Artigos do Autor: Fernando Bruder

Câmara vira palco eleitoral: Cula volta a defender nomes políticos e jornalista Fernando Bruder reage com críticas duras

O vereador Antonio Vaz de Almeida – Cula (MDB) voltou a usar a tribuna da Câmara Municipal de Botucatu, nesta segunda-feira, 17/11, para reafirmar seu apoio público aos ex-prefeitos João Cury e Mário Pardini, nas próximas eleições de 2026, insistindo que não se trata de campanha antecipada. O discurso, repleto de ataques a críticos e declarações inflamadas, provocou forte reação do jornalista Fernando Bruder, que classificou a conduta do presidente da Câmara como “absurda” e “eleitoreira”.

A seguir, os principais pontos do pronunciamento de Cula e, logo depois, a resposta de Fernando Bruder.

Principais temas da fala do vereador Cula

  • Cula afirmou ter sido denunciado à Comissão de Ética e à Justiça Eleitoral, alegando campanha antecipada — denúncia que ele rejeita:
    “Não estou fazendo campanha, porque não é época. Estou alertando a população do que é bom para a nossa cidade.”
  • O vereador defendeu novamente os nomes de João Cury e Pardini, dizendo que ambos foram “as melhores coisas que Botucatu teve nos últimos tempos”.
  • Criticou quem o denunciou, chamando a pessoa de “doente”, “maldosa” e afirmando ter “pena”: “Quer crescer? Cresça com o seu trabalho, não nas costas das pessoas. Essas pessoas maldosas são destruídas.”
  • Citou em seu discurso, se dirigindo ao Vereador Abelardo, que em outra situação foi denunciado pelo jornalista, dizendo que se o vereador “ficasse quieto, o mesmo com certeza estaria sofrendo novamente”
  • Reforçou que continuará subindo à tribuna para exaltar os dois nomes políticos.
  • Afirmou que não torce para “jacaré”, repetindo expressão usada por aliados, e que continuará falando o que acredita ser melhor para Botucatu.
  • Disse que não se importa com redes sociais e seguidores, sugerindo que críticas seriam motivadas por busca de engajamento.
  • Comentou que está preparado para responder às denúncias:
    “Agora eles vão ver qual vai ser o veredito.”
  • O vereador Lelo Pagani (PSDB), líder do governo na Câmara, pediu a palavra para reforçar que a fala de Cula “não seria propaganda eleitoral, mas apenas defesa de possíveis candidaturas.

Resposta de Fernando Bruder (resumo e pontos principais)

O jornalista Fernando Bruder rebateu diretamente a postura de Cula, classificando o uso da tribuna como inaceitável:

  • Condenou o fato de o presidente da Câmara usar 9 minutos para defender dois nomes políticos, chamando isso de “completo absurdo”.
  • Lembrou que a denúncia já havia sido feita em setembro e que Cula reincide no comportamento.
  • Criticou o uso de um espaço público para fins eleitorais, afirmando que a tribuna “é do povo”.
  • Rechaçou a justificativa do vereador de que fala “apenas coisas boas”:
    “Isso é uma falácia.”
  • Destacou seu papel como jornalista e a necessidade de denunciar erros no município, afirmando que esta também deveria ser uma função fundamental de qualquer vereador.
  • A Tribuna em sua Sessão na Câmara Municipal, é utilizado a TV Câmara e as redes Oficiais como o canal do Youtube e Facebook, situação essa que novamente há o uso de dinheiro público para fins eleitoreiros
  • Reafirmou:
    “Não admito campanha política na tribuna.”
  • Disse que sua atuação não é por “likes e compartilhamentos”, como insinuou Cula, mas pelo povo que “não tem voz” e que muitas vezes é ignorado pelos próprios vereadores.
  • Criticou também o vereador Lelo Pagani, que pediu a palavra para apoiar a fala de Cula, chamando a postura de “velha política”.
  • Finalizou dizendo que Botucatu merece mais e que é preciso impedir a perpetuação de práticas políticas ultrapassadas.

O debate na Câmara Municipal de Botucatu ganhou mais um capítulo intenso. O presidente da Casa, vereador Cula (MDB), subiu novamente à tribuna para reiterar seu apoio público aos ex-prefeitos João Cury e Pardini, transformando o plenário — mais uma vez — em palco de discursos inflamados e alinhamentos políticos.

