Fernando Bruder 18 de janeiro de 2022Destaque, InternacionalComentários desativados em Asteroide passará “perto” da Terra nesta terça (18); veja como acompanhar
Um asteroide de cerca de um quilômetro de largura irá passar “próximo” à Terra no começo da noite desta terça-feira (18). Espera-se que o sobrevoo ocorra às 18h50 (horário de Brasília).
Segundo a Nasa, agência especial norte-americana, o objeto, nomeado de 7482 (1994 PC1), deverá passar a quase dois milhões de quilômetros do planeta a uma velocidade de 76.192 km/h, o que o transformará no asteroide a passar mais próximo da Terra nos próximos dois séculos.
Isso não se converte em uma chance de colisão com o planeta, mas apenas na possibilidade de observá-lo.
Embora seja improvável que o 7482 (1994 PC1) seja visível a olho nu, astrônomos amadores com um pequeno telescópio devem ser capazes de localizá-lo, de acordo com o site EarthSky.com. Também é possível monitorar a trajetória do asteroide pelo portal “Eyes on Asteroids“, da Nasa.
Não será o maior asteroide que já passou pela Terra. Essa honra pertence ao 3122 Florence (1981 ET3), que voou e não colidiu com nosso planeta em 1 de setembro de 2017. Estima-se que este asteroide tenha entre 4 e 8,4 quilômetros de largura e faça outra passagem por aqui em 2 de setembro de 2057.
São entendidos como objetos próximos da Terra, asteroides e cometas com órbitas que os colocam a 48 milhões de quilômetros do nosso planeta.
Detectar a ameaça de objetos próximos da Terra, que podem causar danos graves, é o foco principal da Nasa e de outras organizações espaciais em todo o mundo.
A cantora Ronnie Spector, líder do grupo Ronettes, morreu de câncer aos 78 anos, disse sua família em comunicado nesta quarta-feira (12).
A artista americana formou o grupo vocal em 1957, com a irmã Estelle Bennett e a prima Nedra Talley, e se tornou uma das vozes femininas mais marcantes do pop dos anos 60.
Elas tiveram músicas produzidas por Phil Spector, com quem Ronnie teve um casamento conturbado.
Ela gravou sucessos como “Be My Baby”, “Baby I Love You” e “Walking in the Rain” com as Ronettes. Em 1964, ela se lançou em carreira solo. Ela gravou discos até 2016 (“English heart”), sem o mesmo sucesso dos anos 60.
Em 2007, ela entrou no Hall da Fama do Rock como líder das Ronettes.
“Ronnie viveu sua vida com um brilho nos olhos, uma atitude corajosa, um senso de humor esperto e um sorriso no rosto”, disse a família no comunicado sobre a morte.
Fernando Bruder 8 de novembro de 2021Destaque, InternacionalComentários desativados em Jovem se salva de sequestro nos EUA graças a sinal de violência doméstica que aprendeu no TikTok
Uma adolescente de 16 anos que mora na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, se salvou de um sequestro na quinta, 4, graças a um sinal para representar violência doméstica que aprendeu na rede social TikTok. Segundo a polícia do condado de Laurel, no Kentucky, a jovem estava dentro de um Toyota prateado quando fez o sinal para o motorista de outro carro, que ao ver que o motorista era um homem bem mais velho, ligou para a polícia e afirmou que a garota parecia estar em perigo. Com o aviso, policiais foram atrás do carro descrito e o encontraram; ao pará-lo, descobriram que a menina havia sido dada como desaparecida pelos pais na manhã de terça, 2. O sequestrador, identificado como James Herbert Brick, tem 61 anos e foi preso imediatamente pela polícia.
O sinal usado pela jovem foi criado pela Fundação de Mulheres Canadenses em 2020, como uma resposta ao aumento de violência doméstica ocorrido durante o isolamento causado pela pandemia de Covid-19. O uso do gesto viralizou no TikTok e consiste de três passos simples: levantar a mão com a palma voltada para a outra pessoa (que indica “violência em casa”), encostar o polegar na palma da mão (que significa”preciso de ajuda”) e dobre os dedos sobre o polegar (para aponta que o problema é “violência doméstica”). No vídeo abaixo, postado pela fundação, é possível ver como é o sinal.
Fernando Bruder 27 de outubro de 2021Destaque, InternacionalComentários desativados em As lésbicas acusadas de transfobia por recusarem sexo com mulheres trans
Uma lésbica é transfóbica se ela não quer fazer sexo com mulheres trans? Algumas lésbicas dizem que estão sendo cada vez mais pressionadas e coagidas a aceitar mulheres trans como parceiras – depois rejeitadas e até ameaçadas por falarem abertamente sobre isso. Várias falaram à BBC, junto com mulheres trans que também estão preocupadas com o assunto.
Aviso: a história contém linguagem forte
“Ouvi uma pessoa dizer que preferia me matar do que (matar) Hitler”, disse Jennie*, de 24 anos.
