Um flagrante registrado por um munícipe que esteve recentemente no Hospital das Clínicas de Botucatu chamou a atenção para uma situação preocupante na principal entrada da unidade. As imagens mostram pombas circulando livremente pelo Boulevard, área de acesso central ao hospital, além do acúmulo de diversos sacos de lixo no local.
O Hospital das Clínicas é referência regional e atende não apenas Botucatu, mas dezenas de municípios do interior paulista, recebendo diariamente grande fluxo de pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde. A presença de pombas em ambientes hospitalares representa um risco à saúde pública, já que essas aves podem ser transmissoras de doenças e comprometer as condições de higiene do espaço.
Além disso, o acúmulo de lixo pode agravar ainda mais o problema, favorecendo a proliferação de animais e gerando impactos negativos ao ambiente hospitalar. A situação levanta questionamentos sobre a manutenção e o cuidado com uma área estratégica de um dos principais equipamentos de saúde do município.
Moradores e usuários do hospital pedem mais atenção e providências por parte dos responsáveis, reforçando a importância de limpeza, controle sanitário e preservação do espaço, garantindo segurança, bem-estar e respeito a todos que dependem do Hospital das Clínicas de Botucatu.
Fernando Bruder 25 de janeiro de 2026Denúncia, Destaque, Destaques, SaúdeComentários desativados em Morador denuncia caos no Pronto-Socorro Adulto de Botucatu e cobra providências do Prefeito Fábio Leite
Um vídeo enviado à Rede Alpha neste fim de semana trouxe à tona denúncias sobre a situação do atendimento no Pronto-Socorro Adulto (PSA) de Botucatu. As imagens foram gravadas pelo munícipe Maurício José de Moraes, conhecido como Juca Bala, que buscou atendimento para a esposa e relatou demora excessiva, superlotação e falta de médicos na unidade.
No registro, ele afirma que a esposa aguardava atendimento havia cerca de duas horas e meia, assim como dezenas de outros pacientes que, segundo ele, apresentavam mal-estar e permaneciam sentados à espera de atendimento. Juca Bala descreve o cenário como um “caos total” e afirma que o PSA contava, naquele momento, com apenas um ou dois médicos para atender toda a demanda. “Não dá mais para continuar com essa situação que nós estamos passando na cidade de Botucatu. É vergonhoso”, desabafou.
Durante o vídeo, o morador diz ainda que decidiu acionar a imprensa e que pretende formalizar uma denúncia junto ao Ministério Público. Ele critica o fato de Botucatu ser uma cidade que recebe milhões de reais destinados mensalmente à saúde pública e possuir estrutura universitária na área, mas, ainda assim, enfrentar longas filas e demora no atendimento. Segundo o relato, algumas pessoas estariam esperando há até quatro horas para serem atendidas.
Ao final da gravação, Juca Bala faz um apelo direto ao prefeito do município, pedindo que vá pessoalmente aos postos e ao pronto-socorro para acompanhar de perto a realidade vivida pela população. Ele também questiona a destinação de recursos para eventos e outras áreas, defendendo que a saúde pública seja tratada como prioridade em Botucatu.
Fernando Bruder 24 de janeiro de 2026Destaque, SaúdeComentários desativados em Bebê é internado após sofrer queimaduras em creche municipal de Jaú
Um bebê de 11 meses foi levado à Santa Casa de Jaú após sofrer queimaduras durante o banho em uma creche municipal localizada no Jardim Dona Emília. O caso foi registrado em boletim de ocorrência no plantão policial e será investigado pela Polícia Civil. A Prefeitura de Jaú também abriu sindicância administrativa para apurar os fatos.
A criança deu entrada no Pronto-Socorro da Santa Casa na tarde de quinta-feira (22), onde passou por exames, recebeu medicação e foi liberada. No entanto, durante a noite, o bebê apresentou choro intenso e dificuldade para dormir, o que levou os pais a retornarem ao hospital. Após nova avaliação médica, a criança foi novamente medicada e permaneceu sob acompanhamento.
