Artigos do Autor: Fernando Bruder

Caminhão enrosca em fiação de energia na Vila Antártica

Mais um acidente envolvendo caminhão e rede de fiação aconteceu na noite de ontem na Rua Donato Di Credo na Vila Antártica em Botucatu
A Defesa Civil foi acionada por um solicitante que declarou ter passado um caminhão na via e acabou enroscando o veículo na fiação do poste e danificou a rede local.
O motivo do acionamento é que os fios acabarem ficando caídos pela via, podendo provocar algum acidente.
Uma equipe da Defesa Civil prontamente esteve no local a tomou as devidas providências.

Inquérito aponta que motorista não teve culpa no atropelamento de Kayky Brito

O inquérito conduzido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, obtido pela CNN, concluiu que o motorista Diones Coelho da Silva não teve culpa no caso do atropelamento de Kayky Brito. Conforme apontaram as investigações, o ator provocou o incidente.

Vídeo de câmeras de segurança mostram que Kayky sai correndo do carro para tentar atravessar de volta para o quiosque, quando é atropelado por um Fiat Argo que levava uma mulher e uma criança de 10 anos do Recreio dos Bandeirantes para a Barra da Tijuca.

O texto, assinado por Edno Wallace (médico assistente), Ney Pecegueiro (médico assistente) e Marcelo London (diretor médico do Copa D’Or), afirma ainda que Kayky “está consciente, conversando com os familiares e cooperando no processo de reabilitação ortopédica”.

Um vídeo, enviado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro à CNN, mostra os estragos deixados no veículo pelo acidente.

O carro envolvido no atropelamento do ator Kayky Brito já passou por perícia e foi liberado para o motorista.

Segundo o delegado Ângelo Lages, titular da 16ª DP (Barra), o motorista costumava gravar as corridas com o celular. Essas imagens já foram entregues pela defesa e estão sendo analisadas pela polícia.

Fonte: CNN

São Paulo consumiu 82 mil litros de água por segundo no ultimo sábado

Com a onda de calor, o consumo de água aumentou e atingiu 82 mil litros de água por segundo no último sábado, o equivalente a 2833 piscinas olímpicas em um único dia!

Em média a Sabesp trata 64 mil litros a cada segundo para abastecer 22 milhões de pessoas na Região Metropolitana.

Mesmo com todos os esforços e funcionamento durante 24 horas, alguns reservatórios de água tratada apresentam baixo nível. Por isso, pedimos a colaboração de todos quanto ao uso consciente.

Tome banhos rápidos, feche a torneira ao ensaboar a louça, fazer a barba e escovar os dentes.

Estudante de Medicina cotista se diz vítima de racismo e tem matrícula cancelada

Uma estudante cotista diz ter sido vítima de racismo na Universidade Federal de Rondônia (Unir) após ter sua matrícula cancelada pela banca de heteroidentificação que considerou que ela não era indígena. Vitória Barros foi aprovada para cursar Medicina e diz pertencer ao povo Tapuia Tarairiú.

A banca de heteroidentificação, que visa comprovar se o aluno tem direito a cota étnico-racial, visando evitar fraudes, afirma, em relatório, que a estudante “fez chapinha e maquiagem para parecer mais com o fenótipo indígena” e que nas redes sociais ela “aparece com cabelo bem cacheado”.

O Estatuto do Índio (Lei Nº 6.001) determina que “Índio ou Silvícola é todo indivíduo de origem e ascendência pré-colombiana que se identifica e é identificado como pertencente a um grupo étnico cujas características culturais o distinguem da sociedade nacional”.

A Unir também diz que os membros da comissão que analisaram a matrícula da estudante não conseguiram contato com todas as lideranças que assinaram a declaração de pertencimento indígena entregue por ela.
a cacica, Francisca Conceição Bezerra o professor de língua materna e guardião da memória cultural do povo Tapuia Tarairiú, Josué Jerônimo Ednete dos Santos Silva, coordenadora de ação.
Jerônimo e Ednete alegam que não foram contatados pela a Unir e que, se tivessem sido questionados, confirmariam que Vitória faz parte do povo Tapuia Tarairiú.

Já a cacica, Francisca da Conceição, afirma que conversou com a comissão e respondeu todos os questionamentos feitos, dizendo, inclusive, que a estudante é parte de seu povo.

De acordo com a estudante, os problemas com a universidade começaram logo após a inscrição. A princípio, a matrícula dela foi negada por “não estar de acordo com o edital”. Para ter acesso à modalidade de cotas indígenas na Unir, é necessário anexar dois documentos ao processo: autodeclaração e declaração de pertencimento indígena. Vitória tinha ambos.

