Saúde

Vigilância Ambiental em Saúde de Botucatu segue em alerta contra a dengue

Em 2023 já foram confirmados 295 casos de dengue no município de Botucatu, um aumento de 10,9% quando comparado com o mesmo período do ano passado. O que deixa a Vigilância Ambiental em Saúde em alerta é o fato de 40% dos casos terem ocorrido no segundo semestre, período atípico, considerando o histórico epidemiológico do município.

De acordo com Valdinei Silva, Coordenador de Programas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, historicamente, a transmissão da dengue era interrompida no mês de julho, quando as condições climáticas como estiagem e temperaturas mais baixas contribuíam para a queda do índice de infestação do mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, a interrupção da circulação do vírus dessa doença.

O que vemos agora é um índice de infestação de mosquito que vem se mantendo nos meses atípicos e que está sendo suficiente para sustentar a transmissão da dengue. O Distrito de Vitoriana vem vivenciando um surto de dengue, do total de 71 casos positivos, 83% se deu no segundo semestre”.

“Realizamos em Vitoriana vários ciclos de bloqueio de controle de criadouros, de aplicação de inseticida através de equipamentos costais e veiculares a operação cata-treco em parceria com as Secretarias de Zeladoria e Infraestrutura, tudo isso para conter a transmissão no Distrito”, explicou Valdinei.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil pode enfrentar, em 2024, um aumento significativo no número de casos de dengue, com registros que podem superar patamares históricos. A Organização Mundial da Saúde (OMS), em outubro, alertou para os impactos do calor excessivo na saúde das populações afetadas pelo fenômeno climático El Niño, entre eles o Brasil. Dentre os pontos de preocupação, a entidade destaca a alta das arboviroses urbanas, doenças virais causadas por picadas de mosquitos, como a dengue.

É importante destacar a reemergência e a rápida dispersão do sorotipo DENV3 no território nacional, com alto número de indivíduos suscetíveis, torna o cenário epidemiológico ainda mais propício ao aumento da transmissão de dengue em 2024”, alerta o Coordenador de Programas de Saúde.

A dengue possui 4 sorotipos: DENV 1, DENV 2, DENV 3 E DENV 4. Pessoas infectadas com um deles não ficam imunes aos outros. Essa dinâmica favorece a ocorrência de ondas mais graves como a que pode atingir o Brasil no ano que vem.

A segunda infecção por qualquer sorotipo da dengue pode ser mais grave do que a primeira, independentemente dos sorotipos e de sua sequência”, concluiu Valdinei.

A Vigilância Ambiental em Saúde reforça que a população tem um papel fundamental no combate a dengue, eliminando as condições favoráveis à proliferação de mosquitos, através da manutenção adequada dos recipientes com e/ou em condições de acumular água parada. Quanto menor o índice de infestação de mosquitos, menor a chance de circulação da dengue.

Equipes de enfermagem das Unidades de Saúde de Botucatu recebem treinamentos do SAMU

A equipe do SAMU-192 – regional Botucatu promoveu no fim do mês de novembro uma série de treinamentos de “Suporte Básico de Vida em Parada Cardiorrespiratória” direcionada às equipes de enfermagem de todas as unidades de saúde do Município.

Foram cinco encontros, realizados na unidade do Jd. Santa Elisa, que reuniram cerca de 120 profissionais, entre enfermeiras(os) e técnicas(os) de enfermagem.

Antes da parte prática, os profissionais de enfermagem receberam um E-book, com informações técnicas para estudo prévio e avaliação.

Já nos encontros presenciais, a equipe do SAMU-192 pode reforçar e acrescentar as orientações de como atender um paciente que chega na unidade com parada cardiorrespiratória; bem como a importância da comunicação e organização das equipes diante destes casos de urgência.

Também foram realizadas simulações de atendimento adulto e pediátrico, além de treinamentos das habilidades de massagem cardíaca e ventilação.

“Esse treinamento surgiu da demanda das próprias equipes das unidades, que enxergaram essa necessidade. Foi uma excelente oportunidade para troca de experiências e avaliarmos os pontos positivos e de melhoria no atendimento aos pacientes em situação de parada cardiorrespiratória”, afirma a Enfª Priscila Masquetto Vieira de Almeida, enfermeira, coordenadora geral do SAMU- 192 Botucatu.

