Artigos do Autor: Fernando Bruder

Renan Goiás vence combate em evento de MMA na cidade de Caraguatatuba

Atleta Renan Goiás da equipe Miquinho Jiu-Jitsu/CTB Muay Thai vence luta de MMA no evento Profissional Brazil Tour Internacional na cidade de Caraguatatuba.

Aos 2 minutos e 20 segundos do segundo round, o atleta botucatuense venceu seu oponente, o norte americano Willian Holguincom com uma finalização em estrangulamento mata leão, trazendo a vitória pra casa.

O evento foi organizado por Romagnolli Promoções e Eventos, Mario Yamasaki, árbitro do UFC e do lutador Demian Maia.

Pela bela apresentação Renan é o mais novo contratado pela organização para as próximas apresentações.

Dia do Maquinista é comemorado em meio à alta do setor ferroviário

Neste momento em que o setor ferroviário brasileiro está em alta, com novos projetos a caminho – tendo em vista a aprovação do Marco Legal das Ferrovias –, comemora-se no próximo dia 20, o Dia do Maquinista. Ao conduzir um trem, seja de cargas ou de passageiros, esse profissional colabora com a transformação da logística do país.

A VLI, empresa que administra a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), possui em seus quadros maquinistas que carregam o orgulho de serem ferroviários e auxiliarem o Brasil no transporte de suas inúmeras riquezas. Essa antiga profissão, muitas vezes transmitida de geração em geração, a cada ano que passa também conta com uma participação maior do público feminino. É o caso da maquinista Tylie Sianni, de 31 anos, que atua em Santos.

Ela conta que ingressou na ferrovia em 2012, como auxiliar de maquinista. Se tornou maquinista em 2015 e, em setembro deste ano, ingressou na VLI. “A vontade de fazer parte desta atividade surgiu quando vi uma reportagem sobre a inclusão de mulheres nesta profissão. Ser maquinista é um sonho. Mesmo já estando na profissão há alguns anos, ainda é como se estivesse começando. A cada dia há um desafio diferente. Nenhum dia é igual ao outro. O que nos motiva é o trabalho diário. Levamos várias riquezas do Brasil e movimentamos a economia do nosso país”, ressalta.

Tylie Sianni afirma que a companhia trata todas as pessoas de forma igualitária. “Acredito que lugar de mulher é onde ela quiser. Eu me sinto abraçada e desempenho as mesmas tarefas que os homens. Tenho várias amigas ferroviárias e tenho certeza que as incentivo a um dia se tornarem maquinistas. Algumas pessoas não sabem como trilhar esse caminho. A ferrovia é para quem gosta e é um sonho. Caso não dê certo na primeira oportunidade, não desista. Eu mesma demorei um tempo para conquistar minha vaga na VLI, mas sempre soube que um dia conseguiria. Lutem pelos seus sonhos!”, incentiva.

Segundo ela, dará um passo de cada vez na carreira. No entanto, revela seu desejo de se tornar uma maquinista monitora. “Tenho grande vontade de ensinar o que aprendi para outras pessoas”.

Formação

Segundo a supervisora de Atração e Seleção da VLI, Kenya Consceição, a formação dos profissionais, principalmente das áreas operacionais, como é o caso dos maquinistas, é feita pelas próprias empresas. “O ofício é ensinado dentro da companhia, que investe nessa formação de mão de obra qualificada”.

Para se transformar em um maquinista, o profissional pode começar na VLI como trainee operacional. Após um ano nessa função, ele é efetivado como operador de manobra (também é possível ingressar diretamente nesse cargo). A partir de então, é necessário ficar, em média, por três anos nesse cargo para, em seguida, passar a trainee de maquinista de manobra. A etapa posterior é um treinamento que pode variar de três a seis meses, cumprindo 240 horas de operação assistida e aprovação em provas técnicas. Superada essa fase, ocorre a efetivação como maquinista de manobra.

Há ainda a carreira do maquinista de viagem, que também tem início como trainee operacional ou direto como operador de manobra. Depois de aproximadamente três anos nessa função, o profissional se torna trainee de maquinista de viagem, ficando de três a seis meses em treinamento e 360 horas em operação assistida. Ao fim da formação, o profissional se torna maquinista I, podendo trilhar carreira até maquinista IV.

