Artigos do Autor: Fernando Bruder

Moraes manda soltar bauruense presa por atos de 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ontem (7) a soltura da bauruense Fátima Aparecida Pleti, que estava presa em Brasília desde que foi detida nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram a sede dos Três Poderes na capital.

A revogação da prisão já havia sido solicitada pela defesa da bauruense em março, mas o pedido foi indeferido na época. Em maio, o Supremo aceitou a denúncia ajuizada contra ela pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A soltura, no entanto, é acompanhada por condições. Pleti deverá utilizar tornozeleira eletrônica e está proibida de sair da comarca de Bauru tanto nos dias úteis como no final de semana.

Ela também terá de se recolher no período noturno em sua residência e assinar presença no Fórum de Bauru todas as segundas-feiras.

Seu passaporte também deverá ser entregue às autoridades, e Pleti está proibida de se comunicar com quaisquer envolvidos no caso, além de não poder também utilizar redes sociais.

Fonte: JCNET 

Reprodução/Redes Sociais

Trânsito na região do Hospital do Bairro terá interdições nesta semana

Entre os dias 09, 10 e 11 de agosto das 7 às 17 horas o trânsito nas ruas do entorno do Hospital do Bairro serão interditadas para a execução da obra de reforma.

A interdição se faz necessária para garantir a segurança dos funcionários da obra, além dos que na via transitam. Por isso, durante os horários de obra, a Rua Padre Salustio Rodrigues Machado, no trecho entre a Rua Antônio Figueiredo e a Rua Jorge Barbosa de Barros, estará totalmente fechado para passagem de veículos.

Os motoristas e motociclistas devem utilizar ruas paralelas como a Rua Brás de Assis e Rua Amadeu Santi como alternativa, bem como a Avenida Camilo Mazoni, nestes três dias.

Confira o trajeto no mapa: https://www.google.com/maps/d/embed?mid=1dgrHP8WsIeEw1Ybr_Chk5n2iCQvugaU&hl=pt-BR&ehbc=2E312F

Começam obras de pavimentação no Jardim Bons Ares e Bela Vista

Teve início nesta segunda-feira, 07, a obra de pavimentação dos bairros Bons Ares e Bela Vista, em Rubião Júnior, investimento de R$ 1.664.447,99.

As obras começam pela implantação de guias e sarjetas, além da terraplanagem das ruas remanescentes dos dois bairros. O asfalto é a fase final de implantação de infraestrutura nestes locais, e deve ser concluído em 5 meses.

O investimento faz parte do pacote de infraestrutura para o Distrito de Rubião Júnior, anunciado em janeiro de 2023, que previa obras de recapeamento asfáltico, drenagem e pavimentação em diversos bairros.

A Prefeitura, através da Secretaria de Infraestrutura, já recapeou Pedro Paniguel, Luiz Michelin, Antônio Lopes, além da Avenida Bento Lopes, uma das principais vias do Distrito de Rubião Júnior, e realizou obras de drenagem nos bairros Jardim Bons Ares, Parque Bela Vista, Santo Antônio da Cascatinha e Vila Sueleny.Além dos bairros Jardim Bons Ares, Bela Vista, em Rubião Júnior, também está prevista a pavimentação da Avenida Waldemar Vizotto no Jardim Santa Eliza, finalizando os investimentos em infraestrutura na região Oeste de Botucatu.

Entenda o que é e como funcionará o real digital

A versão virtual do real deu, nesta segunda-feira (7), mais um passo rumo à implementação. O Banco Central (BC) anunciou que a moeda digital brasileira se chamará Drex.

Com a plataforma em fase de testes desde março e as primeiras operações simuladas previstas para setembro, o real digital pretende ampliar as possibilidades de negócios e estimular a inclusão financeira. Tudo num ambiente seguro e com mínimas chances de fraudes.

A ideia, segundo o BC, é que o Drex seja usado no atacado para serviços financeiros, funcionando como um Pix – sistema de transferências instantâneas em funcionamento desde 2020 – para grandes quantias e com diferentes finalidades. O consumidor terá de converter reais em Drex para enviar dinheiro e fazer o contrário para receber dinheiro.

Confira como vai funcionar a nova moeda digital oficial do país:

O que é o Drex?

Também chamado de real digital, o Drex funcionará como uma versão eletrônica do papel-moeda, que utiliza a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Classificada na categoria Central Bank Digital Currency (CBDC, Moeda Digital de Banco Central, na sigla em inglês), a ferramenta terá o valor garantido pela autoridade monetária. Cada R$ 1 equivalerá a 1 Drex.

Considerado à prova de hackers, o blockchain é definido como uma espécie de banco de dados ou de livro-razão com dados inseridos e transmitidos com segurança, rapidez e transparência. Sem um órgão central de controle, essa tecnologia funciona como uma espécie de corrente de blocos criptografados, com cada elo fechado depois de determinado tempo. Nenhuma informação pode ser retirada ou mudada porque todos os blocos estão conectados entre si por senhas criptografadas.

Qual a diferença em relação às demais criptomoedas?

