Uma denúncia recorrente volta a preocupar moradores do bairro Lavapés, em Botucatu. Localizado na Rua Curuzu, nos fundos da Secretaria Municipal de Trânsito (Semutran), um muro muito antigo apresenta sinais graves de deterioração e risco iminente de colapso, sem que providências efetivas tenham sido adotadas pelo poder público.
De acordo com relatos e imagens registradas no local, a situação se arrasta há mais de anos. A mais de um ano, o muro já apresentava trincas e chegou a ter parte da área isolada pela Prefeitura de Botucatu devido ao perigo. No entanto, atualmente, o espaço encontra-se em total abandono. As faixas de isolamento colocadas anteriormente permanecem jogadas ao chão, evidenciando a falta de manutenção e acompanhamento da área.
O problema se agrava com o período de chuvas, comum no início do ano. As imagens mostram grandes trincas no muro, algumas com medições que chegam a cerca de 1,5 centímetro, além de rachaduras visíveis no pavimento superior. Também é possível notar a inclinação da estrutura em direção à rua, o que aumenta o risco para pedestres que utilizam a calçada — que, segundo moradores, já é precária por si só.
A equipe da REDE ALPHA esteve em abril de 2024 no local e nada mundou
Outro ponto de alerta são as marcas de barro escorrendo pela parede, indicando falhas na drenagem da água acumulada no interior do terreno. Mesmo diante desse cenário, o local voltou a ser utilizado para a guarda de veículos, o que aumenta o peso sobre a borda do muro e potencializa o risco de desabamento.
A área fica muito próxima a uma creche do bairro Lavapés, o que preocupa ainda mais moradores e frequentadores da região. Em caso de colapso, crianças, transeuntes e motoristas podem ser atingidos.
Moradores antigos afirmam que o muro pode ter mais de 50 anos e nunca passou por obras de contenção ou manutenção preventiva. Diante disso, a população volta a cobrar uma ação urgente da Prefeitura de Botucatu e da própria Semutran, que utiliza o espaço, para evitar uma possível tragédia anunciada.
A denúncia reforça que o risco já foi comunicado diversas vezes ao longo do último ano e pede atenção imediata das autoridades responsáveis para garantir a segurança da população.
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