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Escolhida como uma das 150 melhores empresas para trabalhar pela revista Você S/A, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Normalidade

A pergunta que não quer calar é: Quando voltaremos à normalidade? Lamento dizer que, na minha opinião, que, aliás, ninguém pediu, mas, mesmo assim, eu a transmitirei, não haverá o retorno à normalidade naquele conceito tradicional. Cada um terá a sua nova forma de normalidade.

Por exemplo, no meu caso, o que seria voltar à normalidade? Seria eu recuperar o olfato? Cheiro agradável e desagradável? Seria eu sentir o gosto do maracujá quando tomar um suco de maracujá, e não um gosto estranho que não consigo definir? Seria eu recuperar toda a energia que tinha antes da COVID? Seria eu passar a caminhar com segurança, sem sentir essas tonturas que surgiram com esse destraçado vírus? Ou seja, seria eu voltar a ser igualzinho ao que era antes de ser infectado pelo Corona vírus? Se for assim, sinceramente, acho que não terei de volta essa normalidade. Vou ter que me adaptar ao meu novo normal. Se eu não quiser sofrer, claro. Porque já fiz tudo que os médicos e os curiosos pediram, sem resultado algum. Assim, está decidido: o meu normal será o meu novo normal.

Mas eu não sou Todo Mundo. Todo Mundo é personagem do Auto da Lusitânia, de Gil Vicente: ‘Eu hei nome Todo o Mundo,/ e meu tempo todo inteiro/ sempre é buscar dinheiro, /e sempre nisto me fundo.’. Longe disso. E outras pessoas esperam por coisas diferentes nessa aguardada normalidade. O desempregado voltará à normalidade quando recuperar seu emprego ou quando conseguir outro emprego para sustentar-se. Estou certo? O promotor de espetáculos voltará à normalidade quando puder voltar a promover seus espetáculos. São o seu ganha-pão. Os carnavalescos voltarão à normalidade quando puderem realizar o seu carnaval sem limitações. As escolas voltarão à normalidade quando todos os alunos puderem voltar à sala de aula, sem precisarem usar a máscara protetora. O governo voltará à normalidade quando todas as atividades voltarem e a arrecadação se recuperar, para que possa realizar as atividades em favor do povo.

Eu sei o que você está pensando agora. Você deve estar achando que, desse jeito, nunca voltaremos à normalidade. Por quê? Só porque eu disse que será normal o governo realizar atividades em favor do povo? Que aí não será normalidade, mas novidade? Que a exceção nunca pode ser uma normalidade? Aí será maldade sua, cara pálida. Por incrível que pareça, eu ainda acho que há governos que desejam fazer coisas para beneficiar o povo. Juro! Conheço alguns. Naturalmente que não estou incluindo aquele que se aproveita da pandemia para tirar dinheiro dos aposentados e, depois, para tentar ficar mais simpático, visando às próximas eleições, resolve conceder um bônus para determinada classe. Não sou tão cego assim.

Quer saber? Posso não ter retornado à normalidade ainda, mas já me sinto bem mais leve, bem menos nervoso e inseguro. Espero que o mesmo esteja ocorrendo com você.

BAHIGE FADEL

 

Lei Maria da Penha completa 15 anos

Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. Essa obviedade só passou a integrar nosso ordenamento jurídico em 1988, com a promulgação da atual Constituição da República. Desde então, o Estado levou mais 18 anos para reconhecer que as brasileiras são violentadas sistematicamente em níveis que colocam em risco a sua integridade física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. O principal passo para reposicionar nosso sistema de Justiça diante desse cenário foi a aprovação da Lei Maria da Penha, em agosto de 2006, momento histórico do qual tenho orgulho de ter participado, então como deputado federal.

Apesar de o texto normativo representar um pacto social, aprovado pelo Congresso, a proteção à mulher só aumenta, de fato, na medida em que os julgadores, promotores de Justiça, defensores públicos, delegados e advogados passam a articular os conceitos e dispositivos previstos para tanto. Esse pressuposto, talvez, seja o maior acerto da Lei nº 11.340/2006, que vai muito além de prever sanções mais graves aos agressores, e se preocupa em propor políticas públicas, facilitar o acesso ao Judiciário, aprimorar os operadores do direito, e educar a população sobre o tema.

