Artigos do Autor: Fernando Bruder

Como as empresas podem ajudar os funcionários a lidarem com a fadiga pandêmica?

Você pode nunca ter ouvido (e sequer saber pronunciar) os recém-criados termos em alemão coronamüdigkeit e pandemüde. Mas é bastante possível que os conheça profundamente por já ter sentido isso.

As novas palavras, relacionadas à crise da Covid-19, foram uma das 1200 inventadas no ano passado pelos germânicos, segundo o Instituto Leibniz de Língua Alemã. Significam, respectivamente, “cansaço do corona” e “cansado da pandemia”.

A fadiga pandêmica é real. De acordo com uma estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) do fim do ano passado, ela atinge 60% da população mundial. E, de alguma forma, interfere em nossas relações pessoais e profissionais.

“São muitas as causas dessa fadiga”, afirma Mônica Torquato, gerente de Treinamento, Desenvolvimento, Recrutamento e Seleção da Sodexo Benefícios e Incentivos. “Medo de contrair o vírus e de perder alguém, receio de ficar desempregado, excesso de tempo em isolamento social, afastamento dos amigos e parentes, esgotamento pelo acúmulo de tarefas com o trabalho que foi para dentro de casa e necessidade de dar conta de tudo são apenas algumas”, enumera.

Segundo Mônica, ao mesmo tempo em que o trabalho, com o excesso de reuniões e a carga horária mais extensa, nos deixa mais cansados, nossa exaustão com a incerteza do que acontece ao nosso redor nos faz estarmos cansados para o trabalho.

Uma espécie de círculo vicioso – em que nada está bom para ninguém.

A empresa como agente que proporciona qualidade de vida

A fadiga pandêmica afeta nossa saúde mental. Uma pesquisa global realizada recentemente pelo Ipsos e encomendada pelo Fórum Econômico Mundial, mostra que 53% dos brasileiros declararam que seu bem-estar mental piorou um pouco ou muito no último ano.

“Todas as organizações sentiram o impacto da fadiga em seus colaboradores”, diz a especialista. A Sodexo vem constantemente medindo a qualidade de vida deles desde que a pandemia e o home office começaram.

Em maio do ano passado, a companhia percebeu que a segurança psicológica era um ponto que merecia atenção. E então começou a traçar estratégias para minimizar os danos.

“Precisamos ter um lugar para conversar sobre nosso esgotamento, e é fundamental que a empresa seja esse agente”, acredita Mônica.

Uma série de programas foram criados para que a empresa ampliasse a oferta de ferramentas e suporte, como trazer psiquiatras e psicólogos para falar com os colaboradores e disponibilizar, além da solução de terapia online que já existia, outras duas.

“Na Sodexo, promovemos treinamentos com gestores e lideranças para identificar nas equipes quem pode estar precisando de ajuda – e que tipo de ajuda precisa”, diz.

A empresa também criou ou fortaleceu iniciativas internas para promover a interação entre os colaboradores, como o “Conectados” (encontro virtual para todos da empresa, inclusive de diretores e o CEO) e o “Sextou” (em que os colaboradores são motivados a mostrar talentos, como artes marciais ou culinária).

“Somos uma empresa de qualidade de vida. Se isso não for vivido internamente, não faz sentido”, acredita.

Os resultados podem ser medidos com alguns indicadores positivos, como a baixa taxa de absenteísmo e a produtividade inabalada. “A maior resposta, no entanto, foi 60% de nossos colaboradores dizerem em uma pesquisa recente que pretendem continuar em sistema de home-office no pós-pandemia. Sinal de que estão sendo atendidos.”

As estratégias que todas as empresas podem adotar

Segundo a gerente, a Sodexo, assim como as demais companhias, está ainda aprendendo a lidar com essa situação. “Apesar disso, ou por isso mesmo, vejo várias iniciativas surgindo para evitar que o trabalho deixe os colaboradores ainda mais fadigados”, diz Mônica.

Um exemplo vem da própria Sodexo, onde os gestores foram instruídos a não estimular reuniões de horários cheios. Ela diz que a estratégia de marcar reuniões mais curtas, entre meia hora e 45 minutos, deixa espaço para que nós possamos fazer coisas essenciais, como nos levantar um pouco da cadeira, beber água, ir ao banheiro ou até responder e-mails.

“Com o home-office, muita coisa que antes era resolvida em pequenos bate-papos ou naquele encontro fortuito no café hoje tem que ser resolvida com horário marcado por videochamada”, conta Mônica. “Por isso esse excesso de reuniões.”

