Artigos do Autor: Fernando Bruder

Morre aos 80 anos Marilene, da dupla As Galvão

Faleceu na tarde desta quarta-feira, dia 24, a cantora Marilene, da dupla sertaneja As Galvão. Nascida em 1942, Marilene Galvão sofria de Alzheimer. O velório da artista deverá ocorrer em Paraguaçu Paulista, em horário a ser definido, e o sepultamento no distrito de Sapezal.

Foram mais de 70 anos de carreira, 80 discos lançados e o marco de se tornarem a dupla sertaneja que esteve em atividade por mais tempo no País. As Galvão encerraram a longa trajetória em 2021, quando revelaram uma doença como motivo do fim da parceria musical entre as irmãs Mary Zuil Galvão e Marilene Galvão. Momento difícil para elas e para o público, que tanto cantou junto e se divertiu com as animadas parceiras.

Trajetória

Nascidas no interior de São Paulo, Mary na cidade de Ourinhos, em 1940,  e Marilene em Palmital, em 1942, as irmãs Galvão seguiram o caminho de outros músicos do cancioneiro popular. O gosto pela música sertaneja vinha do berço e ainda crianças já empunham violas e davam início a uma trajetória de sucesso, primeiro na Rádio Club Marconi, de Paraguaçu Paulista, interpretando música caipira e já fazendo sucesso com os ouvintes. “A gente teve que batalhar para cantar”, contou Mary em entrevista ao Estadão, em 2017.

Pioneiras dentro desse gênero, enfrentaram muito preconceito mas não baixaram a cabeça, seguiram em frente e conquistaram respeito e espaço. Agora na capital paulista, sempre incentivadas pelos pais, Bertholdo e Maria, se apresentaram no programa de rádio Torre de Babel, comandado por Salomão Ésper. O sucesso foi tanto que não demorou para chegarem à Rádio Nacional.

E aí vieram os contratos para gravações de discos, sendo que o primeiro, em 78 rotações, não tardaria a ser lançado. E assim Mary e Marilene seguiram a trajetória, chegando a gravar quatro LPs por ano. Os shows pelo interior paulista preenchiam a agenda da dupla, que tinha no repertório canções compostas por nomes como Raul Torres e Nhô Pai.

Sucesso revivido

Um dos grandes sucessos da dupla As Galvão, sem dúvida, foi e é a canção Beijinho Doce. Desde o lançamento, a música esteve presente em todas as apresentações, que contribuiu para consagrá-las no cenário musical. A canção ganhou ainda sobrevida ao integrar a trilha da novela A Favorita, atualmente reprisada pela Globo, e onde a dupla Flora (Patrícia Pillar) e Donatela (Claudia Raia) cantavam a música, destacando novamente o nome das Galvão.

fonte: www.tvparaguacu.com.br

ABL está com vagas abertas para novos membros

A Diretoria da Academia Botucatuense de Letras (ABL) de Botucatu informa que estão abertas as inscrições para preenchimento de vagas para novos membros.

Os interessados irão concorrer às cadeiras 33, 34 e 35 como Membro Efetivo da ABL. Para isso, deve apresentar requerimento ao presidente da ABL, currículo vitae, títulos do requerente, histórico de atividades culturais, literárias ou cientificas, além de exemplos de trabalhos publicados ou laureados.

Os documentos devem ser entregues até o dia 23 de setembro na sede da Academia Botucatuense de Letras, na Praça XV de Novembro, 30 – Centro.

Botucatu terá semanas de conscientização de saúde bucal e meningites

Campanhas de saúde e de solidariedade foram a temática principal da sessão ordinária de 22 de agosto na Câmara de Botucatu, abordada tanto nos projetos em pauta como numa Tribuna Livre.