As criptomoedas obedecem à lei da demanda e da oferta, com o valor flutuando diariamente, como uma ação de uma empresa. Sem garantia de bancos centrais e de governos, a cotação das criptomoedas oscila bastante, podendo provocar perdas expressivas de valor de um dia para outro.

Atrelado às moedas oficiais, o CBDC oscila conforme a taxa diária de câmbio, determinada pelos fundamentos e pelas políticas econômicas de cada país. A taxa de câmbio, no entanto, só representa diferença para operações entre países diferentes. Para transações internas, o Drex valerá o mesmo que o papel-moeda.

Outra diferença em relação às criptomoedas está no sistema de produção. Enquanto moedas virtuais como BitcoinEthereum e outras podem ser “mineradas” num computador que resolve algoritmos e consome muita energia, o Drex será produzido pelo Banco Central, com paridade em relação ao real.

Qual a diferença do Drex para o Pix?

Embora possa ser considerado primo do Pix, por permitir pagamentos instantâneos entre instituições financeiras diferentes, o Drex funcionará de maneira distinta. No Pix, a transferência ocorre em reais e obedece a limites de segurança impostos pelo BC e pelas instituições financeiras. No Drex, a transferência utilizará a tecnologia blockchain, a mesma das criptomoedas. Isso permitirá transações com valores maiores.

Que serviços poderão ser executados com o Drex?

Serviços financeiros em geral, como transferências, pagamentos e até compra de títulos públicos. Os consórcios habilitados pelo Banco Central poderão desenvolver mais possibilidades, como o pagamento instantâneo de parcelas da casa própria, de veículos e até de benefícios sociais, conforme anunciado pelo consórcio formado pela Caixa Econômica Federal, a Microsoft do Brasil e a bandeira de cartões de crédito Elo.

O Drex permitirá o uso de contratos inteligentes. No caso da venda de um veículo, não haveria a discussão se caberia ao comprador depositar antes de pegar o bem ou se o vendedor teria de transferir os documentos antes de receber o dinheiro. Todo o processo passará a ser feito instantaneamente, por meio de um contrato automatizado, reduzindo o custo com burocracias, intermediários e acelerando as operações.

Como se dará o acesso ao Drex?

Prevista para chegar ao consumidor no fim de 2024 ou início de 2025, o Drex só funcionará como uma moeda de atacado, trocada entre instituições financeiras. O cliente fará operações com a moeda digital, mas não terá acesso direto a ela, operando por meio de carteiras virtuais.

O processo ocorrerá da seguinte forma. Primeiramente, o cliente (pessoa física ou empresa) deverá depositar em reais a quantia desejada numa carteira virtual, que converterá a moeda física em Drex, na taxa de R$ 1 para 1 Drex. Essas carteiras serão operadas por bancos, fintechs, cooperativas, corretoras e demais instituições financeiras, sob a supervisão do BC. Novos tipos de empresas com carteira virtual poderão ser criados, conforme a evolução da tecnologia.

Após a tokenização (conversão de ativo real em ativo digital), o cliente poderá transferir a moeda digital, por meio da tecnologia blockchain. Caberá ao receptor converter os Drex em reais e fazer a retirada.

A tokenização pode ser definida como a representação digital de um bem ou de um produto financeiro, que facilita as negociações em ambientes virtuais. Por meio de uma série de códigos com requisitos, regras e processos de identificação, os ativos (ou frações deles) podem ser comprados e vendidos em ambientes virtuais.

Testes

Em março, o BC escolheu a plataforma Hyperledger Besu para fazer os testes com ativos de diversos tipos e naturezas. Essa plataforma tem baixos custos de licença e de royalties de tecnologia porque opera com código aberto (open source).

Em junho, o BC escolheu 16 consórcios para participar do projeto piloto. Eles construirão os sistemas a serem acoplados ao Hyperledger Besu e desenvolverão os produtos financeiros e as soluções tecnológicas. A lista completa de entidades selecionadas pelo Comitê Executivo de Gestão está no site do BC.

Previstos para começarem em setembro, os testes com os consórcios ocorrerão com operações simuladas e testarão a segurança e a agilidade entre o real digital e os depósitos tokenizados das instituições financeiras. A testagem será feita em etapas até pelo menos fevereiro do próximo ano, quando ocorrerem operações simuladas com títulos do Tesouro Nacional.

Ativos

Os ativos a serem testados no projeto piloto serão os seguintes:

•    depósitos de contas de reservas bancárias;

•    depósitos de contas de liquidação;

•    depósitos da conta única do Tesouro Nacional;

•    depósitos bancários à vista;

•    contas de pagamento de instituições de pagamento;

•    títulos públicos federais.

Fonte: Agência Brasil

Gaeco faz operação para apurar fraudes licitatórias em contratos de limpeza pública na região de Bauru

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) realiza, nesta terça-feira (8), uma grande operação simultânea em duas cidades da região de Bauru, sendo Bariri e Jaú, além de Itaju e Limeira. O objetivo é combater supostas fraudes licitatórias, em um esquema que envolveria associação criminosa e até falsificação de documentos.

