Segurança

Procurado por homicídio em Sergipe é preso com arsenal em Pardinho

Na última segunda-feira, (20), policiais militares da 2ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar realizaram a prisão de um homem procurado pela Justiça por homicídio, durante patrulhamento na cidade de Pardinho (SP).

A equipe recebeu informações de que o suspeito, condenado por um assassinato ocorrido no estado de Sergipe — praticado com arma de fogo —, estaria circulando pela região. Com base nas informações, os PMs iniciaram diligências e conseguiram localizar o indivíduo na Rodovia Castelo Branco, sentido bairro Baronesa.

Durante a abordagem, o homem confirmou saber da existência do mandado de prisão e também confessou possuir armas em casa. A equipe policial seguiu até a residência indicada e localizou uma espingarda calibre 28, duas armas de fabricação caseira, oito munições calibre 28, cinco munições calibre 25, além de esferas metálicas, espoletas e pólvora.

Diante do flagrante, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia de Bofete, onde teve a prisão ratificada pela autoridade de plantão. Posteriormente, foi encaminhado à Cadeia Pública de Itatinga, onde permanece à disposição da Justiça.

Agressão com teor transfóbico aconteceu em frente a uma adega após discussão no Jardim Monte Mor

Na noite de quarta-feira, 18 de outubro, a jovem Vitória Bianchessi Alves Trombado relatou ter sido agredida em frente à uma adega localizada próxima ao Bairro Monte Mor. Segundo o relato, Vitória estava acompanhada de uma amiga e de outros conhecidos, quando foi surpreendida por um soco no rosto, caindo para trás.

“Eu senti algo nas costas, virei para ver o que era e levei um soco no rosto. Caí, e os meninos me seguraram. Eu não conhecia o agressor, nunca tinha conversado com ele”, contou Vitória.

De acordo com ela, o homem envolvido na agressão era conhecido de sua amiga, uma mulher trans. Momentos antes, o grupo estava reunido no restaurante do Forasteiro, em uma roda de amigos em comum.

Vitória relata que o conflito teve início quando o agressor teria feito comentários preconceituosos e desrespeitosos em relação à identidade de gênero de sua amiga.

Em resposta, a mulher revelou um episódio do passado envolvendo o homem, quando ele teria enviado vídeos íntimos a ela.

Após a troca de palavras, o agressor aparentou não se importar e riu da situação, segundo as testemunhas. No entanto, ao descerem para a adega, o ataque aconteceu de forma inesperada e pelas costas, conforme a vítima.

Vitória afirma não ter envolvimento direto na discussão e diz ter sido agredida injustamente. O caso deverá ser encaminhado às autoridades para apuração.

“Eu sou inocente, não tinha nada a ver com a história. Fui atacada sem motivo”, completou.

O Portal Alpha Notícias acompanha o caso

Polícia Civil age rápido e prende suspeito de roubo no centro de Botucatu

Uma operação conjunta da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e do Grupo de Operações Especiais (GOE) de Botucatu culminou na prisão em flagrante de um indivíduo suspeito de cometer um roubo em um estabelecimento comercial na Rua Curuzu, região central da cidade.

Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu na noite de quarta-feira (15), quando o suspeito, portando um simulacro de arma de fogo, rendeu uma funcionária e subtraiu dois celulares e um cartão bancário.

As equipes da DIG e do GOE iniciaram as investigações imediatamente após o crime, o que levou à identificação e localização do suspeito em uma residência no bairro Parque dos Pinheiros na manhã seguinte.

No local, foram apreendidos o simulacro utilizado no roubo e um dos celulares roubados.

O autor confessou o crime e foi reconhecido pela vítima. Ele foi autuado em flagrante por roubo, conforme o artigo 157 do Código Penal, e permanece à disposição da Justiça.

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Botucatu.