“Disse-me que me estrangularia com um cinto se estivesse em uma sala comigo e Hitler. Isso foi tão bizarramente violento, só porque eu não faço sexo com mulheres trans”.
Jennie é uma mulher lésbica. Ela diz que só sente atração sexual por mulheres biologicamente femininas e com vaginas. Ela, portanto, diz que só tem relações sexuais e relacionamentos com essas pessoas.
Jennie não acha que isso deveria ser controverso, mas nem todos concordam. Ela foi descrita como transfóbica, fetichista genital, pervertida e “terf” (feminista radical transexcludente).
“Há um argumento comum que tentam usar que diz: ‘E se você conhecesse uma mulher em um bar e ela fosse muito bonita e você se desse muito bem e fosse para casa e descobrisse que ela tem um pênis? Você simplesmente não estaria interessada?'”, diz Jennie, que mora em Londres e trabalha com moda.
“Sim, porque mesmo que alguém pareça atraente no início, você pode sair disso. Eu simplesmente não possuo a capacidade de ser sexualmente atraída por pessoas que são biologicamente masculinas, independentemente de como elas se identifiquem.”
Eu me deparei com esse problema específico depois de escrever um artigo sobre sexo, mentiras e consentimento legal.
Várias pessoas entraram em contato comigo para dizer que havia um “grande problema” para as lésbicas, que estavam sendo pressionadas a “aceitar a ideia de que um pênis pode ser um órgão sexual feminino”.
Eu sabia que esse seria um assunto extremamente polêmico, mas queria descobrir quão difundido o assunto era.
No fim das contas, tem sido difícil determinar a verdadeira escala do problema porque há poucas pesquisas sobre esse tópico – apenas uma que eu conheça. No entanto, as pessoas afetadas me disseram que a pressão vem de uma minoria de mulheres trans, bem como de ativistas que não são necessariamente trans.
Elas descreveram ter sido assediadas e silenciadas quando tentaram discutir o assunto abertamente. Eu mesma recebi insultos online quando tentei encontrar entrevistados usando as redes sociais.
Uma das lésbicas com quem conversei, Amy *, de 24 anos, me disse que sofreu abuso verbal de sua própria namorada, uma mulher bissexual que queria que elas fizessem um ménage à trois com uma mulher trans.
Quando Amy explicou seus motivos para não querer, sua namorada ficou com raiva.
“A primeira coisa que ela me chamou foi de transfóbica”, disse Amy. “Ela imediatamente pulou para me fazer sentir culpada por não querer dormir com alguém.”
Ela disse que a mulher trans em questão não havia passado por cirurgia genital, então ainda tinha um pênis.
“Sei que não há possibilidade de me sentir atraída por essa pessoa”, disse Amy, que mora no sudoeste da Inglaterra e trabalha em um estúdio de impressão e design.
“Eu posso ouvir suas cordas vocais masculinas. Eu posso ver suas mandíbulas masculinas. Eu sei, sob suas roupas, há genitália masculina. Essas são realidades físicas que, como uma mulher que gosta de mulheres, você não pode simplesmente ignorar.”
Amy disse que se sentiria assim mesmo se uma mulher trans tivesse se submetido a uma cirurgia genital – o que algumas optam por fazer e outras, não.
Logo depois, Amy e sua namorada terminaram.
“Lembro que ela ficou extremamente chocada e zangada e afirmou que minhas opiniões eram propaganda extremista e incitação à violência contra a comunidade trans, além de me comparar a grupos de extrema direita”, disse ela.
‘Eu me senti muito mal por odiar cada momento’
Outra lésbica, Chloe *, de 26 anos, disse que se sentiu tão pressionada que acabou fazendo sexo com penetração com uma mulher trans na universidade depois de explicar repetidamente que não estava interessada.
Elas viviam próximas uma da outra em residências universitárias. Chloe estava bebendo álcool e não considera que poderia ter dado o consentimento adequado.
“Eu me senti muito mal por odiar cada momento, porque a ideia é que somos atraídos por gênero em vez de sexo, e eu não senti isso, e me senti mal por me sentir assim”, disse ela.
Envergonhada e constrangida, ela decidiu não contar a ninguém.
“A linguagem na época era muito ‘mulheres trans são mulheres, elas são sempre mulheres, lésbicas deveriam namorar com elas’. E eu pensei, esse é o motivo de eu rejeitar essa pessoa. Isso me torna má? Terei permissão para continuar na comunidade LGBT? Ou sofrerei consequências por isso?’ Então, eu realmente não contei a ninguém.”
Ouvir sobre experiências como essas levou uma ativista lésbica a começar a pesquisar o assunto. Angela C. Wild é cofundadora do grupo Get The L Out, cujos membros defendem que os direitos das lésbicas estão sendo ignorados por grande parte do movimento LGBT atual.
Ela e seus colegas ativistas se manifestaram nas marchas no Reino Unido, onde enfrentaram oposição. O Orgulho (Pride) em Londres acusou o grupo de “intolerância, ignorância e ódio”.
