Brasil

Jovem entra em agência bancária, quebra caixa eletrônico e é preso em Carangola (MG)

Um jovem de 20 anos invadiu uma agência da Caixa Econômica Federal em Carangola (MG) na madrugada da última sexta-feira (21) e acabou protagonizando uma sequência de erros que terminou com ele preso.

Segundo as imagens das câmeras de segurança, o rapaz tentou danificar caixas eletrônicos e acessar outras áreas do banco, sem conseguir levar nada. Durante a tentativa de fuga, ele ficou preso na porta giratória, chegando a tirar a bermuda para tentar se soltar. Após finalmente conseguir sair, ele ainda tentou acessar novamente o local, mas ficou preso na mesma porta giratória pela segunda vez.

A Polícia Militar foi acionada pelo alarme da agência e encontrou o jovem escondido debaixo de uma escada, apenas de cueca. Ele foi detido.

De acordo com a PM, o rapaz estava sob efeito de entorpecentes e também embriagado. Ele foi atendido no pronto-socorro e encaminhado à delegacia. A corporação informou que o jovem vive em situação de rua.

Apesar do contexto inusitado, o caso foi tratado como crime e seguirá sob investigação.

 

Caminhão derruba passarela, e motorista de carro morre esmagado na BR-116, em Magé no Rio de Janeiro

Uma pessoa morreu e outra se feriu após uma passarela desabar, na manhã desta quarta-feira (19), na BR-116 (Rio-Teresópolis) depois da passagem de um caminhão. O acidente foi na altura do Km 124, no bairro Vila Inca, em Magé, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

O caminhão seguia no sentido Rio e atingiu parte da estrutura, provocando a queda total da passarela. A estrutura despencou sobre um carro que trafegava na pista contrária. O motorista, identificado como José Antonio Leal da Mota Mendes, de 62 anos, morreu no local.

Já o condutor do caminhão se feriu e foi encaminhado para o Hospital Municipal de Magé.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), no sentido Região Serrana, a via foi interditada na altura do acesso para o Centro de Magé e assim permaneceu até 14h05, quando a pista no sentido Teresópolis foi liberada.

No sentido Rio, a via está totalmente interditada. A ocorrência ainda está em andamento, e a Delegacia da PRF de Magé acompanha o caso.

A concessionária informou também que montou uma rota alternativa ao lado da pista, utilizando uma área pertencente à própria rodovia — conhecida como faixa de domínio — para permitir a passagem controlada dos veículos durante o atendimento à ocorrência.

Segundo a Ecovias Rio Minas, concessionária responsável pelo trecho, um caminhão ergueu a caçamba e atingiu a passarela.

Em nota, a Prefeitura de Magé afirmou que lamenta profundamente o acidente e se solidariza com as vítimas e seus familiares.

O município destacou que, por se tratar de uma rodovia federal concedida, a manutenção, operação e segurança da via são de responsabilidade da concessionária.

Ainda segundo a nota, a administração municipal está à disposição para colaborar com as forças de segurança e no apoio ao atendimento emergencial, dentro de suas atribuições.

A Polícia Civil informou que o motorista do caminhão que provocou o acidente sofreu ferimentos leves e, após atendimento médico, será levado à 65ª DP (Magé) para prestar depoimento.

Uma perícia já foi solicitada pela 65ª DP, que investiga o caso.

Mapa mostra onde foi o acidente com a carreta — Foto: Infografia: Dhara Pereira/g1

            Mapa mostra onde foi o acidente com a carreta Foto: Infografia: Dhara Pereira

O motorista de um carro morreu com a queda da passarela — Foto: Reprodução/TV Globo

           O motorista de um carro morreu com a queda da passarela — Foto: Reprodução

Congestionamento na BR-116 entre Guapimirim e Magé — Foto: Reprodução/TV Globo

                    Congestionamento na BR-116 entre Guapimirim e Magé — Foto: Reprodução

 

Carreta derruba passarela em Guapimirim — Foto: Reprodução/TV Globo

                              Carreta derruba passarela em Guapimirim — Foto: Reprodução

Passarela desaba após ser atingida por caminhão na BR-116, em Guapimirim — Foto: Reprodução

                   Passarela desaba após ser atingida por caminhão na BR-116, em Guapimirim

Fonte: G1

Foto: Reprodução/PRF

Temporal arranca parte de cobertura no Autódromo de Mato Grosso durante etapa da Stock Car

Parte da cobertura da arquibancada do Autódromo Internacional do Estado de Mato Grosso foi arrancada pela forte chuva e rajadas de vento na noite desta quinta-feira (13). Torcedores acompanhavam a 10ª etapa da Stock Car em Cuiabá quando foram surpreendidos pelas condições climáticas adversas. Três pessoas sofreram escoriações, mas não houve feridos graves.

