Brasil

2026 marca o adeus definitivo aos orelhões nas grandes cidades brasileiras

O ano de 2026 simboliza o encerramento de um dos maiores ícones da comunicação urbana no Brasil: os telefones públicos, popularmente conhecidos como orelhões. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu início, neste mês de janeiro, a uma operação nacional para retirar esses equipamentos das ruas e avenidas das grandes cidades.

Ao todo, cerca de 30 mil estruturas desativadas serão recolhidas em todo o país. A medida ocorre com o fim das concessões do serviço de telefonia fixa, que deixa de obrigar as operadoras a manterem telefones públicos em funcionamento.

Por décadas, os orelhões fizeram parte da rotina dos brasileiros, especialmente entre os anos 1970 e o início dos anos 2000. Eles eram ponto de encontro, facilitavam recados e garantiam comunicação mesmo para quem não possuía telefone em casa. Hoje, o sentimento é de nostalgia para quem viveu essa época.

Com a retirada dos aparelhos, as empresas responsáveis passam a direcionar investimentos para redes de banda larga e telefonia móvel. Em alguns municípios, porém, os orelhões ainda poderão permanecer até 2028, exclusivamente em locais onde não há outra alternativa de serviço telefônico disponível.

Atualmente, restam pouco mais de 2 mil orelhões espalhados pelo Brasil, muitos deles inoperantes. A Anatel informa que não há mais produção de cartões telefônicos e que os pontos de venda praticamente desapareceram. Pela regra vigente, quando não houver cartão disponível, os aparelhos remanescentes devem permitir ligações locais e nacionais para telefones fixos de forma gratuita.

Apesar da evolução tecnológica, o fim dos orelhões representa mais do que a retirada de um equipamento urbano. Para muitos brasileiros, trata-se do encerramento de uma era marcada pela simplicidade, pela convivência e por uma forma de comunicação que ajudou a conectar gerações.

No site da Anatel, é possível consultar a lista completa dos endereços onde ainda existem telefones públicos ativos no país.

Reajuste das aposentadorias acima do mínimo será de 3,9% em 2025

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrou alta de 3,90% em 2025, abaixo dos 4,77% observados em 2024. O indicador é usado para definir o reajuste das aposentadorias de quem recebe acima de um salário mínimo, de acordo com dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (9).

Os preços dos produtos alimentícios subiram 2,63% no ano passado, enquanto os não alimentícios tiveram variação de 4,32%. Entre as regiões, Vitória apresentou o maior aumento (4,82%), influenciada pela energia elétrica residencial (17,65%) e pelo aluguel (9,06%), enquanto Campo Grande registrou a menor alta (2,78%), com queda nos preços do arroz (-31,01%), frutas (-9,56%) e carnes (-3,00%).

Os aposentados e pensionistas que começaram a receber benefícios em 2025 terão a correção proporcional ao período do ano em que receberam os pagamentos. Já o piso previdenciário, pago a quem recebe o valor mínimo, será de R$ 1.621,00, representando um aumento de 6,79%. O reajuste começará a ser pago entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro, impactando cerca de 21,9 milhões de benefícios de até um salário mínimo, o que corresponde a 62,5% do total de 35,15 milhões de benefícios do Regime Geral de Previdência Social, com custo estimado de R$ 30,7 bilhões em 2026.

Inquérito militar aponta explicação para o caso do ET de Varginha

A história do suposto ET de Varginha completa 30 anos em janeiro e, apesar de ainda despertar curiosidade e crença em parte da população, um inquérito militar concluiu que o episódio não teve qualquer relação com vida extraterrestre. O Inquérito Policial Militar (IPM) do Superior Tribunal Militar (STM), com mais de 600 páginas e disponível no site do órgão, aponta que o caso foi resultado de um equívoco ocorrido em um dia de forte chuva, no início de 1996.

De acordo com o documento, três jovens relataram ter visto uma criatura agachada, próxima a um muro, em um bairro da cidade mineira. A investigação, no entanto, identificou que a figura descrita era, na verdade, um homem com transtornos mentais, conhecido por circular pelas ruas de Varginha frequentemente de cócoras. Fotos desse homem, registradas em diferentes locais, foram anexadas aos autos do inquérito.