Pesquisa divulgada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em agosto de 2021 indica que um quarto das mulheres acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência desde o início da pandemia. O mesmo levantamento apontou ainda que 4,3 milhões de brasileiras foram agredidas com tapas, socos ou chutes, o que representa uma média de 8 mulheres espancadas por minuto no país.

Para além de estatísticas –que são pouco precisas quando considerada a subnotificação–, um balanço honesto dos 15 anos de vigência da norma precisa olhar para avanços estruturais e para desafios que surgiram no período.

Percebo como motivo de comemoração a divulgação, por parte da imprensa e de campanhas institucionais, da existência de um aparato de atenção e acolhimento às mulheres agredidas. É importante deixar claro que vítimas de violência doméstica e familiar têm direito a atendimento especializado da autoridade policial e que os magistrados podem determinar medidas protetivas de urgência com o objetivo de garantir a segurança dessas mulheres após a comunicação da ocorrência de qualquer tipo de violência prevista na lei. A confiança no Estado, que tem amparo legal para intervir na relação conjugal, é imprescindível para alguém que teme vingança, se preocupa com os filhos e/ou tem vergonha de expor a intimidade.

Com base nos Arts. 22 e 23 da Lei Maria da Penha, a juíza ou juiz pode impor, de diferentes formas, que o agressor se mantenha afastado da vítima, e pode agir para que essa vítima tenha seus direitos preservados. Em casos extremos, de risco de morte, há, inclusive, abrigos que garantem o básico para que essas mulheres recomecem sua trajetória.

Somente em 2020, as autoridades de segurança pública do país registraram 1.350 vítimas de feminicídio, categoria jurídica criada por lei em 2015 para especificar o assassinato de uma mulher motivado pelo menosprezo ou discriminação de sua condição de gênero. A pena imposta ao criminoso é maior do que a sanção prevista para o homicídio, e aumenta ainda mais se a vítima estiver grávida ou se o crime tiver ocorrido em frente aos filhos ou pais.

Entre os avanços trazidos pela Lei Maria da Penha, vale citar o fim de situações esdrúxulas em que o agressor era condenado, no Juizado Especial Criminal, a penas de prestação pecuniária que muitas vezes acabavam sendo pagas pela própria vítima. Também ficou bem mais difícil se livrar de um processo penal exercendo pressão sobre a mulher para que se retrate da comunicação feita à polícia. Conforme o art. 16 da norma, a renúncia à representação só pode ocorrer perante um magistrado.

Contudo, a popularização desses caminhos oferecidos pela legislação não garante o acesso ao sistema de Justiça, em razão de uma peculiaridade da violência doméstica. O agressor muitas vezes mora com a vítima, possui uma relação de intimidade com ela, e tenta controlar seus atos por todos os meios possíveis, inclusive pelo domínio financeiro.

É difícil dizer o quanto a violência contra as brasileiras aumentou ou diminuiu nos últimos quinze anos. Mas é certo que o problema rompeu os limites do lar e passou a ser reconhecido no âmbito público. Agressões de diferentes tipos também deixaram de ser banalizadas e hoje suscitam debates importantes para a educação dos homens e empoderamento das mulheres. Sabemos que não é o suficiente. A nós, que convivemos nesse contexto, cabe mais reação e menos cumplicidade.

Dimas Ramalho – Vice-Presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Vigilância Ambiental em Saúde orienta sobre cuidados contra o Aedes Aegypti

A Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) realizou, no mês de outubro, o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa).  Através desta atividade é possível medir o índice de infestação do mosquito transmissor das arboviroses (Dengue, Chikungunya e Zika Vírus) em sua fase larvária e identificar quais são os recipientes existentes nos imóveis que estão se tornando criadouros deste inseto. Sua realização, em âmbito nacional, no período não epidêmico, serve como instrumento para nortear medidas de ações de controle.

Para a execução do LIRAa, foram sorteados, aleatoriamente, 120 setores censitários dos 212 existentes no Município. Dentro de cada setor censitário, são sorteados, também aleatoriamente, 4 quarteirões e, em cada um deles, trabalhados 5 imóveis. Portanto, nas duas primeiras semanas de outubro foram trabalhados 2400 imóveis e, destes, 1,1% estavam com larvas do mosquito Aedes aegypti.