Apoiam a operação a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jaú e o Batalhão de Ações Especiais (Baep) de Bauru. São cumpridos, ao longo do dia, mandados de buscas e apreensão de documentos em imóveis particulares e prédios municipais. Uma coletiva à imprensa será realizada ao final do trabalho policial, ainda nesta terça. O JCNET acompanha o caso.

Fonte: JCNET

Foto: Divulgação

Apostador de Cerqueira César fatura quase R$ 1 milhão na Lotofácil

Uma aposta de Cerqueira César acertou os 15 números do concurso 2.883 da Lotofácil, sorteado na segunda-feira, dia 7 de agosto.

O vencedor dividirá o prêmio máximo com mais três apostas, levando R$ 992.394,62 cada. As dezenas sorteadas foram: 05 – 07 – 08 – 09 – 10 – 11 – 12 – 13 – 15 – 17 – 18 – 19 – 20 – 21 – 25.

Os outros ganhadores são de Duartina (SP), São Paulo (SP) e Aratiba (RS).

Cerqueira César já teve outros 2 ganhadores na Lotofácil. Em 2011, um apostador da cidade ganhou mais de R$ 500 mil. Já em 2013, outro morador faturou mais de R$ 2 milhões em premiação.

Fonte: A Voz do Vale

Foto Divulgação

Uma reflexão sobre a “Lei Maria da Penha”

Ontem, segunda-feira (07/08), foi o dia celebração dos 17 anos da Lei Maria da Penha. Trata-se a meu ver, de uma lei que é um marco, na história de luta das mulheres contra a violência doméstica. Todavia, tudo que foi e tem sido feito ainda é muito pouco. Quando o assunto é a aplicabilidade das leis, muita coisa deixa a desejar e o que notamos é que as injustiças se perpetuam e os criminosos acabam ficando livres. Faltam leis mais rígidas e efetivas. Ou seja, sem lacunas nas quais, os monstros possam se socorrer.

Maria da Penha, foi e é uma mulher destemida, guerreira e que fez e faz jus a sua existência, combatendo com coerência e de forma empírica, a dor que assola milhares de lares por todo o Brasil. Todas e todos sabem das minhas batalhas e do meu apoio ferrenho as mulheres. Por isso, que para falar desse dia tão importante é necessário eu sair da terceira pessoa do singular, que é o lugar de fala no qual deve ocupar, um jornalista, para emitir aqui, a minha análise dos fatos, na primeira pessoa.

Mesmo porque como alguém que ouve, se sensibiliza e se preocupa com o povo, eu não teria só como reportar os fatos, em especial nesses casos, com as mulheres que sofrem de maneira impiedosa nas mãos de seus parceiros, que as maltrata de maneira vil, nojenta, covarde e, portanto, criminosa! A mentalidade humana precisa ser estudada para que um dia, entendamos o porquê de tanta crueldade. Crueldade essa que nivela a raça humana ao mais primitivo dos seres.

Fica aqui, a minha solidariedade e apoio a todas as mulheres que dependem da justiça, e que padece nas portas das delegacias, bem como, as que sequer possuem coragem de ir a um batalhão de polícia, por não acreditar mais, na justiça dos homens. Não a violência contra as mulheres e não a impunidade!!

Texto: João Costa

Foto (Jarbas Oliveira)

 

Mostra Beira Serra de Circo e Teatro começa na quarta-feira

De 10 a 12 de agosto tem a Mostra Beira Serra de Circo e Teatro, uma realização da Cia Beira Serra e Cia Cênica, com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Prefeitura Municipal de Botucatu e mais. Não perca essa oportunidade de vivenciar a magia das artes!

PROGRAMAÇÃO:
10/08 (quinta-feira)
– 19h30 – ‘Por quê?’ – em frente à Estação Ferroviária

Um espetáculo tocante da Cia Cênica que aborda temas profundos com humor, explorando a solidão, medo, amizade e reinvenção. Um convite à reflexão e ao riso.

11/08 (sexta-feira)
– 19h30 – Circo Girassol – no Galpão da Casa da Juventude

Um espetáculo poético que traz o artista Willian Novak em um solo envolvente, demonstrando habilidades circenses únicas.

12/08 (sábado)
– 10h – Oficina “Circo e Cena” – no Galpão da Casa da Juventude

Participe desta oficina conduzida pelos artistas da Cia Beira Serra, explorando acrobacias aéreas e malabarismo. Inscrições disponíveis.
– 16h – Estreia “Arraial” – no Galpão da Casa da Juventude
A Cia Beira Serra apresenta um espetáculo repleto de acrobacias, dança, música e palhaçadas, transformando o espaço do arraial em um mundo encantado.

Serviço:
Quando:
 de 10 a 12 de agosto (quinta, sexta e sábado)
Horários:
– 10 de agosto (quinta-feira) às 19h30;
– 11 de agosto (sexta-feira) às 19h30;
– 12 de agosto (sábado) às 10h e às 16h
Local: Estação Ferroviária e Casa da Juventude
– Rua Benjamin Constant, 161 – Vila Jahu
ENTRADA GRATUITA