Instaurada em março de 1997, a apuração teve como objetivo investigar boatos sobre um suposto envolvimento de militares do Exército na captura e no transporte da suposta criatura. O IPM também ouviu os dois ufólogos responsáveis por um livro que ajudou a popularizar o caso em todo o país.

Mesmo com a conclusão oficial, o episódio voltou a ganhar destaque recentemente com a série documental “O Mistério de Varginha”, exibida pela TV Globo em coprodução com a EPTV. A produção conta com três episódios, exibidos entre terça-feira (6) e quinta-feira (8), na faixa das 23h, e também está disponível no Globoplay.

Lei endurece contra agressores que desrespeitarem medidas protetivas

A cada novo caso de feminicídio, o país é confrontado com a urgência de transformar proteção em efetividade. No Distrito Federal, foram registradas 27 vítimas no ano passado. Criadas para interromper esse hediondo ciclo de violência, as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha funcionam como ordens judiciais imediatas para resguardar a integridade física, psicológica e patrimonial de mulheres ameaçadas, impondo restrições ao agressor, como o afastamento do lar e a proibição de contato. Com o recente endurecimento da legislação para quem descumprir a medida protetiva, a promessa é reforçar a segurança de quem vive sob risco constante.

Dos 27 casos de feminicídio, sete vítimas chegaram a solicitar Medidas Protetivas de Urgência (MPUs) em algum momento, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Dentre elas, quatro tinham a proteção judicial em vigor no dia do crime. “Em todos os casos, isto é, das quatro vítimas com MPUs vigentes, todas coabitavam com o autor no momento do crime”, informou a pasta, ao destacar que a convivência com o agressor representa um fator de risco elevado.

De acordo com a SSP-DF, a coabitação reduz a eficácia da proteção. “Essa circunstância representa um fator de risco expressivo e reduz a efetividade de mecanismos de proteção baseados em distância, acionamento remoto e resposta rápida”.

Ainda segundo a pasta, nenhuma das vítimas estava inserida no Programa Viva Flor, aplicativo com botão de pânico, que envia alerta e localização em tempo real para a polícia. Desde a implementação, em 2018, 2.657 mulheres já foram assistenciadas, com 1.481 usuárias ativas, atualmente, no DF.

Em 2025, foram registrados 87 acionamentos voluntários, que resultaram em 64 prisões. “A ocorrência é tratada de forma prioritária, em uma espécie de ‘fura fila’, pois a mulher do Viva Flor não pode esperar. Nenhuma mulher regularmente incluída no programa foi vítima de feminicídio, desde a sua implementação, em 2018”, ressaltou a SSP-DF.

O que muda?

A Lei 15.280/2025 mudou, e agora endurece a resposta penal contra agressores que desrespeitarem medidas protetivas determinadas pela Justiça. A nova legislação tipifica de forma mais rigorosa o descumprimento dessas ordens, estabelecendo pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa, o que representa um avanço na proteção das vítimas. Outro ponto relevante é que a concessão de fiança passa a ser de competência exclusiva do juiz, restringindo a possibilidade de soltura imediata e reforçando o caráter preventivo das medidas, ao desestimular a reincidência e aumentar a segurança de mulheres, crianças e demais pessoas em situação de vulnerabilidade. A mudança também tornou obrigatório o uso de tornozeleira eletrônica por agressores em saídas autorizadas do sistema prisional, inclusive em casos de feminicídio e crimes sexuais. Além de outras mudanças.

A alteração é, na prática, um pacote de atualização penal e processual, sobretudo quando envolvem pessoas em situação de vulnerabilidade. Ou seja, o endurecimento não se limita a subir a pena, ele reorganiza a resposta do Estado em punição, proteção imediata e monitoramento do acusado.

Ordem desafiada

Para o advogado criminalista e especialista em direito constitucional Vítor Sampaio, o foco da nova legislação está justamente no momento em que o risco à vítima costuma se agravar. “No DF, onde é lamentavelmente crescente o número de denúncias e de pedidos de medidas protetivas, esse tipo de reforço normativo importa, porque melhora a capacidade de o sistema reagir exatamente no momento em que o risco costuma aumentar: quando a ordem judicial é desafiada. Na prática, é na violação que o risco da vítima costuma escalar. Por isso, o legislador reforça o ‘cinturão de proteção’ em duas frentes: tipifica e endurece a punição do descumprimento e busca aumentar a efetividade das medidas”.

