Artigos do Autor: Fernando Bruder

Santa Cruz do Rio Pardo: Motociclista morre após colisão em estrada da região

Um motociclista morreu na tarde deste sábado (8) após envolver-se em um acidente em Santa Cruz do Rio Pardo, na estrada vicinal Sebastião Teixeira Coelho, que liga o município a São Pedro do Turvo. A vítima, identificada como Ronaldo Amorim, 40 anos, era natural de São Pedro do Turvo e residia em Santa Cruz do Rio Pardo, onde tinha uma empresa de compostagem.

A ocorrência foi registrada por volta das 16h30, na altura do quilômetro 8 da via, onde há uma fábrica de ração. Segundo informações prestadas pela Polícia Militar, por motivos ainda a serem esclarecidos, a vítima, que conduzia uma moto BMW, envolveu-se em uma colisão com uma caminhonete S10.

Com o impacto, o veículo de duas rodas pegou fogo e ficou completamente destruído. Amorim morreu no local do acidente. Já o motorista da S10 foi socorrido e encaminhado a uma unidade de saúde para avaliação de seu estado. O trecho da vicinal, de pista simples, ficou com o trânsito interditado até a retirada do corpo, dos dois veículos envolvidos e dos destroços da moto.

Fonte: JCNET

 

Casa Ana Rosa foi inaugurada neste ultimo sábado dia 08 de Junho

Nesse sábado, 08/06, ocorreu a inauguração da Associação Comunitária Sociocultural Casa Ana Rosa, em sua sede, na Rua Amando de Barros, 2087, onde foi dado posse à diretoria fundadora e aprovados o estatuto e regimento interno da entidade. Estavam presentes personalidade do terceiro setor e meio político de Botucatu, dos quais destacamos: Maria de La Coleta (Instituto Arte & Convívio), Professor Pereira e Professor Caldas (PCdoB Botucatu), Osni Ribeiro (PV), Daniela Marinho (Psol), Bibliotecária Tania e Professor Júlio (Senac), Igor Cesar (Brigadas Populares), entre outros convidados. A Dra. Lelia Sogayar abriu os trabalhos e presidiu a mesa da Assembleia. Foram empossados na diretoria da Casa Ana Rosa: Thalita Tavares (presidenta), Denis Rodrigues (secretário e diretor de projetos), Ester Soto (tesoureira) e Giovana Alegre (diretora de comunicação).

Após todas as formalidades a cerimonia foi encerrada com a execução do Hino Nacional Brasileiro e o Hino de Botucatu.

Após a Assembleia, iniciou-se uma confraternização com apresentação de amostras dos projetos da Casa Ana Rosa e comemoração do aniversário de Thalita Tavares.

Amostras de projetos:
Contação de Histórias (com o Professor Denis Rodrigues)
Leia Mulheres (com a Psicanalista Paula Marinho)
Recital de Poesia (com Aléssio Di Pascucci)
Som eletrônico (com DJ Alex)

A Casa Ana Rosa nasceu de uma convergência de sonhos e projetos de uma instituição que abrigasse os grupos excluídos do meio social e cultural da cidade, propondo um espaço comunitário de convivência e acolhimento aos grupos menorizados como mulheres, LGBTQIAP+, negros, periféricos e todas e todos que quiserem manifestar-se cultural e artisticamente. Dentre os projetos da Casa Ana Rosa destacam-se palestras, oficinas, manifestações artísticas e culturais e formação para a cidadania. Para o próximo semestre será divulgada uma agenda repleta de atrações.

Prefeitura realizará mutirão de castração gratuita para cães e gatos

A Prefeitura de Botucatu, através do Setor de Castrações Gratuitas, realizará nos dias 21, 22 e 23 de junho, o 20º Mutirão de Castração Gratuita para Cães e Gatos.

Poderão ser castrados cães e gatos com no mínimo 5 meses e no máximo 7 anos.

Os interessados em castrar seus cães e gatos devem solicitar o cadastro via WhatsApp (14) 98177-1581, por contato telefônico pelo número 3811-4932 ou pelo formulário disponível no site www.botucatu.sp.gov.br.

Caso já tenha feito cadastro nesse número e não recebeu confirmação, deverá fazer novo cadastro.

