Destaque

Inscrições para cursos da nova Casa do Artesão estão abertas até 05 de março

A nova Casa do Artesão, vinculada a Secretaria Municipal Adjunta de Turismo, está com inscrições abertas para cursos de capacitação em artesanato. As vagas serão preenchidas até o dia 05 de março ou enquanto estiverem disponíveis.

Com um espaço novo desde o mês passado (Rua Amando de Barros, 2731, Centro – ao lado da Semutran), a nova Casa do Artesão capacita atualmente cerca de 80 artesãos, além de auxiliar em feiras de artesanato promovidas pela Secretaria. Ela conta com oito professores e quatro salas de aula, além de uma ampla loja de artesanato. Os cursos oferecidos são:

– Corte e costura;

– Inicialização à costura;

– Costura criativa com retalhos;

– Pintura em tecidos;

– Crochê;

– Bordados;

– Reciclagem;
– Tear;

– Tricô;

– Mosaicos com vidros;

– Pintura com verniz vitral;

– Aulas de feltros.

As inscrições são realizadas na própria Casa do Artesão, das 8h às 16h30. É necessário levar cópia de um comprovante de residência e de um documento com foto.

O início das aulas será no dia 09 de março, com carga horária de 2 a 4 horas semanais, de segunda à sexta-feira, entre 8 e 22 horas.

Horários dos respectivos cursos e outras informações podem ser obtidos no ato da inscrição ou pelo telefone (14) 3811-1418.

A História se repete

Na história abjeta da escravidão na humanidade, principalmente ligada ao povo de matriz africana, existem fatos que não podem ser negados. Mas reconhecer tais fatos não é suficiente, não se pode apenas provocar uma santa indignação, se isso não levar-nos a examinar a nós mesmos e nosso contexto social atual para mudarmos nossos comportamentos e atitudes.

Entre os séculos XV e XVI a Coroa portuguesa, atuando em terras africanas, empenhou-se a fundo na concretização de duas tarefas que eram, no mínimo, contraditórias: catequizar, à luz do evangelho do perdão e misericórdia, o povo africano, que até então jazia nas trevas das práticas ocultas barbaras e primitivas, e conseguir o maior número de escravos possível para transportá-los para outro lado do Atlântico.

Fato é que como a história nos ensina, o desejo não era tão nobre assim.  O desejo de salvar almas imortais associava-se ansiosa e cobiçosamente pela escravização de seus corpos. O então rei do Congo, batizado de Dom Afonso I, empenhou-se em trazer para o Reino do Congo a modernidade europeia em troca de mão de obra escrava. A troca, segundo ele, evoluiria seu povo e seu governo trazendo prosperidade para todos. Era comum que os escravos fossem usados como forma de pagamento e crescimento social, e que a escravidão fosse aplicada como punição por perderem uma guerra, coisas desse tipo. Isso mesmo em território africano pelos próprios africanos.

Porém o uso que fazem desse dado histórico para defender a escravidão não passa de mero anacronismo barato. Inclusive os padres jesuítas tinham seus escravos como moeda de troca para as despesas e projetos de melhorias em seus templos. Dom Afonso percebeu que o volume de gente que saia de seu território como escravos estava sendo abundantemente maior do que os benefícios trazidos pelos europeus. Os compromissos outrora assumidos não estavam sendo cumpridos. Ele então decide romper com o acordo, porém já era tarde demais. A economia que o mercado escravagista fazia acontecer estava dominado, agora, pelos portugueses e não poderia mais ser freada. Assim, Dom Afonso I foi morto e decapitado pelos próprios portugueses e tribos parcerias que ajudavam na captura de escravos por dinheiro.

Resumo de uma longa história, os dominadores não transferiram a tão esperada modernidade para o povo africano. E como consequência disso de um total de 10,5 milhões de cativos que chegaram vivos ao continente americano, pelo menos 5,7 milhões vieram dessa região. E a história se repete…

Iludidos, vendemos (damos o que temos), ao nome conhecido como privatizações, reduzimos o Estado que provê e organiza a economia em prol de todos tenha acessos (in teoria), com a promessa de um crescimento para todos caminhamos em nome do mesmo processo dos séculos passados.

A globalização econômica não favorece aos que menos têm, e fato é, não estão de fato preocupados os países que hoje controlam a economia mundial, com os menos favorecidos e países subdesenvolvidos. A doce ilusão da luz no fim do túnel de que a ‘a liberdade e prosperidade para todos vem aí’, é senão, mais uma ação de empobrecimento e esquecimento dos jaz na pobreza. No processo de africanização da nossa encomia latino-americana, resistir é preciso. Não podemos correr o risco de repetir tragicamente a nossa história.

Renato Ruiz Lopes

Aplicativo HC em Casa ganha nova versão em 2020

Neste mês de fevereiro, o aplicativo HC em Casa, idealizado pelo Centro de Informática Médica (CIMED) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB), passou por uma atualização de suas funcionalidades, para que colaboradores e pacientes tenham acesso a diversas informações de forma simples e rápida, na palma das mãos.

Além das facilidades já existentes, outros recursos foram adicionados ao aplicativo nesta nova versão, como:

– Acompanhamento em tempo real do status da cirurgia do paciente

– Consulta de laudos de exames patológicos e de imagem

– Histórico de atendimento no Complexo HC com todas as consultas realizadas, inclusive as de emergência, além de sessões e internações.

“A partir desta atualização, o aplicativo também conta com uma pesquisa de satisfação e um banner em sua tela inicial, que possibilita a divulgação pelo HC de mensagens ou orientações a todos os usuários do aplicativo, bem como o envio de notificações específicas”, afirma Marcelo Roberto Martins, diretor do CIMED.

O aplicativo móbile do HCFMB foi lançado em 2016 e passou por uma reformulação dois anos depois, com um novo layout lançado durante o evento comemorativo ao Dia do Servidor Público em outubro de 2018. As funcionalidades já oferecidas foram mantidas:

– Resultados de exames laboratoriais

– Agenda de consultas

– Ouvidoria.

A atualização do HC em Casa está disponível gratuitamente nas versões Mobile, Android e Tablet pelo Play Store e na plataforma App Store para os dispositivos Apple (IOS).

Serviço

Aplicativo “HC em Casa” – disponível nas plataformas Mobile, Android e Tablet pelo Play Store

Pacientes e público em geral: para acessar os módulos confidenciais (resultados e agenda), o primeiro acesso requer um termo de autorização. Dirija-se ao Prédio dos Ambulatórios do HC e solicite seu acesso.

fonte: Núcleo de Comunicação, Imprensa e Marketing do HC | FMB

Oportunidades, entraves e estratégias envolvendo o uso de inteligência artificial no serviço público

Sabemos que instituições públicas têm características específicas e, em muitas aspectos, uma maior burocracia em relação às empresas privadas, principalmente em países de dimensões continentais como o Brasil, com diferentes realidades em cada região do país.  Prefeituras de grandes cidades, secretarias de governo e órgãos federais, lidam diariamente com a necessidade de prestar serviços a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Neste sentido, a implementação de uma solução em inteligência artificial pode solucionar gargalos até então impossíveis de serem manejados, escalando a prestação de serviços públicos e dando andamento a procedimentos, ampliando índices de satisfação do cidadão.

No entanto, ainda há entraves significativos, muito por conta de processos burocráticos de contratação e implementação dos serviços. No final de 2019, mediei um evento em São Paulo, que tratou desta difícil equação envolvendo poder público e inteligência artificial. A mesa redonda contou com a participação de José Gontijo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital na Secretaria de Empreendedorismo e Inovação | MCTIC, de Tulio Werneck, subsecretário de Tecnologia da Informação do Estado de Goiás e de Carlos Affonso de Souza, diretor do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro.

 

Comecei o debate pedindo aos participantes que comentassem como a inteligência artificial é vista pelos respectivos órgãos públicos que representavam no evento e pudemos perceber que ainda não chegamos ao ponto de a IA ser uma política pública, institucionalizada. Mas que também evoluímos em relação a anos atrás, quando a inteligência artificial não era nem mesmo debatida. Hoje existem pessoas especializadas e gabaritadas no que diz respeito a estas tecnologias atuando em diferentes órgãos do governo. E pude enxergar nestes três participantes do painel exatamente este perfil.

 

Werneck, do governo de Goiás, acredita que seja preciso que haja uma reeducação dos servidores públicos, que precisam enxergar de fato a inteligência artificial como aliada. Na Inglaterra, por exemplo, explicou o executivo, a estimativa é que a inteligência artificial corresponda, em 2025, a 11% do PIB. “Lá eles já transcenderam esta visão do senso comum, do temor de que um robô roube meu trabalho”.

 

Já Souza, do ITS Rio, mencionou o marco civil da internet, um grande avanço neste sentido para o Brasil, e também a experiência que o Japão teve com o uso de robôs alimentados por inteligência artificial para cuidar de idosos, expondo a complexidade envolvendo os processos de adaptação à interação com uma máquina. Era uma alternativa totalmente plausível para um país no qual a população está cada vez mais idosa e, a força de trabalho jovem, responsável pelos cuidados, a cada ano mais prejudicada por problemas de coluna, graças ao peso que precisavam carregar diariamente carregando os pacientes idosos. Seria uma alternativa aparentemente pertinente, não fosse o empecilho de que, depois de fazer primeiros testes, surgiram protestos por parte dos idosos, que passaram a recusar o tratamento automatizado. Ou seja, além de todos os outros percalços envolvendo serviços públicos e inteligência artificial, ainda existem os desafios culturais que, longe de serem exclusivos à idosos, comumente provocam resistência por parte de pessoas, de todas as idades e perfis.

 

Fiz outras provocações aos participantes, entre elas, que muita gente confunde robótica com inteligência artificial e também que muito se fala em levar inovação de mercado para dentro do serviço público, mas quando são necessários adotar procedimentos para de fato possibilitar a implementação destas soluções desenvolvidas por startups, ainda fica muito a desejar. José Gontijo, do MCTIC, comentou que compreende que realmente muitos órgãos ainda tenham essa dificuldade, mas que sua gestão sempre busca facilitar a entrada de inovação empreendedora aos projetos de governo. “Uma startup não pode ser penalizada por tentar melhorar o serviço público, como muitas vezes acontece no Brasil”, acrescentou.

Gontijo também mencionou a Inglaterra, trazendo um exemplo pertinente para mostrar que todas as inovações da história da humanidade tiveram que atravessar um período de adaptação. Mais ainda, que erros quanto à regulação são inerentes a qualquer grande mudança. Quando os primeiros automóveis foram lançados, explicou o diretor, as pessoas se espantavam em como ele teria capacidade de trafegar de forma autônoma, sem ser puxado por um cavalo. Para diminuir o temor da população, foi instituído então que todos os carros fossem antecedidos por uma pessoa com uma bandeira vermelha nas mãos, de modo a chamar a atenção dos pedestres, acalmá-los e tentar prevenir eventuais acidentes.

Werneck complementou a analogia, lembrando que, quando as primeiras impressoras de fósforo verde foram lançadas, alguns órgãos públicos as adquiriram para substituir as máquinas de datilografar e a primeira reação das secretárias foi sabotá-las, ocorrendo até mesmo casos de algumas delas terem jogado os equipamentos no chão.

 

Sou também cofundador da ABRIA – Associação Brasileira de Inteligência Artificial, entidade que contou com a participação de outro representante nesta edição do mesmo evento a que me referi: Valter Wolf, diretor executivo da associação. Wolf mediou o painel “Inteligência Artificial e Machine Learning como Avaliação Permanente da Experiência do Cliente”, que atraiu mais de 200 pessoas, e foi direcionado para grandes operadoras de celular, com foco no atendimento a usuários.