Casos de dengue no Brasil aumentam 17,5% em 2023

Os casos de dengue no Brasil aumentaram 17,5% em 2023 em relação ao ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Ministério da Saúde. As ocorrências passaram de 1,3 milhão em 2022 para 1,6 milhão este ano. Já a taxa de letalidade ficou em 0,07% nos dois anos, somando 1.053 mortes confirmadas em 2023 e 999 no ano passado. 

“Fatores como a variação climática, o aumento das chuvas, o número de pessoas suscetíveis às doenças e a mudança na circulação de sorotipo do vírus são fatores que podem ter contribuído para esse crescimento”, avaliou o ministério em nota. Os estados com maior incidência de dengue são Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Goiás.

Chikungunya

Em relação à chikungunya, até dezembro de 2023, foram notificados 145,3 mil casos da doença no país, com taxa de incidência de 71,6 casos por 100 mil habitantes. Em comparação com o mesmo período de 2022, quando foram notificados 264,3 mil casos (123,9 casos por 100 mil habitantes), a redução foi de 42,2%. Este ano, foram confirmados ainda 100 óbitos provocados pela doença. As maiores incidências estão em Minas Gerais, no Tocantins e Espírito Santo.

Zika

Já os dados de zika foram coletados pela pasta até o fim de abril de 2023. Ao todo, foram notificados 7,2 mil casos da doença, com taxa de incidência de 3,6 casos por 100 mil habitantes. Houve aumento de 289% em relação ao mesmo período de 2022, quando 1,6 mil ocorrências da doença foram notificadas. Até o momento, há registro de um óbito por zika em investigação.

Criadouros

O Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) e o Levantamento de Índice Amostral (LIA) indicam que, em 2023, 74,8% dos criadouros do mosquito da dengue estão nos domicílios, como em vasos e pratos de plantas, garrafas retornáveis, pingadeiras, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros em geral, pequenas fontes ornamentais e materiais em depósitos de construção (sanitários estocados, canos).

Os números mostram ainda que depósitos de armazenamento de água elevados (caixas d’água, tambores, depósitos de alvenaria) e no nível do solo (tonel, tambor, barril, cisternas, poço, cacimba, cisterna) aparecem como segundo maior foco de procriação dos mosquitos, com 22%, enquanto depósitos de pneus e lixo têm 3,2%.

A pesquisa é realizada pela amostragem de imóveis e criadouros com água positivos para larvas de Aedes aegypti no âmbito municipal. Os estados consolidam os dados dos municípios e encaminham ao ministério.

Mudanças climáticas

Em nota, a pasta destacou que a projeção de aumento de casos de dengue no próximo verão brasileiro se deve a fatores como a combinação entre calor e chuva intensos, possíveis efeitos do El Niño, conforme aponta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Outro agravante é o ressurgimento recente dos sorotipos 3 e 4 do vírus no Brasil.

“Com as mudanças climáticas, altas temperaturas e períodos chuvosos, a expectativa é que o número de criadouros aumente. Por esse motivo, é preciso o empenho da sociedade para eliminar os criadouros e evitar água parada. As medidas são simples e podem ser implementadas na rotina. O Ministério da Saúde sugere que a população faça uma inspeção em casa pelo menos uma vez por semana.”

“Para garantir a proteção contra o mosquito vetor das arboviroses, o Ministério da Saúde encaminha um biolarvicida aos estados e municípios, de acordo com a situação epidemiológica local e com a demanda. O produto representa uma alternativa eficiente no controle das larvas dos mosquitos, com baixo impacto ambiental.”

Controle

Ainda em nota, o ministério informou estar alerta e monitorar constantemente o cenário das arboviroses no Brasil. Como parte das ações de enfrentamento às doenças, a pasta anunciou R$ 256 milhões para o fortalecimento da vigilância das arboviroses. “O momento é de intensificar os esforços e as medidas de prevenção por parte de todos para reduzir a transmissão das doenças.”