Flexibilizar horários também é uma iniciativa que traz resultados. “Cada pessoa sente esse momento de uma forma e teve sua rotina impactada de maneira distinta”, afirma a gerente.

“Se trabalhar à noite, por exemplo, for melhor para um determinado colaborador, por que não permitir isso, desde que não afete os processos da empresa?”, questiona-se.

“Criar fóruns para discussão, ser fonte de informação confiável, promover um ambiente seguro, trazer especialistas para conversar, tudo isso pode ser feito pelas companhias.”

Para Mônica, é essencial que as empresas também disponibilizem neste momento a possibilidade de terapias ou atendimento de profissionais de saúde que possam dar algum suporte aos colaboradores.

Estratégias que os colaboradores devem adotar

Formada em psicologia, a gerente da Sodexo afirma que criar soluções para que a fadiga pandêmica não atrapalhe nossa produtividade – e também para que nosso trabalho não piore nossa saúde mental – cabe também aos colaboradores.

Embora não acredite em receita de bolo, Mônica afirma que algumas atitudes são essenciais para manter nossa qualidade de vida. Ela dá abaixo sete dicas:

1. Aceite o sofrimento

“Primeiro é preciso que ele tenha um entendimento e uma aceitação da situação e saiba que tudo o que sente é real”, diz. “Estamos todos passando por isso, portanto não devemos minimizar o sentimento.”

2. Coma – e coma direito

“Temos que parar tudo em nossa hora do almoço e ter refeições saudáveis”, diz. “Bloqueie a agenda para garantir isso.”

3. Bloqueie sua agenda para trabalhar

Reservar horário na sua própria agenda para fazer algumas tarefas também é uma boa ideia. “Na minha, o período da tarde de sexta-feira é um desses horários bloqueados. É o momento em que, por exemplo, leio artigos que são essenciais para meu trabalho.”

4. Pratique atividade física

Mexer-se também é importante – e vale qualquer atividade. “Movimentar o corpo ativa seu organismo para a produção de hormônios que dão sensação de prazer e bem-estar. Corpo e mente não são entidades separadas.”

5. Tome doses diárias de vitamina D

Não é suplemento que ela recomenda, e sim exposição ao sol. Abra a cortina, vá para a varanda ou o quintal, desça para alguma área aberta de seu prédio ou caminhe na rua. Mas tome sol.

6. Diga alguns nãos

“É preciso reconhecer que temos limites”, afirma Mônica. “Aprenda a negociar prazos de entrega, fale alguns nãos. Tudo é importante, mas o que é de fato essencial? O combinado não sai caro nunca.”

7. Faça algo que dê prazer

Pode ser assistir a uma série na TV, ler, ouvir música, fazer tricô, mexer nas plantas, brincar com o cachorro ou com os filhos. Ou, por que não?, praticar de vez em quando um abstandsbier – o novo termo alemão que significa beber uma cerveja com os amigos a distância.

 

SOBRE A SODEXO

Fundada em 1966 por Pierre Bellon, em Marselha, a Sodexo é líder global em serviços que melhoram a qualidade de vida, um fator essencial para o desempenho dos indivíduos e das organizações. Presente em 64 países, a Sodexo atende 100 milhões de consumidores todos os dias por meio de uma combinação exclusiva de Serviços On-site, Serviços de Benefícios e Incentivos, além de Serviços Pessoais e Domiciliares. Por meio de mais de 100 tipos de serviços, a Sodexo proporciona aos clientes uma oferta integrada desenvolvida em mais de 50 anos de experiência: serviços de alimentação, recepção, manutenção e limpeza, até gestão de equipamentos e instalações; desde cartões de benefício e programas que promovem o engajamento de colaboradores por meio de soluções que simplificam e melhoram sua gestão de despesas e mobilidade, até assistência residencial, creches e serviços de concierge. O sucesso e desempenho da Sodexo são pautados em sua independência, no modelo de negócio sustentável, e na capacidade de desenvolver e incentivar a participação de seus 420 mil colaboradores por todo o mundo. 

 

SOBRE A SODEXO BENEFÍCIOS E INCENTIVOS 

É a empresa do grupo francês Sodexo, líder mundial em serviços de qualidade de vida. Tem em sua missão desenhar, gerenciar e entregar serviços para empresas de todos os portes, segmentos e regiões do Brasil com o objetivo de melhorar a qualidade de vida diária das pessoas e contribuir para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das cidades, regiões e dos países em que atua. 

