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Zeladoria, Infraestrutura e Participação Popular programam melhorias no Distrito de Anhumas

Embora possua aproximadamente 148 mil habitantes, Botucatu é uma das maiores cidades em extensão territorial do Estado de São Paulo. Entre os distritos que compõem a Cidade está o de Anhumas, na baixada serrana.

Com aproximadamente 1 mil habitantes, o local deverá receber em breve melhorias em sua infraestrutura.

Representantes das Secretarias de Infraestrutura e Participação Popular, e da Zeladoria Municipal se reuniram com o subprefeito de Anhumas, Nivaldo Pontes, para elencar as necessidades do local.

“Verificamos algumas necessidades que sanadas vão melhorar a vida dos moradores de Anhumas. Vamos coloca-las em nosso cronograma para execução. Também ficamos felizes em ver o esforço que já tem sido feito no bairro através do subprefeito Nivaldo, e das equipes da Frente de Trabalho que com certeza estão zelando muito bem daqui”, afirmou o Secretário Municipal de Participação Popular e Comunicação, André Rogério Barbosa – Curumim.

Anhumas possui importante presença de produtores rurais com atividades voltadas ao plantio de laranja, eucalipto e pecuária.

Essa língua portuguesa 2

No final do semestre letivo, numa dessas aulas remotas, estava eu comentando sobre a vida de um autor da literatura brasileira e a influência de certos fatos em sua obra literária. Disse aos alunos que o escritor era alcoólico. Imediatamente me veio a lembrança de certa ocasião em que comentava sobre alcoolismo com pessoa conhecida que trabalha na área da saúde – essa pessoa trabalhava nesse setor Assim que disse a palavra ‘alcoólico’, ela me repreendeu: ‘Não é certo falar alcoólico; o certo é falar alcoolista. ’ Tentei argumentar sobre a etimologia da palavra, mas não adiantou: Quer saber mais do que eu, que trabalho nessa área? – foi o argumento final de minha interlocutora. Eu, que não quero saber mais do que ninguém, encerrei a discussão e passei a falar ‘alcoolista’, pois se uma especialista no ramo garante que é alcoolista que se fala, quem sou eu, simples mortal, para contestar?

E o leitor deve estar perguntando: Então, cara pálida, qual é a forma correta de se falar? Para lhe ser franco, para desespero dos linguistas e gramáticos mais radicais, aprendi que a forma que se deve usar é aquela que os outros entendem melhor, mesmo que a gramática diga que não é a forma correta. De que adianta eu falar respeitando todos os padrões gramaticais, se a pessoa com quem converso não está entendendo bulhufas?

Dessa conversa toda, o que fica mais convincente é que não se deve dizer ‘alcoólatra’. Não me parece a forma adequada de nos referirmos à pessoa que tem compulsão em consumir bebida alcoólica. É que ‘latra’ vem do grego e significa adoração. O viciado em bebida alcoólica é um dependente da bebida, não um adorador dela. Já alcoolista ou alcoólico… Vejamos o que dizem os dicionários.

Alcoólico: que ou quem é viciado em bebidas alcoólicas

 

Alcoolista: Característica da pessoa que sofre pelo uso compulsivo de álcool; que sofre de alcoolismo

Alguém está vendo alguma diferença marcante, que eu não consigo perceber? Por outro lado, se você for procurar o significado de ‘alcoólatra’, vai encontrar a mesma coisa. Quer dizer, o uso da palavra ‘alcoólatra’, pelo menos no Brasil, não é com o significado de ‘adorador da bebida’. Alguns linguistas chegam a dizer que alcoólico é um eufemismo de alcoólatra. Alcoólatra teria uma carga semântica mais negativa do que alcoólico. Deve ser por isso que as associações que existem são de Alcoólicos Anônimos. Não conheço nenhuma que seja de Alcoolistas Anônimos.

Algumas pessoas devem estar estranhando que há algum tempo não escrevo sobre política. Explico: é que atualmente há tanta politicagem no meio, que não vale a pena entrar nesse lodo. E aí existe uma diferença gritante. Política não tem nada a ver com politicagem.

política

– arte ou ciência de governar

– arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; ciência política

– orientação ou método político

– arte de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido, influência da opinião pública, aliciação de eleitores etc.

politicagem

– política de interesses pessoais, de troca de favores, ou de realizações insignificantes

BAHIGE FADEL

Botucatu gerou mais de 1,6 mil postos de trabalho em maio

A retomada da economia em Botucatu dá sinais na geração de emprego no Município. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Governo Federal, apontou saldo muito positivo na criação de postos de trabalho na Cidade no último mês de maio.