“As lésbicas ainda têm muito medo de falar porque acham que não vão acreditar nelas, porque a ideologia trans está silenciando em todos os lugares”, disse ela.
Angela criou um questionário para lésbicas e o distribuiu nas redes sociais, depois publicou os resultados. Ela disse que, das 80 mulheres que responderam, 56% relataram ter sido pressionadas ou coagidas a aceitar uma mulher trans como parceira sexual.
Apesar de reconhecer que a amostra pode não ser representativa da comunidade lésbica em geral, ela acredita que foi importante capturar seus “pontos de vista e histórias”.
Além de sofrer pressão para namorar ou se envolver em atividades sexuais com mulheres trans, algumas das entrevistadas relataram ter sido persuadidas com sucesso a fazê-lo.
“Achei que seria chamada de transfóbica ou que seria errado recusar uma mulher trans que queria trocar fotos nuas”, escreveu uma delas. “Mulheres jovens se sentem pressionadas a dormir com mulheres trans ‘para provar que não sou uma terf’.”
Uma mulher relatou ter sido alvo de um grupo online. “Disseram-me que a homossexualidade não existe e devo às minhas irmãs trans desaprender minha ‘confusão genital’ para que possa desfrutar de deixá-las me penetrar”, escreveu ela.
Uma delas comparou sair em encontros com mulheres trans à chamada terapia de conversão – a prática controversa de tentar mudar a orientação sexual de alguém.
“Eu sabia que não estava atraída, mas internalizei a ideia de que era por causa da minha ‘transmisoginia’ e que se eu namorasse por tempo suficiente poderia começar a me sentir atraída. Era uma terapia de conversão DIY (sigla em inglês para faça você mesmo)”, escreveu ela.
Outra relatou uma mulher trans forçando-a fisicamente a fazer sexo depois de terem um encontro.
“Ameaçou me declarar como terf e arriscar meu emprego se eu me recusasse a dormir com ela”, escreveu ela. “Eu era muito jovem para discutir e sofri uma lavagem cerebral pela teoria queer, então (essa pessoa era) uma ‘mulher’, mesmo que cada fibra do meu ser estivesse gritando, então concordei em ir para casa com essa pessoa. (Ela) usou a força física quando mudei de ideia ao ver seu pênis e me estuprou.”
Embora bem recebido por alguns integrantes da comunidade LGBT, o relatório de Angela foi descrito como transfóbico por outros.
“(As pessoas disseram) que somos piores do que estupradores porque (supostamente) tentamos enquadrar todas as mulheres trans como estupradoras”, disse Angela.
“A questão não é essa. A questão é que, se acontece, precisamos conversar sobre isso. Se acontece com uma mulher, é errado. Acontece que ocorre com mais de uma mulher.”
A youtuber trans Rose of Dawn discutiu o problema em seu canal em um vídeo chamado “Is Not Dating Trans People ‘Transphobic’?” (em tradução livre: é transfóbico não namorar pessoas trans?)
“Isso é algo que vi acontecer na vida real com amigas minhas. Isso estava acontecendo antes de eu realmente começar meu canal e foi uma das coisas que o impulsionou”, disse Rose.
“O que está acontecendo é que as mulheres que são atraídas por mulheres biológicas e órgãos genitais femininos se encontram em posições muito estranhas, onde se, por exemplo, em um site de namoro uma mulher trans se aproxima delas e elas dizem ‘desculpe, não gosto de mulheres trans’, então são rotuladas como transfóbicas.”
Rose fez o vídeo em resposta a uma série de tuítes da atleta trans Veronica Ivy, então conhecida como Rachel McKinnon, que escreveu sobre cenários hipotéticos em que pessoas trans são rejeitadas e argumentou que as “preferências genitais” são transfóbicas.
Perguntei a Verônica Ivy se ela poderia falar comigo, mas ela não quis.
Rose acredita que visões como essa são “incrivelmente tóxicas”. Ela defende que a ideia de que as preferências de namoro são transfóbicas está sendo impulsionada por ativistas trans radicais e seus “autoproclamados aliados”, que têm visões extremas que não refletem as visões das mulheres trans que ela conhece na vida real.
“Certamente, do meu próprio grupo de amigos, as mulheres trans de quem sou amiga, quase todas concordam que as lésbicas são livres para excluir mulheres trans de seu pool de namoro”, disse ela.
No entanto, ela acredita que mesmo as pessoas trans têm medo de falar abertamente sobre isso por medo de abuso.
“Pessoas como eu recebem muitos insultos de ativistas trans e seus aliados”, disse ela.
“O lado ativista trans é incrivelmente raivoso contra as pessoas que consideram que estão saindo da linha.”
Debbie Hayton, uma professora de ciências que fez a transição em 2012 e escreve sobre questões trans, se preocupa que algumas pessoas fazem a transição sem perceber como será difícil formar relacionamentos.
Embora atualmente existam poucos dados sobre a orientação sexual de mulheres trans, ela diz que acredita que a maioria é atraída por mulheres porque elas são biologicamente masculinas e a maioria dos homens é atraída por mulheres.