Na Ordem do Dia, os dois projetos – aprovados por unanimidade, incluíram no Calendário Oficial do Município campanhas de conscientização na área da saúde. De iniciativa do vereador Silvio (Republicanos), o Projeto de Lei 48/2022 instituiu a Semana Municipal de Conscientização sobre a Saúde Bucal, a ser celebrada anualmente na última semana de outubro com reuniões, palestras, campanhas, seminários e por meio da implementação de atividades específicas relacionadas ao tema. Uma emenda modificativa ao projeto também foi aprovada.

Já o PL 53/2022, de autoria dos vereadores Erika da Liga do Bem (Republicanos), Alessandra Lucchesi (PSDB) e Sargento Laudo (PSDB), instituiu a Semana de Conscientização e Vacinação contra a Meningite A, B, C, W e Y, que acontecerá todos os anos na terceira semana de abril, também por meio de atividades alusivas à temática.

Em tribuna, os vereadores Silvio e Erika da Liga do Bem leram as justificativas das matérias, defendendo a importância das iniciativas para a saúde pública e para que estes temas cheguem ao conhecimento da população.

A sessão contou, ainda, com a leitura das proposituras e os pronunciamentos de vereadores. A denúncia de violência sofrida por alunos de uma escola de educação especial foi abordada por vários deles e acompanhada por um protesto silencioso, feito por mães que encabeçam um movimento contra o capacitismo e a favor da educação inclusiva com qualidade na cidade.

 

McDia Feliz 2022 é tema de Tribuna Livre

Já a Tribuna Livre trouxe o convite para mais uma vez os botucatuenses apoiarem o McDia Feliz. O coordenador da campanha na cidade, Guto Albano, destacou a importância dessa ação solidária, que neste ano tem como lema: “Eu tenho a esperança que existe em qualquer criança” e vai reverter todos os recursos obtidos pela venda do lanche Big Mac à oncologia pediátrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB).

“Vim falar de uma campanha que é mais que uma campanha: é solidariedade, é se colocar no lugar do próximo. Para este ano, a proposta é dar cor à vida de famílias que recebem o diagnóstico do câncer infanto-juvenil e a meta é ultrapassar o valor arrecadado no ano passado, que foi de R$ 84 mil”, destacou Albano.

Prevista no regimento Interno da Câmara como um espaço a ser utilizado pela sociedade civil organizada, a Tribuna Livre acontece entre o Pequeno e o Grande Expediente da sessão ordinária e pode ser solicitada mediante correspondência formal à Casa.

Quer apoiar essa boa causa? Neste sábado (27/08) passe em uma das unidades do Mc Donald’s da cidade (Av. Vital Brasil e Shopping Botucatu) e compre seu Big Mac. No McDia Feliz, todo dinheiro arrecadado com as vendas desse lanche será destinado à oncologia pediátrica do HCFMB.

Valter Acerra, o rei do ferro velho completa 90 anos

Há exatos 90 anos, na cidade de São Manuel, nascia Valter Acerra, que anos mais tarde viria a se transformar na região de Botucatu o rei do ferro velho .

Filho de Francisco Acerra, conhecido como Chico Patana e dona Olímpia Calegari, o pequeno Valter não gostava de estudar. Vivia fugindo da escola. Fez até o quarto ano do grupo. Por isso começou a trabalhar cedo. Seguiu a profissão dos pais e de uma de suas irmãs, Ester, atuando como alfaiate costureiro. “Minha mãe era da alta costura. Costurava para a família Barros, do ex-governador Adhemar de Barros”, relembra.

Lembra das dificuldades enfrentadas no período da 2ª Guerra Mundial quando a maioria das família sofria com racionamento de alimentos. “Não tinha nada para comer. Só milho e fubá. Era polenta, polenta e mais polenta”.

Mas também traz na memória momentos felizes da mocidade, como os bailes e carnavais regados a muito lança-perfume no Clube Recreativo. Casou-se com dona Celina Savio, filha do senhor José Savio, dono de um ferro velho em São Manuel. Com ela teve quatro filhos: Valter José, Maria Elisabeth, Silvana (falecida aos 48 anos) e Renato. “Minha mãe confeccionou o vestido de noiva de minha falecida esposa e eu mesmo confeccionei o terno que usei no meu casamento”, fala com orgulho.