Ao todo foram 1.643 novos postos criados nos setores do Comércio, Construção Civil, Serviços, Agropecuária e Indústria. Os destaques foram os setores da Agropecuária e de Serviços, que juntos tiveram saldo positivo de 1.555 postos.

“Estamos percebendo essa retomada com a criação de postos de trabalho. Muito bom ver todos os setores contratando e gerando oportunidades a nossa população. Continuaremos trabalhando com investimentos na Cidade para que, além de oferecer qualidade de vida aos moradores, sejam atrativos para empresas que queiram crescer e se desenvolver aqui”, afirmou o Prefeito Mário Pardini.

O saldo de todo o ano de 2021 também é positivo em Botucatu. O balanço de todos os meses do ano aponta crescimento de 1.042 postos de empego.

Distrito Industrial 4

 

O principal investimento no Município visando a geração de novos empregos é a construção do Distrito Industrial 4, em área ao lado do Distrito 3.

A área já teve as ruas abertas, instalação de guias e sarjetas e da estrutura de energia elétrica e esgoto.

A expectativa do Poder Público Municipal é de que até o fim de 2021 o local já esteja totalmente pronto para receber novas empresas e indústrias.

Programa PARADENS oferece capacitação para modalidades paralímpicas em Botucatu/ Unidade de Saúde do Jardim Iolanda tem novo número de telefone

O Programa de Desenvolvimento Paralímpico do Estado de São Paulo, PARADENS, está com inscrições abertas para o curso gratuito de capacitação em modalidades paralímpicas em Botucatu.

 

A capacitação técnica terá como publico alvo:

 

– Professores de educação física com comprovação por meio de CREF ou diploma;

– Estudantes de educação física para alunos do último ano de graduação mediante apresentação do comprovante de matrícula;

– Professores da rede pública de ensino não-formados em educação física, mas que atuam em aulas com conteúdo esportivo, mediante comprovação das aulas ministradas.

 

A capacitação em Botucatu será realizada no Ginásio Paralímpico, ao lado do Ginásio Municipal de Esportes, entre os dias 10 e 13 de agosto, e será voltada às seguintes modalidades: vôlei sentado (10), goalball (11), bocha (12) e natação paralímpica (13).

 

Para saber mais sobre o programa e se inscrever no projeto, basta acessar o link https://paradens.com.br/ .

 

Mais informações

Centro de Inclusão

Endereço: Av. Raphael Serra nº 460, Vila Eny

Telefone: (14) 3314-3000

Como as empresas podem ajudar os funcionários a lidarem com a fadiga pandêmica?

Você pode nunca ter ouvido (e sequer saber pronunciar) os recém-criados termos em alemão coronamüdigkeit e pandemüde. Mas é bastante possível que os conheça profundamente por já ter sentido isso.

As novas palavras, relacionadas à crise da Covid-19, foram uma das 1200 inventadas no ano passado pelos germânicos, segundo o Instituto Leibniz de Língua Alemã. Significam, respectivamente, “cansaço do corona” e “cansado da pandemia”.

A fadiga pandêmica é real. De acordo com uma estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) do fim do ano passado, ela atinge 60% da população mundial. E, de alguma forma, interfere em nossas relações pessoais e profissionais.

“São muitas as causas dessa fadiga”, afirma Mônica Torquato, gerente de Treinamento, Desenvolvimento, Recrutamento e Seleção da Sodexo Benefícios e Incentivos. “Medo de contrair o vírus e de perder alguém, receio de ficar desempregado, excesso de tempo em isolamento social, afastamento dos amigos e parentes, esgotamento pelo acúmulo de tarefas com o trabalho que foi para dentro de casa e necessidade de dar conta de tudo são apenas algumas”, enumera.

Segundo Mônica, ao mesmo tempo em que o trabalho, com o excesso de reuniões e a carga horária mais extensa, nos deixa mais cansados, nossa exaustão com a incerteza do que acontece ao nosso redor nos faz estarmos cansados para o trabalho.

Uma espécie de círculo vicioso – em que nada está bom para ninguém.

A empresa como agente que proporciona qualidade de vida

A fadiga pandêmica afeta nossa saúde mental. Uma pesquisa global realizada recentemente pelo Ipsos e encomendada pelo Fórum Econômico Mundial, mostra que 53% dos brasileiros declararam que seu bem-estar mental piorou um pouco ou muito no último ano.