“Então, quando elas (mulheres trans) estão tentando encontrar parceiras, quando as lésbicas dizem ‘queremos mulheres’ e as mulheres heterossexuais dizem que querem um homem heterossexual, isso deixa as mulheres trans isoladas dos relacionamentos e, possivelmente, se sentindo muito decepcionadas com a sociedade, com raiva, chateadas e sentindo que o mundo não consegue compreendê-las”, disse ela.
Debbie acha que está tudo bem se uma mulher lésbica não quiser namorar uma mulher trans, mas está preocupada que algumas estejam sendo pressionadas a isso.
“A forma como o envergonhamento é usado é simplesmente horrível; é a manipulação emocional e a guerra acontecendo”, disse ela. “Essas mulheres que querem formar relacionamentos com outras mulheres biológicas estão se sentindo mal com isso. Como chegamos aqui?”
Stonewall é a maior organização LGBT do Reino Unido e da Europa. Perguntei à instituição sobre essas questões, mas ela não conseguiu fornecer ninguém para a entrevista sobre o tema. No entanto, em um comunicado, a executiva-chefe Nancy Kelley comparou não querer namorar pessoas trans a não querer namorar pessoas de cor, pessoas gordas ou deficientes.
Ela disse: “A sexualidade é pessoal e algo que é único para cada uma de nós. Não existe uma maneira ‘certa’ de ser lésbica, e somente nós podemos saber por quem nos sentimos atraídos.”
“Ninguém deve ser pressionado a namorar ou a namorar pessoas pelas quais não se sente atraído. Mas se você descobrir que, ao namorar, estará descartando grupos inteiros de pessoas, como pessoas de cor, pessoas gordas, deficientes físicos ou pessoas trans pessoas, então vale a pena considerar como os preconceitos da sociedade podem ter moldado suas atrações.”
“Sabemos que o preconceito ainda é comum na comunidade LGBT+ e é importante que possamos falar sobre isso de forma aberta e honesta.”
Em 2015, o bar Stonewall Inn foi declarado monumento histórico de Nova York; em 2016, tornou-se o primeiro monumento nacional aos direitos dos LGBT nos EUA — Foto: AFP
O Stonewall foi fundado em 1989 por pessoas que se opunham ao que ficou conhecido como Seção 28 – legislação que impedia conselhos e escolas de “promover” a homossexualidade. A organização originalmente focou em questões que afetam lésbicas, gays e bissexuais e, em 2015, anunciou que faria campanha pela “igualdade trans”.
Um novo grupo – LGB Alliance – foi formado em parte em resposta à mudança de foco do Stonewall, por pessoas que acreditam que os interesses das pessoas LGB estão sendo deixados para trás.
“É justo dizer que eu não esperava ter que lutar por esses direitos novamente, os direitos das pessoas cuja orientação sexual é voltada para pessoas do mesmo sexo”, disse o cofundadora Bev Jackson, que também fundou o UK Gay Liberation Front em 1970.
“Nós meio que pensamos que a batalha havia sido ganha e é bastante assustador e horrível termos que lutar essa batalha novamente.”
A LGB Alliance diz que está particularmente preocupada com lésbicas mais jovens e, portanto, mais vulneráveis serem pressionadas a se relacionar com mulheres trans.
“É muito preocupante encontrar pessoas dizendo ‘Isso não acontece, ninguém pressiona ninguém para ir para a cama com ninguém’, mas sabemos que não é o caso”, disse Jackson.
“Sabemos que uma minoria – mas ainda uma minoria considerável de mulheres trans – pressiona lésbicas a sair com elas e fazer sexo com elas, e é um fenômeno muito perturbador.”
Eu perguntei a Jackson como ela sabia que uma “minoria considerável” de mulheres trans que estava fazendo isso.
Ela respondeu: “Não temos números, mas frequentemente somos contatados por lésbicas que relatam suas experiências em grupos LGBT e em sites de namoro.”
‘Mulheres jovens mais tímidas’
Por que ela acha que houve tão pouca pesquisa?
“Eu certamente acho que a pesquisa sobre este tópico seria desencorajada, provavelmente porque seria caracterizada como um projeto deliberadamente discriminatório”, disse ela.
“Mas também, as próprias meninas e mulheres jovens, uma vez que provavelmente são as mulheres mais tímidas e menos experientes que são vítimas de tais encontros, relutariam em discuti-los.”
O LGB Alliance foi descrito como um grupo de ódio, anti-trans e transfóbico. Em resposta, Jackson insiste que o grupo não é nada disso e inclui pessoas trans entre seus apoiadores.
“Esta palavra, transfobia, foi colocada como um dragão no caminho para interromper a discussão sobre questões realmente importantes”, disse ela.
“É doloroso para nossos apoiadores trans, é doloroso para todos os nossos apoiadores ser chamado de grupo de ódio quando somos as pessoas menos odiosas que você pode encontrar.”
O termo “teto de algodão” às vezes é usado ao discutir essas questões, mas é controverso.