“Para evitar o agravamento dos casos, a população deve buscar o serviço de saúde mais próximo ao apresentar os primeiros sintomas. Cerca de 11,7 mil profissionais de saúde foram capacitados em 2023 para manejo clínico, vigilância e controle de arboviroses.”

Do valor total do investimento, R$ 111,5 milhões serão efetivados até o fim deste ano, em parcela única, para fortalecer as ações de vigilância e contenção do Aedes aegypti – sendo R$ 39,5 milhões para estados e o Distrito Federal e R$ 72 milhões para municípios. Além disso, haverá repasse de R$ 144,4 milhões para fomentar ações de vigilância em saúde em todo o país.

Vacina

A Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) analisa neste momento a incorporação da vacina Qdenga ao Sistema Único de Saúde (SUS). Nessa quinta-feira (7), o ministério abriu consulta pública sobre o tema. Considerando o cenário epidemiológico, a comissão já recomendou a incorporação do imunizante inicialmente para localidades e públicos prioritários a serem definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A definição dos grupos e localidades deve considerar as regiões de maior incidência e transmissão da dengue e as faixas etárias de maior risco para agravamento da doença. A restrição de público, segundo o ministério, também leva em conta a capacidade de fornecimento das doses por parte da fabricante.

Todas as recomendações de incorporação de medicamentos e insumos feitas pela Conitec são submetidas à consulta pública por um período de 20 dias. A pasta destacou, entretanto, que, considerando a projeção epidemiológica para o próximo verão, com a possibilidade de aumento de casos de dengue, a consulta ficará aberta pelo prazo de dez dias.

Método Wolbachia

O governo federal anunciou ainda a ampliação do chamado método Wolbachia. A estratégia consiste na liberação de Aedes aegypti injetados com a bactéria Wolbachia, que inibe a transmissão de doenças. A proposta é que esses mosquitos se reproduzam com outros Aedes aegypti locais e ajudem a estabelecer uma nova população de insetos, todos portando a bactéria e, consequentemente, não transmitindo doenças.

O método Wolbachia está sendo expandido atualmente para Natal, Uberlândia (MG), Presidente Prudente (SP), Londrina (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Joinville (SC). A estratégia já é utilizada em Campo Grande (MS), Petrolina (PE), Belo Horizonte (MG), Niterói (RJ) e no Rio de Janeiro.

Análise

Durante coletiva de imprensa, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou a importância de ações coordenadas de combate às arboviroses, de esclarecimento junto à população e de acompanhamento epidemiológico e cientifico das doenças.

Esta semana, voltei da COP28 [Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas] e, pela primeira vez, tivemos um evento dedicado à saúde na programação oficial.”

“Sabemos que, com as mudanças climáticas e o processo de aquecimento, há um impacto geral na saúde e, em especial, nos grupos mais vulneráveis. Há também um impacto muito acentuado em relação às arboviroses”, disse, ao citar o que classifica como um cenário desafiador.

“Esse desafio está dentro daquilo que vemos como doenças de determinação ambiental e social porque afetam sobremaneira os grupos mais vulneráveis. É onde vemos esse impacto maior. Não só pela circulação do vírus, pela transmissão via Aedes aegypti e pelos criadouros de larva, mas também porque vemos essa situação em relação aos cuidados clínicos necessários.”

Nísia lembrou que o país já possui conhecimento científico validado que permite uma maior proteção da população.

“Estamos, neste momento, já pactuando muitas ações com estados e municípios. Como tudo que se faz no SUS, não é possível fazer de gabinete. Entre essas ações, destaco o fortalecimento da vigilância, o controle de vetores. Para isso, contamos com muitos meios no SUS e estamos destinando R$ 256 milhões.”

Fonte: Agência Brasil

Feirinha de Adoção de filhotes de cães será neste domingo

No próximo domingo, 10, a Vigilância Ambiental em Saúde realizará uma feirinha de adoção de filhotes de cães resgatados pelo Canil Municipal.

São animais que estão esperando a oportunidade de serem acolhidos em novas famílias e compartilharem muito amor. Os interessados em adotar um animal devem comparecer com documento com foto e comprovante de residência.

