Destaque

Pardinho: Polícia Civil prende ladrão que furtou 4 estabelecimentos

A Polícia Civil de Pardinho, localizou o autor de 4 furtos em estabelecimentos comerciais ocorridos no final do ano, na cidade de Pardinho.

Segundo boletim de ocorrência, o homem, de 34 anos, contou que é especialista em furtos a estabelecimentos comerciais e que já havia sido preso 6 vezes por esse motivo, na cidade de Franca/SP, onde também teve passagem por roubo, chegando a ficar 8 anos preso.

Em Pardinho há pouco tempo, contou que entrou nos 4 estabelecimentos, quebrando o miolo da fechadura da porta, em três dela e escalando uma janela, no outro local. A maioria dos produtos furtados foi recuperada e devolvida às vitimas.

O trabalho foi desenvolvido pela equipe do Delegado Paulo Buchignani, com a participação fundamental do investigador Machado e escrivães Edson Gibi e Daniel.

Os crimes ocorreram em loja de roupas, perfumaria, floricultura e mercearia.

 

 

 

Itatinga: Operação da Polícia Civil captura foragidos da justiça

A Polícia Civil de Itatinga, deflagrou na manhã desta terça-feira (12), sob coordenação da Delegacia Seccional de Polícia de Botucatu, a operação “Longa Manus“, cuja finalidade precípua, era localizar e prender indivíduos foragidos da justiça. Participaram da operação, policiais civis do Setor de Investigações Gerais – SIG e Grupo de Investigação em Área Rural – GIAR II, ambos da Delegacia de Polícia de Itatinga.

Após levantamento prévio, os policiais civis, se dividiram, logrando êxito na captura de 3 pessoas que se encontravam foragidas da justiça. O primeiro procurado, foi localizado e preso enquanto caminhava pelo bairro Vila Nova Itatinga, que pesava sobre ele, um mandado de prisão expedido pela Vara Única do Fórum da Comarca de Itatinga, em razão de sua condenação pela prática do crime de furto.

O segundo indivíduo foragido, foi localizado e preso pela Equipe Giar II, em sua residência, no bairro do Santo Inácio no município de Botucatu, pois contra o mesmo, pesava um mandado de prisão preventiva, expedido pela Vara Única do Fórum da Comarca de Itatinga, por transgressão ao artigo 217-A Estupro de Vulnerável.

Por fim, minutos antes do encerramento da operação, os policiais da Equipe GIAR II, localizaram e prenderam uma mulher foragida da justiça, contra a qual, pesava um mandado de prisão preventiva, expedido pela Vara Única do Fórum da Comarca de Itatinga, por transgressão ao Artigo 33 da Lei 11.343/2006 – Tráfico de Drogas.

A operação chegou ao final, tendo como saldo, a captura de 3 pessoas foragidas da justiça, além da realização de abordagens a veículos e pedestres transitando por locais de maior incidência criminal, conforme plano de ação elaborado pela Delegacia Seccional de Polícia de Botucatu.

Os presos foram apresentados às autoridades policiais titulares da Delegacia de Polícia de Itatinga e da Delegacia de Polícia de Investigações Gerais de Botucatu DIG, que ratificaram as prisões dos capturados, encaminhando-os para a Cadeia Pública de Itatinga, local em que permanecerão à disposição da justiça.

 

Rio de Janeiro: Homem armado faz 17 reféns em ônibus na Rodoviária

Um criminoso invadiu um ônibus da Viação Sampaio, na Rodoviária do Rio, no Centro, e fez 17 reféns, incluindo crianças e idosos, e disparos na tarde desta terça-feira (12).

Uma equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar, foi acionada para a ocorrência. A área foi isolada, e um negociador chegou ao local para tentar fazer contato com o sequestrador.

Por volta das 17h, o criminoso fez mais dois disparos, dessa vez, contra os agentes do Bope. Nenhum agente se feriu. Não se sabe a motivação do sequestro.

Segundo a polícia, duas pessoas foram baleadas. Uma das vítimas levou três tiros e foi encaminhada para o Hospital Souza Aguiar. O homem, identificado como Bruno Lima de Costa Soares, de 34 anos, foi atingido no tórax e no abdômen. Ele foi encaminhado à cirurgia e, segundo o hospital, corre risco de vida.

A segunda pessoa ferida foi atendida inicialmente no posto médico da própria rodoviária e não havia sido identificada até a última atualização desta reportagem.

