Brasil

Manaus: Mãe e filhos são indiciados por terem drogado avó de 86 anos e causado sua morte

Poliana Cardoso, prima de Djidja Cardoso, afirmou que a ex-sinhazinha do Boi Garantido usou fraldas em seus últimos dias de vida, devido ao uso exarcebado de cetamina (também grafada como quetamina ou ketamina) junto aos familiares.

Ela ficou muito dependente e não vivia mais sem. Estava usando fraldas, não conseguia mais se levantar, as pernas inchadas…”, revelou Poliana ao Fantástico

A familiar também disse que outros parentes não tinham como prestar socorro à Djidja, uma vez que a mãe, Cleusimar e o irmão Ademar, não permitiam o acesso à casa onde viviam e consumiam Ketamina.

Relembre

Djidja Cardoso foi encontrada morta em sua casa no final do mês passado, em Manaus, capital do Amazonas. Ela tinha 32 anos e era famosa no estado por ter representado a personagem sinhazinha do Garantido no Festival Folclórico de Parintins. Na encenação cultural, a sinhazinha é uma das personagens centrais. Ela comandava uma rede de salões de beleza.

Ademar, Cleusimar e Verônica Costa, responsável por um salão de beleza da ex-sinhazinha, foram presos, suspeitos de criar uma seita em que era consumida a droga cetamina. Ademar, irmão de Didja, também é suspeito de estupro.

Imagens que circulam pelas redes sociais mostram o momento da prisão dos acusados. No vídeo, é possível ver que eles tentavam fugir, quando foram pegos.

Áudios vazados

Desde o falecimento da moça na última terça-feira (28/5), diversos áudios atribuídos a familiares dela começaram a circular, trazendo à tona graves acusações. Uma delas envolve a morte de Maria Venina de Jesus Cardoso, de 82 anos, avó de Djidja, que aconteceu em junho do ano passado, em Parintins.

Áudios publicados pelo jornalista Felipeh Campos mostram que familiares da ex-sinhazinha acusam Cleusimar e Ademar Cardoso de terem drogado a idosa e ocultado o fato das autoridades policiais e da perícia cadavérica.

Uma das pessoas a fazer tal acusação em um grupo da família no WhatsApp é o primo de Djidja e Ademar e sobrinho de Cleusimar, que é médico neurocirurgião. Em um dos áudios, ele cita nominalmente a tia e os primos, questionando as circunstâncias da morte de sua avó.

“A tomografia da vovó foi um impacto muito grande para mim. Ela teve um compêndio de doenças associadas. […] Jamais a queda da minha vó ocasionou isso aí. […] Vocês estavam dando droga para a minha vó, uma mulher de 82 anos, com hipertireoidismo, arritmias, osteoporose, depressão, uma senhora que não suportaria o que aconteceu com ela”, disse ele.

“Cleusimar, ou você é muito burra ou o seu vício, a sua droga foi maior do que o amor pela sua mãe”, acrescentou.

Em outra gravação, o médico questiona a aplicação de um esteroide anabolizante em sua avó. “Eu estou perguntando de vocês três [Djidja, Ademar e Cleusimar], quem autorizou a aplicação de Deca Durabolin de nandrolona na minha avó? Porque eu sou médico e sei o que estou falando. Quem é Bruno? Em que momento ele entrou na minha família e fez isso? Porque me falaram que foi ele que aplicou” questionou.

Áudios de outros familiares de Djidja Cardoso também vieram à tona. Eles acusam o trio de se drogar e drogar a idosa. Uma delas também menciona a “Pai, Mãe, Vida”, a seita religiosa liderada por Cleusimar e Ademar, descoberta pela Polícia Civil do Amazonas.

Fonte: Metrópoles

Foto: Reprodução Instagram

 

 

Uberaba MG: Ciclista se arrisca ao fazer selfie e acaba sendo ‘atropelada’ por trem

Enquanto algumas mantinham distância dos trilhos, uma jovem preferiu se aproximar da rota do trem para tirar a foto

Uma ciclista quase morre ‘atropelada’ por um trem ao tentar fazer uma selfie enquanto a locomotiva se aproxima. Nas imagens, um grupo de ciclista se aproxima do trilho para registrar o momento da passagem do trem. No entanto, o que uma delas não esperava é que fosse atingida pela rota do trem. Não há informações de onde foi feito o registro.

Conforme as imagens, as mulheres param próximo ao trilho para registrar o momento da passagem da locomotiva. Enquanto algumas mantinham distância dos trilhos, uma jovem preferiu se aproximar da rota do trem para tirar a foto dos ‘seus sonhos’.

No vídeo que se tornou viral nas redes sociais, a moça é ‘atropelada’ pelo trem, aparentemente sem perceber que estava muito próxima da locomotiva.

Foto: Reprodução

Rio Grande do Sul: Calcinhas usadas e pinheiro de Natal, são itens encontrados em doações

Os centros de distribuição de doações em Porto Alegre têm encontrado um cenário recorrente desde o início da enchente no Rio Grande do Sul: donativos considerados “inapropriados” ou “sem noção”. Voluntários relatam terem encontrado calcinhas usadas, vestidos de noiva e até um pinheiro de Natal.

Durante o processo de triagem das doações, os voluntários frequentemente se deparam com itens que fogem completamente do esperado e necessário pelos desabrigados.

Doações natalinas chegam para triagem no Rio Grande do Sul — Foto: Danielle Mattos/ Arquivo pessoal e Reprodução/ TV Globo

Doações natalinas chegam para triagem no Rio Grande do Sul — Foto: Danielle Mattos/ Arquivo pessoal e Reprodução

Rio de Janeiro: Pedreiro foi à igreja pedir perdão após matar menina e jogar no lixo

O pedreiro Edilson Amorim dos Santos Filho, de 47 anos, foi até a Igreja Universal para “pedir perdão” depois de ter estuprado e matado a menina Sophia Ângela Veloso Silva, de 11 anos. O corpo da criança foi jogado em uma caçamba de lixo.

Sophia desapareceu na segunda-feira (27/5) quando ia para a escola, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro. No caminho, ela foi abordada por Edilson, irmão de sua ex-madrasta.

Perdão a Deus

A namorada de Edilson relatou para a polícia que, no dia do crime, o pedreiro chegou na casa dela aparentemente desesperado, nervoso e não falava nada com nada. Inicialmente, ele inventou uma história fantasiosa de que teria atirado em uma pessoa da obra que ele trabalhava.

Mais tarde, no mesmo dia, o pedreiro voltou na casa da namorada e chamou ela para ir na Igreja Universal, com o objetivo de “se consertar e pedir perdão a Deus”. A namorada disse que não se sentia bem e recusou o convite, ainda sem saber do crime contra a criança.

Ainda no mesmo dia, Edilson enviou uma foto para a namorada na porta da igreja e pediu perdão. Além disso, informou que não esperou o início do culto e demonstrou estar desorientado, de acordo com o depoimento da namorada.

Essa companheira de Edilson ainda falou para a polícia que não desconfiou de Edilson em nenhum momento, pois nunca percebeu qualquer comportamento estranho dele com crianças. Ela também disse que o pedreiro bebia diariamente e era agressivo, mas jamais pensou que ele seria capaz de estuprar e matar uma criança.

Na versão do pedreiro, ele matou a criança porque ela teria ameaçado de contar sobre o abuso sexual para “os caras” que comandam o tráfico de drogas na região. Edilson disse que ficou desesperado pois seria morto pelos traficantes, caso descobrissem que ele abusou de uma criança.

A equipe da Polícia Civil do Rio apreendeu o celular do pedreiro e localizou vestígios de sangue no banheiro da casa em que ele morava com a mãe, onde o crime teria sido cometido. Além disso, os policiais identificaram a faca utilizada no homicídio. O corpo de Sophia foi enterrado nesta quinta-feira (30/5).

Foto colorida de Sophia, menina de 11 anos morta e jogada no lixo no Rio de Janeiro - Metrópoles
                Sophia, de 11 anos, foi morta quando ia para escola no Rio
Fonte: Metrópoles
Foto: Divulgação/Rede Social

Maceió (AL): Pai é preso suspeito de matar filho de 4 anos envenenado com chumbinho

Um menino de 4 anos morreu após consumir mingau com “chumbinho” em Maceió. O veneno teria sido colocado na comida pelo próprio pai da criança, que, segundo a polícia de Alagoas, confessou o crime, ocorrido na segunda (27). O suspeito foi preso na quarta (29).

A reportagem não localizou a defesa de Matheus Omena Soares dos Santos, 24, que, de acordo com a polícia, teria matado o filho para causar sofrimento à ex-mulher, mãe da criança. Santos chegou a levar a criança para a creche após dar o mingau no café da manhã e, na escola, se desfez do pote do veneno utilizado, aponta a investigação. Sua intenção, conforme os investigadores, seria colocar a culpa da morte do filho na escola.

Na terça (28), dia em que o menino completou 5 anos, foi realizado o enterro. Na ocasião, Santos concedeu entrevistas afirmando que estava abalado e que esperava por justiça. Em imagens de câmeras de segurança, a polícia diz ter encontrado o momento em que o pai joga fora o pote de chumbinho na escola. Confrontado com as filmagens, segundo a polícia, ele teria confessado o crime.

A perícia confirmou que a substância encontrada no frasco foi a responsável pela morte da criança. Ainda de acordo com a polícia, o crime foi premeditado. “Ele planejou o assassinato de seu próprio filho por mais de uma semana. Adquiriu o frasco de chumbinho no valor de R$ 13, utilizando seu próprio cartão”, disse o delegado Gustavo Xavier.

Em seu depoimento, de acordo com a investigação, o pai disse que enquanto o mingau era feito pela avó da criança, ele jogou o veneno na panela e alimentou o filho. Já na escola, a criança passou mal e foi levada a uma UPA (unidade de pronto-atendimento) próxima ao local, mas não sobreviveu.

levou a criança para a creche após dar o mingau envenenado

Santa Catarina: Motorista perde controle, carro “voa” e atinge casa

Uma ocorrência de trânsito inusitada foi registrada na cidade de Herval d’Oeste, no Meio-Oeste de Santa Catarina, na tarde de domingo (26/5). A motorista de um carro perdeu o controle do veículo, que “voou” sobre uma rua e atingiu uma casa.

O veículo era conduzido pela mulher, de 46 anos, que levava o esposo dela, de 44. De acordo com informações da Polícia Militar (PM), o acelerador do veículo teria travado, o que fez com que ela perdesse o controle do veículo.

Motorista e passageiro não tiveram ferimentos

O acidente foi atendido pela PM da cidade, que afirmou que a colisão deixou apenas danos materiais, já que as vítimas passam bem. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o carro “voando” sobre a rua, passando por cima de outros veículos e atingindo uma casa.

Fonte: Metrópoles

Foto: Reprodução

 

Rio de Janeiro: Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia

Fantástico teve acesso, com exclusividade, ao vídeo da delação de Ronnie Lessa. O ex-policial militar é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle.

O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele.

“Não é uma empreitada, para você chegar ali, matar uma pessoa, ganhar um dinheirinho… Não”, afirmou.

O plano

Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão.

Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e a um de seus comparsas, o Macalé (apelido do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais.

“Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro […]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa

Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área.

Promessa de empreendimento criminoso

Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso.

“Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”.

Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. A falta de registros das operadoras anteriores a 2018 impediu o cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros.

O que dizem os irmãos Brazão

A defesa de Domingos Brazão afirmou que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada.

Os advogados de Chiquinho afirmaram que a delação de Lessa “é uma desesperada criação mental na busca por benefícios, e que são muitas as contradições, fragilidades e inverdades”.