O evento será realizado no Pátio da Secretaria Municipal de Saúde, na Rua Major Matheus, 7 – Vila dos Lavradores, das 9 às 12 horas.

Ainda durante a feirinha serão disponibilizadas 250 doses de vacina antirrábica e 250 microchips. Não será necessário agendamento e será por ordem de chegada. Cães e gatos acima dos três meses de vida e que não foram imunizados nos últimos 12 meses poderão receber a vacina.

A Vigilância Ambiental em Saúde orienta que serão vacinados apenas os cães e gatos que forem microchipados, atendendo a recomendação da Lei Municipal 6315 de 4 de março de 2022, que institui a política de bem-estar de animais domésticos, controle populacional de cães e gatos, estímulo a posse responsável e incentivo a adoção de animais e a proteção de animais domésticos e dá outras providências.

Para o cadastro do microchip também é necessário documento com foto do tutor.

Para mais informações é só entrar em contato com a Vigilância Ambiental em Saúde através do (14) 3811-1609, este número também recebe mensagens de WhatsApp.

No Dia Mundial de Luta Contra a Aids (01/12), especialistas de saúde alertam sobre o aumento de infecções sexualmente transmissíveis

O dia 1º dezembro é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, e dados divulgados na quinta-feira (30/11), pelo Ministério da Saúde mostram que quase 11 mil pessoas morreram com o vírus HIV ou Aids no Brasil em 2022. Em média, foram 30 mortes por dia. A maioria entre pessoas negras, sendo 47% pardos e 14,7% pretas. Brancos representaram 35,6% do total.

Médicos e especialistas de saúde têm alertado sobre o aumento de infecções sexualmente transmissíveis. O crescimento é notado em todas as faixas etárias, mas os jovens estão em maior risco devido a um agravante: o abandono do uso de preservativos.

Segundo interpretação de especialistas, essa nova geração não viu o impacto da Aids nos anos 1990 e, por isso, não têm o mesmo receio das gerações anteriores. Dados do Ministério da Saúde, apontam que a maior incidência da contaminação é entre homens e na faixa etária entre 25 e 39 anos.

Região Sudeste tem liderada com 203 mil casos; seguida de Nordeste, com 104 mil; Sul, com 93 mil; Norte, com 49 mil; e Centro-Oeste, com 38 mil.

Um dado recente da Secretaria de Saúde do Distrito Federal mostra que 51% dos casos de infecção por HIV, de 2017 a 2021, ocorreram em jovens de 15 a 29 anos. Pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, em 2016, mostrava que 35% dos jovens entre 15 e 24 anos tiveram mais de dez parceiros sexuais na vida.

 Hospital das Clínicas de Botucatu realizará na próxima quarta-feira 6/12, o VII Ilumina

Músicas, luzes, praça de alimentação, papai noel e uma boa dose de esperança nos corações dos pacientes, acompanhantes, funcionários do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) e comunidade. É dessa forma que pode ser classificado o tradicional evento de fim de ano “Ilumina HC”.

Seguindo a tradição, o VII Ilumina HC será realizado na próxima quarta-feira, 6 de dezembro, a partir das 19h, na entrada principal do Hospital (em frente ao prédio da Administração).

Além do tradicional acendimento das luzes natalinas do prédio da Administração do Hospital e da chegada do Papai Noel, neste ano, o evento contará com a Feira do Câmpus (gastronomia), Lam Cosplay, trenzinho de Torre de Pedra, Insanos (motocicletas), Barduco carros antigos, o mascote do Hemocentro (Gotita), Clínica do Riso e com apresentação do Coral de Santana e a Banda Sinfônica de Botucatu.

Para o Superintendente do HCFMB, Dr. José Carlos Souza Trindade Filho, o evento já é considerado tradicional e aguardado pelos pacientes, familiares, servidores e toda a comunidade. “É meu primeiro ano como Superintendente à frente do Ilumina e a iniciativa integra nosso plano de humanização da assistência do Sistema Único de Saúde (SUS)”, lembrou.