“Nós não sabemos até esse momento porque essa pessoa armada entrou no ônibus. Mas fato é que até o presente momento nós temos duas pessoas feridas, uma com três tiros foi socorrida ao Hospital Souza Aguiar. Uma segunda foi atendida aqui mesmo no posto médico apenas com estilhaços”, disse o porta-voz da PM, coronel Marco Andrade.

O objetivo dos negociadores agora é fazer com que o sequestrador se entregue e os reféns possam ser liberados.

“A equipe do Bope está em negociação efetiva para que a gente possa, ao longo da negociação, fazer com que esse criminoso se entregue e as pessoas sejam liberadas”.

Um homem disse que viu o momento em que o bandido sacou a arma.

“Eu estava na passarela quando o rapaz sacou a arma, começou a trocar tiros, baleou o rapaz e entrou no ônibus. Tenho dois amigos que estão dentro do ônibus. Todo mundo desesperado, a gente não sabe o que vai acontecer”, disse Carlos Saraiva.

Uma passageira disse que o ônibus percorreu 500 metros quando o ar-condicionado quebrou. O motorista decidiu, então, retornar ao terminal para fazer o reparo.

Já na rodoviária, alguns passageiros decidiram descer porque estava muito quente. Foi quando o sequestrador, que, segundo ela, já estava no veículo, fez os disparos.

Um dos passageiros contou que o ônibus, de dois andares, tinha como destino Juiz de Fora (MG), mas foi rendido pelo criminoso, que fez disparos. Os tiros atingiram Bruno.

“A gente estava dentro do ônibus, mas ele quebrou, não chegou nem a sair, e como estava quente nós descemos. Do nada, um homem começou a atirar de dentro do ônibus e atingiu ele.”

Trinta e sete pessoas compraram passagem para Juiz de Fora, mas não se sabe quantas chegaram a embarcar.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada às 15h.

Todas as lojas do terminal foram esvaziadas, e várias ruas da região foram interditadas.

O que dizem a empresa e a concessionária

Nota da Viação Sampaio:

“A Viação Sampaio informa que o ônibus sequestrado na Rodoviária Novo Rio é da linha Rio de Janeiro-Juiz de Fora (MG), operada pela Viação Útil, que partiria às 14h30 da tarde de hoje.

Foram vendidas 37 passagens para a parte superior do ônibus, que é da categoria executiva, e 6 passagens para a parte inferior, que opera na categoria leito.

São Manuel: Guarda Civil Municipal encontra veículo furtado em Botucatu

Na última sexta-feira (08), a equipe da Guarda Civil Municipal de São Manuel, composta pelos GCMs Braga, Medeiros e Coutinho, após receber denúncia anônima, localizou um veículo Gol de cor vinho que havia sido furtado no município de Botucatu. O referido veículo encontrava-se em uma área de mata de difícil acesso próximo à Aparecida de São Manuel.

Foi acionada a Delegacia de Polícia de São Manuel, que entrou em contato com a vítima para proceder à entrega do referido veículo. A Polícia Civil realizará investigações para apurar a autoria do crime.

Alpha Notícias entrevista a médica nefrologista Drª Vanessa

O Alpha Notícias desta terça-feira (12), recebeu a médica nefrologista do Hospital das Clinicas e Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB), Drª Vanessa dos Santos Silva para falar do “Dia Mundial do Rim”.

Em comemoração a esse dia, será realizada algumas ações com o objetivo de informar, acolher e esclarecer a população acerca das doenças renais

O Dia Mundial do Rim, celebrado anualmente na segunda quinta-feira de março, que este ano será no dia 14 de março, foi instituído com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a importância dos rins para nossa saúde e destacar a prevenção e o tratamento das doenças renais.

Segundo a médica nefrologista do HCFMB, Drª Vanessa dos Santos Silva, pessoas com hipertensão, diabetes, obesidade, histórico familiar de doença renal, histórico pessoal de doença cardiovascular ou circulatória, infecção urinária, litíase e idosos devem procurar os seus médicos na Unidade Básica de Saúde para realizar avaliação de creatinina e urina tipo 1, buscando o diagnóstico e melhor orientação em relação ao tratamento da doença renal.

Programação:

Data: 14/03/24
Horário: das 10 às 13 horas
Local: Praça do Bosque
Público-alvo: População em geral
Ação: Orientações, entrega de panfletos, aferição de Pressão Arterial e de glicemia.

Data: 16/03/24
Horário: das 14 às 18 horas
Local: Shopping Botucatu
Público-alvo: População em geral
Ação: Orientações, entrega de panfletos, aferição de Pressão Arterial e de glicemia.