“Todas as organizações sentiram o impacto da fadiga em seus colaboradores”, diz a especialista. A Sodexo vem constantemente medindo a qualidade de vida deles desde que a pandemia e o home office começaram.

Em maio do ano passado, a companhia percebeu que a segurança psicológica era um ponto que merecia atenção. E então começou a traçar estratégias para minimizar os danos.

“Precisamos ter um lugar para conversar sobre nosso esgotamento, e é fundamental que a empresa seja esse agente”, acredita Mônica.

Uma série de programas foram criados para que a empresa ampliasse a oferta de ferramentas e suporte, como trazer psiquiatras e psicólogos para falar com os colaboradores e disponibilizar, além da solução de terapia online que já existia, outras duas.

“Na Sodexo, promovemos treinamentos com gestores e lideranças para identificar nas equipes quem pode estar precisando de ajuda – e que tipo de ajuda precisa”, diz.

A empresa também criou ou fortaleceu iniciativas internas para promover a interação entre os colaboradores, como o “Conectados” (encontro virtual para todos da empresa, inclusive de diretores e o CEO) e o “Sextou” (em que os colaboradores são motivados a mostrar talentos, como artes marciais ou culinária).

“Somos uma empresa de qualidade de vida. Se isso não for vivido internamente, não faz sentido”, acredita.

Os resultados podem ser medidos com alguns indicadores positivos, como a baixa taxa de absenteísmo e a produtividade inabalada. “A maior resposta, no entanto, foi 60% de nossos colaboradores dizerem em uma pesquisa recente que pretendem continuar em sistema de home-office no pós-pandemia. Sinal de que estão sendo atendidos.”

As estratégias que todas as empresas podem adotar

Segundo a gerente, a Sodexo, assim como as demais companhias, está ainda aprendendo a lidar com essa situação. “Apesar disso, ou por isso mesmo, vejo várias iniciativas surgindo para evitar que o trabalho deixe os colaboradores ainda mais fadigados”, diz Mônica.

Um exemplo vem da própria Sodexo, onde os gestores foram instruídos a não estimular reuniões de horários cheios. Ela diz que a estratégia de marcar reuniões mais curtas, entre meia hora e 45 minutos, deixa espaço para que nós possamos fazer coisas essenciais, como nos levantar um pouco da cadeira, beber água, ir ao banheiro ou até responder e-mails.

“Com o home-office, muita coisa que antes era resolvida em pequenos bate-papos ou naquele encontro fortuito no café hoje tem que ser resolvida com horário marcado por videochamada”, conta Mônica. “Por isso esse excesso de reuniões.”

Flexibilizar horários também é uma iniciativa que traz resultados. “Cada pessoa sente esse momento de uma forma e teve sua rotina impactada de maneira distinta”, afirma a gerente.

“Se trabalhar à noite, por exemplo, for melhor para um determinado colaborador, por que não permitir isso, desde que não afete os processos da empresa?”, questiona-se.

“Criar fóruns para discussão, ser fonte de informação confiável, promover um ambiente seguro, trazer especialistas para conversar, tudo isso pode ser feito pelas companhias.”

Para Mônica, é essencial que as empresas também disponibilizem neste momento a possibilidade de terapias ou atendimento de profissionais de saúde que possam dar algum suporte aos colaboradores.

Estratégias que os colaboradores devem adotar

Formada em psicologia, a gerente da Sodexo afirma que criar soluções para que a fadiga pandêmica não atrapalhe nossa produtividade – e também para que nosso trabalho não piore nossa saúde mental – cabe também aos colaboradores.

Embora não acredite em receita de bolo, Mônica afirma que algumas atitudes são essenciais para manter nossa qualidade de vida. Ela dá abaixo sete dicas:

1. Aceite o sofrimento

“Primeiro é preciso que ele tenha um entendimento e uma aceitação da situação e saiba que tudo o que sente é real”, diz. “Estamos todos passando por isso, portanto não devemos minimizar o sentimento.”

2. Coma – e coma direito

“Temos que parar tudo em nossa hora do almoço e ter refeições saudáveis”, diz. “Bloqueie a agenda para garantir isso.”

3. Bloqueie sua agenda para trabalhar

Reservar horário na sua própria agenda para fazer algumas tarefas também é uma boa ideia. “Na minha, o período da tarde de sexta-feira é um desses horários bloqueados. É o momento em que, por exemplo, leio artigos que são essenciais para meu trabalho.”