A prova marcou a primeira corrida noturna da história da Stock Car. Os carros chegaram a entrar na pista para o shakedown — o primeiro teste oficial antes da disputa —, porém a atividade precisou ser encerrada poucos minutos depois devido à tempestade repentina.

Em comunicado, o Governo de Mato Grosso informou que todas as pessoas atingidas foram atendidas imediatamente pelas equipes médicas presentes no evento. As atividades da competição serão retomadas normalmente nesta sexta-feira (14), com treinos classificatórios e as corridas programadas.

Justiça proíbe posto de combustíveis de exigir que frentistas trabalhem de cropped e legging: ‘Potencial assédio’, diz juíza

A Justiça do Trabalho determinou que um posto de combustíveis localizado no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife, pare imediatamente de exigir que frentistas mulheres trabalhem usando calça legging e camiseta cropped como uniforme.

A liminar foi assinada na sexta-feira (7), pela 10ª Vara do Trabalho do Recife, e divulgada na quarta-feira (12) pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6). A juíza responsável apontou “constrangimento, vulnerabilidade e potencial assédio”.

O decisão foi contrária ao Posto Power, também registrado como FFP Comércio de Combustíveis.

A ação na Justiça foi proposta pelo Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis de Pernambuco. Segundo o advogado Sérgio da Silva Pessoa, uma funcionária procurou a entidade para denunciar que o seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não estava sendo recolhido.

“Ela relata que, quando ocorreu uma mudança de gestão, em meados de setembro, começou esse comportamento. É uma rede de postos que já vem fazendo essa prática”, contou o advogado.

Na ação, o sindicato alegou que a prática descumpre a Convenção Coletiva de Trabalho, que garante o fornecimento gratuito de roupas adequadas à função e ao ambiente laboral.

“Essa legging tem alguns agravantes, porque ela viola normas regulamentadoras do Ministério Público […], que falam da questão das roupas de ter materiais antichamas, resistentes a fogo. Uma calça legging, de elastano, não vai assegurar isso”, apontou Sérgio da Silva Pessoa.

“Querendo ou não, a gente tem uma calça que, de certa forma, […] objetifica o corpo feminino dentro do estabelecimento”, afirmou o advogado.

No texto da decisão, a juíza Ana Isabel Koury apontou que fotos anexadas ao processo mostram vestimentas “justas e curtas”, o que “expõe, de forma desnecessária, o corpo das trabalhadoras” e desvirtua a finalidade protetiva do uniforme.

A magistrada também disse que “a manutenção da exigência do uso do uniforme inadequado prolonga, a cada dia, a situação de constrangimento, vulnerabilidade e potencial assédio”.

Com a decisão, a empresa FFP Comércio de Combustíveis Ltda. foi obrigada a fornecer, em até cinco dias, novos uniformes, como calças de corte reto e camisas de comprimento padrão. Se descumprir a decisão, o posto terá que pagar multa diária de R$ 500 por funcionária, a partir da data de publicação.

Procurada pelo g1, a FFP Comércio de Combustíveis afirmou que a decisão “não reflete a realidade dos fatos” e será contestada judicialmente. A empresa disse que “as fotografias apresentadas pelo sindicato […] não dizem respeito a funcionárias da empresa” e que as mulheres nas imagens “não utilizam o fardamento oficial”.

“Depois [da liminar] eu fui no local de novo, tirei novas fotos e as leggings permanecem, tudo está do mesmo jeito. Tem relatos de mais funcionárias que também falam sobre isso, inclusive outras questões de ‘body shaming’. Uma menina que estava obesa foi demitida e a justificativa era porque ela não estava dentro desse corpo padrão”, contou Sérgio.

Ainda de acordo Sérgio da Silva Pessoa, um processo de rescisão indireta do contrato de trabalho está sendo movido pela funcionária que procurou o sindicato para denunciar a falta de recolhimento do FGTS.

Fonte: G1

PL Antifacção: governo e oposição traçam estratégia após votação ser adiada

Após o adiamento da votação do PL Antifacção na Câmara dos Deputados, governo e oposição já traçam estratégias para fazer prevalecer suas vontades no texto que deve ser apreciado na próxima terça-feira (18).

Já a oposição defende que o deputado, que já fez quatro versões do texto, apresente um projeto ainda mais amplo, que contemple mudanças estruturais no combate ao crime organizado.

Ao mesmo tempo, sugerem que o parlamentar passe a consultar senadores para garantir aprovação na Casa Alta após o aval dos deputados.

Em meio à falta de consenso e a acusações de uso político em torno da segurança pública, a única concordância até aqui entre governistas e oposição é que o texto de Derrite, secretário licenciado de Segurança Pública de São Paulo, segue com problemas a serem sanados antes de ir à votação.

