Cultura

Centro Max Feffer retoma programação gratuita com cursos em diferentes espaços de Pardinho

As atividades culturais do Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade estão de volta a Pardinho com uma nova programação gratuita de cursos para diferentes idades. Neste momento em que o espaço passa por obras de reforma, as atividades serão realizadas em diferentes pontos por meio da iniciativa Max pela Cidade, garantindo a continuidade da agenda cultural e ampliando o acesso da população às ações promovidas pelo Instituto Jatobás, ao mesmo tempo em que a instituição já prepara uma reabertura marcada por novidades e uma programação especial.

A proposta transforma o período de reforma em uma oportunidade de ampliar o encontro entre a cultura e a cidade. Em vez de concentrar as atividades apenas no prédio do Centro Max Feffer, as aulas passam a ocupar espaços comunitários, aproximando a programação do dia a dia da população e convidando mais pessoas a participarem dessas experiências culturais.

A programação inclui modalidades como ioga, kung fu, teatro e balé, além de cursos de música, como viola e violão. Entre as atividades que valorizam tradições culturais da região está a catira, dança popular ligada à cultura caipira. Para o público infantil, a agenda também oferece o curso de Iniciação Artística, voltado para crianças a partir de sete anos.

Durante o período de obras, as aulas acontecerão em diferentes espaços da cidade, entre eles o Clube de Pardinho, o CT Zulmira Vivan, a E.M.E.F. Prefeito João Corulli e a EMEI Rosita Pereira da Rocha.

A iniciativa dialoga com outras ações culturais do Instituto Jatobás neste período de reestruturação física. O Museu, que também passa por um processo de reforma, tem desenvolvido atividades itinerantes em escolas e instituições, levando parte de seu acervo e conteúdos educativos para novos públicos. Um exemplo recente foi a visita realizada no Lar Francisco Vicentini, onde moradores puderam ter contato com objetos e histórias que normalmente estariam disponíveis apenas no espaço expositivo do museu.

A experiência reforça um dos princípios que orientam o trabalho do Instituto: ampliar o acesso à cultura e promover encontros entre diferentes gerações e públicos.

“A reforma do Max também abre uma oportunidade especial de levar a cultura para diferentes espaços da cidade. Quando realizamos nossas atividades em escolas, instituições e espaços comunitários, conseguimos nos aproximar ainda mais das pessoas e ampliar o acesso às experiências culturais. Muitas vezes, essa é a chance de alguém participar pela primeira vez de uma atividade nossa. Essa troca tem sido muito significativa e reforça o papel social dessas iniciativas”, destaca Thais Almeida, coordenadora de programação do Centro Max Feffer.

Além disso, o período de obras também marca a preparação de uma nova fase para o espaço. A reabertura do Centro Max Feffer, prevista para os próximos meses, contará com uma programação ampliada e novidades pensadas para fortalecer ainda mais seu papel como polo cultural e de convivência em Pardinho. A expectativa é que o público encontre um espaço renovado, com novas experiências, atividades e projetos que ampliem ainda mais o acesso à cultura na cidade.

As inscrições para os cursos já estão abertas e podem ser realizadas por meio deste link ou presencialmente na Rua Augusto César, 115, no centro de Pardinho, ao lado da Sorveteria Açaí do Mirante, que funciona como ponto de referência durante o período de obras. Informações também podem ser obtidas pelo telefone (14) 99879-2760 ou pelo perfil @centromaxfeffer.

A reforma integra as comemorações pelos 20 anos de atuação do Instituto Jatobás e marca um momento simbólico para Pardinho, conectando o presente, com as atividades circulando pela cidade, a um futuro próximo de reabertura, com um Centro Max Feffer ainda mais acessível, dinâmico e preparado para receber a comunidade.

Coreógrafo de Lençóis Paulista assina ouro da França nos Jogos Olímpicos de Inverno

A medalha de ouro conquistada pela dupla francesa nos Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina tem a marca de um talento de Lençóis Paulista. A coreografia vencedora foi criada por Gabriel Moraes, conhecido artisticamente como Bieel, formado no Studio In Pulsus, no município.

Com trajetória internacional consolidada na cultura Ballroom, o coreógrafo soma nove troféus e participação em workshops realizados em 11 países. Reconhecido por sua identidade artística marcante e inovadora, Bieel levou sua criatividade e experiência ao maior palco do esporte mundial, contribuindo diretamente para o desempenho que garantiu o lugar mais alto do pódio olímpico.