De acordo com o boletim de ocorrência, o pai relatou que a mãe recebeu uma ligação da creche informando que o filho havia sofrido uma “leve queimadura” durante o banho. Porém, ao buscar a criança, a família constatou lesões mais graves, com bolhas e queimaduras aparentes nas costas e nas nádegas, motivo pelo qual procuraram atendimento médico imediato. Ainda segundo o relato, as funcionárias da unidade não teriam esclarecido como o incidente ocorreu.
Em nota, a Prefeitura de Jaú informou, por meio da Secretaria de Educação, que tomou conhecimento do caso envolvendo um aluno do CMEI Vereador Paulo Gambarini e que vem acompanhando a situação desde o ocorrido, oferecendo suporte à criança e à família. A administração municipal afirmou ainda que foram adotadas as medidas administrativas cabíveis, incluindo a abertura de sindicância e a comunicação ao Conselho Tutelar, conforme determina a legislação.
A prefeitura também informou que a servidora envolvida no caso se desligou de suas funções nesta sexta-feira (23), destacando que a saída não interfere nem compromete a continuidade das apurações administrativas e eventuais providências futuras.
Fernando Bruder 22 de janeiro de 2026Destaque, SaúdeComentários desativados em Botucatu anuncia novo Dia D de vacinação contra a dengue, sábado 31/01
A Prefeitura de Botucatu, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, segue reforçando as ações de enfrentamento à dengue e confirmou a realização de um novo Dia D de vacinação no sábado, 31 de janeiro.
A mobilização ocorrerá das 8h às 17h, com atendimento em todas as Unidades de Saúde do município, além do Espaço Saúde e da Escola Cardosinho. A estratégia busca ampliar o alcance da imunização entre o público-alvo de 15 a 59 anos e avançar na cobertura necessária para garantir a proteção coletiva. Até o momento, 26.753 doses já foram aplicadas.
Antes do Dia D, a vacinação continua disponível até o dia 30 de janeiro em todas as Unidades de Saúde e no Espaço Saúde, das 8h às 16h30, além das salas de vacinação em horário noturno no Centro de Saúde Escola da Vila dos Lavradores e na Policlínica CSI.
A Secretaria Municipal de Saúde destaca ainda que profissionais da área da saúde que atuam em Botucatu, mesmo residindo em municípios da região, também podem se vacinar mediante apresentação de comprovante de vínculo profissional. A vacina contra a dengue é de dose única, tem produção 100% nacional, é oferecida exclusivamente pelo SUS e apresenta eficácia de 74,7% contra a forma sintomática da doença e 89% contra os casos graves, protegendo contra os quatro sorotipos do vírus.
Fernando Bruder 21 de janeiro de 2026Denúncia, Destaque, Destaques, Educação, SaúdeComentários desativados em Polícia Civil e Vigilância Sanitária EstaduaL abrem inquérito sobre a carne estragada do kit escolar em Botucatu
A denúncia feita pela Rede Alpha de Comunicação ganhou contornos ainda mais graves e chocantes na tarde desta quarta-feira, 21 de janeiro, durante diligência da Polícia Civil na Cozinha Piloto de Botucatu. O local foi alvo de investigação após a revelação de que carne estragada teria sido distribuída em kits de alimentação escolar entregues a alunos da rede municipal neste mês de janeiro.
A apuração, que já resultou na abertura de inquérito policial, foi formalizada pelo Conselho de Alimentação Escolar (CAE) junto à Polícia Civil. A diligência foi comandada pelo delegado Marcelo Lanhoso de Lima e contou com o acompanhamento da Vigilância Sanitária, do vice-presidente do CAE, Luciano Valim e da Guarda Civil Municipal, que deu apoio à operação.
Durante o interrogatório, o nutricionista da Cozinha Piloto, Willian Fernandes, confirmou ao delegado que a carne foi retirada das escolas e das residências das famílias e que o produto está sendo substituído, inclusive por carne de outra marca, a Seara. No entanto, o ponto mais alarmante veio em seguida: questionado sobre o estado da carne recolhida, o nutricionista admitiu que as amostras estavam, de fato, estragadas.