Tem origem no termo “teto de vidro”, que se refere a uma barreira invisível que impede as mulheres de subirem ao topo da carreira. O algodão é uma referência às roupas íntimas femininas, com a frase destinada a representar a dificuldade que algumas mulheres trans sentem que enfrentam quando procuram relacionamentos ou sexo. “Romper o teto de algodão” significa poder fazer sexo com uma mulher.
Acredita-se que o termo foi usado pela primeira vez em 2012 por uma atriz pornô trans conhecida pelo nome Drew DeVeaux. Ela não trabalha mais na indústria e não consegui contatá-la. No entanto, conversei com uma ex-artista e diretora pornô que acredita ter inspirado DeVeaux a usá-lo.
Lily Cade, que trabalhou na indústria por 10 anos, era conhecida pelo rótulo de “Porn Valley’s Gold Star Lesbian” porque ela só fazia sexo com outras mulheres.
Lily foi convidada a fazer uma cena com DeVeaux em Toronto e inicialmente concordou, depois de olhar as fotos dela. Mas ela desistiu da cena ao descobrir na internet que era uma mulher trans.
“Meu desejo sexual era voltado para as mulheres”, disse Lily. “Eu não conseguia ver além do fato de que o que eu estava interagindo era a genitália masculina alterada por cirurgia, e eu simplesmente não conseguia superar isso.”
Sentindo-se culpada, Lily enviou a DeVeaux um e-mail no qual ela se desculpava por ser “a pior garota em toda a história do mundo”.
“Eu me senti muito mal com a maneira como me senti a respeito disso, mas me senti assim. Fiz a escolha de dizer algo sobre isso e desistir”, disse ela.
Lily disse que foi criticada no Twitter na época, mas apenas entre “pessoas muito excêntricas do pornô queer”. No entanto, o conceito de teto de algodão ganhou maior atenção quando foi usado no título de um workshop da Planned Parenthood Toronto.
O título do workshop foi: “Superando o teto de algodão: derrubando as barreiras sexuais para mulheres trans queer”, e a descrição explicava como os participantes “trabalhariam juntos para identificar barreiras, criar estratégias para superá-las e construir uma comunidade”.
Foi liderada por uma escritora e artista trans que mais tarde foi trabalhar para Stonewall (a organização pediu à BBC que não a nomeasse por questões de segurança).
“Eu achei meio nojento,” disse Lily. “A linguagem é grosseira porque você está evocando a metáfora do teto de vidro, que é sobre as mulheres serem oprimidas. Então, dizer que se alguém não quer fazer sexo com você, essa pessoa está oprimindo você.”
A mulher trans que liderou o workshop recusou-se a falar com a BBC, mas a Planned Parenthood Toronto manteve sua decisão de realizar o workshop.
Em um comunicado enviado à BBC, a diretora executiva Sarah Hobbs disse que o workshop “nunca teve a intenção de defender ou promover a superação das objeções de qualquer mulher à atividade sexual”. Em vez disso, ela disse que o workshop explorou “as maneiras pelas quais as ideologias da transfobia e da transmisoginia impactam o desejo sexual”.
Quem mais foi procurado?
Além de Veronica Ivy, entrei em contato com várias outras mulheres trans famosas que escreveram ou falaram sobre sexo e relacionamentos. Nenhuma delas quis falar comigo, mas meus editores e eu sentimos que era importante refletir alguns de seus pontos de vista neste artigo.
Em um vídeo que agora foi excluído, a youtuber Riley J Dennis argumentou que as “preferências” de namoro são discriminatórias.
Ela perguntou: “Você namoraria uma pessoa trans, honestamente? Pense nisso por um segundo. OK, obteve sua resposta? Bem, se você disse não, sinto muito, mas isso é bastante discriminatório.”
Ela explicou: “Acho que a principal preocupação que as pessoas têm em relação a namorar uma pessoa trans é que elas não terão os órgãos genitais que esperam. Como associamos pênis a homens e vaginas a mulheres, algumas pessoas pensam que nunca poderiam namorar um homem trans com vagina ou uma mulher trans com um pênis.”
“Mas acho que as pessoas são mais do que seus órgãos genitais. Acho que você pode sentir atração por alguém sem saber o que está entre suas pernas. E se você dissesse que só se sente atraído por pessoas com vaginas ou pênis, isso realmente soa como se você estivesse reduzindo as pessoas apenas aos órgãos genitais.”
Outra youtuber, Danielle Piergallini, fez um vídeo intitulado “O teto de algodão: transfobia, sexo e namoro (mas não com transexuais)”.
Ela disse: “Quero falar sobre a ideia de que existem várias pessoas por aí que dizem que não se sentem atraídas por pessoas trans, e acho que isso é transfóbico, porque sempre que você está fazendo uma declaração ampla e generalizada sobre um grupo de pessoas, isso normalmente não vem de um bom lugar.”
No entanto, ela acrescentou: “Se há uma mulher trans que está no pré-operatório e alguém não quer namorá-la porque não tem órgãos genitais que correspondam à sua preferência, isso é obviamente compreensível.”