Integrantes do governo e parlamentares da base citam as diversas versões do relatório apresentado por Derrite como prova de que o tema não tem sido tratado com seriedade nem com conhecimento jurídico adequado.

Alegam ainda que o parlamentar se apressa em fazer um texto novo sem discussão ampla e, por razões políticas, rejeita o texto construído pelo governo após debates que começaram em agosto de 2024.

A última versão foi chamada por integrantes do governo de “lambança legislativa” que pode causar um “caos jurídico” se for aprovada como está.

Aliados, porém, saem em defesa de Derrite e afirmam que as mudanças de versões evidenciam que o deputado está disposto a ouvir a todos.

“Não tem problema fazer ajustes. O melhor texto será o aprovado. Derrite é o comandante desse processo e tem experiência para isso”, disse.

Tarcísio afirmou que o deputado seguirá afastado da Secretaria de Segurança Pública do Estado pelo tempo que for necessário para concluir o novo Marco Legal contra o Crime Organizado.

“Aqui está tudo funcionando bem. O secretário-executivo está tocando a pauta, e Derrite pode ficar de fora o quanto precisar”, disse.

Fonte: CNN

Sete líderes do Comando Vermelho no Rio são transferidos para presídios federais

Os sete chefes do tráfico de drogas do Comando Vermelho transferidos do Rio de Janeiro na manhã desta quarta-feira (12) foram para a mesma penitenciária federal que abriga Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, em Catanduvas (PR),

A unidade – uma das cinco que são do governo federal e de segurança máxima – foi inaugurada em 2006 para receber justamente Beira-Mar. Ele é conhecido no SPF (Sistema Penitenciário Federal) como “o detento 01”.

Após entrar na esfera federal, já passou por outras penitenciárias e voltou ao Paraná em março do ano passado. Antes, estava em Mossoró (RN). Essa transferência foi 18 dias após a fuga inédita de dois integrantes do CV do presídio federal.

Integrantes do Ministério da Justiça ouvidos pela CNN Brasil, porém, garantem não haver contato entre os detentos na mesma prisão.

Esses criminosos foram levados a Catanduvas sob forte escolta das forças de segurança do Rio para a Base Aérea do Galeão, na Ilha do Governador. Lá, ficam na cela da PF (Polícia Federal) e são levados por policiais penais federais para a transferência, após os trâmites administrativos.

Os presos ficam algemados nas mãos e nos pés durante todo o trajeto no avião, fortemente escoltados por agentes do (Sistema Penitenciário Federal. O trajeto dura em torno de uma hora e meia.

O Brasil reúne cinco presídios federais, administrados pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça. Os locais com penitenciárias são: Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO), Mossoró (RN) e Brasília (DF).

São prisões construídas para receber lideranças do crime organizado e condenados de alta periculosidade. Ao todo, os cinco presídios abrigam cerca de 500 presos. O Rio de Janeiro é o segundo estado que mais envia presos para a esfera federal.

Fonte: CNN

Foto: Reprodução

Bandeiras de cartão terão de cobrir falhas em transações

O Banco Central (BC) publicou nesta segunda-feira (10) novas regras para o gerenciamento de riscos em arranjos de pagamento, que são os conjuntos de regras e procedimentos que disciplinam a prestação de determinados serviços de pagamento ao público, entre os quais os cartões de crédito e de débito.

Aprovadas após consulta pública realizada em 2024, as medidas, informou o BC, visam aumentar a segurança, a transparência e a eficiência no funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

As normas constam da Resolução BCB nº 522, que altera normas de 2021 que regulavam o tema.

Segundo o BC, as mudanças “asseguram maior clareza quanto às responsabilidades de cada participante e reforçam a proteção ao usuário recebedor de pagamentos”. As regras entram em vigor imediatamente, mas as bandeiras de cartões terão 180 dias para ajustar seus regulamentos e solicitar autorização formal para adequação.

Responsabilidade das bandeiras

O BC deixou claro que as bandeiras, como Visa, Mastercard e Elo, passam a ser responsáveis diretas por garantir o pagamento das transações aos usuários recebedores, mesmo que ocorram falhas nos mecanismos de proteção do sistema. Se houver problemas em alguma instituição participante, como um emissor de cartão (bancos, fintechs e outros) ou credenciadora (maquininhas), a bandeira deverá utilizar recursos próprios para assegurar o repasse dos valores.

Chargeback

O novo marco regulatório também altera o processo de chargeback, reversão de uma transação contestada pelo titular do cartão. A norma limita a responsabilidade financeira dos participantes a 180 dias após a autorização da transação. Após esse prazo, caso as regras do arranjo permitam, a responsabilidade passa a ser integralmente da bandeira.