Segundo o relato feito ao delegado, a Vigilância Sanitária recolheu nove amostras, que foram encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz para análise.
O vice-presidente do Conselho de Alimentação Escolar, Luciano Valin, revelou ainda um detalhe importante, a Vigilância Sanitária proibiu a devolução da carne à empresa fornecedora, temendo que o produto pudesse ser reprocessado e recolocado no mercado, colocando novamente a população em risco. Por isso, o material permanece sob tutela da Cozinha Piloto, da Vigilância Sanitária e da Prefeitura de Botucatu, aguardando incineração no próprio município.
🚨 TENTATIVA DE SILENCIAR A IMPRENSA CAUSA REVOLTA
O que mais indignou a imprensa presente foi um episódio grave ocorrido durante a diligência. O nutricionista da Cozinha Piloto entrou em contato com o secretário de Educação, Gilberto Mariotto, e posteriormente com a secretária de Comunicação, Cinthia Al Lage, informando sobre a presença da equipe da Rede Alpha acompanhando a ação policial. Segundo apurado, a secretária teria solicitado que a equipe de jornalismo fosse retirada imediatamente do local, levantando suspeitas de tentativa de ocultar a verdade.
Diante dos fatos, a Rede Alpha aguarda um pronunciamento oficial da Prefeitura de Botucatu, desta vez baseado na verdade, sobre um caso que envolve educação, saúde pública e segurança alimentar, atingindo diretamente crianças e famílias do município.
A Rede Alpha de Comunicação repudia veementemente a atitude da Prefeitura de Botucatu ao impedir a permanência da imprensa em um local de interesse público em local público e em situação de interesse coletivo durante a diligência oficial (art. 5º, XIV e art. 220), prática que fere o princípio constitucional da liberdade de imprensa e do direito à informação, configurando uma ação ilegal e inaceitável, especialmente em uma reportagem de extrema relevância para os munícipes de Botucatu, que têm o direito de saber a verdade sobre fatos que envolvem saúde, educação e segurança pública. O papel da imprensa é defender a transparência e informar a população, destaca o jronalista Fernando Bruder.
👉 A pergunta que fica é: por que tentar esconder o que a própria investigação policial confirmou?
Após a veiculação de uma denúncia no jornalismo da Rádio Alpha FM, a família da pequena Stephanie obteve uma resposta do poder público. A mãe da criança, Priscila, entrou em contato com a emissora para agradecer o apoio e informar que, ainda mesmo de manhã em que a situação foi exposta no ar, a Prefeitura entrou em contato e realizou a entrega de 11 latas de suplemento alimentar, indispensável para a sobrevivência da filha.
Além da ação do município, Priscila de Lima Campos relatou que representantes da DRS de Bauru também fizeram contato, confirmando que o suplemento fornecido pelo Estado já foi providenciado e que uma nova remessa deve chegar já no dia seguinte. Segundo a mãe, a mobilização trouxe alívio e segurança à família após um período de angústia.
Em sua mensagem, Priscila destacou a importância do papel social do jornalismo e agradeceu à Rádio Alpha por dar visibilidade ao caso. “Foi um alívio enorme. Muito obrigada ao jornalista Fernando Bruder por darem voz à minha filha, à Stephanie”, afirmou. O episódio reforça a relevância da imprensa como instrumento de mediação entre a população e o poder público, garantindo direitos e respostas rápidas em situações de urgência.
O jornalista Fernando Bruder recebeu uma grave denúncia envolvendo a falta de fornecimento de suplemento alimentar essencial para a sobrevivência de uma criança de 12 anos, moradora de Botucatu. A mãe, Priscila de Lima Campos, participou ao vivo do Jornal Alpha Notícias, na Rádio Alpha FM, e relatou a situação dramática enfrentada pela família após a interrupção do fornecimento do produto, utilizado como única fonte de alimentação da filha, que possui paralisia cerebral, microcefalia e se alimenta exclusivamente por gastrostomia.