A romancista e poeta Roz Kaveney escreveu um artigo intitulado “Alguns pensamentos sobre o teto de algodão” e outro intitulado “Mais teto de algodão”.
“O que sempre está acontecendo é a suposição de que a pessoa é o status atual de seus ‘bits’ e a história de seus ‘bits'”, escreveu ela no primeiro artigo. “Que é o modelo mais redutor de atração sexual que posso imaginar.”
Embora esse debate já tenha sido visto como uma questão secundária, a maioria dos entrevistados que falaram comigo disse que ele se tornou proeminente nos últimos anos por causa das mídias sociais.
Ani O’Brien, porta-voz de um grupo da Nova Zelândia chamado Speak Up For Women, criou um vídeo TikTok voltado para lésbicas mais jovens.
Ani, de 30 anos, disse à BBC que está preocupada com a geração de lésbicas que agora são adolescentes.
“O que estamos vendo é uma regressão onde, mais uma vez, jovens lésbicas ouvem ‘Como você sabe que não gosta de pau se ainda não experimentou?'”, disse ela.
“Dizem que devemos olhar além dos órgãos genitais e aceitar que alguém diga que é mulher, e isso não é o que é homossexualidade.”
“Você não vê tantos homens trans interessados em gays, então eles não entendem tanto (a pressão), mas você vê muitas mulheres trans que se interessam por mulheres, então somos desproporcionalmente afetadas por isso.”
Ani acredita que esse tipo de mensagem é confuso para jovens lésbicas.
“Lembro-me de ser uma adolescente no armário e tentar desesperadamente ser hétero, e isso foi difícil o suficiente”, disse ela.
“Eu não posso imaginar como seria se eu finalmente aceitasse o fato de que era gay, para então enfrentar a ideia de que alguns corpos masculinos não são masculinos então são lésbicas, e ter para lidar com isso também.”
Ani diz que recebe mensagens pelo Twitter de jovens lésbicas que não sabem como sair de um relacionamento com uma mulher trans.
“Elas tentaram fazer a coisa certa e deram-lhes uma chance, e perceberam que eram lésbicas e não queriam estar com alguém com corpo masculino, e o conceito de transfobia e intolerância é usado como uma arma emocional, que você não pode sair porque do contrário você é transfóbica”, disse ela.
Como outras pessoas que expressaram suas preocupações, Ani recebeu insultos online.
“Fui incitada a me matar, recebi ameaças de estupro”, disse ela. No entanto, ela diz que está determinada a continuar falando.
“Uma coisa realmente importante que devemos fazer é sermos capazes de conversar sobre essas coisas. Encerrar essas conversas e chamá-las de intolerância é realmente inútil, e não deveria estar além de nossa capacidade ter conversas difíceis sobre algumas dessas coisas.”
*A BBC alterou os nomes de algumas mulheres neste artigo para proteger suas identidades.
A notícia de que o Facebook pode trocar de nome caiu como uma bomba nesta quarta-feira (20). No entanto, a rede social em si deve continuar sendo chamada da mesma forma que é atualmente e a alteração seria para a companhia que comanda todas as redes sociais que pertencem ao grupo, incluindo ainda o WhatsApp e o Instagram. Mas qual pode ser esse novo nome?
A mudança ainda não foi oficializada, mas vários nomes, inclusive alguns jocosos, surgiram na internet. No entanto, um deles parece ter mais credibilidade, já que foi especulado por alguém que já trabalhou na rede social.
Samidh Chakrabarti, que já foi chefe de integridade do Facebook, disse no Twitter que sua aposta é de que o novo nome seja “Meta”. Isso ainda faz sentido se levado em conta que o The Verge, que noticiou o caso em primeira mão, disse que a mudança tem como objetivo posicionar o Facebook em um “metaverso“, termo usado por Mark Zuckerberg diversas vezes.
Novo nome do Facebook
No entanto, a marca “Meta” já é usada por outros negócios de Zuckerberg. O site meta.com, por exemplo, direciona a navegação para meta.org, uma ONG de biomedicina que faz parte da fundação Chan Zuckerberg Initiative, gerida pelo CEO do Facebook e sua esposa, Priscilla Chan.
Ou seja, caso queira usar a marca em sua nova empreitada, o Facebook vai ter que tirar de uma instituição filantrópica e aplicar o nome em uma das maiores empresas do mundo. Ainda não é possível saber se o fato do termo já ser usado facilita ou não a decisão.
Chakrabarti também comentou sobre o nome “Horizon”, já que a mudança também pode estar conectada ao mundo de realidade virtual do Facebook, chamado de Horizon World. Segundo o ex-funcionário da empresa, a marca já é amplamente registrada por diversas companhias no mundo e seria trabalhoso para o Facebook conseguir todas as licenças. No entanto, a hipótese não foi descartada.
Fernando Bruder 7 de outubro de 2021Destaque, InternacionalComentários desativados em Um gigante Airbus A380 é visto andando nas ruas pela primeira e última vez
Uma cena incomum foi registrada pela primeira e última vez em Cingapura, quando o maior avião de passageiros do mundo, o Airbus A380, andou pelas ruas da cidade.