“Revisar leis é importante, mas é um equívoco tratar isso como solução principal. O que costuma falhar é a efetividade: fiscalização que não acontece, atendimento que revitimiza, investigação que não prioriza risco”, completa.

Para a especialista em direito da mulher Cristiane Britto, a legislação é apenas uma das camadas do enfrentamento. “A violência contra a mulher não é apenas um problema penal, ela é cultural e educacional”, afirma. Ela destaca que, no DF, a maioria dos casos de feminicídio é precedida por violência psicológica, ameaças e agressões. “Isso revela que o problema começa muito antes do crime final e está ligado a padrões de comportamento ainda tolerados socialmente”.

Na avaliação de Patricia Zapponi, presidente da Rede Internacional de Proteção à Vítima Laço Branco Brasil, o endurecimento da lei fortalece a proteção e a responsabilização do agressor, mas precisa vir acompanhado de informação. “Existem vítimas que, dependendo do vínculo com o agressor, acabam quebrando a medida protetiva. Por isso, precisamos conscientizar tanto as vítimas quanto os autores sobre a importância dessa medida e sobre o fato de que o descumprimento vai ensejar prisão”, defende.

Para a presidente, campanhas nacionais serviriam para explicar o que é a medida protetiva e por que ela deve ser respeitada por ambas as partes. “Nossa legislação é boa. O que falta é a informação chegar a quem precisa”.

A psicóloga Simone Arruda, especializada em saúde mental, ressalta que o retorno da mulher ao agressor muitas vezes está ligado a fatores emocionais profundos. “Não é que a mulher gosta de apanhar. Ela está inserida em um ciclo psicológico complexo, com dependência emocional, culpa e esperança de mudança”. Segundo ela, sair do ciclo de violência é uma questão de sobrevivência. “A medida protetiva é justamente para resgaurdar a vida e a integridade da mulher. Viver sob violência não é viver, é estar em alerta constante”.

Vítimas

Esse ciclo é vivido por mulheres que recorreram à Justiça, como Ana Paula*, que abriu uma medida protetiva há poucos meses. Ela relata mais de cinco anos de perseguição e violência psicológica. “Levei um tempo para entender todo o cenário. A perseguição começou a tomar proporções assustadoras e minha saúde mental estava em jogo”, conta. Apesar da proteção judicial, ela afirma que o medo permanece. “Vemos muitos episódios de mulheres que morrem após solicitar a protetiva. No meu caso, ele demorou muito para entregar as armas, e isso me deixou aflita”.

O agressor de Ana Paula a procurou após a medida protetiva. Segundo ela, ele arquitetou um plano para parecer que quem tinha ido atrás era ela. “Ele tentou forjar um descumprimento da minha parte, mas, graças a Deus, o Judiciário verificou a situação da forma correta e manteve a minha protetiva”. Ainda assim, reforça a importância de buscar ajuda. “O único caminho para sair dessa situação é procurando ajuda. Sair desse lugar sozinha é muito difícil e dá muito medo. Sem apoio é complicado. Terapia, polícia, advogado, tudo o que conseguir… e força, é o que as vítimas precisam”.

Já Luana* relata que a medida protetiva representou uma mudança radical em sua vida após anos de abusos físicos, psicológicos, morais e patrimoniais. Ela abriu a medida há menos de um mês. “A melhor coisa que eu fiz foi a medida. O cenário mudou completamente. Com contato zero, pararam as ameaças e a pressão psicológica”, afirma. Ela também passou a usar o aplicativo Viva Flor, que aciona a polícia em situações de risco. “Hoje me sinto muito mais segura. Todo mundo que tiver motivo, peça”, aconselha.

*O nome das entrevistadas foi alterado para preservar a segurança das vítimas

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

Nestlé anuncia recolhimento preventivo da linha de Leite NAN em todo o Brasil

A Nestlé Brasil Ltda anunciou um recolhimento voluntário e preventivo em todo o território nacional de alguns lotes de produtos de nutrição infantil das marcas Nestogeno, NAN Supreme, Nanlac Supreme, Nanlac Comfor, NAN Sensitive e Alfamino. A medida está sendo adotada de forma coordenada com as autoridades competentes.