Valter Acerra e um talento escondido: copiar desenhos e ilustrações
Foto: Carlos Pessoa

EM BOTUCATU, MUDANÇA DE VIDA

Valter acompanhava o sogro em todas as viagens que fazia. Muitas vezes vinham a Botucatu para a entrega de ferro fundido para a empresa Petrac. Esse material era pesado no Curtume Pioneiro, de Otorino Pescatori, em uma das poucas balanças que existia à época na cidade. A outra ficava no Curtume Paulista.

Em uma dessas vindas, em 1958, o dono do curtume disse que ali na vizinhança, havia muito espaço para montagem de um ferro velho. Oito dias depois, Valter, a esposa e o filho Valter José já haviam deixado São Manuel e se mudado para uma casinha simples no número 328 da Avenida Paula Vieira. Tinha 26 anos e resolveu arriscar uma nova vida.

“Foi um começo muito difícil. Eu era alfaiate e minha ferramenta era uma agulha. Não entendia nada de ferro velho. Você acha que eu sabia o que era antimônio? Mas com o tempo fui aprendendo e graças a Deus venci”.

A primeira condução usada no trabalho foi uma bicicleta. “Uma magrela que o burro monta em cima”, costuma brincar. Pedalava até as proximidades de onde hoje está o Zé do Queijo, depois a empurrava até a região do cemitério Portal das Cruzes. O destino: o barranco em que Benedito Zaponi puxava o lixo da cidade, nas proximidades de onde hoje está instalado o Shopping Botucatu.

“Carregava um saco e meio de alumínio, amarrava na garupa da bicicleta e vinha feliz. Era o que eu catava para vender”, afirma Valter.  Hoje, sua empresa compra cerca de 5 toneladas de material por semana.

Valter Acerra: vida de sucesso a partir do ferro velho
Foto: Carlos Pessoa

AS PRIMEIRAS CONQUISTAS

No começo de tudo, o homem que atravessava a cidade para garimpar alumínio em meio ao lixo era considerado por muitos meio maluco. Era o único a mexer com aquilo na cidade. Mas aos poucos a freguesia foi se formando e as pessoas passaram a chamá-lo para retirar ferro velho acumulado nos quintais.

A magrela foi substituída pela carroça. E seis anos depois de iniciado o negócio, adquiriu seu primeiro veículo motorizado: um caminhão pé de bode, comprado em São Manuel, sem porta, sem limpador de para-brisas, sem vidro no espelho, mas que lhe permitia carregar até dois mil quilos de material. Aí a vida começou a deslanchar. Hoje sua empresa conta com uma frota de sete caminhões, inclusive um recém-adquirido Mercedes Benz 1319 (Romeu e Julieta).

Em 1962 perdeu praticamente tudo durante uma enchente. A esposa estava grávida. “Perdi tudo. Fiquei apenas com uma lambreta de trabalho que só não foi embora porque ficou enroscada em um guarda-roupa”.

Com a esposa grávida, ficou por um tempo em São Manuel. Nesse período, Valter diariamente ia trabalhar em Botucatu e depois voltava, sempre com o pé de bode. Um cachorro chamado Nero pulava em cima das malas e o acompanha nas viagens. Ao todo conta oito mudanças de endereço.

O negócio prosperou de vez nos 20 anos em que trabalhou como terceirizado na Indústria Caio, onde estima ter desmanchado em torno de 700 ônibus velhos. Orgulha-se de ter empregado muita gente. A boa memória o faz recordar de uma senhora viúva que certa vez pediu para que desse emprego ao filho, sem compromisso de pagamento de salário. Queria apenas afastar o garoto das más companhias.

“Esse moço foi um dos melhores funcionários que tive em toda a minha vida de trabalho. Chamava Antonio Mariano. Faleceu moço, morava aqui na Rua Expedicionário Almiro Bernardes. No sábado e domingo eu não ficava em Botucatu e deixava o ferro velho nas mãos dele. Foi um grande funcionário”.