Polícia Civil

Entregador de disk drogas é preso em flagrante no centro de Botucatu

Um homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas na noite de quarta-feira (15), na região central de Botucatu. A prisão ocorreu por volta das 21h, na Rua João Passos, após a equipe policial flagrar o suspeito entregando entorpecentes a um usuário.

Durante patrulhamento, os policiais notaram o momento em que o condutor de uma motocicleta subiu na calçada e passou um objeto para outra pessoa. Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito tentou fugir a pé, mas foi rapidamente alcançado e detido.

Na abordagem, o indivíduo confessou que atuava como entregador de drogas sob ordens de outro traficante. Com ele foram encontrados R$ 155 em dinheiro e um celular. O usuário, que também foi abordado, portava uma pedra de crack comprada via aplicativo de mensagens.

Ao revistar a motocicleta utilizada na entrega, os agentes encontraram um compartimento lateral escondido contendo mais 15 porções de crack, todas prontas para a comercialização. No total, foram apreendidas 16 porções da droga, além do veículo, celular e dinheiro.

Após exame médico no pronto-socorro, o acusado foi levado ao Plantão Policial, onde teve a prisão confirmada por tráfico de drogas.

Ele segue detido à disposição da Justiça.

Polícia Militar

Homem é preso pela GCM após incendiar ponto de ônibus no bairro Cedro, em Botucatu

Um homem de 38 anos foi preso em flagrante pela Guarda Civil Municipal de Botucatu, após incendiar um ponto de ônibus no bairro do Cedro. A ação foi realizada pela equipe ROMO (Rondas com Motocicletas), durante patrulhamento preventivo na região.

Os guardas perceberam uma densa fumaça e, ao chegarem ao local, encontraram o abrigo completamente em chamas. Populares tentavam conter o fogo e indicaram o suspeito, que havia fugido a pé.

A equipe da ROMO localizou o homem cerca de 150 metros adiante. Ao ser abordado, ele confessou ter colocado fogo em um colchão após ser demitido do trabalho, e admitiu que o fogo se alastrou até atingir o ponto de ônibus.

O suspeito foi conduzido à Central de Flagrantes e autuado por dano ao patrimônio público. A Polícia Científica realizou perícia e confirmou o incêndio no local. Ele permanece à disposição da Justiça.

Guardas Civis Municipais de Botucatu foram presos por atuarem em segurança privada irregular

Dois Guardas Civis Municipais (GCMs), um homem e uma mulher, foram presos pela Polícia Civil no final da semana passada em Botucatu após serem flagrados realizando segurança privada irregular em um loteamento da cidade. O caso ocorreu no Loteamento Altos da Serra, onde os agentes teriam sido denunciados por moradores por supostamente estarem coagindo pessoas que tentavam construir no local.

Segundo informações apuradas pela REDE ALPHA, a denúncia indicava que dois indivíduos, em uma Doblô branca, estariam intimidando trabalhadores e residentes. Durante a abordagem, os suspeitos se identificaram como Guardas Civis Municipais de Botucatu. Eles portavam armas pertencentes à Corporação do Município, utilizadas durante o serviço particular.

O delegado responsável registrou o Boletim de Ocorrência e determinou que o setor de investigações apure o caso. Há indícios de que outros dois GCMs também se revezavam no local, prestando o mesmo tipo de vigilância privada, agentes esses na data anterior à prisão,  estariam agindo com truculência nesses patrulhamento. As armas utilizadas, de propriedade da Guarda Civil Municipal, foram apreendidas para perícia.

Após serem ouvidos, os dois guardas foram liberados mediante pagamento de fiança e responderão ao processo em liberdade.

Base Legal: o que diz o Estatuto da Segurança Privada

A conduta dos guardas civis enquadra-se como crime previsto no artigo 51 da Lei nº 14.967/2024, o Estatuto da Segurança Privada, sancionado em setembro de 2024. A lei proíbe expressamente que servidores da segurança pública — como policiais militares, civis ou guardas municipais — atuem em atividades de segurança privada, mesmo durante folgas ou fora do horário de serviço.

A norma visa evitar o uso indevido de armamentos públicos, o conflito de interesses e o risco à segurança da população. Quando o agente exerce vigilância armada sem autorização da Polícia Federal, a pena é de reclusão de 2 a 4 anos e multa.
Além disso, o artigo 50 da mesma lei tipifica como crime a prestação de serviço de segurança privada sem autorização da PF, com pena de detenção de 1 a 3 anos e multa.
O Estatuto de 2024 substituiu a antiga Lei nº 7.102/1983 e estabeleceu um novo marco regulatório para o setor, impondo regras mais rígidas e penalidades severas para combater a informalidade. Antes, práticas como o chamado “bico armado” geravam apenas sanções administrativas; agora, configuram crime.

Consequências e Investigações

Com base na nova legislação, o caso dos guardas de Botucatu pode resultar em processo criminal, sanções administrativas e perda de função pública, caso sejam condenados. O inquérito está sob responsabilidade da Polícia Civil, e o setor de investigações deve apurar se havia contratação irregular por parte de terceiros ou empresas envolvidas.

A Guarda Civil Municipal e a Prefeitura ainda não informaram se abrirão processos internos disciplinares. Geralmente essas ocorrências são investigadas também pela Corregedoria.

Resumo da Lei nº 14.967/2024 – Pontos Principais

  • • Proíbe o exercício de segurança privada por agentes públicos (art. 51).
    • Criminaliza o “bico” armado e o uso de armas institucionais fora de serviço.
    • Exige autorização da Polícia Federal para qualquer atividade de segurança privada.
    • Prevê pena de 2 a 4 anos de reclusão e multa para servidores infratores.
    • Revoga a Lei nº 7.102/1983 e estabelece regras mais rígidas de controle e fiscalização do setor.

Com a nova lei em vigor, casos como o de Botucatu tendem a ser tratados com mais rigor, reforçando a separação entre o serviço público de segurança e a atividade privada, e buscando preservar a confiança e a integridade das forças de segurança municipais e estaduais.

A Prefeitura de Botucatu foi procurada para comentar o caso. Foram solicitadas manifestações do prefeito Fábio Leite, da secretária de Comunicação Cinthia Al-Lage e do secretário de Segurança, sargento Laudo, mas até o fechamento desta edição nenhum deles se pronunciou.

A REDE ALPHA está à disposição dos moradores, caso haja novas denúncias envolvendo esse patrulhamento irregular que ainda não foram denunciadas às Forças de Segurança de Botucatu.

Base de defesa antiaérea do exército brasileiro será instalada em jundiaí, no interior de SP

O município de Jundiaí, no interior de São Paulo, será responsável por centralizar a futura defesa antiaérea do Exercito no país.

No último dia 15 de julho, inclusive, uma cerimônia confirmou a mudança do nome do quartel da cidade de 440 mil pessoas a cerca de 60 km da capital paulista. O 12º GAC (Grupo de Artilharia de Campanha) passou a se chamar 12º GAAAe (12º Grupo de Artilharia Antiaérea).

Até 2039, dentro do projeto Força 40 de modernização do Exército, se prevê a conclusão da inédita implantação no país de um sistema de defesa antiaérea de média altura, com mísseis que podem alcançar 15 km de altura (cerca de 50 mil pés) e um raio de até 40 km de distância (podendo chegar a 60 km).

Atualmente, o país conta apenas com defesa antiaérea terrestre de baixa altura, com capacidade de alcance de até 3 km.

O investimento em armamentos de média altura foi apontado como imprescindível, segundo uma portaria publicada pelo Exército em julho, com as diretrizes do projeto.

De acordo com o general de brigada Marcos José Martins Coelho, à frente do Comando de Defesa Antiaérea do país, Jundiaí foi selecionada, entre outros, por sua posição de estratégia de logística -o quartel escolhido para o novo grupamento fica às margens da rodovia Anhanguera, a menos de 50 km do rodoanel Mário Covas, e com fácil acesso à Baixada Santista.

O deslocamento via terra e mar ocorre pela dificuldade de se levar esses equipamentos em aviões cargueiros, pelo grande volume.

De Jundiaí seria possível defender ataques aéreos na região da capital paulista ou de polos econômicos próximos, como Campinas e Sorocaba. Mas o equipamento é móvel e pode ser levado a qualquer lugar.

Foi identificado que a lacuna de capacidade representada pela inexistência de sistemas de defesa antiaérea de média altura e médio alcance necessita ser solucionada com premência, o que caracteriza sua obtenção como sendo de natureza emergencial”, diz o documento.

O comandante cita as guerras na Faixa de Gaza e na Ucrânia como exemplos desses conflitos de larga escala.

Os planos de reforço antiaéreo começaram a ser desenhados bem antes do recente posicionamento de navios e aviões militares americanos na região do Caribe contra o que o presidente Donald Trump rotulou de proteção contra o tráfico de drogas da Venezuela.

“Estamos na fronteira, eles [Venezuela] são um país fronteiriço. Não é o fundamental, não é por isso que nós estamos fazendo [a compra do armamento]. Mas reforça a ideia de que precisamos do equipamento.”

Atualmente, o Exército está na fase de espera e análise das propostas de fabricantes bélicos de várias partes do mundo -indústrias da Índia, Itália, Alemanha, França Israel, Estados Unidos e Turquia, por exemplo, foram contatadas. Algumas já responderam.

Valores e prazos para compra não são citados, mas no inicio de julho a rede CNN afirmou que o Brasil havia desistido de uma negociação para compra de armamentos da Índia e tinha aberto negociações com a italiana MDBA para possível aquisição de sistemas Emads (Enhanced Modular Air Defense Solutions ou na tradução literal, soluções modulares de defesa aérea), o que proporcionaria uma economia de R$ 5 bilhões.

Outros armamentos que podem estar em análise são o alemão IRIS-T SLM/SLS, da Diehl Defence, ou o Aster (SAMP/T), da francesa Eurosam.

“Depende do equipamento, tem um custo razoável. Mas em um cenário hostil, ele defende um ataque à hidrelétrica de Itaipu”, exemplifica o general Coelho.

Inicialmente, o investimento será apenas no município paulista, mas há estudos em mãos do Exército para expansão do projeto de defesa antiaérea de média altura para outros estados.

Atualmente, o Comando de Defesa Antiaérea tem sete unidades operacionais no Rio Janeiro, em Praia Grande (SP), Caxias do Sul (RS), Sete Lagoas (MG), Manaus, Brasília e agora Jundiaí.

Operação da DIG de Botucatu apreende mais de R$ 22 mil em cigarros eletrônicos e essências ilegais

 

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Botucatu realizou, sob determinação da Delegacia Seccional de Polícia, uma operação de fiscalização em diversos estabelecimentos comerciais do município, entre adegas e tabacarias, com o objetivo de coibir a comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas e produtos proibidos, como os chamados “cigarros eletrônicos”.

Durante a ação, os policiais localizaram em dois estabelecimentos um total de 82 cigarros eletrônicos, 188 refis de essência e 22 acessórios utilizados no consumo desses dispositivos. O material apreendido foi avaliado em mais de R$ 22 mil.

Os responsáveis pelos comércios foram presos em flagrante, enquadrados no artigo 278 do Código Penal, que trata de crimes relacionados à venda de produtos nocivos à saúde pública. Ambos pagaram fiança e responderão ao processo em liberdade, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.

A ocorrência foi registrada nos Boletins de Ocorrência nº PC4586-1/2025 e PC5337-1/2025, da Delegacia de Investigações Gerais de Botucatu.

A Polícia Civil informou que novas ações de fiscalização deverão ocorrer nos próximos dias, reforçando o combate à comercialização irregular de produtos que possam colocar em risco a saúde dos consumidores.