Segundo o comunicado oficial da empresa, o recolhimento ocorre devido à presença potencial de cereulide, uma substância que pode ser produzida pelo microrganismo Bacillus cereus, identificada em um dos ingredientes utilizados nos lotes específicos. Embora o Bacillus cereus seja comumente encontrado em matérias-primas e alimentos, em determinadas condições ele pode produzir toxinas que oferecem riscos à saúde.

A exposição à cereulide pode causar, nos casos mais graves, vômitos persistentes, diarreia e letargia incomum, com sintomas que geralmente surgem até seis horas após o consumo. Por precaução, a orientação é para que os consumidores suspendam imediatamente o uso dos produtos pertencentes aos lotes afetados.

A Nestlé informou que o número do lote e a data de validade estão gravados no fundo da lata, e que os consumidores podem verificar se o produto está incluído no recall por meio da conferência dessas informações. A empresa divulgou a relação completa dos produtos envolvidos, que inclui:

  • NAN Supreme Pro – 0 a 6 meses – 400g
  • NAN Supreme Pro – 0 a 6 meses – 800g
  • NAN Supreme Pro – 6 a 12 meses – 800g
  • Nanlac Supreme Pro – 1 a 3 anos – 800g
  • Nanlac Comfor – 1 a 3 anos – 800g
  • Nanlac Comfor – 1 a 3 anos – 1,6kg
  • NAN Science Pro Sensitive – 800g
  • Alfamino – 400g
  • Nestogeno (lotes específicos informados pela empresa)

Os consumidores que possuírem produtos dos lotes indicados devem entrar em contato com o atendimento ao consumidor da Nestlé para devolução gratuita e reembolso, por meio do telefone 0800 761 2500, disponível 24 horas por dia, de segunda a domingo, ou pelo e-mail falecom@nestle.com.br. Em caso de dúvidas relacionadas à saúde ou à nutrição das crianças, a empresa orienta que os responsáveis procurem um pediatra ou profissional de saúde.

De acordo com a Nestlé, o recolhimento está restrito exclusivamente aos lotes mencionados, a distribuição e a comercialização desses produtos já foram suspensas, e todos os demais produtos e lotes da empresa não abrangidos pelo recall estão seguros para consumo. A companhia reforçou, por fim, seu compromisso com a qualidade e a segurança de seus produtos.

Confira os lotes no link abaixo:

https://www.nestlefamilynes.com.br/recolhimento-de-produto 

Colisão entre caminhão e ônibus que deixou 11 mortos na BR-116, no Sul do RS

Um grave acidente registrado por uma câmera de monitoramento mostrou o momento exato da colisão entre um caminhão carregado de areia e um ônibus intermunicipal na BR-116, em Pelotas, no Sul do Rio Grande do Sul. A batida aconteceu na manhã de sexta-feira (2), por volta das 11h20, na altura do km 491 da rodovia, no sentido Camaquã, e resultou na morte de 11 pessoas. Outras 11 ficaram feridas.

Entre as vítimas fatais está o motorista do ônibus. Os nomes não foram divulgados. Segundo informações apuradas, o caminhão não conseguiu frear ao se deparar com um congestionamento na pista e acabou desviando para a contramão, colidindo frontalmente com o ônibus. Parte da carga de areia invadiu o veículo de passageiros, soterrando sobreviventes e dificultando o trabalho das equipes de resgate.

O motorista do caminhão ficou ferido e foi encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro de Pelotas, onde passou por teste do bafômetro, que não indicou ingestão de álcool. Equipes do Samu e da concessionária da rodovia atuaram no atendimento às vítimas, algumas delas presas sob a carga de areia por várias horas até serem retiradas.

O ônibus havia saído de Pelotas às 10h30 com destino a São Lourenço do Sul e transportava cerca de 27 passageiros. A pista ficou totalmente bloqueada nos dois sentidos para atendimento da ocorrência. A Prefeitura de São Lourenço do Sul divulgou nota lamentando o acidente e informou que acompanha a situação, prestando apoio às ações de socorro e assistência às vítimas.