Nos dias 21 de junho (sexta-feira) e 22 de junho (sábado) a ação será realizada na Praça da Juventude – Jose Fernando Donida – Av. Mario Barberis, 410/470 – Cohab 1 (ao lado do Tiro de Guerra)

No dia 23 de junho (domingo) as castrações ocorrerão no Pátio da Igreja Santo Antônio – Av. Bento Lopes, s/n – Distrito de Rubião Junior.

As castrações ocorrerão em data e hora previamente agendadas.

Qual a extensão da sanção imposta pelo Tribunal de Contas ao terceiro setor?

O exame dos repasses públicos ao terceiro setor é, sem dúvida, uma das competências mais relevantes dos Tribunais de Contas. No caso da Corte de Contas Paulista, a importância da tarefa pode ser medida pelos vultosos montantes envolvidos. Segundo dados do “Painel do Terceiro Setor”, disponibilizado no site oficial do TCESP, Estado e Municípios transferiram, em 2023, nada menos que R$ 40,8 bilhões às entidades privadas sem fins lucrativos.
Naturalmente, tamanha quantidade de recursos exige do controle externo não apenas uma atuação diligente como também punição exemplar àquelas organizações que aplicam incorretamente as verbas públicas recebidas.
Nesse contexto, o art. 103, da Lei Complementar 709/93, a Lei Orgânica da Corte do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, prevê, em caso de irregularidade no uso do dinheiro público, a possibilidade de impedir que a entidade venha a receber novos repasses, até que se comprove a correção dos erros constatados. É a chamada pena de suspensão de novos recebimentos. O TCESP, inclusive, além de publicar no Diário Oficial, também divulga, no site institucional, a relação de entidades e órgãos proibidos de receber novos auxílios, subvenções ou contribuições.
A jurisprudência do Tribunal de Contas, todavia, sempre divergiu sobre a extensão da penalidade prevista no dispositivo legal citado.
Alguns julgadores compreendiam que a pena de suspensão ficava restrita à esfera de governo do órgão no qual se operou a malversação dos recursos. Ou seja, a vedação de novos recebimentos ocorreria somente em relação àquela que foi a Administração Pública prejudicada ou sancionadora. A entidade, então, poderia seguir recebendo novos recursos de outros Municípios ou mesmo do Estado, quando os valores contestados não tivessem origem estadual.
Tal entendimento aplicava, por analogia, os dispositivos previstos na Lei Geral de Licitação e Contratos – a então Lei nº 8.666/93 ou a atual Lei 14.133/21 – interpretados pela Súmula 51 desta Corte do seguinte modo: nos casos de impedimento e suspensão de licitar e contratar (artigo 87, III da Lei nº 8.666/93 e artigo 7º da Lei nº 10.520/02), a medida repressiva se restringe à esfera de governo do órgão sancionador.
Porém, na sessão do TCESP do dia 29 de maio, por maioria, essa tese foi superada. Prevaleceu então o argumento de que a vedação de novas transferências se estende a todos os órgãos jurisdicionados do Tribunal (TC-018907.989.23). Em outras palavras, a entidade do terceiro setor declarada impedida de auferir novos recursos, nos termos do art. 103, da Lei Orgânica – constando, portanto, da lista de apenados – não poderá receber repasses seja do Estado, seja dos municípios sujeitos às competências do organismo de controle externo estadual.
A tese preponderante reconheceu que os ajustes com o terceiro setor possuem regime jurídico específico, afastando assim a possibilidade de analogia com preceitos do diploma geral de contratações públicas, a Lei 8.666/93 e a Lei 14.133/21.
De fato, a legislação estabeleceu regulação específica para as Organizações Sociais, com procedimentos de seleção e contratação que não se equiparam aos processos licitatórios, permitindo ao Poder Público a pré-qualificação de entidades e a possibilidade de contratações com termos mais flexíveis e baseada em resultados pré-definidos.
Tais características singularizam a natureza das contratações com o terceiro setor, permitindo, nos termos constitucionais, que o legislador estadual possa suplementar o regime jurídico existente ao criar sanções particulares, como faz o art. 103 da Lei Orgânica desta Corte. Essa penalidade, portanto, pode ser aplicada em toda a sua potencialidade, de modo que a suspensão de novos repasses valha para todos os jurisdicionados da Corte de Contas. Contudo, isso não impede que, ante o possível impacto social da decisão e eventual retrospecto positivo da organização, por exemplo, o Tribunal decida por restringir o alcance da sanção ou por deixar de aplicá-la.
O posicionamento do colegiado do TCESP, como fica claro, se dá no sentido da proteção dos recursos públicos. Ora, como uma entidade que comete irregularidades em um determinado ajuste está propensa a repeti-la em outros, enquanto ela não promover a regularização, não demonstrará também a integridade necessária para receber novos repasses, independentemente da origem federativa dos valores.
Ao fim e ao cabo, o entendimento fixado pela Corte de Contas Paulista tem o mérito não só de fortalecer as competências do controle externo como também de reforçar a compulsoriedade da lista de entidades proibidas de receber novos repasses, mensalmente atualizada no site do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.
 