De acordo com a classificação de infestação preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), um índice inferior a 1% dos imóveis trabalhados com larvas de Aedes aegypti é considerado satisfatório, de 1 a 3,9% é sinal de alerta e acima de 4% risco de transmissão das arboviroses. Com o resultado do LIRAa, a VAS realizou o mapeamento das áreas mais vulneráveis que deverão receber a intensificação das ações de combate ao mosquito.

De acordo com os últimos levantamentos entomológicos, neste período de estiagem (pouca chuva), os principais criadouros que mantém a população do mosquito Aedes aegypti no ambiente, ainda que discreta, são recipientes existentes nos imóveis abastecidos mecanicamente pela rede de abastecimento ou pelos moradores. São exemplos disso pratos de plantas, bebedouros de consumo animal, vasos sanitários com pouco uso, ralos internos e externos, reservatórios d’água, piscinas, entre outros.

“É importante que a população fique atenta, pois com a chegada da tão esperada chuva surgirão outras ofertas de recipientes em condições de acumular água como as calhas e canaletas que não têm um bom escoamento de água; latas, potes e garrafas que serão utilizados, mas estão armazenados em local descoberto podendo acumular água da chuva; lonas e encerados que cobrem materiais e que não estão bem esticados, podendo acumular água nas dobras; e materiais inservíveis que não foram destinados adequadamente e também se tornam criadouros”, afirmou Valdinei Campanucci, Coordenador de Programas de Saúde.

A participação ativa da população na manutenção adequada dos recipientes com ou em condições de acumular água parada, associado com as ações de controle realizadas pelo poder público, constituem estratégias sólidas de combate ao mosquito Aedes aegypti, que resultam em baixo índice de infestação e menor probabilidade de circulação das arboviroses.

Em 2021 foram confirmados 55 casos de dengue; 1 (importado) de Chikungunya e nenhum de Zika vírus, em Botucatu. Ao aparecimento de sintomas característicos das arboviroses como febre alta, dor de cabeça, dor no fundo dos olhos, dor muscular, machas vermelhas na pele e cansaço, é importante que o cidadão procure atendimento médico, pois se houver a suspeita dessas doenças, o caso será notificado e as ações para quebrar o ciclo de transmissão destas arboviroses serão desencadeadas oportunamente.

Canal de Comunicação

A Vigilância Ambiental em Saúde está criando um novo canal de contato com a população através do WhatsApp. Se você recebeu uma mensagem da VAS, salve em seus contatos o número (14)98177-1905, para que de forma rápida e prática, todas as informações importantes de saúde ambiental e animal do seu bairro e do Município continuem sendo enviadas a você.

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

Adolescentes com comorbidades, deficiências ou gestantes já podem tomar 2ª da vacina contra a Covid-19

A Secretaria Municipal de Saúde convoca adolescentes da Cidade que possuem comorbidades, deficiências ou que estejam gestantes, para tomarem a 2ª dose da vacina contra a Covid-19.

No ato da 1ª dose, estes adolescentes tiveram a 2ª dose programada em suas carteirinhas para 12 semanas. Porém, com a antecipação desse prazo para 8 semanas, estipulada pelo Plano Nacional de Imunização, aqueles que já alcançaram esse prazo devem buscar a nova imunização.

Todas as Unidades de Saúde da Cidade estão disponíveis para receber os adolescentes de segunda a sexta-feira, das 08 às 17 horas.

A vacinação de menores de 18 anos ocorre no Estado de São Paulo com a utilização da vacina Pfizer, de modo que a vacinação deste grupo está condicionada a autorização pelos pais e/ou responsáveis legais.

Pessoas nesta faixa etária devem estar acompanhadas de um adulto responsável, podendo este proceder com a autorização verbal para o ato de vacinação. Caso não haja a presença de um adulto responsável, a vacinação poderá ocorrer diante da apresentação de termo de assentimento devidamente preenchido e assinado pelos pais e/ou responsáveis legais, em acordo com o disposto no art.142 do Estatuto da Criança e do Adolescente, o qual recomenda-se que seja retido pelo serviço de saúde que procederá com a vacinação. O termo de assentimento está disponível no site da Prefeitura de Botucatu (https://www.botucatu.sp.gov.br/arquivos/termo_de_assentimento_livre_e_esclarecido_-_representante_le_17093325.pdf

).

