partir desse momento que o brasileiro começaria a se destacar. No último quarto da prova (750m), já se percebia a recuperação do brasileiro, que estava em quarto, diminuindo a diferença para os líderes.
Isquias conseguiu tirar mais de 2 segundos de diferença nos últimos 250 metros, para fechar a prova em segundo. O alemão Sebastian Brendel, um dos favoritos para o ouro, cometeu erro estratégico, o que o deixou cansado ao final da prova, ficando com a última colocação.
Além da prata obtida em Paris, o canoísta brasileiro já conquistou ouro no C1 1000m em Tóquio 2020; prata no C1 1000m e no C2 500m na Rio 2016; e bronze no C1 200m, também nos Jogos do Brasil.
Com o feito, Isaquias se iguala, em número de medalhas olímpicas, a Robert Scheidt e Torben Grael, todos com cinco medalhas. A ginasta Rebeca Andrade é a maior medalhista brasileira, com seis medalhas.
Por ironia do destino, Isaquias é natural de Ubaitaba (BA), termo tupi-guarani que significa “cidade das canoas”, como bem lembrou o Comitê Olímpico do Brasil em seu site, ao relatar o histórico do canoísta.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
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