 

Com 650 colaboradores, atende aproximadamente 103 mil clientes, que representam 5,9 milhões de usuários, com uma rede de 505 mil estabelecimentos credenciados em todo o País com serviços únicos no mercado de benefícios, gestão de despesas, incentivos e reconhecimento: Refeição Pass, Alimentação Pass, Cultura Pass, VT Pass, Combustível Pass, Gift Pass, Alimentação Pass Natal, Brinquedo Pass, Premium Pass, Sodexo Multi, Wizeo, GymPass e Apoio Pass. 

Marina Gomieiro

Essa língua portuguesa

Vamos começar por partes. O latim é uma língua morta. Assim, ela não sofre transformações. Se a gente for aprender latim hoje, serão as mesmas utilizadas para ensinar latim para o padre Antônio Vieira. Até aí, nenhuma novidade. Também não é novidade que o mesmo não ocorre com a língua portuguesa. É uma língua viva e, por isso, sujeita a modificações. Essas modificações ocorrem de maneiras diferentes. Existe a maneira oficial, que depende de uma legislação que envolve, obrigatoriamente, o Brasil e Portugal. Sem a aprovação desses dois países, não há mudança oficial. Foi o que ocorreu há alguns anos com as regras do uso do hífen e com as regras da acentuação gráfica. Por causa dessas regras, devemos escrever ‘autoaprendizagem’ e não ‘auto-aprendizagem’, como se escrevia no século passado. Pelas mesmas regras, devemos escrever ‘voo’ e não ‘vôo’, como era antigamente. E para todos aceitarem essas pequenas regras foi um parto. Em Portugal, principalmente, até hoje existem resistências.

Se estou dizendo que a língua portuguesa é um ser vivo, devo aceitar que, de tempos em tempos, sofra mudanças. Essas mudanças, na realidade, são adaptações à nova realidade social, que depois passam a ser aceitas pelas gramáticas. Ninguém, por exemplo, acha errado, hoje, dizer ‘não pise na grama’. A não ser que seja um conservador radical. No entanto, a gente sabe que a gramática esclarece que o verbo pisar é transitivo direto. Assim, o correto gramaticalmente é dizer ‘não pise a grama’. Mas nem o papa fala assim!

Todas essas reflexões foram motivadas por um radialista que, ao divulgar uma notícia, disse que ‘as pilotas’ fizeram tal coisa. Pegou mal no meu ouvido. Fui pesquisar se existe essa forma feminina. É que eu aprendi que ‘piloto’ é comum de dois gêneros, como dentista, por exemplo: o piloto, a piloto; o dentista, a dentista. Mas foi uma surpresa. Pesquisei numas cinco fontes. Só que ninguém se entende. Há aqueles que dizem que ‘piloto’ tem feminino e outros que garantem que a palavra é comum de dois gêneros. Mas isso não muda a cotação do dólar nem mata o coronavírus. E aí surge outra questão: coronavírus, corona vírus ou vírus corona? Se for para usar as regras da língua portuguesa, deveríamos dizer ‘vírus corona’, como dizemos ‘vírus ebola’ ou ‘menino prodígio’. Só que aqui se adotou a palavra importada, com o qualificativo antes: ‘fat boy’, ‘strong man’. E é por isso que devemos dizer ‘a’ COVID-19, no feminino: corona vírus disease. É ‘a’ doença do corona vírus.

O duro de aceitar mesmo é o que já estão ensinando em algumas escolas: abolir o masculino e o feminino e passar a usar apenas o neutro. Vai ser esquisito. Já pensaram alguém falando ‘todes es alunes bonites de classe…’? Parece outra língua. Ou lhes parece algo natural?

BAHIGE FADEL

Operação Migrante acolhe 35 pessoas na madrugada mais fria do ano

Na madrugada mais fria do ano em Botucatu, o trabalho foi intenso no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. As equipes da Operação Migrante, formadas por profissionais das Secretarias de Assistência Social e Saúde, e da Guarda Civil Municipal, acolheram 35 cidadãos após ronda pela Cidade, no momento em que os termômetros registraram 4 graus.

Essas pessoas foram encaminhadas para o Espaço Acolhedor e para o alojamento montado no Ginásio Municipal “Mário Covas Júnior”.

“Foi a madrugada mais fria do ano, estive nas ruas com as nossas equipes e conseguimos oferecer a cada um acolhimento digno com alimentação, banho quente, camas com cobertores aconchegantes, e estrutura preparada especialmente para atender quem mais precisa”, afirmou Rosemary Pinton, Secretária Municipal de Assistência Social.