Data: 21/03/24
Horário: das 7h30 às 9h30 e das 13h30 às 15h30
Local: Auditório do Departamento de Gestão de Pessoas da Prefeitura de Botucatu. Rua General Telles, 1021, Centro
Público-alvo: Servidores da Prefeitura Municipal de Botucatu
Ação: “Saúde Renal e Rastreamento de Risco de Servidores”. Orientações, entrega de panfletos, aferição de Pressão Arterial e de glicemia.

Data: 27/03/24
Horário: das 7h30 às 11h30 e das 13 às 17 horas
Local: Sala da UNIBR.

Av. Paula Vieira, 624, Vila Jahu (no fim da rua do Curtume Pioneiro)
Público-alvo: e-Multi, Equipe de Enfermagem, Médicos e Agentes Comunitários de Saúde da Rede Básica de Saúde de Botucatu
Ação: Oficina de Capacitação “Educando para a Saúde Renal”

Acompanhe entrevista completa através do link

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Polícia Civil recupera laranjas furtadas e doa para instituições de Botucatu

Operação Policial desta terça-feira (12), pelos policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Botucatu  relativa ao crime de furto registrado no Boletim de Ocorrência (B.O.), os furtos de aproximados 200 sacos de laranja do pomar da vítima, com um prejuízo de R$ 10.000,00. Com trabalho de investigação foi possível identificar o criminoso.

Com o indiciado foram localizados 24 sacas de laranjas, as quais por intermediação feita pelo Delegado Seccional Dr. Lourenço Talamonte Neto, foram doadas a três instituições e dentre elas a Padre Euclides e a Ação Cidadania.

Os trabalhos de investigação foram feitos pela Equipe Policial chefiada pelo Investigador de Policia Rogério, executadas pelo Delegado de Policia Dr. Luis Fernando e Coordenadas pelo Delegado de Policia Dr. Geraldo Franco.

O caso segue agora ao Primeiro Distrito para continuidade das investigações.

SUS ainda não oferta Fertilização In Vitro (FIV), a casais inférteis

Foram oito anos de espera até Marli Peixoto de Jesus, 33, conseguir chegar a um centro de reprodução humana público e iniciar o processo de FIV (fertilização in vitro) para tentar realizar o sonho de ser mãe.

Por sete anos e meio, ela foi acompanhada em um posto de saúde no Jardim Ângela, na zona sul de São Paulo. Lá, soube que tinha ovários policísticos e o marido, varicocele (varizes nos testículos), duas das principais causas de infertilidade conjugal.

No mesmo dia, no centro cirúrgico ao lado, dois embriões eram transferidos para o útero de Ana Patrícia Santana, 39, após uma espera de três anos na atenção primária do município. O marido, Igney Teles Santana, 45, se dizia ansioso. “Eu tô tranquila. Ansiedade eu sentia antes de chegar aqui”, disse Ana.

Os obstáculos começam com a pouca oferta de serviços públicos. Apenas dez dos 197 centros de reprodução assistida no país atendem o SUS. Desses, só quatro ofertam tratamento totalmente gratuito. Nos demais, os casais precisam arcar com medicações e outros insumos.

Nas clínicas particulares, um ciclo de FIV pode custar de R$ 25 mil a R$ 50 mil, dependendo dos procedimentos associados. O tratamento também não tem previsão de cobertura pelos planos de saúde. Segundo a literatura internacional, a taxa de gravidez com FIV varia entre 35% e 50%, a cada ciclo, dependendo da idade da mulher.

O estado de São Paulo concentra quatro dos dez centros que atendem pacientes do SUS. Mas somente o Hospital da Mulher (antigo Pérola Byington) e o Hospital das Clínicas de São Paulo, ambos na capital paulista, oferecem o tratamento totalmente gratuito por meio de verbas do governo estadual.

No Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da USP (Universidade de São Paulo), as pacientes precisam pagar a medicação, cerca de R$ 6.000 por ciclo até o mês passado. No serviço de reprodução do Hospital São Paulo, ligado à Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), são cobradas as medicações e o meio de cultura utilizado no tratamento, cerca de R$ 16 mil.

Os demais centros que atendem ao SUS ficam em Porto Alegre (RS), com dois centros; Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO) e Brasília (DF) e Natal (RN). Nos dois últimos, o tratamento também é gratuito.

Apesar de a FIV estar prevista em política do Ministério da Saúde de 2005, o tratamento não consta na tabela SUS. “Na história dessa política, houve alguns repasses federais pontuais. Tudo o que se tem hoje tudo corre às custas do Tesouro estadual”, diz Morris Pimenta e Souza, diretor-técnico do HM (Hospital da Mulher).