Se voltarmos para 2007, ninguém diria que a cena registrada na última noite seria possível. Naquele ano, o A380 realizava seu primeiro voo comercial no mundo pela Singapore Airlines, companhia aérea de bandeira da cidade-estado asiática.
O voo inaugural para Sydney, na Austrália, mostrava a imponência do avião da Airbus e também como Cingapura estava crescendo. Porém, os anos se passaram e apesar de a cidade ter continuado a brilhar, o A380 foi perdendo sua luz e saindo de cena.
https://youtu.be/mUbG03BzIog
A aeronave que levava até 475 passageiros em quatro classes diferentes na Singapore Airlines, se provou muito cara de operar, sendo rentável em apenas rotas de muito alta ocupação, algo não tão simples de atingir num avião de dois andares que leva tanta gente. Some-se a isso a constante alta do preço do combustível e a pandemia do Coronavírus, que levaram a Singapore Airlines a reduzir a frota substancialmente.
E agora, pela primeira vez, a empresa está desmontando, na sua própria cidade um desses A380 aposentados. Outros que foram devolvidos antes, seguiram rumo a outros locais, como a Europa, antes de serem sucateados.
Como mostrado no vídeo acima, dois aviões foram retirados do Aeroporto Internacional de Cingapura, onde estavam estocados, e foram rebocados até o Centro de Exposições de Changi, num terreno próximo – note que o vídeo erroneamente aponta que foram dois A380, quando, na verdade, foi um A380 e um Boeing 777-200ER.
A passagem pelas ruas da cidade, efetuada durante a noite para evitar problemas co o trânsito, chamou a atenção de muitas pessoas, principalmente de spotters que registraram a despedida do gigante.
Outras imagens, realizadas nesta manhã, já mostram o A380 e o 777 no seu local final, prontos para serem desmontados. Ao lado deles está outro A380, que chegou dias atrás
Fernando Bruder 4 de outubro de 2021Destaque, InternacionalComentários desativados em WhatsApp, Facebook e Instagram ficam fora do ar nesta segunda (04)
Usuários começaram a reclamar no início da tarde desta segunda-feira (04) que o WhatsApp, Instagram e Facebook estavam fora do ar. Enquanto as redes sociais não estavam atualizando o feed, o mensageiro não estava recebendo e enviando nenhuma mensagem.
A queda foi monitorada pelo Down Detector, que começou a notificar um aumento significativo de reclamações por volta das 12h30 (horário de Brasília). O mapa de falhas do site aponta, inclusive, que os problemas foram notificados em várias capitais do país, como São Paulo, Recife, Salvador e Curitiba.
Com as 3 plataformas de Mark Zuckerberg fora do ar, as pessoas aproveitaram para reclamar da situação no Twitter. Como sempre de maneira bem-humorada, os usuários pediram para que as redes voltem a funcionar o mais rápido possível. Confira, abaixo, as melhores publicações sobre o tema:
O que causou a instabilidade?
A queda desta segunda-feira das 2 principais redes sociais e do principal aplicativo de mensagem do mundo não aconteceu somente no Brasil. No Twitter, foi possível encontrar publicações em inglês e espanhol, por exemplo, de pessoas falando que os serviços não estavam funcionando. O assunto, inclusive, virou notícia no mundo todo.
Nos Estados Unidos, por exemplo, sa hashtags #instagramdown e #facebookdown ficaram nas primeiras colocações nos trendings topics por volta das 13h (horário de Brasília). O mesmo aconteceu em países como Espanha, Alemanha e Reino Unido.
O TecMundo entrou em contato com as empresas para verificar a causa da queda e foi informada, por enquanto, que o assunto está “sendo investigado”. A matéria será atualizada assim que as redes voltarem ao ar.
[ATUALIZAÇÃO – 13H17]: O perfil oficial do WhatsApp publicou, no Twitter, que está “ciente dos problemas” e que está “trabalhando para que as coisas voltem ao normal”.
We’re aware that some people are experiencing issues with WhatsApp at the moment. We’re working to get things back to normal and will send an update here as soon as possible.
Fernando Bruder 27 de julho de 2021Destaque, InternacionalComentários desativados em 4,6 bilhões de dados já foram vazados em 2021; especialista explica como se proteger
O vazamento de dados em todo o mundo no primeiro semestre de 2021 já representa quase quatro vezes o total de vazamentos de 2019 inteiro – a alta foi de 387% em comparação, segundo levantamento realizado pela empresa de segurança digital PSafe com base nos dados da CyberLabs.
Caso se mantenha no mesmo ritmo, ao final de 2021 os vazamentos devem superar o total constatado em 2020. No ano passado, a marca chegou a 9,95 bilhões de dados, e essa subida vertiginosa e preocupante se deve, em grande parte, pela pandemia, visto que muitos trabalhadores em todo o mundo passaram a utilizar computadores domésticos para trabalhar.