 

Wolf relatou que a mensagem central que pairou sobre o painel foi que a aplicação de inteligência artificial não é uma mágica que acontece automaticamente, em um piscar de olhos ou ao apertar de um botão. Os representantes da  Nokia, Telefônica Vivo, Dafiti, NVIDIA e Embratel trouxeram relatos de como a inteligência artificial é encarada nas respectivas empresas e foi praticamente hegemônica a ideia de que a implementação destas novas tecnologias exige a construção de uma jornada do cliente que, por sinal, também deve ser reeducado, de modo a conseguir entender e encarar com menos resistência este novo modo de atendimento.

 

Outros pontos bacanas que figuraram como conclusões do painel foram que a infraestrutura de fornecedoras de tecnologia hoje no Brasil têm sim condições de dar conta de 100% do atendimento aos clientes de operadoras, que é preciso fomentar a especialização de mão de obra dentro das empresas e que os processos de IA impactam todos os setores das empresas, desde o jurídico até o RH.

Seja em telecom ou no poder público, fato é que há um longo caminho a ser percorrido no Brasil no que diz respeito à incorporação da inteligência artificial nos processos de atendimento ao público, desenvolvimento de processamento de linguagem natural em língua portuguesa, e também em como isso é apresentado para – e recebido pela – população de forma geral.

Rodrigo Scotti (CEO da Nama, primeira empresa no país a desenvolver inteligência artificial proprietária e cofundador da Associação Brasileira de Inteligência Artificial) 

foto: Julio Boaventura

Fevereiro Roxo alerta para conscientização sobre Alzheimer, Fibromialgia e Lúpus

O segundo mês do ano também é de conscientização: Fevereiro Roxo é o nome dado para a campanha que alerta sobre três doenças degenerativas – Alzheimer, Fibromialgia e Lúpus.

A campanha foi criada e instituída em 2014, em Uberlândia, Minas Gerais, com o lema “se não houver cura, que ao menos haja conforto”, pois são doenças crônicas, mas que podem ser tratadas. Dessa forma, os portadores podem ter uma melhor qualidade de vida. Além disso, o Fevereiro Roxo é uma ferramenta para esclarecer dúvidas e desmentir mitos a respeito delas.

Saiba um pouco mais sobre cada uma:

O Alzheimer é uma doença que se manifesta com uma série de sintomas neuropsiquiátricos e comportamentais, sendo o mais conhecido deles a perda da memória de curto prazo. Geralmente ocorre em pessoas com idade mais avançada;

A Fibromialgia é uma dor que ocorre nos tecidos de todo o corpo, principalmente na musculatura, causando muita sensibilidade. Costuma ser acompanhada por fadiga e alterações no sono, na memória e no humor;

O Lúpus é uma doença inflamatória causada quando o sistema imunológico ataca o próprio corpo, podendo afetar pele, sangue, rins e cérebro. Assim como as outras duas, o tratamento pode ajudar a aliviar os sintomas e garantir uma melhor qualidade de vida.

A Secretaria Municipal de Saúde apoia esta campanha e aposta na informação como uma das maiores aliadas para a qualidade de vida de pacientes e familiares. Todas as unidades de saúde estão preparadas para orientar os munícipes que necessitarem de esclarecimentos.

Mais informações:

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07 – Vila dos Lavradores

Carnaval Solidário no Villa Blues agitará Botucatu por 4 dias e verba ajudará às familias necessitadas devido às chuvas em Botucatu

O Villa Blues, em união com Bandas e DJs engajados na missão de ajudar os que precisam nesse momento tão delicado e reconhecendo ainda a importância de comemorar essa festividade tão tradicional para nossa cultura, traz um festival pra celebrar com todas as tribos, com artistas dos mais variados estilos, pra curtir o Carnaval com muita alegria, respeito e solidariedade!