PROSPERIDADE E REALIZAÇÃO

Garante que nunca se sentiu diminuído ou alvo de preconceito por ganhar a vida com ferro velho. “Encaro meu trabalho como um bem para as pessoas, para a cidade e para mim, que ganho com isso. Eu limpei muito quintal. Nunca ninguém me falou nada de ruim. Sempre me elogiaram. Fiz muitos amigos. Não tenho um inimigo em Botucatu”.

Sente orgulho em ser cidadão botucatuense, título outorgado pela Câmara Municipal, num projeto de autoria do vereador Cula. “Foi a primeira vez que fiz um discurso em minha vida. Depois convidei todo mundo para um jantar na Quintal Churrascaria (atual Tabajara). Reuni umas cento e dez pessoas. Minha esposa recebeu flores. Foi muito bonito”.

Valter diz que se tivesse ficado com todo o ferro velho que comprou ao longo da vida teria uma quantidade de relíquias maior que qualquer museu da região. Ainda assim, basta caminhar pelos barracões e salas na sede de sua empresa para se deparar com uma infinidade de objetos antigos, que vão desde granadas e capacetes da Revolução de 1932, passando por garrafas de cerveja produzidas pelas indústrias Bacchi até uma torneira cravejada de esmeraldas dos tempos dos barões do café.

Acerra e uma garrafa de cerveja antiga, das indústrias Bacchi
Foto: Carlos Pessoa

Nesse ano, sua empresa completa 64 anos, sem nunca ter saído da região da Paula Vieira. Valter já não comanda mais os negócios. Passou o bastão ao filho Valtinho, que o acompanha desde pequeno.

fonte: Solutudo

Grupo de ciclismo Rachadores conquista a primeira colocação geral nos Jogos Regionais 2022

A cidade de Botucatu foi muito bem representada na última competição dos Jogos Regionais pela equipe de ciclismo Rachadores. A edição de 2022 aconteceu no interior paulista, em Sertãozinho, com três dias de provas nas modalidades de Velocidade, Resistência e Australiano.

O circuito de velocidade aconteceu no primeiro dia de prova, na sexta-feira, dia 19, e a equipe masculina conquistou duas medalhas de prata na Velocidade Olímpica e na Velocidade Individual. Já no sábado, competiram os grupos feminino e masculino na modalidade Australiana, que é avaliada por pontuação. Mais uma vez os Rachadores garantiram o pódio, com a prata para a equipe masculina e ouro para a feminina.

No domingo, ocorreu a prova de resistência, com a participação de ambas as equipes. As mulheres, mais uma vez, marcaram presença no pódio com o primeiro lugar. Apesar de não estarem no pódio nesta modalidade, o time masculino conquistou o quarto, quinto e sexto lugar.

Na somatória final da competição, os Rachadores ganharam o primeiro lugar das equipes com a equipe masculina e, o segundo lugar, com a equipe feminina.

A equipe dos Rachadores tem chamado atenção em suas últimas participações em competições, tendo conseguido medalhas na última edição do Brasil Ride e do GP Ravelli.

Região de Botucatu tem superávit comercial de US$ 551,9 milhões de janeiro a julho

As exportações da região de Botucatu registraram US$ 1,15 bilhão de janeiro a julho, um aumento de 109,9% na comparação interanual. As importações somaram US$ 599,7 milhões, o que significa crescimento de 200,6% frente ao mesmo período do ano passado. O superávit comercial foi de US$ 551,9 milhões.

Os principais produtos exportados foram pastas de madeira (36,6%), sementes e frutos oleaginosos (24,9%) e carnes e miudezas, comestíveis (9,7%). Por outro lado, as importações da microrregião concentraram-se em máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (67,4%), adubos ou fertilizantes (7,9%) e bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres (7,2%).