4. Pratique atividade física

Mexer-se também é importante – e vale qualquer atividade. “Movimentar o corpo ativa seu organismo para a produção de hormônios que dão sensação de prazer e bem-estar. Corpo e mente não são entidades separadas.”

5. Tome doses diárias de vitamina D

Não é suplemento que ela recomenda, e sim exposição ao sol. Abra a cortina, vá para a varanda ou o quintal, desça para alguma área aberta de seu prédio ou caminhe na rua. Mas tome sol.

6. Diga alguns nãos

“É preciso reconhecer que temos limites”, afirma Mônica. “Aprenda a negociar prazos de entrega, fale alguns nãos. Tudo é importante, mas o que é de fato essencial? O combinado não sai caro nunca.”

7. Faça algo que dê prazer

Pode ser assistir a uma série na TV, ler, ouvir música, fazer tricô, mexer nas plantas, brincar com o cachorro ou com os filhos. Ou, por que não?, praticar de vez em quando um abstandsbier – o novo termo alemão que significa beber uma cerveja com os amigos a distância.

 

SOBRE A SODEXO

Fundada em 1966 por Pierre Bellon, em Marselha, a Sodexo é líder global em serviços que melhoram a qualidade de vida, um fator essencial para o desempenho dos indivíduos e das organizações. Presente em 64 países, a Sodexo atende 100 milhões de consumidores todos os dias por meio de uma combinação exclusiva de Serviços On-site, Serviços de Benefícios e Incentivos, além de Serviços Pessoais e Domiciliares. Por meio de mais de 100 tipos de serviços, a Sodexo proporciona aos clientes uma oferta integrada desenvolvida em mais de 50 anos de experiência: serviços de alimentação, recepção, manutenção e limpeza, até gestão de equipamentos e instalações; desde cartões de benefício e programas que promovem o engajamento de colaboradores por meio de soluções que simplificam e melhoram sua gestão de despesas e mobilidade, até assistência residencial, creches e serviços de concierge. O sucesso e desempenho da Sodexo são pautados em sua independência, no modelo de negócio sustentável, e na capacidade de desenvolver e incentivar a participação de seus 420 mil colaboradores por todo o mundo. 

 

SOBRE A SODEXO BENEFÍCIOS E INCENTIVOS 

É a empresa do grupo francês Sodexo, líder mundial em serviços de qualidade de vida. Tem em sua missão desenhar, gerenciar e entregar serviços para empresas de todos os portes, segmentos e regiões do Brasil com o objetivo de melhorar a qualidade de vida diária das pessoas e contribuir para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das cidades, regiões e dos países em que atua. 

 

Com 650 colaboradores, atende aproximadamente 103 mil clientes, que representam 5,9 milhões de usuários, com uma rede de 505 mil estabelecimentos credenciados em todo o País com serviços únicos no mercado de benefícios, gestão de despesas, incentivos e reconhecimento: Refeição Pass, Alimentação Pass, Cultura Pass, VT Pass, Combustível Pass, Gift Pass, Alimentação Pass Natal, Brinquedo Pass, Premium Pass, Sodexo Multi, Wizeo, GymPass e Apoio Pass. 

Marina Gomieiro

Essa língua portuguesa

Vamos começar por partes. O latim é uma língua morta. Assim, ela não sofre transformações. Se a gente for aprender latim hoje, serão as mesmas utilizadas para ensinar latim para o padre Antônio Vieira. Até aí, nenhuma novidade. Também não é novidade que o mesmo não ocorre com a língua portuguesa. É uma língua viva e, por isso, sujeita a modificações. Essas modificações ocorrem de maneiras diferentes. Existe a maneira oficial, que depende de uma legislação que envolve, obrigatoriamente, o Brasil e Portugal. Sem a aprovação desses dois países, não há mudança oficial. Foi o que ocorreu há alguns anos com as regras do uso do hífen e com as regras da acentuação gráfica. Por causa dessas regras, devemos escrever ‘autoaprendizagem’ e não ‘auto-aprendizagem’, como se escrevia no século passado. Pelas mesmas regras, devemos escrever ‘voo’ e não ‘vôo’, como era antigamente. E para todos aceitarem essas pequenas regras foi um parto. Em Portugal, principalmente, até hoje existem resistências.

Se estou dizendo que a língua portuguesa é um ser vivo, devo aceitar que, de tempos em tempos, sofra mudanças. Essas mudanças, na realidade, são adaptações à nova realidade social, que depois passam a ser aceitas pelas gramáticas. Ninguém, por exemplo, acha errado, hoje, dizer ‘não pise na grama’. A não ser que seja um conservador radical. No entanto, a gente sabe que a gramática esclarece que o verbo pisar é transitivo direto. Assim, o correto gramaticalmente é dizer ‘não pise a grama’. Mas nem o papa fala assim!