Mesmo após ter sido denunciado à Comissão de Ética da Câmarea,e à Justiça Eleitoral, Cula atacou quem o questionou, chegando a chamar o denunciante de “doente”, “maldoso” e dizendo “ter pena” dessas pessoas. Entre repetidas negativas de que esteja fazendo campanha, reforçou que continuará defendendo os dois nomes:
“Eu gosto da minha cidade, faço o bem e vou continuar falando. Não estou pedindo voto porque não é época.”

A fala, porém, ultrapassou os limites do discurso institucional e enveredou-se por frases de efeito, acusações, insinuações religiosas e ataques pessoais. Cula afirmou ainda que “as pessoas maldosas serão destruídas” e que seus críticos querem apenas engajamento nas redes sociais.

O jornalista Fernando Bruder, alvo indireto e crítico frequente da atuação do vereador neste posicionamento, respondeu com firmeza. Classificou como “absurdo” o uso da tribuna para enaltecer dois possíveis candidatos e acusou Cula de, mais uma vez, desvirtuar um espaço que deveria ser exclusivamente dedicado à defesa do povo.

Bruder argumentou que não se calará diante de qualquer irregularidade no município e que denunciar problemas não é atacar: é fiscalizar, algo que — segundo ele — boa parte dos vereadores evita, transformando a crítica à prefeitura em tabu.

Para ele, a Tribuna não pode se tornar “cabide de campanha”, e chamou a postura de Lelo Pagani, que reforçou a fala de Cula, de retrocesso político.

No centro da polêmica está a pergunta que não quer calar: a tribuna é ferramenta de trabalho ou palanque antecipado?

Enquanto Cula se coloca como defensor dos “bons nomes” e ironiza críticas, Fernando Bruder aponta para o risco de Botucatu cair novamente nas práticas da velha política — aquela guiada pela conveniência, pelo silêncio seletivo e pelo uso do espaço público como vitrine eleitoral.

A discussão está aberta — e promete ainda mais capítulos.

A fala do vereador pode ser assistida na íntegra pelo link abaixo:

https://youtu.be/0ojxpY0aod4?t=4689

 

Secretaria de Saúde de Botucatu é responsável por contratação irregular dos médicos

Uma investigação baseada em documentos públicos, relatos de profissionais e pareceres de médicos e advogados revela que a Prefeitura de Botucatu mantém um modelo de contratação de médicos por meio de pejotização, subordinação de fato, e indícios de quarteirização, elemento que coloca em xeque a regularidade administrativa e a qualidade do atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos Pronto-Socorros do município.

Contratos e estrutura: o que mostram os documentos oficiais

No Portal da Transparência municipal, constam contratos celebrados com a empresa PROMEDSP, contratada para gerir escalas e fornecer médicos à rede municipal.

Os documentos mostram pregões e dispensas de licitação firmados para prestação de “serviços médicos”, abrangendo inclusive a organização de escalas.

Pejotização com cara de vínculo: o que dizem especialistas

Mesmo contratados como Pessoa Jurídica (PJ), os médicos afirmam que possuem:

  • 1. Chefias e coordenações
  • 2. Escalas fixas de trabalho;
  • 3. Controle de jornada e horários fixos de entrada e saída, inclusive com desconto no salário sobre atrasos;
  • 4. Cobranças diretas da gestão municipal;
  • 5. Obrigatoriedade de buscar substitutos quando precisam faltar.

Indícios de quarteirização e quinteirização

Além da terceirização para a PROMEDSP, possa ter vínculo com outras empresas produzindo uma escalada de intermediários nas contratações dos profissionais, e consequentemente, reduzindo o valor dos plantões na ponta para os médicos — prática que especialistas chamam de quarteirização informal.

Relatos de profissionais indicam que a empresa intermediadora não exerce efetivamente a gestão operacional.

Segundo médicos, quem determina cobranças e rotina são chefias das próprias unidades ou de outras empresas que já faziam a gestão dessas unidades, e não a empresa terceirizada.

Além disso, no contrato, a prefeitura permite que a PROMEDSP, que por sua vez, faça subcontratações para outras empresas fazerem a escala.

Tudo isso, pode caracterizar uma cadeia complexa de repasses que dificulta a transparência e a fiscalização.

A quarteirização e quinteirização são criticadas por advogados e entidades médicas por aumentar ainda mais a fragilidade do vínculo trabalhista, diluir responsabilidades e dificultar a fiscalização.

Segundo artigo jurídico recente, esse modelo na saúde pública pode desrespeitar direitos médicos e alterar a natureza real da contratação.

Estudos sobre o tema publicados em revistas jurídicas, como a Consultor Jurídico (ConJur), afirmam que a quarteirização:

  • – Dilui responsabilidades;
    – Dificulta fiscalização;
    – Fragiliza trabalhadores;
    – Aumenta o risco de irregularidades administrativas.

Contradicação financeira: a empresa recebe mais, mas paga menos

A reportagem apurou que a PROMEDSP venceu procedimento licitatório (Pregão/PE e dispensas administrativas) para o serviço médico, com preços globais que, em termos contratuais, chegaram a ser superiores aos pagos à empresa anterior (Vannini & Delatim).

Contudo, médicos relatam que a remuneração efetiva por hora oferecida aos profissionais caiu em relação ao parâmetro anterior, e que a empresa passou a oferecer valores inferiores para novas vagas — situação que, na prática, inviabiliza remuneração compatível e submete médicos a condições mais frágeis e discriminatórias, em que médicos com a mesma função, com a mesma carga horária, tenham pagamentos diferentes.

Essa redução, afirmam, representaria uma desvalorização significativa e um risco à sustentabilidade financeira para quem “se formalizou como empresa”.

Embora a Prefeitura tenha contratado a PROMEDSP por um valor maior inicialmente, a estratégia agora parece reverter o ganho via “outsourcing” em prejuízo para os próprios médicos, que teriam menos retorno por hora trabalhada.

Esse quadro suscita questionamentos administrativos, como:

  • 1. Por que um nova terceirizada contratada recebe mais da Prefeitura e repassa menos ao profissional médico?
  • 2. Há falhas na especificação do edital ou na fiscalização do contrato?
  • 3. Existe margem oportunista para lucro da intermediária à custa dos profissionais?

São perguntas que demandam investigação formal.

O que diz as Entidades Médicas e do Conselho Federal de Medicina

O Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) já manifestou-se criticamente contra a quarteirização médica, afirmando que ela

 “diminui a transparência, fragiliza a responsabilidade profissional e precariza a relação de trabalho”.

Representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM) também questionam a terceirização médica excessiva.

Em evento nacional, líderes do CFM declararam que:

“A precarização dos vínculos trabalhistas deve ser combatida para preservar a qualidade do serviço médico”.

O CFM já alertou sobre os prejuízos da “pejotização”. Em comunicado conjunto com o Conselho Regional de Medicina de Goiás (CREMEGO), afirmou que:

“Médicos contratados como pessoa jurídica, mas sem estrutura empresarial real, podem estar infringindo a legislação trabalhista e tributária.”

O Conselho Federal de Medicina (CFM) alerta para os riscos do modelo.
Segundo, José Carlos Duarte Ribeiro, da Câmara Técnica de Medicina do Trabalho do CFM:

“A pejotização excessiva tem levado à deterioração da qualidade dos serviços e à descaracterização da autonomia do profissional. É um fenômeno que prejudica médicos e pacientes.”

A Resolução CFM nº 1.980/2011 reforça que empresas médicas devem possuir estrutura, mais de um funcionário, registro e responsável técnico — o que nem sempre ocorre no modelo de intermediação usado por municípios. E isso pode ser irregular por parte dos médicos pejotizados.

O que dizem os médicos

A pejotização precariza saúde pública de Botucatu, afirmou um dos médicos ouvidos pela reportagem.

 “Se temos que arrumar um substituto, por que terceirizar a escala, se a empresa contratada não tem nada para fazer?”, nformou um dos médicos do PS, que pediu para não ser identificado por receio de represálias.

“A empresa ganha mais da Prefeitura, mas oferece menos para o médico. Quem perde é o profissional e a população que fica sem atendimento digno”, desabafou angustiado um médico do Pronto Socorro Adulto, ouvido pela reportagem.

“Sou PJ só no papel; tenho escala fixa e sou cobrado como se fosse funcionário”, relatou outro médico da UBS.

O que dizem juristas e advogados trabalhistas

Para os justistas procurados pela nossa equipe de reportagem, trabalhar como PJ em regime tão rígido, configura uma forma de vinculação disfarçada, isso porque há claros, elementos que caracterizam vínculo empregatício.

Esses elementos caracterizam, segundo juristas, uma relação que se aproxima muito mais de emprego do que de prestação de serviço autônomo.

Segundo advogados trabalhistas, esse conjunto de elementos caracteriza subordinação direta, não eventualidade, onerosidade, e pessoalidade.

Esse tipo de situação pode colidir com a Súmula 331 do TST, que trata da terceirização.

A súmula afirma que “a contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços”, salvo no caso de trabalho temporário (Lei 6.019/74).

Além disso, o TST considera que, se há pessoalidade, onerosidade, não eventualidade e subordinação direta, é muito impreciso classificar o vínculo, como terceirização legítima.

Se os médicos são tratados como funcionários (subordinados), mesmo formalizados como empresas, corre-se o risco de configurar fraude trabalhista para burlar direitos da CLT, direitos previdenciários e trabalhistas.

A Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determina que o tomador de serviço (neste caso, a Prefeitura) pode ser responsabilizado por irregularidades trabalhistas quando há intermediação indevida e ausência de autonomia do contratado.

O advogado trabalhista Daniel Manfredini, especialista em relações profissionais na saúde, afirma em artigo publicado que:

“A pejotização é válida somente quando há plena autonomia técnica e administrativa. Quando há escala fixa e subordinação hierárquica, há forte tendência de reconhecimento de vínculo”.

Entenda quais são os requisitos que configuram o vínculo empregatício

  1. Subordinação: O trabalhador deve seguir as ordens, regras e controle do empregador, sendo inserido na hierarquia da empresa.
  2. Não eventualidade: O serviço é prestado de forma contínua e habitual, e não esporádica. A relação de trabalho não é por um curto período ou apenas para uma situação específica.
  3. Onerosidade: O trabalhador recebe uma remuneração (salário) em troca do seu trabalho.
  4. Pessoalidade: A prestação de serviço deve ser feita pela própria pessoa contratada, sem a possibilidade de se fazer substituir por outra.
  5. Pessoa física: O empregado deve ser uma pessoa natural, e não uma pessoa jurídica. A empresa do médico tendo apenas ele como funcionário e o próprio mantenedor, pode configurar uma pessoa natural.

Consequências do vínculo empregatício

Quando um vínculo empregatício é configurado, o empregador (e as empresas envolvidas, além da prefeitura) são obrigados a cumprir todos os direitos trabalhistas previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como:

  • – Férias
    – 13º salário
    – FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)
    – Horas extras e adicionais (noturno, insalubridade, periculosidade)
    – Vale-transporte

Riscos legais para a Prefeitura

A Prefeitura pode ser responsabilizada por:

  1. Fraude trabalhista (pejotização com subordinação);
  2. Responsabilidade subsidiária, caso médicos acionem a Justiça;
  3. Falhas de fiscalização do contrato;
  4. Irregularidade por quarteirização e quinteirização, vedada em diversos pareceres de tribunais de contas.

Advogados trabalhistas entrevistados classificam o modelo como “de alto risco jurídico” para o prefeito Fábio Leite e o vice-prefeito e secretário de saúde, André Spadaro.

Modelo que se repete da gestão do ex-prefeito Pardini

Em Botucatu, o modelo de contratação médica por pejotização não é novidade.
Segundo apuração da Rede Alpha, o mesmo formato que hoje gera precarização e denúncias de irregularidades em várias Unidades de Saúde do Município havia sido adotado na gestão anterior do então prefeito Mário Pardini — também sob coordenação do secretário de Saúde André Spadaro — quando a Prefeitura contratou a empresa Humanitar para assumir parte das escalas médicas.

Na época, médicos relataram as mesmas práticas: subordinação direta, escala fixa, cobranças por horário, necessidade de encontrar substitutos e ausência de vínculo público, apesar da rotina típica de servidor. O modelo, agora repetido com a empresa atual, demonstra que a Prefeitura mantém um padrão contínuo de terceirização e quarteirização, substituindo concursos públicos por contratos que fragilizam profissionais e comprometem a qualidade da assistência prestada à população.

Silêncio das autoridades

A equipe de reportagem procurou o prefeito Fábio Leite, o Vice-prefeito e secretário de saúde, André Spadaro e a secretária de Comunicação, Cinthia Al-Lage mas nenhum deles deu qualquer resposta sobre essa agrave situação enfrentada pelos médicos das Unidades Básicas de Saúde do município de Botucatu.

A equipe de jornalismo da Rede Alpha de Comunicação continuará acompanhando os desdobramentos de mais esta denúncia e fazendo as atualizações para a população.