Como Vitória anexou todos os documentos necessários, com assinatura de três lideranças do seu povo, decidiu entrar com recurso contra o indeferimento da matrícula. Alguns dias depois saiu o resultado e ela estava oficialmente matriculada em medicina.

É o meu sonho, que eu achava que tinha realizado, mas de um sonho começou a virar um pesadelo”, relata.

A estudante comprou a passagem dela e do pai para Porto Velho, organizou a mudança, pediu a exoneração do cargo público que ocupava, comprou os materiais solicitados e começou a assistir as aulas on-line ainda no Rio Grande do Norte.

Duas semanas depois, em uma sexta-feira, foi surpreendida com o cancelamento da matrícula, dois dias antes da data marcada para a viagem para Rondônia.

“Eles deram o resultado da minha entrevista no último dia que poderia interpor recurso, em uma sexta-feira, no final do expediente, então eu não tinha como recorrer. Como a passagem já estava comprada eu decidi vir resolver pessoalmente”.

O cancelamento da matrícula aconteceu semanas depois da entrevista de heteroidentificação feita por videochamada no dia 16 de junho.

Participaram duas servidoras da Unir e duas voluntárias indígenas, além da estudante.

“Uma coisa que me chamou atenção é que no final uma das voluntárias falou: ‘olha, a gente entrou em contato com as lideranças, mas só conseguimos falar com sua cacique e isso é muito ruim pra você. Porque você que é indígena sabe que muitas pessoas fraudam e muitos caciques assinam documentos para qualquer pessoa pra colocar quem eles querem aqui dentro da universidade’”, relembra.

“Li atentamente cada detalhe [do relatório] e os argumentos usados eram basicamente achismos e falas extremamente racistas”.

O relatório da entrevista descreve sem muitos detalhes os assuntos abordados (cultura, costumes e pertencimento à comunidade indígena) e a consideração de cada integrante da comissão que participou da reunião.

De acordo com o documento, uma das participantes falou durante a entrevista que “o indígena que entra por meio das cotas deve estar presente nas mobilizações dos coletivos que atuam dentro da universidade”.

Uma outra integrante diz que buscou “referências” nas redes sociais e aponta que Vitória “não se apresenta como indígena” e que ela “aparece com cabelo bem cacheado”. Diz ainda que a estudante fez “chapinha e maquiagem para se parecer mais com o fenótipo indígena” durante a entrevista.

A conclusão da banca foi que Vitória “não tem vínculo, nem pertencimento à comunidade indígena a qual declarou pertencer”.

“Eu estava em casa o tempo todo nesse dia [da entrevista], então não tinha nem porque fazer maquiagem. Eu não tenho cabelo cacheado, nunca tive e também se eu tivesse isso não me faria menos indígena. Se eu tivesse maquiada também não me faria menos indígena’”, ela aponta.

Tribunal de Justiça SP proíbe a Carreta Furacão o uso do “Fonfon”

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) proibiu a Carreta Furacão de usar o boneco “Fonfon”,
pelo uso indevido do tradicional personagem Fofão, criado por Orival Pessini, no qual a versão é inspirada.

Desde 2016, o uso do Fofão precisa ser autorizado pelos donos de seus direitos autorais, conforme a decisão.

A sentença determina ainda que a “F. de S. C. Dameto Eventos Turísticos”, responsável pela alegoria, pague uma indenização de R$ 70 mil por danos morais aos proprietários do personagem.

Além disso, qualquer publicação com imagens do “Fonfon” deve ser removida de seus canais de divulgação. Do contrário, uma multa de R$ 2 mil será aplicada por dia de permanência.

Em nota, a empresa afirmou respeitar a decisão, mas disse que “a sentença não reflete adequadamente o contexto e a natureza da expressão artística em questão”, que visava “prestar uma homenagem” ao personagem.

Site Integra Tietê expõe as ações de recuperação do maior rio de São Paulo

Desde a última sexta-feira (22), quando se comemora o Dia do Tietê, a população pode acompanhar as ações, progressos, metas e indicadores relativos ao rio mais importante de São Paulo, tudo isso sem sair de casa e na palma da mão. Lançado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o site do IntegraTietê, uma plataforma moderna e com interface intuitiva, tem por objetivo informar e dar transparência ao andamento do programa.

A navegação, bem simples e direta, permite acesso aos dados, como indicadores de desassoreamento, intervenções de saneamento com ligação de redes coletoras de esgoto a estações, até 2026, e, sobretudo, de medição da qualidade da água do rio – de forma trimestral. Neste caso, a página apresenta a série histórica – desde 2010 – medida a partir do DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio), assim como a nova metodologia de medição.