Segundo Priscila, o processo de renovação do fornecimento do suplemento deveria ter ocorrido em novembro, o que não aconteceu. Desde então, a família passou a depender de doações esporádicas, insuficientes para garantir a nutrição contínua da criança. Diante da ausência de respostas da Prefeitura, da Secretaria de Saúde e da DRS de Bauru, a mãe recorreu à Justiça. Conseguiu, uma liminar judicial determinou que a Prefeitura realizasse a compra imediata do suplemento. No dia seguinte, o município foi oficialmente notificado e recebeu prazo de 24 horas para cumprir a decisão — o que, segundo a família, não ocorreu.
A mãe afirma que a Prefeitura alegou existência de doações, informação que ela contesta veementemente. “Não houve doação. Se houve, que apresentem um documento assinado por mim ou pelo meu esposo comprovando o recebimento, o que não existe”, afirmou. A última ajuda recebida, segundo ela, foi no dia 12/01, com apenas três latas, quantidade suficiente para poucos dias. O suplemento acabou, e atualmente a criança está sem qualquer nutrição adequada, colocando sua vida em risco.
Desesperada, Priscila buscou ajuda do Conselho Tutelar, que tentou localizar o produto em farmácias e estabelecimentos de produtos hospitalares, sem sucesso. Como medida emergencial e improvisada, uma nutricionista — que se encontra de licença médica — orientou uma dieta alternativa caseira, que não é a indicada para o quadro clínico da criança. A mãe alerta que esse tipo de alimentação já causou graves complicações no passado, incluindo ganho excessivo de peso e internação na Unesp, o que levou a equipe médica a determinar o uso exclusivo do suplemento específico.
Priscila reforça que o fornecimento sempre foi regular ao longo dos 12 anos de vida da filha, inclusive em administrações anteriores, e que esta é a primeira vez que a criança fica sem o suplemento. “É a única coisa que ela se alimenta. É essencial para a sobrevivência dela. Eu não sei mais a quem recorrer”, desabafou, pedindo que o poder público providencie a compra imediata do produto.
Procurado pela Rede Alpha, o secretário de Saúde e vice-prefeito de Botucatu, André Spadaro, que acompanhou ao vivo a entrevista pelas Rádio Alpha FM, informou via whatsapp que a DRS de Bauru alega não ter sido notificada e que o fornecimento seria de responsabilidade do Estado. Segundo ele, no final do ano, por questões burocráticas de renovação do processo, a dieta deixou de ser enviada pela DRS, e a Prefeitura passou a fornecer provisoriamente até a regularização, fato que foi contradito pela mãe ao vivo na entrevista.
No entanto, a resposta do secretário é considerada vaga e insuficiente diante da gravidade do caso. A denúncia expõe um grave descaso do poder público frente a uma situação que envolve o direito à vida, à saúde e à dignidade de uma criança em condição de extrema vulnerabilidade. Uma solução que poderia ser simples — como a compra emergencial do suplemento ou um contato direto entre os órgãos responsáveis e a família — se arrasta em meio à burocracia, enquanto a criança permanece sem alimentação adequada.
A Rede Alpha segue acompanhando o caso e cobrando providências urgentes das autoridades competentes.
O jornalista Fernando Bruder entrevistou Luciano Valim, membro do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de Botucatu, para esclarecer os fatos relacionados à denúncia feita na semana passada enviada à Rede Alpha sobre a distribuição de carne suína supostamente estragada nos kits de alimentação escolar entregues pela Prefeitura de Botucatu, por meio da Secretaria Municipal de Educação, durante o período de férias.
Segundo Luciano Valim, “a situação teve início no dia 13 de janeiro, quando ele esteve na Cozinha Piloto do município para acompanhar a distribuição dos kits que, inicialmente, estavam previstos para dezembro, mas acabaram sendo entregues apenas em janeiro. Durante esse acompanhamento, Valim relatou ter identificado a inclusão de uma carne suína tipo charque, proteína que, segundo ele, não havia sido previamente apresentada ou discutida com o Conselho. Ainda assim, ele acompanhou a entrega dos kits em escolas e creches da cidade.