Também será necessária a apresentação de um comprovante de endereço dos pais ou responsável legal.

Todas as pessoas pertencentes a esses grupos devem comparecer as Unidades portando também CPF e um documento de identificação com foto (RG ou passaporte).

Cidadãos que ainda não se imunizaram, ou que tomaram apenas a 1ª dose, ou ainda idosos, profissionais da saúde, da educação e da segurança que ainda não tomaram a 3ª dose (dose de reforço) também podem procurar uma das Unidades para se imunizarem.

No caso da 3ªdose, a vacina será administrada nos profissionais que tenham tomado a 2ª dose com Coronavac há pelo menos 3 meses, ou a 2ª dose com a vacina Astrazeneca há pelo menos 6 meses. Estes profissionais devem ter tomado as 2 doses ou a 2ª dose em Botucatu e estarem registrados no Vacivida de acordo com suas respectivas ocupações.

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

Parque Municipal recebe Oficina de Confecção de Iscas para Abelhas sem ferrão

No sábado, 16 de outubro, ocorrerá no Parque Municipal “Joaquim Amaral Amando de Barros” a Oficina de Confecção de Iscas para Abelhas sem ferrão. O evento é promovido pelo Grupo de Criadores de Abelhas Melíponas de Botucatu e Região – CAMBO, e tem o apoio da Secretaria Municipal do Verde.

O evento dará continuidade a diversas atividades desenvolvidas na Cidade, auxiliando os participantes na confecção das iscas que ajudarão no transporte das abelhas em caixas racionais.

As abelhas sem ferrão compõem a fauna nativa e têm importância ambiental com a polinização de sementes, que é fundamental para a produção de alimentos. O manejo de abelhas é regulamentado pelo IBAMA e pelo Ministério do Meio Ambiente.

A oficina será realizada das 9 às 11 horas e as inscrições devem ser feitas pelo telefone (19) 98358-8423.

Mais informações:

Secretaria Municipal do Verde

Rua Lourenço Carmello, 180 – Jardim Paraiso (Poupatempo Ambiental)

Telefone: (14) 3811-1533

McDia Feliz 2021 terá renda revertida para capacitar médicos da rede básica em toda a região

Há 20 anos, todo segundo semestre em Botucatu tem sabor de solidariedade, e a cidade descobriu que um lanche não somente pode alimentar o corpo, mas também a esperança de muitas vidas. Neste ano de 2021, por conta da pandemia, o McDia Feliz, tradicionalmente realizado em agosto, será no dia 23 de outubro.

A campanha é coordenada nacionalmente pelo Instituto Ronald McDonald e, em Botucatu, pela Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp) em parceria com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB).

Nesse dia, todo o valor arrecadado com a venda do sanduíche Big Mac (descontados os impostos) será revertido para capacitar médicos da rede básica nas 30 cidades que compõem as regiões do Pólo Cuesta e do Vale do Jurumirim. Os restaurantes do McDonald’s em Botucatu ficam na Av. Vital Brasil e no Shopping Botucatu e estarão o dia todo vendendo os sanduíches, cumprindo todas as medidas sanitárias de prevenção ao novo coronavírus.

Os tíquetes custam R$ 17,00 e já podem ser adquiridos antecipadamente com os voluntários ou pelos telefones (14) 3811-6069 ou (14) 99136-5696. Em breve, outros produtos promocionais da campanha estarão disponíveis. O pagamento pode ser em dinheiro, nos cartões de crédito / débito ou ainda pelo PIX, com a chave campanhamcdia@famesp.org.br.

Em 2020, o McDia Feliz Botucatu arrecadou R$ 54.926,40, quantia resultante da venda dos sanduíches Big Mac, doados pelos restaurantes McDonald’s da cidade no dia da campanha, e das camisetas promocionais com a marca McDia Feliz, além da generosidade de pessoas físicas e jurídicas.