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram realizados 189 ciclos de fertilização in vitro em 2023 no centro de reprodução do HM, a um custo operacional de R$ 4,6 milhões.

“Como hospital público, a gente não deixa a desejar em nada para nenhum serviço de reprodução privada”, diz Nilka Fernandes Donadio, chefe do laboratório de reprodução da instituição.

No centro de reprodução do Hospital das Clínicas de São Paulo, foram 234 ciclos de FIV no ano passado. O valor destinado pelo hospital ao setor de reprodução foi de quase R$ 2,7 milhões. Atualmente, há uma fila de espera de 50 casais.

A realização da FIV nos centros públicos pode demorar de um a dois anos (depois que a mulher já está inscrita no serviço), há limite de idade (em geral, 38 anos) e de tentativas (até dois ciclos FIVs). Na capital paulista, as vagas dos centros do Hospital das Clínicas e do Hospital da Mulher são reguladas pelo Siresp (Sistema Informatizado de Regulação do Estado de São Paulo), antigo Cross.

SUS ainda não oferta FIV a casais inférteis quase 20 anos após política de reprodução assistida
Segundo o ginecologista e obstetra Edmundo Baracat, professor titular da USP e coordenador da área da saúde da mulher da Secretaria de Estado da Saúde, o governo paulista estuda a ampliação da oferta de FIVs em outras regiões e o aumento da capacidade dos centros já existentes. Não há, porém, previsão orçamentária para este ano.

Baracat afirma que será feito um mapeamento da demanda de casais inférteis e quantos podem ser beneficiados com tratamento de baixa complexidade, como inseminação intrauterina.

“Temos mulher com obstrução tubária que pode fazer uma reanastomose da tuba uterina, as que têm endometriose, podem fazer tratamento. Não exclui a possibilidade de ter que fazer uma FIV, mas há outras opções terapêuticas”, diz.

Na sua opinião, o Ministério da Saúde deveria ser o grande fomentador de uma política pública que garantisse os direitos reprodutivos dos casais que desejam um filho e enfrentam dificuldades. “Tem que ter financiamento.”

Para o ginecologista e professor da USP Rui Ferriani, coordenador do centro de reprodução do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, o acesso é hoje o principal problema da reprodução assistida no país e um dos maiores fatores de exclusão na área reprodutiva.

“Quem tem infertilidade e tem dinheiro, resolve seu problema nas clínicas privadas. Quem não têm, fica frustrada ou vende tudo o que tem para pagar pelos procedimentos.”

Segundo ele, na instituição de Ribeirão, há uma fila de espera de cerca de 350 casais que aguardam até dois anos para conseguir fazer a FIV.

Até o mês passado, os casais pagavam em média R$ 6.000 pelos medicamentos. Segundo Ferriani, a Secretaria de Estado da Saúde prometeu, a partir deste mês, incluir no orçamento do local R$ 3,5 milhões para bancar o custo das medicações.

No centro de reprodução do Hospital São Paulo, os casais que ingressam no serviço primeiro passam por investigação das razões da infertilidade.

Se houver indicação de FIV, o que acontece em 60% dos casos, o casal tem que pagar a internação, a medicação e os custos dos meios de cultura envolvidos, o que dá em torno de R$ 12 mil. “Por não pagarem honorários médicos, fica mais em conta do que no particular”, diz o urologista Renato Fraietta, coordenador do setor integrado de reprodução humana da Unifesp.

O médico diz que desaconselha os casais a vender bens, como o carro, para pagar o tratamento. “Eu sempre falo que não é garantido, a pessoa vai ter no máximo 50% de chance.” Por ano, são realizados cerca de 300 ciclos de FIV no serviço.

Membro da câmara técnica de reprodução do CFM (Conselho Federal de Medicina), Ferriani diz que uma demanda que tem crescido muito é a de mulheres diagnosticadas com câncer e que buscam os centros de reprodução para tentar preservar a fertilidade antes do início da quimioterapia.

Nesses casos, como há grande risco de infertilidade após o tratamento oncológico, a indicação médica é que haja congelamento dos óvulos para serem usados no futuro.

“É uma obrigação o SUS oferecer preservação dos óvulos às mulheres jovens submetidas ao tratamento oncológico. A grande maioria não consegue pagar as medicações [para a estimulação ovariana]”, reforça Ferriani.

O Hospital da Mulher é um dos poucos serviços que oferece o tratamento de graça. Por mês, dez mulheres com diagnóstico de câncer são atendidas por mês e têm seus óvulos congelados.