Dados mais vulneráveis
De acordo com Fellipe Guimarães, CEO da Codeby, empresa de tecnologia, a implementação de um plano eficaz e suporte para funcionários que mantêm o trabalho remoto é essencial para garantir que as empresas sejam capazes de manter a segurança das operações mesmo sob adversidades.
“Existem alguns fatores que influenciam a vulnerabilidade dos dados no trabalho remoto. Por exemplo: muitos trabalhadores em home office tendem a usar seus próprios dispositivos ou usar o computador da empresa em sua rede residencial, e ambos cenários implicam riscos potenciais à segurança”, esclarece Guimarães.
Outro fator que tornou mais fácil a ação dos cibercriminosos é, segundo a PSafe, o avanço do uso de tecnologias de inteligência artificial. Com mais dados digitalizados, é imprescindível que sejam tomadas medidas mais impositivas de proteção dessas bases.
“Tenho dedicado um olhar bastante atento a assuntos relacionados à proteção de dados e me questionei como as empresas estão se adaptando às novas diretrizes que a LGPD vem trazendo desde agosto de 2020”, menciona Fellipe Guimarães. “Recentemente, testei a segurança de um site escolhido aleatoriamente, e em apenas cinco minutos acessei falhas gravíssimas, que poderiam levar a um vazamento de dados e até mesmo à penalização da empresa pela LGPD. Imediatamente comuniquei o ocorrido e orientei sobre como corrigir as falhas. Como esta empresa, milhares de outros sites estão absolutamente vulneráveis, assim como os dados que são manuseados dentro das organizações.”
Como se proteger?
Segundo Fellipe, somos todos responsáveis por atuar de forma responsável na proteção dos dados. “Da mesma forma que as empresas precisam oferecer aos seus colaboradores alternativas seguras, os colaboradores também precisam se atentar ao uso. Além dos ataques cibernéticos e dos erros nas configurações do sistema, os vazamentos também ocorrem por downloads de arquivos maliciosos por engano, o preenchimento de cadastros em sites não confiáveis, e outras atividades do tipo, que dependem de cuidados do usuário”.
O especialista aponta algumas alternativas que podem contribuir para um ambiente digital mais seguro:
Cuidados com a rede de internet
Se na sua residência o número de usuários com acesso à sua senha do wi-fi é grande, é primordial trocá-la periodicamente. “Com a senha passando de mão em mão, é mais difícil avaliar se sua rede é segura”, explica Guimarães. Além disso, é muito importante manter o roteador sempre atualizado, com os últimos updates em correções de falhas de segurança.
Uso de VPN
A utilização de Virtual Private Network aumenta a segurança no trabalho remoto. Ela cria uma espécie de túnel em que, dependendo da configuração, a ser realizada pela equipe de TI, só permitirá a comunicação do computador com a empresa.
Senhas fortes
Crie senhas fortes, longas (ao menos com oito caracteres), com o uso de números, letras maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais. Isso dificulta a descoberta da combinação por criminosos e programas. Não deixe as senhas salvas em aplicativos e nem no navegador. Caso um mecanismo malicioso invada a máquina, ele pode facilmente coletar essas senhas.
Autenticação de dois fatores
“A autenticação de dois fatores é muito importante, pois adiciona uma camada extra de proteção. Ou seja, além de realizar o login normalmente, o usuário insere um novo código, que pode ser gerado a cada autenticação ou ser uma combinação única, que jamais deve ser compartilhada com outras pessoas”, explica o especialista.
Antivírus
É essencial manter o antivírus sempre atualizado e ativo, evitando ataques e invasões. Além disso, realize “varreduras” periódicas, que podem detectar rapidamente caso haja algum arquivo malicioso instalado na máquina.
Backups
Realize periodicamente os backups de seus arquivos pessoais mais importantes e mantenha-os em local seguro. Para o backup de dados da empresa em que trabalha, é preciso conversar previamente com o empregador sobre essa possibilidade, pois os dados pertencem à corporação.
Links suspeitos
“Por último, uma dica básica: não clique em links suspeitos, em hipótese alguma. “Fique atento aos seus e-mails, ao envio de links desconhecidos, sites e domínios inexistentes e as famosas fake news. Nunca compartilhe senhas, dados bancários, números de documentos ou quaisquer outros dados sensíveis, seja por e-mail, WhatsApp, SMS ou telefone. Na dúvida, mesmo que o link pareça confiável, prefira não clicar”, finaliza Fellipe Guimarães.
Codeby
Há mais de 6 anos no mercado de tecnologia, a Codeby contribui diariamente para o crescimento de negócios online de diversos segmentos e portes. Empresa apaixonada por tecnologia, motivada a buscar constantemente as melhores e mais completas soluções através de desenvolvimento de e-commerce, plataformas e funcionalidades. Clientes: Shoulder, Lego, Valisere, CIA. MarÍtima etc. Países em que a empresa está presente: México, Romênia, Chile, entre outros. Saiba mais: https://codeby.com.br/