O Carnaval Solidário Villa Blues, evento que acontecerá em 4 dias de muita festa ao ar livre, será de 22/02 à 25/02 no estacionamento do Villa Blues das 16 às 23 horas.

O Villa Blues está localizado na Rua Major Matheus, 253 – 1º andar em Botucatu

Confira o recado do Vlad!

https://www.facebook.com/Villa.Blues/videos/2738666989582819/

Mais informações pelo telefone (14) 3354-0450 ou no evento do facebook pelo link:

https://www.facebook.com/events/504710433762523/

 

 

Operação Carnaval mais Seguro 2020

A Polícia Militar por meio do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior, visando a garantia da vida, da integridade física e do patrimônio, está realizando em toda nossa região, desde 15 de fevereiro, a “Operação Carnaval Mais Seguro” em razão das festividades de carnaval.
Apesar da região ter sido assolada recentemente por fortes chuvas, que causaram o cancelamento de diversos festejos carnavalesco em vários municípios atendidos por este Batalhão, a Polícia Militar, sensível às necessidades que surgiram e frente ao feriado prolongado que se aproxima, manterá e reforçará o policiamento preventivo nos municípios atendidos, nos quais serão executadas, além das ações de policiamento e atendimento à população, diversas operações, entre elas a Operação Direção Segura com o uso de etilômetro (conhecido bafômetro), buscando coibir que motoristas dirijam sob a influência de álcool, obtendo-se a preservação de vidas e um trânsito mais seguro.
Importante destacar que os planejamentos para os eventos do carnaval 2020 se iniciaram em meados de dezembro de 2018, havendo reuniões com os Poderes Públicos locais e as demais forças de segurança, quando se buscou atingir a excelência nos serviços a serem prestados, tudo para servir e proteger a sociedade e os foliões.

DICAS DE SEGURANÇA:

. Procure andar em grupo;
. Evite manusear aparelhos eletrônicos em lugares isolados ou onde haja grandes aglomerações de pessoas;
. Afaste-se de princípios de tumultos;
. Mantenha objetos pessoais sempre à frente do corpo;
. Se beber, não dirija;
. Evite manusear dinheiro em aglomerações de pessoas;
. Mantenha especial atenção às crianças;
. Não aceite bebidas de estranhos;
. Não coloque celular no bolso de trás.

fonte: Comunicação Social 12° BPM/I

Senador Cid Gomes tenta entrar em batalhão da polícia com retroescavadeira e é baleado

O senador Cid Gomes (PDT-CE) foi baleado na tarde desta quarta-feira (19) em meio a um protesto de policiais que reivindicam aumento salarial. O senador pilotava uma retroescavadeira e tentava furar um bloqueio feito por policiais militares no Batalhão da Polícia Militar do município.

Inicialmente, a assessoria do senador disse que ele havia sido atingido por uma bala de borracha. Em seguida foi confirmado que o tiro foi disparado de uma arma de fogo.

Ainda não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde de Cid Gomes. Imagens feitas por pessoas que acompanharam a manifestação mostram o senador consciente e com a blusa manchada de sangue.

Durante a confusão, tiros foram disparados na direção de Cid Gomes e quebraram os vidros do veículo utilizado pelo senador. Conforme a assessora do político, ele foi baleado no peito e foi encaminhado ao Hospital do Coração de Sobral.

Cid Gomes, que está licenciado, organizava um protesto contra um grupo de policiais que tenta impedir o trabalho da Polícia Militar. Nesta quarta-feira, policiais secaram pneus de carros da polícia para impedir que os agentes de segurança atuem na ruas.

Em frente ao bloqueio dos policiais, utilizando uma retroescavadeira, ele pediu que os policiais deixassem o local: “Vocês têm cinco minutos pra pegarem os seus parentes, as suas esposas e seus filhos e sair daqui em paz. Cinco minutos. Nem um a mais”, afirmou Cid, utilizando um megafone.

Ainda na tarde desta quarta-feira, policiais de Sobral ordenaram que comerciantes fechassem as portas do Centro da cidade.

fonte: G1