Serviço

VII Ilumina HC

Data: 6 de dezembro

Horário: a partir das 19h

Local: Câmpus da Unesp Rubião Júnior – em frente ao prédio da Administração do HCFMB

Evento aberto ao público

Vitoriana receberá ação da Vigilância Ambiental em Saúde ao combate a dengue domingo, 3

Os agentes de combate as endemias visitaram os imóveis, identificando e eliminando os criadouros de mosquitos, orientando a população a adotar medidas para evitar a proliferação destes insetos, além de aplicação de inseticida através de equipamentos costais e veiculares.

De acordo com Valdinei Silva, Coordenador de Programas de Saúde, no próximo domingo, 3, a partir das 8:30 h, a VAS visitará os imóveis que estavam fechados durante a atividade de rotina. “Um total de 38% dos imóveis não pôde ser visitado, pois os moradores estavam ausentes, portanto, esperamos reduzir essa pendência de imóveis não trabalhados a menos de 10% e assim eliminar os criadouros de mosquitos e frear a transmissão da dengue”, explicou.

Durante as visitas de rotina, foi identificado que 5,26% dos imóveis trabalhados estavam com larvas de mosquito, índice alto que coloca o bairro em risco de transmissão da dengue, pois a classificação de risco estipulada pela Organização Mundial da Saúde é a seguinte: menos de 1% dos imóveis trabalhados com larvas é satisfatório, de 1 a 3,9% sinal de alerta e acima de 4 risco de transmissão.

“Reforçamos que a população tem um papel fundamental na luta contra a dengue, eliminando as condições favoráveis à proliferação de mosquitos, através da manutenção de todo e qualquer recipiente com ou em condição de acumular água parada”, complementou Valdinei Silva.

Em 2023 foram confirmados 51 casos de dengue em Vitoriana, sendo 1 caso em abril, 1 em julho, 2 em agosto, 8 em setembro, 12 em outubro e 27 em novembro. O total de casos confirmados nesse ano foi de 280.

Saiba como proteger sua casa e evitar a dengue: Banheiros:Vaso Sanitário: Manter tampado. Na falta de tampa, usar um saco de lixo, prendendo-o com fita adesiva, se estiver sem uso.Ralos: Verificar os ralos, no Box, chão e sob o lavatório. Mantê-los tampados se estiver sem uso. Utilizar plástico, caso não sejam do tipo abre-fecha para evitar a criação de mosquitos.Caixas de descarga: Verificar as caixas de descarga, tendo cuidado especial com a tampa. Em caso de falta da tampa, vedar com plástico e fita adesiva. Área de Serviço:Tanque: Verificar a ocorrência de vazamentos que possam acumular água. Eliminar o vazamento e manter o ralo tampado com tampa própria se estiver sem uso.Outros tipos de recipientes: Verificar a presença de baldes, latas, potes. Mantê-los secos e emborcados para não acumularem água da chuva. Caso sejam inservíveis, colocá-los para a coleta pública.Pia: Verificar se tem vazamentos que possam acumular água no interior da pia ou sobre a pedra. Eliminar o vazamento e manter o ralo vedado.Ralos no chão: Verificar os ralos, inclusive sob a pia e tampá-los com plástico, caso não sejam do tipo abre e fecha.Bandeja externa de geladeira: Verificar se há acúmulo de água, limpar e manter seca.Filtros de água e outros recipientes com água: Verificar os filtros de água mineral, eliminar a água acumulada no suporte para o copo e manter o recipiente seco. As talhas de água e moringas devem ser mantidas tampadas. Os bebedouros de animais devem ser higienizados com bucha e sabão, uma vez por semana.Vazamentos: Verificar a presença de vazamentos junto a qualquer fonte de água e eliminá-los. Quintal:Garrafas: Eliminar a água e mantê-las emborcadas. Se forem descartáveis, colocar para coleta.Calhas e lajes: Caso não seja possível verificar se acumulam água, procurar identificar sinais de umidade. Em caso afirmativo, providenciar a resolução do problema.Vasos de Plantas: Verificar a presença de vasos, pratos sob o vaso, pingadeiras etc., com ou em condições de acumular água. Eliminar os pratos ou pingadeiras.Caixas d’água: Verificar a condição das tampas. Solicitar a reposição daquelas ausentes ou quebradas. Evitar tampas improvisadas (telhas de amianto, tábuas, etc.). Estas devem ser removidas e substituídas por tampa própria ou tela para vedação.Fontes ornamentais, piscinas: Verificar a presença de organismos vivos dentro da água. Podem ser larvas de mosquitos. Solicitar a visita do controle de vetores municipal.Recipiente Natural (ocos de árvores, oco de bambu, bromélias e outros): Providenciar a eliminação de água acumulada. No caso de bromélias usar mangueira com esguicho uma vez por semana.Outros tipos de recipientes: Verificar a presença de latas, potes, restos de construção ou de pintura. Eliminar a água acumulada e colocá-los para a coleta pública ou providenciar sua remoção.  Em caso de dúvidas entrar em contato com a Vigilância Ambiental em Saúde através do telefone (14) 3811-1609 ou WhatsApp (14) 98177-1905. 