Leia a matéria anterior sobre a Crise da saúde de Botucatu pelo link abaixo:
https://www.alphanoticias.com.br/medicos-denunciam-desvalorizacao-apos-troca-emergencial-de-empresa-na-saude-de-botucatu/

 

Foto: Redes Sociais

Homem é preso por violência doméstica e dano ao patrimônio público em Areiópolis

Policiais militares da 2ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior prenderam, no dia 17 de novembro de 2025, um homem acusado de violência doméstica, lesão corporal, ameaça e dano ao patrimônio público em Areiópolis.

A equipe realizava patrulhamento pelo bairro CDHU 2 quando foi acionada pela vítima, que relatou ter sido ameaçada pelo marido e que se dirigia ao hospital por sentir-se mal. Os policiais seguiram até a unidade de saúde, onde localizaram o suspeito. Durante a abordagem, o homem resistiu à prisão, sendo necessário que a equipe realizasse sua imobilização.

No momento da intervenção, o agressor desferiu chutes em bancos do hospital, causando danos ao patrimônio público. Após contido, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido ao plantão policial. O delegado de plantão ratificou a prisão, encaminhando o indivíduo à cadeia pública de Itatinga, onde permanece à disposição da Justiça.

Submarino da Otan afunda navio com torpedo durante exercício militar

Imagens divulgadas pela Otan mostram um navio de guerra desativado afundando após um submarino da aliança militar disparar um torpedo contra a embarcação durante um exercício militar.

De acordo com uma publicação nas redes sociais do Comando Conjunto Aliado da Otan em Norfolk, localizado no estado americano da Virgínia, o exercício foi realizado para “verificar e demonstrar o poder de ataque que a arma e o submarino representam”.

Os registros foram divulgados pela Organização do Tratado do Atlântico Norte no sábado (15).

O Comando Conjunto Aliado da Otan em Norfolk também afirmou que várias embarcações e unidades participaram do exercício e identificou a desativada como KNM Trondheim.

Fonte: CNN

Procurado por tráfico de drogas é capturado pela Polícia Militar em São Manuel

Policiais militares da 2ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior capturaram, no dia 17 de novembro de 2025, um indivíduo procurado pela Justiça em São Manuel.

Durante patrulhamento de rotina, a equipe abordou o homem, que era alvo de um mandado de prisão pelo crime de tráfico de drogas. Após a identificação e ciência do mandado, ele foi encaminhado ao Plantão Policial e, em seguida, transferido para a Cadeia Pública de Itatinga, onde permanece à disposição da Justiça.

Carro é consumido pelo fogo em rodovia de Bauru

Segundo a Polícia Militar Rodoviária, o condutor trafegava sentido a Bauru quando foi surpreendido por uma densa fumaça decorrente do aquecimento no motor. Ele conseguiu parar no acostamento e deixar o veículo sem se ferir.

O fogo, no entanto, atingiu todo o automóvel, que sofreu perda total. A imagem chamou atenção nas redes sociais, onde circulou.

Homem é preso por violência doméstica após agredir ex-companheira em via pública em Itatinga

Policiais militares da 2ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior prenderam, no dia 17 de novembro de 2025, um homem acusado de violência doméstica e lesão corporal em Itatinga.

A ação ocorreu após a vítima acionar a PM. Ela relatou que caminhava com seu filho recém-nascido no carrinho quando encontrou o ex-marido. Segundo o boletim, uma discussão se iniciou e a mulher foi atacada com socos e chutes.

O suspeito foi abordado pelos policiais e, ao ser questionado, confessou as agressões. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao plantão policial, onde o delegado ratificou a detenção. O agressor foi posteriormente conduzido à cadeia pública, permanecendo à disposição da Justiça.

Calor retorna a Botucatu: dias ensolarados e clima seco marcam a semana

Botucatu volta a sentir o aumento das temperaturas ao longo dos próximos dias, com predominância de sol e clima estável. A quarta-feira (19) será marcada por céu totalmente aberto, sem registro de nuvens durante o dia e a noite.

A cidade deve registrar mínima de 16°C e máxima de 28°C, sem expectativa de chuva — a previsão aponta 0 mm e 0% de probabilidade. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 85%, mantendo o clima seco, porém com leve sensação de conforto nos períodos mais amenos.

O cenário se repete até sexta-feira (21), com dias quentes, noites agradáveis e baixa umidade. Diante das condições, recomenda-se que a população redobre a hidratação e evite exposição prolongada ao sol nos horários de maior intensidade.