“São mulheres que teriam o seu prognóstico reprodutivo selado [infertilidade] e aqui elas têm a possibilidade de preservar essa fertilidade. Enche os nossos olhos poder oferecer isso, mas gostaríamos de poder ofertar numa escala muito maior”, afirma Nilka Donadio.

Artur Dzik, diretor do centro de reprodução do Hospital da Mulher, afirma que o direito à reprodução faz parte da cidadania da mulher. “Dá para oferecer dignidade reprodutiva para a paciente SUS. O grande problema é acesso e esse é um problema mundial”

Segundo ele, a necessidade de reprodução assistida tende a aumentar cada vez mais porque homens e mulheres estão mais inférteis por fatores ambientais, como a poluição, e comportamentais, como a obesidade.

“Os problemas clássicos, como a endometriose e os ovários policísticos também tem aumentado. As mulheres estão engravidando mais tarde. Precisamos estar preparados a dar mais mais acesso para esse problema que veio para ficar.”

Em nota, o Ministério da Saúde informou que planeja a formação de um grupo de trabalho interno para a revisão da política de reprodução humana de 2005, com a consultoria e orientação de especialistas da área.

Segundo a pasta, também deverá ser instaurada uma análise de impacto regulatório sobre a temática e a elaborada propostas concretas baseadas nos resultados dessa análise para aprimorar o acesso e a qualidade dos serviços de reprodução humana assistida no SUS.

Fonte: ESHOJE

Ana Hickmann e Edu Guedes assumem namoro

Ana Hickmann e Edu Guedes assumiram o namoro nesta terça-feira (12), quatro meses após a separação da apresentadora. Nas redes sociais, o novo casal compartilhou um post com um breve texto e algumas imagens, incluindo uma que trocam beijos.

“É sobre termos um novo motivo pra sorrir, alguém pra dar a mão e ser feliz. É sobre a transformação de uma amizade em amor, cuidado e carinho. É sobre se dar uma nova chance de viver as coisas mais lindas”, escreveu o casal.

O anúncio de namoro entre Ana e Edu acontece quatro meses após Ana Hickmann entrar com o pedido de divórcio de Alexandre Correa. Os dois eram casados desde 1998 e são pais de Alexandre Júnior, de 10 anos.

O pedido de divórcio foi feito com base na lei Maria da Penha. Em novembro de 2023, a apresentadora registrou um boletim de ocorrência contra o então marido, Alexandre Correa, por lesão corporal e violência doméstica.

Por causa da agressão, Ana Hickmann procurou atendimento médico e precisou colocar uma tipoia em um dos braços. Conforme o BO, após a discussão, Alexandre pressionou Ana Hickmann contra a parede e ameaçou agredi-la com cabeçadas.

Relembre caso de agressão

Segundo o boletim de ocorrência, ao qual o g1 teve acesso, Ana Hickmann acionou a Polícia Militar pelo telefone na tarde do dia 11 de novembro. Em seguida, a corporação foi até o condomínio de alto padrão onde o casal mora, em Itu .

Ana Hickmann contou aos policiais que conversava com o filho e que o marido não teria gostado do conteúdo da conversa e começou a repreendê-la, aumentando o tom de voz, o que teria assustado o filho do casal, que saiu do ambiente.

Conforme o B.O., a modelo relatou que, após a discussão, Alexandre Correa a teria pressionado contra a parede e ameaçado agredi-la com uma cabeçada. Ela afirmou que conseguiu afastar o marido e pegar o celular, mas, neste momento, Alexandre teria fechado a porta de correr da cozinha, pressionando o braço esquerdo dela.

Ainda de acordo com o registro, Ana Hickmann disse que conseguiu trancar Alexandre no lado externo da casa e chamar a polícia. Quando a PM chegou à residência, Alexandre não estava mais no local.

Em uma postagem nas redes sociais, pouco tempo depois do caso, Alexandre Correa afirmou que o desentendimento foi uma situação isolada e que não gerou maiores consequências. Leia:

“Nota de esclarecimento: De fato, na tarde de ontem, tive um desentendimento com a minha esposa, situação absolutamente isolada, que não gerou maiores consequências. Gostaria de esclarecer também que jamais dei uma cabeçada nela, como inveridicamente está sendo veiculado na imprensa, e que tudo será devidamente esclarecido no momento oportuno. Aproveito a oportunidade para pedir minhas mais sinceras desculpas a toda minha família pelo ocorrido. São 25 anos de matrimônio, sem que tivesse qualquer ocorrência dessa natureza. Sempre servi a Ana como seu agente, com todo zelo, carinho e respeito, como assim trato as 7 mulheres com quem trabalho no meu escritório”.

Fonte: G1 

Foto: Redes Sociais