Instituto de Biociências de Botucatu (IBB), promove evento gratuito sobre biossegurança

A Comissão Interna de Biossegurança – CIBio do Instituto de Biociências de Botucatu (IBB) da Unesp – Câmpus Botucatu promoverá o curso ‘Tópicos em Biossegurança e Organismos Geneticamente Modificados (OGMs e AnGMs). O evento acontecerá nos dias 4 e 5 de dezembro, no Espaço IB Eventos e será gratuito.

O evento será realizado pela CIBio, um componente essencial para o monitoramento e vigilância das atividades do IBB e tem como objetivo capacitar os participantes com noções básicas sobre boas práticas laboratoriais e características fundamentais de biossegurança.

Durante a programação do curso, serão abordadas as formas adequadas de armazenamento, manipulação, transporte e descarte de agentes químicos; fornecidos subsídios técnico-científicos sobre Organismos Geneticamente Modificados, possíveis riscos e mecanismos de controle, bioética e biodireito na área da biossegurança; entre outros.

O curso abordará a importâncias das boas práticas científicas e contará com a presença de pesquisadores influentes na área de biossegurança, como Adriano Campos, coordenador de Biossegurança, Saúde e Ambiente no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde/Fiocruz e presidente da Comissão Interna de Biossegurança do CDTS/FIOCRUZ; e José Mauro Granjeiro, especialista sênior em Metrologia e Qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

“Este evento fala muito do momento em que estamos vivendo dentro do Instituto, sobre a necessidade de adequar os nossos conhecimentos em relação às boas práticas científicas e que faz parte dessa interface da biossegurança. Ela não é mais uma escolha, a biossegurança dentro da universidade é uma necessidade”, ressalta o professor Willian Fernando Zambuzzi, vice-presidente do IBB e presidente da CIBio

A implementação de protocolos rigorosos de biossegurança garante a segurança dos pesquisadores, estudantes e demais envolvidos em atividades laboratoriais, garantindo que os estudos realizados no IBB sejam programados de maneira responsável, minimizando os riscos. Este evento será uma das primeiras atividades previstas do escritório de boas práticas científicas que está sendo criado no Câmpus de Botucatu “O IBB tem feito um trabalho de excelência com pesquisas e atividades, e que precisa de uma política institucional muito própria e bem elaborada sobre biossegurança”, afirma o professor Willian, que reforça o convite aberto para toda a comunidade universitária

O curso é gratuito e também será transmitido por meio da plataforma Google Meet.

Inscrições abertas pelo link https://eventos.ibb.unesp.br/topicosembiosseguranca/

Sobre o CIBio 

A Comissão Interna de Biossegurança – CIBio é componente essencial para o monitoramento e vigilância das atividades com OGM* e seus derivados e para fazer cumprir as normas de biossegurança. Toda instituição que se dedique ao ensino, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico e à produção industrial que utilize técnicas e métodos de engenharia genética ou realize pesquisas com Organismos Geneticamente Modificados (OGM) e seus derivados, ou mesmo, precise importar OGM e seus derivados, precisa uma Comissão Interna de Biossegurança (CIBio).

*Por “OGM” entende-se qualquer entidade biológica (vírus, bactérias, fungos, protozoários, linhagens celulares, animais, vegetais, etc) cujo material genético tenha sido alterado por técnicas de DNA recombinante/engenharia genética.