Brasil terá 19 feriados em 2026, sendo 18 deles em dias úteis

O ano de 2026 será especialmente favorável para trabalhadores e para o setor de turismo no Brasil. De acordo com a lista divulgada pelo governo federal, o país terá 19 feriados ao longo do ano, dos quais 18 cairão em dias úteis, além de diversos pontos facultativos, principalmente no serviço público.

A distribuição das datas ao longo do calendário cria oportunidades para feriados prolongados, movimentando a economia, o comércio, o turismo e também impactando o funcionamento de repartições públicas e empresas privadas.

Confira abaixo a lista completa dos feriados nacionais e pontos facultativos em 2026, conforme divulgado pelo Canal Gov e apresentado nas imagens oficiais:

📅 Feriados e pontos facultativos de 2026

Janeiro
1º de janeiro (quinta-feira) – Confraternização Universal (feriado nacional)

Fevereiro
16 de fevereiro (segunda-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
17 de fevereiro (terça-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
18 de fevereiro (quarta-feira) – Quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h)

Abril
3 de abril (sexta-feira) – Paixão de Cristo (feriado nacional)
20 de abril (segunda-feira) – (ponto facultativo)
21 de abril (terça-feira) – Tiradentes (feriado nacional)

Maio
1º de maio (sexta-feira) – Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)

Junho
4 de junho (quinta-feira) – Corpus Christi (ponto facultativo)
5 de junho (sexta-feira) – (ponto facultativo)

Setembro
7 de setembro (segunda-feira) – Independência do Brasil (feriado nacional)

Outubro
12 de outubro (segunda-feira) – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
28 de outubro (quarta-feira) – Dia do Servidor Público Federal (ponto facultativo)

Novembro
2 de novembro (segunda-feira) – Finados (feriado nacional)
15 de novembro (domingo) – Proclamação da República (feriado nacional)
20 de novembro (sexta-feira) – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional)

Dezembro
24 de dezembro (quinta-feira) – Véspera de Natal (ponto facultativo após as 13h)
25 de dezembro (sexta-feira) – Natal (feriado nacional)
31 de dezembro (quinta-feira) – Véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 13h)

📊 Impacto no calendário
Com apenas um feriado caindo em final de semana (15 de novembro, domingo), 2026 se destaca como um dos anos mais favoráveis para emendas e descanso prolongado. A expectativa é de aumento na circulação turística, especialmente em feriados que caem às segundas e sextas-feiras.

Vale destacar que os pontos facultativos são obrigatórios apenas para o serviço público, cabendo às empresas privadas decidir sobre a adesão ou não.

Mega da Virada 2025 paga prêmio recorde de R$ 1,09 bilhão para seis apostas

Sorteio atrasado por falha técnica teve dezenas 09, 13, 21, 32, 33 e 59; ganhadores levam R$ 181,8 milhões cada

Após um atraso causado por problemas técnicos, a Caixa Econômica Federal divulgou na manhã desta quinta-feira (1º) o resultado da Mega da Virada 2025, que distribuiu o maior prêmio da história das loterias brasileiras: R$ 1,09 bilhão. Seis apostas acertaram as seis dezenas e vão dividir a bolada, recebendo R$ 181.892.881,09 cada.

Os números sorteados foram 09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59. As apostas vencedoras foram registradas em João Pessoa (PB), Ponta Porã (MS) e Franco da Rocha (SP), além de três apostas feitas pelos canais digitais da Caixa, sem identificação de localidade.

Além do prêmio principal, 3.921 apostas acertaram a quina e receberão R$ 11.931,42 cada. Já a quadra teve 308.315 ganhadores, com prêmio individual de R$ 216,76.

O sorteio, inicialmente previsto para a noite de 31 de dezembro, foi adiado para o dia 1º de janeiro devido à instabilidade nos sistemas da Caixa. Segundo o banco, o volume de apostas foi recorde, com picos de 120 mil transações por segundo nos canais digitais.

O prazo para retirada do prêmio é de 90 dias corridos após a data do sorteio. Valores iguais ou superiores a R$ 10 mil devem ser sacados em agências da Caixa, mediante apresentação do bilhete premiado e documentos pessoais. Caso o prêmio não seja resgatado dentro do prazo, o valor é destinado ao FIES (Fundo de Financiamento Estudantil).