*Dimas Ramalho é Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Ciesp Botucatu promove evento “Conectando boas práticas em Gestão de Pessoas” para profissionais de RH

No último dia 29 de maio, as Confrarias ‘Mulheres Empreendedoras’ e ‘Gestão de Pessoas’ do Ciesp – Regional Botucatu realizaram o evento “Conectando boas práticas em Gestão de Pessoas”. Realizado na sede da regional, o evento tinha como público-alvo  os profissionais de Gestão de Pessoas das empresas associadas ao Ciesp.

A programação do evento contou com a abertura de Patrícia Dias, diretora titular do Ciesp Botucatu, e a apresentação das representantes das confrarias responsáveis pelo evento, Amanda Lugão, líder da Confraria de Mulheres Empreendedoras, e Melissa Pedroso, líder da Confraria de Gestão de Pessoas.

Renato Lisboa, psicólogo especializado em Gestão de Recursos Humanos, iniciou a tarde de palestras abordando o tema “Como engajar talentos na equipe e aumentar resultados”. Lisboa atua como Analista de Negócios Sênior no SEBRAE/SP, Escritório Regional Botucatu/SP, na função de gestor de políticas públicas e da cultura empreendedora, com foco no desenvolvimento regional e compartilhou as experiências adquiridas em sua jornada de trabalho e como aplicar técnicas de gestão de equipes dentro das empresas.

Para realizar uma imersão no tema, Lisboa promoveu ainda uma atividade prática. Reunidos em pequenos grupos, os participantes debateram ações importantes que já abordam em suas respectivas áreas e novas estratégias que poderiam adotar em suas empresas para impulsionar o engajamento das equipes que orientam.

O professor Tiago Guerreiro, diretor do Senai Botucatu, parceiro do Ciesp em diversas ações de apoio à educação, apresentou a ferramenta “Mapa do Emprego Industrial” da região, compartilhando informações relevantes e dados atualizados a respeito do tema.

Durante o coffee break, os participantes puderam conhecer Bartina Santana, representante Mary Kay que disponibilizou catálogos e produtos para o público interessado.

A segunda parte da programação foi marcada pela realização de quatro oficinas práticas, ministradas por profissionais que compartilharam com os participantes como as estratégias usadas nas empresas em que eles atuam têm impactado de forma significativa.

A advogada Rayssa Blumer é fundadora da InPlanta Consultoria e Treinamento, uma empresa que oferece soluções em compliance, treinamentos, palestras e estratégia de apuração de assédio, e ministrou a oficina “Compliance – Assédio moral e sexual”.

A psicóloga Ana Maria de Barros, sócia-proprietária da Kaidara Recursos Humanos, empresa com mais de 33 anos de experiência em Gente & Gestão, auxiliando mais de 5.000 profissionais e treinando mais de 1.000 líderes, abordou o tema “Boas Práticas de Recrutamento e Seleção”.

Tati Souza, que é escritora, palestrante, mentora, empresária, ativista e defensora do movimento “Fazer Valer a Pena”, ministrou a oficina “Engajamento de Equipe”.

Diego Victoriano de Oliveira, coordenador administrativo na Usina Açucareira São Manoel, uma produtora de açúcar, etanol e levedura seca no complexo agroindustrial canavieiro, abordou o tema “Práticas de ESG” em sua oficina.

Após a realização das oficinas, aconteceu a última atividade em grupo. O principal objetivo foi incentivar os participantes a identificarem e discutirem os principais problemas e dificuldades enfrentadas na gestão de pessoas, visando encontrar soluções e melhorias que serão mapas para os próximos encontros das confrarias.

Hemocentro do HCFMB inaugura posto de coleta em Itapetininga

No mês de maio, o Hemocentro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) inaugurou, em parceria com a Prefeitura Municipal de Itapetininga, o posto de coleta de sangue “Dr. João Batista de Souza Camargo”, localizado na área central da cidade, sob a responsabilidade técnica da equipe do município. Após um período de cadastramento dos doadores, a primeira coleta de sangue foi realizada no último dia 28.