No dia seguinte, mães de alunos começaram a relatar que a carne apresentava odor forte e característico de produto estragado. Uma das mães fez o alerta público, o que levou Valim a retornar imediatamente à Cozinha Piloto. No local, estavam presentes o Secretário Municipal de Educação, Gilberto Mariotto, os subsecretário Márcio e Carlinhos e Roberta da Vigilância Sanitária além o nutricionista responsável, William Fernandes o vereador Japa. Valim afirmou que, ao cheirar a carne apresentada, percebeu mau cheiro e solicitou o recolhimento do produto, pedido que, naquele momento, não teria sido atendido, sob a justificativa de que se tratava do odor normal do charque.
De acordo com o conselheiro, a situação se agravou ao longo do dia, quando ele e outros membros do CAE, além da reportagem da Rede Alpha, visitaram residências de famílias que receberam os kits. Nesses locais, o cheiro da carne foi descrito como “insuportável” e “de podre”. À tarde, durante uma visita à casa da mãe que fez a denúncia, o secretário de Educação levou uma marmita preparada com carne retirada da Cozinha Piloto, tentando demonstrar que o alimento estava próprio para consumo. No entanto, segundo Valim, essa carne não era a mesma recebida pela família denunciante. Ainda assim, ao serem abertas as embalagens levadas pelas mães, o forte odor foi constatado, inclusive por autoridades presentes.
Luciano Valim destacou que, após os relatos, foi determinada a recolha de toda a proteína distribuída nos kits em escolas e creches do município. Ele afirmou que, apesar de a embalagem chegar lacrada às unidades escolares, a responsabilidade é da empresa fornecedora, que deverá repor toda a quantidade distribuída, estimada em cerca de 3.300 quilos de carne, além de estar sujeita a multa diária. As carnes recolhidas estão armazenadas na Cozinha Piloto, aguardando retirada pela empresa.
O conselheiro também criticou a falta de diálogo entre a Secretaria de Educação, a equipe de nutrição e o Conselho de Alimentação Escolar ao longo dos últimos três anos de mandato. Segundo ele, decisões importantes são tomadas sem a devida comunicação prévia ao CAE, o que, na sua avaliação, contribui para episódios recorrentes envolvendo alimentos, como já teria ocorrido anteriormente com ovos, pão de forma e atum. Valim afirmou que o Conselho encaminhará o caso ao Ministério Público Estadual e ao Conselho Estadual de Alimentação Escolar, além de registrar boletim de ocorrência.
Outro ponto levantado foi o processo de licitação. Valim explicou que a substituição de marcas só pode ocorrer se houver apresentação e aprovação prévia de amostras e se não houver redução de qualidade ou quantidade do produto. Ele ressaltou que, no caso específico da carne da marca Seara, com embalagens de 400 gramas, cada kit deveria conter duas unidades, informação que, segundo ele, não foi claramente repassada à população.
Por fim, Luciano Valim cobrou mais transparência do poder público. Para ele, a Prefeitura e a Secretaria de Educação deveriam comunicar claramente à população o que ocorreu, quais providências estão sendo adotadas, quais penalidades serão aplicadas à empresa fornecedora e como será feita a reposição dos alimentos. “Não se trata de política ou de prejudicar quem quer que seja. Estamos falando da alimentação e da saúde das crianças de Botucatu”, afirmou.
A Rede Alpha de Comunicação segue aguardando um posicionamento oficial e detalhado da Prefeitura de Botucatu e da Secretaria Municipal de Educação sobre o caso, especialmente quanto aos laudos laboratoriais das amostras encaminhadas para análise, às multas aplicadas e ao cronograma de reposição da proteína às famílias atendidas pelos kits de alimentação escolar.
Acompanhe a entrevista completa de Luciano Valim ao Jornalista Fernando Bruder no Jornal Alpha Notícias: