Saúde

Morre aos 82 anos Sebastião Schmidt Filho, médico que ajudou a trazer ao mundo mais de 22 mil bebês

Faleceu nesta terça-feira (16), aos 82 anos, em Botucatu, o médico ginecologista e obstetra Sebastião Schmidt Filho, um dos profissionais mais reconhecidos e respeitados da história recente da medicina local e regional.

Com uma carreira construída ao longo de décadas, Schmidt Filho foi responsável por mais de 22 mil partos realizados no município, tornando-se referência para inúmeras famílias que confiaram a ele um dos momentos mais marcantes de suas vidas. Sua atuação deixou um legado que ultrapassa números, marcado pelo acolhimento, ética profissional e compromisso com a saúde pública e privada.

Em reconhecimento à relevância de sua contribuição, recebeu em 2021 o Título de Cidadão Botucatuense, concedido pela Câmara Municipal de Botucatu, homenagem que destacou sua ligação com a cidade e o impacto positivo de sua trajetória humana e profissional.

Natural de Araras (SP), Sebastião Schmidt Filho formou-se em Medicina e escolheu a Ginecologia e Obstetrícia ainda durante plantões na Casa Maternal Leonor Mendes de Barros, na capital paulista. Posteriormente, realizou residência médica em Ribeirão Preto e, no início da década de 1970, fixou-se em Botucatu, onde consolidou sua carreira.

Em 1972, foi aprovado em concurso público para a então Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu, onde teve papel decisivo na estruturação e coordenação do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Centro de Saúde Escola da Vila dos Lavradores, função que exerceu por 14 anos.

Além da atuação acadêmica e no serviço público, manteve consultório particular e integrou a cooperativa médica Unimed, onde ocupou cargos de gestão, como a vice-presidência e a chefia do departamento de Ginecologia. Também participou ativamente da Associação Paulista de Medicina e de outras entidades representativas da classe médica.

A morte de Sebastião Schmidt Filho causou grande comoção entre familiares, amigos, colegas de profissão e pacientes, que destacam sua dedicação incansável à medicina e ao cuidado com as pessoas.

O velório acontece no Complexo Funerário Orlando Panhozzi, e o sepultamento será realizado no Cemitério Memorial Botucatu.

Projeto da Unesp Botucatu conquista prêmio internacional por capacitação em primeiros socorros nas escolas

Um projeto desenvolvido na Unesp de Botucatu alcançou reconhecimento internacional ao ser premiado durante o congresso anual da American Heart Association (AHA), uma das mais importantes instituições globais na área de emergências cardiovasculares.

Criada na Faculdade de Medicina da Unesp, a iniciativa capacita professores e funcionários da rede pública municipal para agir corretamente em situações de urgência, como engasgos e paradas cardiorrespiratórias, com foco especial no atendimento de crianças. Em funcionamento desde 2018, o projeto já impacta diretamente a segurança das escolas do município.

De acordo com dados do Jornal da Unesp, cerca de 1.100 profissionais foram treinados em 2024 e outros 900 em 2025, consolidando o alcance da ação em Botucatu.

Capacitação alinhada à Lei Lucas

Inicialmente chamado de Suporte Básico de Vida na Comunidade, o projeto passou a se denominar Suporte Básico de Vida e Lei Lucas na Comunidade após parceria com a Secretaria Municipal de Educação. A mudança alinhou a iniciativa à Lei Federal nº 13.722/2018, que tornou obrigatória a capacitação em primeiros socorros em escolas e creches de todo o país.

Formação prática e impacto real

Atualmente, cerca de 100 estudantes voluntários dos cursos de medicina, enfermagem, física médica e biomedicina participam das ações, sempre supervisionados por docentes. As capacitações ocorrem durante o Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) e seguem protocolos da AHA, com aulas teóricas e práticas que incluem simulações de ressuscitação cardiopulmonar e manobras de desengasgo.

Segundo a coordenadora do projeto, médica Joelma Gonçalves Martin, todos os funcionários das escolas municipais de ensino fundamental foram capacitados ao menos uma vez entre 2023 e 2025, um marco para a rede pública local. Mesmo realizadas no fim do expediente, as oficinas registram alta adesão e relatos de profissionais que já conseguiram salvar vidas após o treinamento.

Avaliação, selo e expansão

Após as formações, os participantes passam por avaliações para medir a retenção do conhecimento. As escolas capacitadas recebem o selo de “escola segura”, conforme prevê a legislação. O projeto também mantém, desde 2017, um evento anual aberto à comunidade e iniciou um piloto voltado a adolescentes.

Destaque internacional

Os resultados obtidos em 2024 foram apresentados à AHA por meio de um resumo científico que analisou a retenção de conhecimento e a tomada de decisão em situações de emergência por profissionais da educação. O estudo foi o vencedor brasileiro no Simpósio de Ciência da Ressuscitação e publicado na revista Circulation, referência mundial na área.

Para a coordenação, a premiação comprova a eficácia da metodologia e seu potencial de replicação em outras cidades.

Atualização dos protocolos

Em outubro, a AHA atualizou as diretrizes sobre manobras de desengasgo, que passarão a integrar as próximas capacitações em Botucatu. As novas orientações variam conforme a idade da vítima e reforçam a necessidade de acionar o SAMU (192) sempre que necessário.

Botucatu é escolhida como cidade-piloto para estudo da nova vacina contra a dengue do Instituto Butantan

Botucatu (SP) foi selecionada pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Butantan para ser o cenário de um estudo pioneiro que testará, em condições reais, a eficácia da nova vacina contra a dengue. A cidade foi escolhida por sua experiência em campanhas de vacinação em massa — como ocorreu durante a pandemia de Covid-19 — e pela alta circulação do sorotipo DENV-3 da dengue na região.

Estudo em campo com participação da Unesp

O estudo, realizado em parceria com a Unesp de Botucatu, prevê a imunização de 50% da população local entre 15 e 59 anos, com o objetivo de monitorar, em tempo real, a redução dos casos da doença após a aplicação do imunizante. A e…

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a campanha nacional de vacinação terá início até o final de janeiro de 2026, com a disponibilização de 1,3 milhão de doses pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A prioridade inicial será a vacinação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde (médicos, enfermeiros e agentes comunitários) e da população de 50 a 59 anos.

Vacina do Butantan: dose única e proteção ampla

O imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan é de dose única e oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. A vacina promete ser um avanço significativo no combate à doença, que tem impactado regiões inteiras do país.

Estudo com idosos será feito separadamente

Embora a nova vacina seja segura e eficaz para a maioria dos adultos, um estudo clínico específico para pessoas acima de 60 anos será realizado em 2026 para avaliar a resposta imunológica e a segurança desse público.

Com essa iniciativa, Botucatu mais uma vez se destaca no cenário nacional como referência em saúde pública e inovação científica, contribuindo diretamente para o enfrentamento de uma das doenças mais recorrentes no Brasil.

Botucatu recebe Encontro gratuito para mães e gestantes com apoio de especialistas da Unesp

Botucatu – Palestras com professores e profissionais renomados da Unesp-Botucatu com inscrições gratuitas

No dia 13 de dezembro, às 9h, acontecerá o “Encontro de Mães e Gestantes”. Um evento gratuito voltado para acolhimento, troca de experiências e orientações essenciais sobre a maternidade.

A atividade será realizada no espaço Vital Be Together, localizado na Av. Vital Brasil, 1410 – Jardim Bom Pastor, e contará com profissionais da área da saúde oferecendo informações atualizadas e suporte às mulheres que estão vivenciando a gestação ou a chegada recente de um bebê.

Com vagas limitadas, o encontro busca fortalecer a rede de apoio das futuras mamães e criar um espaço seguro para diálogo, aprendizado e conexão entre mulheres que estão passando por esse momento tão especial.

As interessadas podem garantir participação pelo link de inscrição: https://www.inscricoes.fmb.unesp.br/index.asp?configurar=true&codEvento=16500

O evento é gratuito e aberto ao público.

Neurologista alerta para sintomas leves que podem surgir antes do AVC

O acidente vascular cerebral (AVC), uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil e no mundo, ocorre quando o fluxo de sangue para uma região do cérebro é interrompido por entupimento de artéria ou por sangramento. A falta de oxigênio compromete neurônios e pode afetar funções como fala, visão e movimento.

Apesar de muitos casos surgirem com sinais evidentes, alguns pacientes apresentam alterações discretas que podem passar despercebidas. Mesmo quando duram pouco, essas mudanças podem indicar que alguma região do cérebro começou a sofrer com a redução do fluxo sanguíneo.

Sintomas leves do AVC que não devem ser ignorados

Alguns sinais surgem de forma tão rápida que muitas pessoas não as reconhecem como sinais neurológicos. Especialistas ouvidos pelo Metrópoles listaram os principais sintomas que merecem atenção:

  • Dificuldade súbita para articular palavras ou fala enrolada.
  • Incapacidade repentina de formular frases com clareza.
  • Perda de visão em parte do campo visual.
  • Cegueira momentânea em apenas um dos olhos.
  • Visão dupla de início abrupto.
  • Desequilíbrio ou alteração na coordenação dos movimentos.
  • Dormência, fraqueza ou formigamento em um lado do corpo.

O neurologista e neuroimunologista Thiago Taya, do Hospital Brasília Águas Claras, da Rede Américas, explica que os sintomas podem desaparecer rapidamente e dar a impressão de que não representam risco. Porém, qualquer alteração neurológica súbita deve ser tratada como emergência.

“Se o sintoma aparece e some rapidamente, existe a falsa sensação de que está tudo bem. Mas esse é exatamente o tipo de situação que pode anteceder um AVC nas semanas seguintes, especialmente quando há fatores cardiovasculares não controlados”, afirma Taya.

Segundo ele, muitos desses quadros podem representar um ataque isquêmico transitório (AIT) — uma interrupção temporária do fluxo de sangue para o cérebro que provoca sintomas semelhantes aos de um AVC, mas que desaparecem em poucos minutos.

Taya reforça que o AIT funciona como um importante sinal de alerta, pois indica que a circulação cerebral já está comprometida e que o risco de um AVC definitivo aumenta significativamente nos dias ou semanas seguintes.

As áreas mais atingidas variam conforme o vaso comprometido, mas algumas regiões são mais vulneráveis. Por isso, perda de força em um lado do corpo, dificuldade para falar e assimetria facial aparecem com muita frequência.

Além disso, mudanças na pele do rosto, como boca torta e dificuldade para movimentar um dos lados, muitas vezes são percebidas primeiro pelos familiares do que pelo paciente.

Fatores de risco para o desenvolvimento do AVC

De acordo com o neurologista Alexandre Bossoni, do Hospital Santa Paula, em São Paulo, os fatores que favorecem sintomas leves são exatamente os mesmos que aumentam a chance de um AVC típico.

“Idade, sedentarismo, tabagismo, pressão alta, obesidade, colesterol alto e diabetes não tratada são alguns fatores de risco. O mais importante é realmente cuidar da saúde para evitar esses fatores”, aconselha Bossoni.

Em alguns pacientes, obstruções pequenas em artérias finas geram quadros mais brandos, que duram pouco e passam sozinhos. Mas essa aparência “leve” não diminui a gravidade, já que até lesões pequenas podem deixar sequelas e, principalmente, sinalizar risco de um episódio mais sério.

Mulher jovem apoiada na parede com mão na cabeça - AVC pode começar com sintomas leves. Saiba quais sinais exigem atenção - Metrópoles
O AVC pode surgir de forma súbita e provocar alterações na fala, visão e força muscular, mesmo em quadros considerados leves

O que fazer ao notar sintomas leves de AVC?

Diante de qualquer suspeita, o ideal é buscar emergência imediatamente. Avaliações rápidas podem identificar obstruções e definir se há indicação de trombólise ou trombectomia.

Para facilitar o reconhecimento, o método BE FAST orienta observar equilíbrio, visão, simetria facial, força nos braços e fala. Como o tempo influencia na preservação das funções cerebrais, a recomendação é procurar ajuda assim que o primeiro sinal surgir.

Fonte: Metrópoles

Foto: Reprodução

SUS terá teleatendimento em saúde mental para viciados em bets

Jogos e apostas, em especial as eletrônicas cada vez mais difundidas por conta das chamadas bets, têm prejudicado as finanças e a saúde de muitos brasileiros. Diante desse cenário, os ministérios da Saúde e da Fazenda lançaram iniciativas com foco na prevenção do vício ou compulsão por jogos, tanto para a saúde física, como para a mental e financeira dos usuários. 

Algumas dessas ferramentas estão previstas em um acordo de cooperação técnica assinado, nesta quarta-feira (3), pelos ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Fazenda, Fernando Haddad. Entre as ferramentas que serão implementadas está uma plataforma de autoexclusão que, a partir do dia 10 de dezembro, permitirá ao apostador que deseja interromper o vício solicitar ser bloqueado dos sites de apostas, além de deixar seu CPF indisponível para novos cadastros ou para o recebimento de publicidade das bets.

Estudo recente apontou que as bets provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente.

O acordo cria também, entre as medidas de prevenção e cuidado, o Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas. Ele será um “canal permanente de troca de dados entre as pastas”, de forma a viabilizar ações integradas de apoio para que esses usuários busquem ajuda nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

“A partir dos dados que temos, vamos identificar padrões como os de adição ou compulsão das pessoas. Os registros nos ajudarão a ver onde a pessoa está, para que nossas equipes possam entrar em contato e servirem de ombro amigo ou braço de apoio dessas pessoas”, explicou Alexandre Padilha.

Ferramentas

Além da plataforma de autoexclusão, também serão disponibilizadas uma série de orientações sobre como buscar ajuda na rede pública, o que inclui informações sobre pontos de atendimento do SUS, por meio do aplicativo Meu SUS Digital e a Ouvidoria do SUS.

O Ministério da Saúde lançou também a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que contém orientações clínicas e prevê atendimento presencial e online como forma de reduzir as barreiras de acesso ao cuidado em saúde mental.

Segundo o Ministério da Saúde, a rede pública vai ofertar, a partir de fevereiro de 2026, teleatendimentos em saúde mental com foco em jogos e apostas, por meio de parceria com o Hospital Sírio-Libanês.

Inicialmente, serão 450 atendimentos onlines por mês, mas o ministério poderá ampliar esse número, a depender da demanda.

“Essa assistência funcionará de forma integrada e como parte da rede do SUS e, sempre que necessário, esses pacientes serão conduzidos ao atendimento presencial”, informou a pasta.

Regulamentação

Durante sua participação no evento, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que, apesar de as bets terem sido autorizadas em 2018, pouco foi feito para regulamentar essa atividade durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Era preciso definir tributação, regras de propaganda e marketing, parâmetros de jogo responsável e o papel de cada ministério no combate a práticas abusivas, lavagem de dinheiro e no apoio às pessoas que necessitassem de atenção em saúde pública. Nada disso foi feito entre 2019 e 2022”, disse o ministro.

Ele acrescentou que, com o atual regramento, nenhum CPF de criança ou de beneficiário de Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou do Bolsa Família pode ser usado para cadastro nos sites de jogos.

Transtornos

Segundo o diretor do Departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Marcelo Kimati, alguns dados já disponibilizados pelo SUS identificam aumento do número de atendimentos de pessoas com transtornos associados ao jogo.

Segundo ele, em 2023, o SUS fez 2.262 atendimentos de pessoas com esse tipo de vício ou compulsão. Em 2024, esse número subiu para 3.490. “E entre janeiro e junho de 2025, já havíamos registrados 1.951 atendimentos”, disse o diretor.

Durante a cerimônia de assinatura do acordo entre as pastas da Saúde e da Fazenda, Kimati disse que, com os dados já disponíveis, é possível traçar um perfil das pessoas que vivem esse tipo de problema.

“Ele é homem; tem entre 18 e 35 anos; é negro; vive situações de estresse e ruptura de cotidiano; é separado, aposentado, desempregado; além de isolado ou com rede de apoio frágil”, descreveu o diretor ao destacar que, em resumo, este perfil está diretamente associado à população que vive uma situação de vulnerabilidade.

Fonte: Agência Brasil

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Anvisa decreta proibição total: Fabricação e venda de suplementos contendo ORA-PRO-NÓBIS são cassadas

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a apreensão e a proibição dos suplementos Prosatril e Erenobis, fabricados pela empresa Ms Comércio de Produtos Naturais Ltda. Com isso os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos desde esta terça-feira (2).

“Os suplementos estão sendo vendidos e anunciados sem possuir registro, notificação ou cadastro na Anvisa. Além disso, o Erenobis possui a planta Pereskia aculeata (ora-pro-nóbis) como ingrediente, o que não é permitido”, diz Anvisa.

A utilização da planta ora-pro-nóbisem suplementos alimentares foi proibida pela agência, em abril desde ano, por falta de evidências que comprovem a sua eficácia e segurança.

Suplemento Óliver Turbo

Outro produto atingido pela medida é o Óliver Turbo, suplemento da empresa Instituto Oliver Cursos Preparatórios Ltda., que deve ser apreendido. A ação fiscal proibiu ainda a sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e o seu consumo, também por não ser registrado e notificado na Anvisa.

Fonte: Agência Brasil

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Hospital das Clínicas de Botucatu investe em capacitação visando aprimorar o diálogo e o suporte em casos de tendência ao suicídio

Como parte da programação de capacitação de funcionários do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp (HCFMB), foi realizado, nos dias 25 e 26 de novembro, o Treinamento de Prevenção e Posvenção ao Suicídio. O público-alvo foi o Serviço de Psicologia e Terapia Ocupacional da Instituição.

Promovido pela Superintendência e pelo Núcleo de Capacitação e Desenvolvimento (NUCADE) do Departamento de Gestão de Atividades Acadêmicas (DGAA) do HCFMB, o conteúdo programático contou com um panorama geral (números) do tema, fatores de risco, cuidados com o cuidador, abordagem terapêutica, perguntas e respostas, dentre outros assuntos.

A responsável por ministrar a capacitação foi Karen Scavacini, mestre em saúde pública com foco em promoção da saúde mental e prevenção do suicídio e doutora em psicologia pela USP.

Jornal do HCFMB

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