A Operação Migrante deve continuar até o mês de setembro, quando termina o inverno.

Até lá, as equipes percorrerão a ruas da Cidade, principalmente em locais habituais onde há pernoite de moradores em situação de rua, e encaminhará estas pessoas aos equipamentos de acolhimento.

A população pode colaborar com a ação, acionando a GCM pelo telefone 199 sempre que encontrar alguma pessoa em situação de rua durante a noite.

Serviço:

Guarda Civil Municipal

Telefone: 199

Próximo sábado, 03, será o Dia “D” da vacinação contra a Influenza em Botucatu

No próximo sábado, dia 3 de julho, ocorrerá em Botucatu o Dia “D” da vacinação contra a Influenza (gripe) H1N1. Todas as Unidades de Saúde do Município estarão abertas das 8 às 13 horas para receber a população.

Poderão se vacinar tanto os grupos prioritários quanto a população em geral com mais de 6 meses de idade.

A vacinação contra a Influenza ocorre anualmente e é composta por apenas uma dose. Para quem tomou a vacina contra a Covid-19 (seja primeira ou segunda dose) em um período inferior a 15 dias do Dia “D” contra a Infleunza, é necessário aguardar e procurar uma Unidade de Saúde apenas depois dos 15 dias mínimos de intervalo.

Pessoas com doenças agudas febris moderadas ou graves são orientadas a adiar a vacinação até a resolução do quadro, com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

A vacina é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores e deve ser administrada com cautela em pessoas com alergia severa à proteína do ovo, bem como a qualquer componente da vacina.

Além de prevenir quadros mais graves da gripe, a imunização minimiza o impacto sobre os serviços de saúde e auxilia na exclusão de diagnósticos em virtude da nova doença Covid-19.

Mais informações

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100

Bispo Vanderley Santiago, irmão do apóstolo Valdemiro Santiago, morre de Covid-19 em São Carlos

O bispo Vanderley Santiago, de 53 anos, morreu de Covid-19, nesta segunda-feira (28), em São Carlos (SP). Ele era irmão do apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, que chegou a vender sementes de feijão sob o argumento de que teriam eficácia terapêutica para a cura da doença — o que não é verdade

De acordo com informações da prefeitura, Vanderley procurou atendimento no Centro de Triagem do Ginásio Milton Olaio Filho, local conhecido como “covidário”, e, posteriormente, foi transferido para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Santa Felícia, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

Ainda segundo a prefeitura, ele estava positivo para a Covid-19 e já havia tomado a primeira dose da vacina em 16 de junho. O corpo será enterrado nesta terça-feira (29), às 14h30, no Cemitério Nossa Senhora do Carmo

O G1 não conseguiu localizar a família do bispo. A Igreja Mundial do Poder de Deus foi procurada e informou que não vai se manifestar sobre o assunto.Valdemiro Santiago (à esq.) e o irmão, Valderley Santiago (à dir.) — Foto: Reprodução/Facebook

Valdemiro Santiago (à esq.) e o irmão, Valderley Santiago (à dir.) — Foto: Reprodução/Facebook

‘Feijão mágico’

 

O apóstolo Valdemiro Santiago vendia sementes que ele afirmava curar a Covid por valores entre R$ 100 a R$ 1 mil — mas a terapia não funciona nem tem nenhum respaldo científico.

O Ministério Público Federal (MPF) investiga indícios de estelionato por parte do pastor nos vídeos disponibilizados incentivando fiéis a plantar as sementes por ele comercializadas. Na ação, o MPF afirma que os feijões não curam e são propaganda “enganosa”.

Em outubro do ano passado, a Justiça determinou que o governo federal informasse no site do Ministério da Saúde se havia ou não eficácia comprovada das sementes de feijão no combate à doença. A determinação foi feita pela 2ª vez em janeiro deste ano.

Em maio do ano passado, a Igreja Mundial do Poder de Deus alegou que não se referia a venda de uma “promessa de cura”, mas sim o início de um propósito com Deus”.

fonte: G1

Jardim Aeroporto começa a receber recapeamento completo

A Prefeitura iniciou na manhã desta terça-feira, 29, o recapeamento asfáltico das ruas do bairro Jardim Aeroporto, região Sul do Município. Ao todo, serão aplicados 31.654 m² de massa asfáltica nas seguintes ruas:

Rua 1, Rua Paulo Leme Brizola, Rua Soldado Rubens de Oliveira Cardoso, Rua Soldado José Lararini, Rua João Guimarães Carmello, Rua Germano Tavares, Rua Justino de Jesus Santarem, Rua Professor Vasco de Queiroz Guimarães, Rua Moracy Vidotto, Rua Ademir José de Paula, Rua Oswaldo Pacheco, Rua José Antonio Leite e Avenida Emydio José de Barros.