No período analisado, os destinos mais importantes das exportações de Botucatu foram China (56,5%), Estados Unidos (8,2%) e Tailândia (4,7%). Por sua vez, as compras da regional tiveram como principais origens Finlândia (39%), Áustria (14,9%) e Estados Unidos (12,6%).

Rafael Cervone, presidente do Ciesp, salienta que “a indústria pode contribuir de modo cada vez mais significativo para ampliação das vendas internacionais, tanto em volume quanto pelo fato de incluir produtos de maior alto valor agregado na pauta de exportações. Além disso, a desestabilização das cadeias globais de valor chamou a atenção para o Brasil, como um parceiro comercial favorável e de longo prazo.”

O dirigente lembra que a entidade presta assessoria na área do comércio exterior às empresas associadas. Para isso, basta entrar em contato com a Diretoria Regional ou com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3549-3232 ou e-mail: atendimento@ciesp.com.br .

Saldo negativo da balança comercial paulista diminui

 As exportações do Estado de São Paulo, de janeiro a julho de 2022, foram de US$ 42,07 bilhões, com crescimento de 32,3% sobre os US$ 31,79 bilhões registrados em igual período do ano anterior. Na mesma base de comparação, as importações aumentaram 19,1%, passando de US$ 38,25 bilhões para US$ 45,57 bilhões. O saldo da balança comercial paulista ficou negativo em US$ 3,50 bilhões, mas apresentou redução de 45,82% ante o déficit de US$ 6,46 bilhões nos primeiros sete meses de 2021.

Assessoria de imprensa do Ciesp

 

Vacinação contra a Covid-19 para crianças segue nas unidades de saúde

Estão disponíveis em todos os postos de saúde de Botucatu a vacina contra a Covid-19 para crianças de 3 e 4 anos. O grupo foi o último acionado ao plano nacional de vacinação e Botucatu foi a primeira cidade da região a oferecer a doses às crianças, sem estabelecer critérios.

Para esta faixa etária está autorizada a vacina Coronavac, do Instituto Butantan.

No último sábado, 20, quando as doses começaram a ser liberadas, 345 crianças foram imunizadas, correspondendo a 8,3% do público alvo da campanha. A partir de agora, as vacinas seguem liberadas nas unidades de saúde de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30, ou na Sala de Vacinação Noturna no Centro de Saúde Escola da Vila dos Lavradores, segunda a sexta-feira, das 18 às 21h30.

A Secretaria de Saúde orienta que crianças com quadro gripal ou que tenham contraído Covid-19, aguardem 30 dias após o fim dos sintomas para se imunizar.

Serviço:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07 – Vila dos Lavradores

Telefone: 3811-1100

Sala de Vacinação Noturna – Centro de Saúde Escola da Vila dos Lavradores

Dr. Gáspar Ricardo, 181 – Vila dos Lavradores

Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 18 às 21h30

Equipe botucatuense de Karatê conquista 5º lugar no ranking paulista

No último domingo, 21, a Associação Dojo Kazoku de Karatê participou da 29ª Copa Samurai de Karatê Interestilos no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo. Foram 20 atletas representando Botucatu pelas modalidades Kata em equipes e Kumitê individual.

Com os resultados obtidos, 17 medalhas ao todo, a Associação Dojo Kazoku conquistou o 5º lugar no ranking do Estado de São Paulo pela Federação Paulista de Karatê Interestilos.

A equipe comandada pelo Sensei José Pacheco tem apoio da Secretaria Municipal de Esportes e Promoção da Qualidade de Vida.

O próximo desafio da equipe será o 29º Campeonato Brasileiro de Karatê Interestilos, nos dias 17 e 18 de setembro.

As aulas do Projeto Dojo Kazoku são gratuitas, abertas a toda a população e são realizadas as terças e quintas-feiras, das 18h30 às 19h30 (iniciantes) e das 19h30 às 21 horas (não iniciantes) no Barracão de Malha e Bocha do Campo do Inca.