Todas essas reflexões foram motivadas por um radialista que, ao divulgar uma notícia, disse que ‘as pilotas’ fizeram tal coisa. Pegou mal no meu ouvido. Fui pesquisar se existe essa forma feminina. É que eu aprendi que ‘piloto’ é comum de dois gêneros, como dentista, por exemplo: o piloto, a piloto; o dentista, a dentista. Mas foi uma surpresa. Pesquisei numas cinco fontes. Só que ninguém se entende. Há aqueles que dizem que ‘piloto’ tem feminino e outros que garantem que a palavra é comum de dois gêneros. Mas isso não muda a cotação do dólar nem mata o coronavírus. E aí surge outra questão: coronavírus, corona vírus ou vírus corona? Se for para usar as regras da língua portuguesa, deveríamos dizer ‘vírus corona’, como dizemos ‘vírus ebola’ ou ‘menino prodígio’. Só que aqui se adotou a palavra importada, com o qualificativo antes: ‘fat boy’, ‘strong man’. E é por isso que devemos dizer ‘a’ COVID-19, no feminino: corona vírus disease. É ‘a’ doença do corona vírus.

O duro de aceitar mesmo é o que já estão ensinando em algumas escolas: abolir o masculino e o feminino e passar a usar apenas o neutro. Vai ser esquisito. Já pensaram alguém falando ‘todes es alunes bonites de classe…’? Parece outra língua. Ou lhes parece algo natural?

BAHIGE FADEL

Operação Migrante acolhe 35 pessoas na madrugada mais fria do ano

Na madrugada mais fria do ano em Botucatu, o trabalho foi intenso no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. As equipes da Operação Migrante, formadas por profissionais das Secretarias de Assistência Social e Saúde, e da Guarda Civil Municipal, acolheram 35 cidadãos após ronda pela Cidade, no momento em que os termômetros registraram 4 graus.

Essas pessoas foram encaminhadas para o Espaço Acolhedor e para o alojamento montado no Ginásio Municipal “Mário Covas Júnior”.

“Foi a madrugada mais fria do ano, estive nas ruas com as nossas equipes e conseguimos oferecer a cada um acolhimento digno com alimentação, banho quente, camas com cobertores aconchegantes, e estrutura preparada especialmente para atender quem mais precisa”, afirmou Rosemary Pinton, Secretária Municipal de Assistência Social.

A Operação Migrante deve continuar até o mês de setembro, quando termina o inverno.

Até lá, as equipes percorrerão a ruas da Cidade, principalmente em locais habituais onde há pernoite de moradores em situação de rua, e encaminhará estas pessoas aos equipamentos de acolhimento.

A população pode colaborar com a ação, acionando a GCM pelo telefone 199 sempre que encontrar alguma pessoa em situação de rua durante a noite.

Serviço:

Guarda Civil Municipal

Telefone: 199

Próximo sábado, 03, será o Dia “D” da vacinação contra a Influenza em Botucatu

No próximo sábado, dia 3 de julho, ocorrerá em Botucatu o Dia “D” da vacinação contra a Influenza (gripe) H1N1. Todas as Unidades de Saúde do Município estarão abertas das 8 às 13 horas para receber a população.

Poderão se vacinar tanto os grupos prioritários quanto a população em geral com mais de 6 meses de idade.

A vacinação contra a Influenza ocorre anualmente e é composta por apenas uma dose. Para quem tomou a vacina contra a Covid-19 (seja primeira ou segunda dose) em um período inferior a 15 dias do Dia “D” contra a Infleunza, é necessário aguardar e procurar uma Unidade de Saúde apenas depois dos 15 dias mínimos de intervalo.

Pessoas com doenças agudas febris moderadas ou graves são orientadas a adiar a vacinação até a resolução do quadro, com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

A vacina é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores e deve ser administrada com cautela em pessoas com alergia severa à proteína do ovo, bem como a qualquer componente da vacina.

Além de prevenir quadros mais graves da gripe, a imunização minimiza o impacto sobre os serviços de saúde e auxilia na exclusão de diagnósticos em virtude da nova doença Covid-19.

Mais informações

Secretaria Municipal de Saúde

Rua Major Matheus, 07, Vila dos Lavradores

Telefone: (14) 3811-1100