“Este era um compromisso que tínhamos com o bairro há algum tempo e que desta vez estamos tirando do papel. Essa é uma região que está em franco desenvolvimento e que continuará a receber novos investimentos em breve”, afirmou o Prefeito Mário Pardini.

O investimento com o recapeamento do Jardim Aeroporto é de pouco mais de R$ 1 milhão, valor este extra orçamentário, conquistado através de emendas parlamentares.

A expectativa do Poder Público Municipal é de que ainda neste mês de julho as obras sejam finalizadas no Jardim Aeroporto.

Hortas comunitárias promovem alimentação saudável e renda a famílias botucatuenses

Que tal verduras e legumes fresquinhos diretos da horta para a sua mesa e ainda com preços que cabem no seu bolso? Essas são as propostas das hortas comunitárias, presentes nos quatro cantos de Botucatu.

O Programa Agricultura Urbana, da Secretaria Municipal do Verde, ocupa espaços municipais com a atividade que também gera emprego, produz alimentos sem a utilização de agrotóxicos e devolve a áreas verdes seus valores sociais, ecológicos e urbanísticos.

“Estou aqui há 11 anos e a horta comunitária é tudo para mim. É onde tiro minha renda. A Prefeitura dá todo o suporte com a doação de mudas, esterco, e também oferece cursos para cada vez mais aperfeiçoarmos a nossa plantação”, explica Ariana Cardoso Mendes, cuidadora da horta do Jardim Monte Mor.

Atualmente, Botucatu conta com 13 hortas comunitárias que oferecem legumes e verduras em conformidade com sua época durante o ano. São elas:

Setor Norte:
Horta Comunitária Itamaraty – Rua Josias Pires do Amaral, s/nº;
Horta Comunitária Monte Mor – Avenida Claudio Ferreira Cesário, s/nº;

Setor Sul:
Horta Comunitária Parque 24 de Maio – Rua Pedro Carmelin Neto, s/nº;
Horta Comunitária Associação da Prefeitura – Garagem Municipal, s/nº;
Horta Comunitária Cohab I – Avenida Jaime de Almeida Pinto, s/nº;
Horta Comunitária Cohab IV – Avenida Gentil de Castro, s/nº;
Horta Comunitária Convívio – Rua das Camélias, s/nº;

Setor Leste:
Horta Comunitária Jardim Ciranda – Rua Sebastião Gonçalves da Cunha, s/nº;
Horta Comunitária Comerciários – Rua Antônio Luiz, s/nº
Horta Vila EMA – Rua Alfredo Franklin de Mattos.

Setor Oeste:
Horta Comunitária Rubião Júnior – Rua Caetano Vidotto, s/nº;
Horta Comunitária Marajoara – Rua Adegar de Alencar Saboia, s/nº

Centro:

Horta Comunitária do Asilo – Rua Visconde do rio Branco, s/nº – Vila Auxiliadora

“As pessoas interessadas em coordenar uma horta comunitária na Cidade devem entrar em contato com a Secretaria do Verde, que analisará a disponibilidade de uma área próxima à sua residência, bem como a sua condição e integração social”, explica Fillipe Martins, Secretario Municipal do Verde.

Botucatu apresenta nova frota de caminhões coletores de lixo

A Prefeitura de Botucatu e a empresa Corpus, apresentaram na manhã desta segunda-feira, 28, a nova frota de caminhões coletores de lixo da Cidade.

Os novos 7 caminhões (zero quilômetro) que estão expostos no Largo da Catedral, serão os responsáveis pelo serviço de coleta em todo o Município e começam a rodar a partir desta terça-feira, 29.

“Essa é uma prestação de contas a nossa população que tem o direito de ver seus impostos sendo aplicados em serviços de excelência. Caminhões novos garantem que o serviço não seja paralisado por falhas mecânicas e que seja executado com mais eficiência”, afirmou o Secretário Municipal de Infraestrutura, Rodrigo Taborda.