Domingos Brazão — Foto: Reprodução/TV Globo

                                    Domingos Brazão — Foto: Reprodução

Chiquinho Brazão — Foto: Reprodução/TV Globo

                                               Chiquinho Brazão — Foto: Reprodução

Rivaldo Barbosa

Ronnie Lessa também disse que Domingos Brazão teria afirmado que o delegado Rivaldo Barbosa, então chefe da Delegacia de Homicídios do Rio, participava do plano. Ele explicou como Rivaldo Barbosa atuou para tentar protegê-los da investigação depois do assassinato.

“Falaram o tempo todo que o Rivaldo estava vendo, que o Rivaldo do já está redirecionando e virando o canhão para outro lado, que ele teria de qualquer forma que resolver isso, que já tinha recebido pra isso no ano passado, no ano anterior, ele foi bem claro com isso: ‘ele já recebeu desde o ano passado, ele vai ter que dar um jeito nisso’. Então ali, o clima já estava um pouco mais tenso, a ponto até mesmo na forma de falar”, relatou Lessa.

O advogado de Rivaldo Barbosa alegou que ele nunca teve contato com supostos mandantes do crime e que não há registro de recebimento de valores provenientes de atos ilícitos. Também criticou a atuação da PF, dizendo que o relatório da investigação se baseia só nas palavras de um assassino, sem provas concretas.

Rivaldo Barbosa — Foto: Reprodução/TV Globo

                                 Rivaldo Barbosa — Foto: Reprodução

Mudanças na polícia

Um dia antes do crime, Rivaldo Barbosa se tornou o chefe de polícia do Rio de Janeiro e, um dia depois do assassinato, nomeou o delegado Giniton Lajes para comandar a Delegacia de Homicídios.

No relatório da investigação, a Polícia Federal afirma que a escolha de um homem de confiança serviu para que os trabalhos de sabotagem se iniciassem no momento mais sensível da apuração do crime. Os investigadores dizem ainda que Rivaldo e o delegado escolhido por ele só prenderam os executores por pressão imposta pela sociedade e pela mídia – e para preservar os autores intelectuais.

A defesa de Giniton Lajes chamou a acusação contra ele de “infâmia grosseira”. Disse que ele é o responsável por descobrir a autoria do crime e não a Polícia Federal.

Geniton Lages — Foto: Reprodução/TV Globo

                                                 Geniton Lages — Foto: Reprodução

Prisão de Ronnie Lessa e assassinato de Macalé

Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada.

Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.

Ronnie Lessa durante delação à PF — Foto: Reprodução/TV Globo

                       Ronnie Lessa durante delação à PF — Foto: Reprodução

Macalé — Foto: Reprodução/TV Globo

                                                  Macalé — Foto: Reprodução

Fonte: G1

Fotos: Reprodução 

Rio: Adolescente é apreendido por matar os pais a marteladas e atear fogo ao quarto do casal

Um adolescente de 16 anos foi apreendido em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, na noite desta quinta-feira (23), por matar os pais adotivos a marteladas e depois atear fogo após uma discussão.

De acordo com a polícia, foi o próprio adolescente que ligou para a PM e para os bombeiros.

De acordo com relado do menor para a polícia, um dos motivos da briga é que os pais não queriam que o jovem faltasse à escola para poder descansar para uma aula de jiu-jítsu.

Após o crime, menor saiu para lanchar

Segundo os agentes, no local o menor admitiu que matou os pais com golpes de martelo, saiu de casa para lanchar com um amigo e, quando voltou, e ateou fogo ao quarto em que os pais estavam no 2º andar da residência.

O menino vivia com a família desde 2014, quando foi adotado. Ele é o irmão mais novo de um casal que teve quatro filhos. Cada criança foi adotada por uma família diferente.

Segundo o irmão mais velho do adolescente, os pais adotivos sempre foram muito amorosos, mas o menino era uma criança agressiva.

O casal morto tinha apenas o adolescente como filho.

O Corpo de Bombeiros chegou à residência, que fica as margens da Transolímpica, pouco depois das 3h da manhã desta sexta (24), para apagar as chamas que consumiram todo o 2º andar, onde ficavam os quartos da família. Pouco depois das 7h, a Policia Civil fez uma perícia no local e os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) do Centro.

 

Fonte: G1

Foto: Reprodução