Segundo a coordenadora do Núcleo de Hemoterapia, Patrícia Carvalho Garcia Bonichini, a proposta de formalização de um acordo de cooperação surgiu da Secretaria Municipal de Saúde de Itapetininga em implantar um posto de coleta para facilitar o acesso dos munícipes à doação, atendendo a um pedido da população da cidade. “Atualmente, existe um grupo ativo de doadores regulares que precisavam se deslocar, de ônibus, por uma distância de, aproximadamente, 160 km (ida e volta) para realizar a doação de sangue. Com o novo local de coleta, realizar este ato de amor será mais fácil”.

Andrezza Belluomini Castro, Gerente do Hemocentro, destaca que todo o fornecimento de insumos para execução da coleta de sangue, os treinamentos, as capacitações de equipe da Unidade de Coleta da Itapetininga e a supervisão operacional das normas técnicas serão realizados pelo Hemocentro de Botucatu. “Nós iremos receber, processar, testar, armazenar e destinar o sangue recebido desta unidade aos serviços hospitalares de nossa área de abrangência”.

Para o Diretor do Hemocentro, Claudio Lucas Miranda, o interesse em estabelecer esta parceria surge do objetivo principal de assegurar um estoque mais robusto e adequado de sangue para atender às demandas regionais. “Além disso, a parceria promove uma cultura de solidariedade e responsabilidade social, ampliando a diversidade de doadores e garantindo uma representatividade mais abrangente para atender à ampla variedade de grupos sanguíneos existentes”, finaliza.

Como serão implantadas as escolas cívico-militares no Estado de São Paulo?

O Projeto de Lei Complementar 9/2024, que cria o Programa Escola Cívico-Militar proposto pelo governador Tarcísio de Freitas, foi aprovado no último dia 21 de maio, pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). A proposta foi enviada para o parlamento paulista no início de março. Aprovado, agora segue para sanção do governador.

“Firmamos esse compromisso e estamos avançando. A comunidade vai votar e, de acordo com a votação de pais de alunos e professores, a gente transforma a escola em cívico-militar com policiais militares da reserva que vão atuar na disciplina e no civismo, e os profissionais da Educação ficam com a parte pedagógica”, destacou o governador, Tarcísio de Freitas.

A proposta tem como objetivos a melhoria da qualidade do ensino com aferição pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o enfrentamento à violência e a promoção da cultura de paz no ambiente escolar. O programa será desenvolvido sob responsabilidade das secretarias estaduais da Educação e da Segurança Pública.

Como será implantado o Programa Escola Cívico-Militar
Com a aprovação do projeto, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) dará início à implantação do programa ainda neste ano em unidades com índices de rendimento escolar inferiores à média estadual, atrelados a índices de vulnerabilidade social e fluxo escolar (aprovação, reprovação e abandono). A expectativa é que de 50 a 100 escolas adotem o modelo no Estado.

Para ser implantado, o programa Escola Cívico-Militar precisará passar pelo consentimento das comunidades escolares, que serão consideradas por meio de consultas públicas. Um aviso deverá ser publicado no Diário Oficial com pelo menos 15 dias de antecedência de cada consulta às comunidades escolares.

O programa prevê que pais de alunos e professores sejam ouvidos para definir sobre a transformação da instituição em escola cívico-militar com policiais militares da reserva atuando na disciplina e no civismo, sem impacto na parte pedagógica.

As unidades educacionais do programa poderão ser implantadas em prédios escolares já existentes ou em novas, de forma gradual. Além das escolas estaduais, municípios também poderão aderir à iniciativa do governo paulista.

A implantação do novo modelo não exclui nenhum programa da Secretaria de Educação em andamento nas escolas. A proposta é complementar as ações pedagógicas da Seduc e visa compartilhar com os estudantes valores como civismo, dedicação, excelência, honestidade e respeito.

A Educação de SP será responsável pelo currículo das unidades cívico-militares e a formação de professores. Caberá à Secretaria da Segurança Pública a indicação dos policiais militares da reserva que atuarão como monitores nessas unidades de ensino, pelo desenvolvimento de atividades extracurriculares na modalidade cívico-militares, organização e segurança escolar.