Além da coleta convencional, a empresa Corpus é também a responsável pela coleta seletiva de materiais recicláveis em Botucatu.

A coleta seletiva é realizada em diversos bairros da Cidade de segunda a sexta-feira, a partir das 7 horas. A população deve colocar os materiais na calçada para que possam ser recolhidos. Os materiais que podem ser reciclados são:

– Papel reciclável: jornais e revistas, papel sulfite/rascunhos, caderno, papelão, lista telefônica, livros, embalagens longa vida, cartolina, papel cartão, envelopes, calendários, papel de presente, entre outros;

– Plástico: copos, garrafas, sacos, sacolas, frascos de produtos, tampas, canos e tubos de PVC, brinquedos, baldes, bacias, isopor, plástico bolha, sacos de embalagens, embalagens de iogurte, caixas, plásticos de eletrodomésticos, entre outros;

– Vidro: copos, potes de conservas, embalagens de vidro, tampa de forno de micro-ondas, pratos de vidro, garrafas, entre outros;

– Metais: tampinhas de garrafas, latas, enlatados, panelas sem cabo, ferragens, arames, chapas, canos, pregos, cobre, folha de flandres, papel alumínio limpo, aerossóis, lata de tinta, cantoneiras, portas, janelas, portões, entre outros.

Os bairros que recebem o serviço da coleta seletiva são:

– Segunda-feira: Ouro Verde, Cambuí, Itamarati, Jardim Ipê, Jardim Planalto, Vila Di Capri, Jardim Itália, Jardim Monte Mor, Jardim Iolanda, Chácara dos Pinheiros, Jardim Flamboyant e Condomínio Indaiá;

– Terça-feira: Vila Ema, Vila Jahu, Residencial Chácara Santo Antônio, Arlindo Durante, Jardim Cristina, Parque Nazaré, Residencial Serra Negra, Vila Maria, Jardim Peabiru, Conjunto Leotta de Mello, Recanto Azul, Vila Sorocabana, Vila São Luiz, Vila São Lúcio, Jardim Bom Pastor, Vila Paraizo, Condomínio Parque das Cascatas e Condomínio Terras Altas;

– Quarta-feira: Jardim Paraíso, Jardim Paraíso II, Altos do Paraíso, Jardim Mirante, Residencial Parque Primavera e Colinas do Paraíso;

– Quinta-feira: Jardim Real Park, Jardim Continental, Jardim Eldorado, Vila Paulista, Jardim Panorama, Vila Nova Botucatu, Vila Esperança, Jardim Santa Tereza, Vila Pinheiro, Vila Angela, Vila Pinheiro Machado, Jardim Universitário, Vila Ferroviária, Jardim Shangrilá, Vila Antártica, Vila Nossa Senhora de Fátima, Vila Casa Branca, Vila Carmelo e Vila dos Lavradores;

– Sexta-feira: Área central no quadrante entre o Rio Tanquinho e o Rio Lavapés, do Cemitério Portal das Cruzes até a Avenida Marechal Peixoto, Condomínio Vale do Sol e Vista Alegre.

Ponto de Entrega Voluntária – PEV

 

A população também pode descartar os materiais recicláveis em um dos 19 Pontos de Entrega Voluntária, os PEVs, instalados em diversos locais no Município. Os PEVs são contêineres com cerca de mil litros de capacidade, autoexplicativos, e com entradas para o descarte de vidro, papel, plástico e metal.

Confira os locais em que estão instalados:

Vale do Sol, na Avenida Manacás; Praça da Juventude, na Cohab I; Jardim tropical, no Condomínio Terras Altas; no estacionamento do Fórum; no Jardim Califórnia II, na Rua Dois;  na Rua João Miguel Rafael, 984, na Vila Assumpção; na Escola Projeto IDE, na Rua José Moreira Leite; Secretaria Municipal de Saúde, na Rua Major Matheus; no Ecoponto Leste, na Rua Major Nicolau Kuntz; Banco de Alimentos, na Vila Jahu; Ginásio Mario Covas, na Rua Octacílio Nogueira; Central Parque, na Rua Manoel Neto dos Reis; na Praça Jaime Ferrari, no Sesi; na Botupharma, na Rua Coronel Fonseca; na Creche do Residencial Santa Maria, na Rua Luiz Garcia Mauricio Biguá; no Poupa Tempo Ambiental, na Rua Lourenço Carmello; no CEI Maria de Lourdes Sardenberg, no Comerciários 4; e na entrada da Biblioteca da Unesp em Rubião Junior.