Apesar de conceder liberdade para que as bandeiras escolham seus mecanismos de gestão de risco, o BC destacou que essa escolha não as exime da responsabilidade final pela liquidação de todas as transações.

Transparência e controle

Outro ponto relevante é o aumento da exigência de transparência nos critérios de implementação e dimensionamento dos mecanismos de repasse e de gestão de riscos financeiros. O objetivo é deixar claro o papel de cada instituição — bandeiras, bancos, credenciadoras e subcredenciadoras — em caso de falha no fluxo de pagamento.

As novas regras também reforçam o monitoramento centralizado das operações, obrigando todas as subcredenciadoras a participarem integralmente dos sistemas de liquidação e compensação centralizadas, o que deve reduzir vulnerabilidades nas operações.

Prevenção a fraudes

O BC informou que a resolução traz comandos específicos para aprimorar a gestão de riscos de fraudes e golpes, além de medidas de prevenção à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e à proliferação de armas de destruição em massa. As medidas também alinham os procedimentos dos arranjos de pagamento aos padrões de controle exigidos do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Prazos e adequação

Embora as novas regras já estejam em vigor, as instituições terão até 180 dias para protocolar pedidos de autorização de ajustes nos regulamentos dos arranjos de pagamento e para implementar as mudanças operacionais exigidas.

“Os regulamentos atuais continuam válidos até a autorização das alterações”, informou o BC em nota.

A autoridade monetária destacou ainda que o conjunto de medidas traz maior robustez ao arcabouço regulatório do setor e fortalece a confiança dos consumidores e empresas nas operações eletrônicas de pagamento.

Fonte: JC Net

Alexandre de Moraes (STF) decreta que polícias do Rio de Janeiro preservem imagens de megaoperação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta segunda-feira (10/11), que o governo do Rio de Janeiro cumpra uma série de medidas, no âmbito da ADPF das Favelas (ADPF 635).

Entre as medidas, Moraes decreta que a Polícia Militar e a Polícia Civil do Rio de Janeiro preservem todas as imagens das câmeras corporais dos policiais e apresente nos autos a relação das câmeras utilizadas pelos agentes no dia da megaoperação.

Veja as medidas impostas ao governo do RJ

  • Envio de cópias de todos os laudos necroscópicos realizados, com o registro fotográfico e a busca de projéteis;
  • Envio dos relatórios de inteligência e policiais que indicavam a presença dos 51 réus, alvos dos mandados de prisão da Operação Contenção (a documentação deve ser encaminhada mantendo-se o sigilo).
  • Esclarecimentos sobre as demais medidas realizadas na megaoperação policial.

O ministro do Supremo também estabeleceu que a presidência do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) deve cumprir as seguintes medidas:

  • Envio da relação das pessoas com mandado de prisão emitido pela 42ª Vara Criminal do Rio de Janeiro que foram efetivamente presas na Operação Contenção, bem como das demais pessoas presas (por mandado ou em flagrante) na megaoperação, e a situação processual de cada uma delas.
  • Envio dos resultados das audiências de custódia e dos mandados de busca e apreensão efetivamente realizados.

Moraes ainda estipulou que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro enviem os relatórios e as cópias dos laudos de perícia técnica, e que o STF tenha acesso à cópia do procedimento investigatório e às provas dos autos, “bem como a todos os procedimentos necessários para assegurar que o devido acompanhamento e a assistência às famílias das vítimas estão sendo garantidos”.

ADPF das Favelas

Após o anúncio da aposentadoria do ministro do STF Luiz Roberto Barroso, que era o relator da ADPF das Favelas, a relatoria foi redistribuída para Alexandre de Moraes temporariamente.

De acordo com o regimento interno do STF, quando um ministro se aposenta, a relatoria das suas ações fica, temporariamente, com o ministro mais antigo de casa após sua nomeação. No caso de Barroso, este seria o ministro Edson Fachin (indicado em 2015). Porém, como Fachin ocupa a cadeira de presidente da Suprema Corte, a relatoria passou para Moraes, o próximo na lista (indicado em 2017).

Moraes fica como relator da ADPF, com plenos poderes, até que seja nomeado o ministro substituto de Barroso. Após a indicação do presidente da República do novo ministro, o caso será novamente redistribuído.

Reunião com Gonet e Hugo Motta

Nesta segunda-feira (10/11), Moraes se reunirá às 16h com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e com os procuradores-gerais de Justiça, para discutir sobre a ADPF das Favelas e o combate ao crime organizado. A reunião será realizada na sala de sessões da Primeira Turma do STF.

Às 17h, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, também comparecerá ao encontro para conversar sobre o Marco do Crime Organizado (Projeto de Lei nº 5.582/2025).

Fonte: Metrópoles

Foto: Reprodução/Aline Massuca