A nova legislação prevê um processo seletivo dos policiais da reserva que atuarão no programa e o pagamento de seus salários por parte da Educação. Será ao menos um PM por escola. No caso de escolas municipais, a Segurança Pública colabora com as prefeituras e a seleção fica a critério das secretarias municipais.

O investimento nas escolas cívico-militares será o mesmo já previsto nas unidades regulares. O impacto orçamentário já está incluso no custo de pessoal da pasta, cujo valor de R$ 7,2 milhões será destinado, anualmente, para o pagamento dos militares.

Fonte: Portal do Governo de SP

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Ranking mostra as profissões com melhores e piores salários no Brasil para quem tem diploma

Os salários mais altos no Brasil em 2024 permanecem ligados a profissões “historicamente mais bem remuneradas”, aponta levantamento feito pela pesquisadora da consultoria IDados, Ana Tereza Pires, a pedido da IstoÉ Dinheiro.

O ranking, elaborado a partir dos dados do primeiro trimestre de 2024, mostra que médicos e engenheiros recebem os maiores salários entre os profissionais com ensino superior, enquanto que educadores e escritores recebem as remunerações mais baixas.

Profissões com maiores salários

Nome da ocupação Media salarial em reais (2024)
Médicos especialistas R$ 15.581,03
Médicos gerais R$ 12.679,21
Engenheiros mecânicos R$ 12.303,43
Geólogos e geofísicos R$ 11.998,88
Engenheiros químicos R$ 11.852,66
Profissionais em direito (com exceção de advogados e juristas) R$ 11.124,91
Economistas R$ 10.123,93
Engenheiros de minas, metalúrgicos e afins R$ 9.763,33
Assessores financeiros e em investimentos R$ 9.545,27
Professores de universidades e do ensino superior R$ 9.534,51
Engenheiros não classificados anteriormente R$ 9.091,19
Engenheiros eletrônicos R$ 9.086,63
Analistas de gestão e administração R$ 9.050,07
Desenhistas e administradores de bases de dados R$ 9.026,15
Engenheiros eletricistas R$ 8.621,06

Profissões com menores salários

Nome da ocupação Media salarial em reais (2024)
Educadores para necessidades especiais R$ 3.042,71
Escritores R$ 3.355,90
Ministros de cultos religiosos, missionários e afins R$ 3.366,37
Outros professores de idiomas R$ 3.486,93
Professores do ensino fundamental R$ 3.754,15
Desenvolvedores de páginas de internet (web) e multimídia R$ 3.882,28
Desenhistas gráficos e de multimídia R$ 3.906,09
Profissionais da saúde não classificados anteriormente R$ 3.938,82
Fisioterapeutas R$ 4.008,93
Dietistas e nutricionistas R$ 4.119,42
Biólogos, botânicos, zoólogos e afins R$ 4.132,90
Administradores de sistemas R$ 4.249,00
Assistentes sociais R$ 4.297,58
Especialistas em métodos pedagógicos R$ 4.469,96
Professores de formação profissional R$ 4.562,31
Especialistas em políticas e serviços de pessoal e afins R$ 4.608,97

Como foi feita a pesquisa

Os dados utilizados foram extraídos da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisou a média salarial de 67 ocupações que exigem diploma.

Foram desconsideradas profissões que empregam menos de 1000 trabalhadores, “para evitar ocupações que são estatisticamente irrelevantes”, diz a pesquisadora.

Também foram excluídos cargos que não exigem graduação, como diretores, gerentes, dirigentes. “Elas são bem remuneradas porque são ocupações de gestão, então nessas ocupações às vezes tem pessoas que não tem ensino superior”, explica Pires.

Destaques

Entre as profissões com maiores salários emergentes, a pesquisadora destaca a dos professores universitários, no 10º lugar do ranking. “O boom do ensino superior valorizou os professores que atingem esse nível, normalmente pessoas que tem mestrado e doutorado”, afirma. Ela ressalva, porém, que os dados refletem apenas as universidades particulares, já que a pesquisa considerou somente profissionais do setor privado.

No lado dos piores salários, ela destaca que as profissões são majoritariamente ligadas a educação, saúde e serviços de cuidado. Chama a atenção também a presença de profissões mais novas e com alta demanda no mercado, como a de desenvolvedores de páginas de internet e multimídia.

No 1º trimestre de 2024, o rendimento médio das pessoas ocupadas no país, considerando todos os níveis de escolaridade, ficou em R$ 3.123, segundo o IBGE.

Fonte: Istoé Dinheiro

Imagem Ilustrativa