Outro ponto de destaque é a adoção de um novo indicador da qualidade da água do rio. O monitoramento passa a seguir um método mais transparente, seguro e preciso, com cálculo em tempo real: o COT (Carbono Orgânico Total). Agora, a medição ocorrerá em duas frentes – quantidade de carga orgânica gerada na bacia do Tietê – medida no ponto de saída (Reservatório Edgard Souza) e a concentração de COT nos afluentes da bacia do Tietê – incluindo o Rio Pinheiros. A partir do próximo ano, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) passa a ter 30 pontos de medição contra os atuais doze. O COT tem utilização referendada internacionalmente e está associado a projetos de despoluição de rios de vários países.
“Criar um site que integre todas as ações é avançar no tratamento que o Tietê merece. Os dados estão ali, com toda a transparência, e podem ser acompanhados por qualquer pessoa. Com isso, o programa IntegraTietê avança, ainda mais, na capacidade de diálogo com a sociedade”, avalia a secretária Natália Resende.

Filhote de onça-parda invade casa em Tejupá e é trazida para Botucatu

Um filhote de onça-parda foi capturado no quintal de uma casa, localizada na área rural de Tejupá (SP), no último domingo (24).

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e fizeram o resgate do felino, que foi levado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Piraju (SP).

Após atendimento veterinário, o animal foi encaminhado à Polícia Ambiental de Avaré (SP). De acordo com a corporação, o filhote estava com um ferimento no pescoço, mas apresentava boas condições físicas.
Depois, o filhote de onça-parda foi transferido para o Centro de Medicina e Pesquisas em Animais Silvestres da Unesp de Botucatu (SP), onde passará por novos exames veterinários.

Unisa vai cumprir determinação judicial e reintegrar os 15 alunos expulsos, diz advogado

A 6ª Vara da Justiça Federal em São Paulo determinou nesta terça-feira (26), em liminar, que os 15 alunos expulsos da faculdade de medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa) sejam reintegrados. Eles ficaram nus e tocaram nas partes íntimas durante jogos universitários em abril deste ano. Os estudantes, que são calouros, vão voltar para a sala de aula nesta quarta-feira (27), de acordo com o advogado da faculdade.

Dois alunos entraram com ação pedindo a reintegração, mas a decisão vale para todos. As defesas alegaram que os alunos sequer foram ouvidos.

Como o g1 e o Fantástico mostraram, calouros são vítimas de trotes há décadas nas universidades.

“E essa decisão judicial, inclusive, estabelece a necessidade de se instaurar uma comissão de sindicância que nós, na verdade, já fizemos para nosso orgulho e tranquilidade. No bojo dessa comissão é que nós vamos, enfim, eventualmente manter as penas ou revê-las, com a supervisão, evidentemente, da Justiça Federal. Os alunos vão ter o direito de apresentar suas defesas”, disse o advogado da Unisa, Marco Aurélio de Carvalho.

Agora, de acordo com o advogado, a sindicância interna vai decidir se mantém a expulsão dos alunos ou se aplica penas pedagógicas.

“Com o caráter pedagógico, nós mandamos um recado poderoso para a sociedade e para a nossa comunidade acadêmica, de que nós não aceitamos comportamentos anticivilizatórios, indignos, sobretudo, com uma profissão tão importante como essa, que é a profissão médica. A nossa preocupação é a de garantir uma formação técnica de excelência e, evidentemente, uma formação humanista e isso nós temos feito. Nós temos campanhas, reiteradas campanhas a respeito disso”, disse.

O advogado disse ainda que a Unisa implementou a campanha “tolerância zero contra o trote” e que busca apoio de outras faculdades de medicina para lançar uma campanha nacional.

“E essa decisão judicial, inclusive, estabelece a necessidade de se instaurar uma comissão de sindicância que nós, na verdade, já fizemos para nosso orgulho e tranquilidade. No bojo dessa comissão é que nós vamos, enfim, eventualmente manter as penas ou revê-las, com a supervisão, evidentemente, da Justiça Federal. Os alunos vão ter o direito de apresentar suas defesas”, disse o advogado da Unisa, Marco Aurélio de Carvalho.

Agora, de acordo com o advogado, a sindicância interna vai decidir se mantém a expulsão dos alunos ou se aplica penas pedagógicas.

O advogado disse ainda que a Unisa implementou a campanha “tolerância zero contra o trote” e que busca apoio de outras faculdades de medicina para lançar uma campanha nacional.

Fonte: g1