A conquista projeta Lençóis Paulista no cenário esportivo e cultural internacional. Orgulho da cidade ao ver um talento lençoense alcançar reconhecimento global. O município está “no caminho certo” ao investir e valorizar seus talentos locais.

Foto: Divulgação

1º Festival de Cultura Caipira de Rubião Júnior acontece em 22 de fevereiro com cavalgada, shows e gastronomia típica

Rubião Júnior recebe, no dia 22 de fevereiro, o 1º Festival de Cultura Caipira de Rubião Júnior, evento que celebra as tradições do interior paulista por meio da música raiz, da gastronomia típica, da cavalgada e de manifestações culturais ligadas ao modo de vida caipira. A programação acontece na Estação de Rubião Júnior, localizada na Avenida Bento Lopes, s/nº.

O festival tem início às 8h30, com a concentração da cavalgada no Fórum, seguida da saída às 9h30. A chegada está prevista para 11h30, no Largo de Santo Antônio, em Rubião Júnior.

A partir das 11h, será realizada a venda do almoço, com feijão tropeiro, ao valor de R$ 35,00. O público também poderá realizar a compra antecipada do almoço, garantindo mais comodidade no dia do evento.

Ao longo do dia, o público poderá acompanhar uma programação musical diversificada, com apresentações de artistas e grupos que representam a música raiz e sertaneja. Às 12h, acontece o Concurso de Toque de Berrante.

Entre as atrações confirmadas estão Ricardo e Nathália, Grupo de Violas Luar do Sertão, Karol Violeira, Willham e Misael, Vanessa Ferreira e Gustavo Santarém.

Durante todo o evento, haverá também a Feira de Culinária Caipira, valorizando a gastronomia tradicional e os produtores locais.

O 1º Festival de Cultura Caipira de Rubião Júnior é uma realização do Coletivo Cultural Rubião Jr, com apoio de parceiros culturais e institucionais, e tem como objetivo fortalecer a identidade cultural do território, promover o acesso à cultura e incentivar o convívio comunitário por meio das tradições populares.

Serviço
Evento: 1º Festival de Cultura Caipira de Rubião Júnior
Data: 22 de fevereiro
Horário: a partir das 8h30
Local: Estação de Rubião Júnior – Av. Bento Lopes, s/nº
Entrada: gratuita

Mais informações e compra antecipada do almoço:
Instagram: @coletivoculturalrubiaojr
Contato: (14) 99711-5150

GURI abre 3 mil vagas em Sorocaba e região para os cursos em 2026

A matrícula deve ser feita a partir de 9 de fevereiro, no polo de ensino do GURI mais próximo. Não precisa ter conhecimento musical e é tudo gratuito. Há cursos de canto e instrumentos para estudantes a partir dos 6 anos de idade.

Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos de história, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.

A partir de 9 de fevereiro, estão abertas as matrículas 2026. Em Sorocaba e região são 21 polos de ensino e mais de 3 mil vagas para os cursos gratuitos de música. Com o patrocínio das empresas CTG Brasil, Tauste Supermercados, Motiva, Vitafor, Capuani do Brasil, Cipatex, Citrosuco e Usina Santa Maria, e o apoio das Prefeituras Municipais, o GURI está presente em Araçoiaba da Serra, Avaré, Botucatu, Capela do Alto, Cerquilho, Conchas, Guareí, Itapetininga, Itatinga, Itu, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Porto Feliz, São Manuel, São Miguel Arcanjo, São Roque, Sorocaba, Tatuí, Tietê e Votorantim.

O GURI é a porta de entrada para quem quer aprender a cantar e tocar um instrumento, e quem está interessado em iniciar os estudos, a hora é agora. Não exige ter conhecimento musical prévio e nem o instrumento em casa. No GURI, os alunos têm todo o suporte em sala de aula. E o que é melhor, não paga nada para se matricular e nem para estudar. É tudo gratuito.

As aulas já começam em fevereiro, mas as inscrições podem ser feitas até 13 de março. Basta comparecer a um polo de ensino com os documentos pessoais do estudante e do responsável (confira a lista abaixo), escolher o curso e se matricular.

Em todo o Estado, são mais de 120 mil vagas distribuídas nos 634 polos de ensino espalhados pela capital, região metropolitana, interior e litoral do estado. Um crescimento de 20% comparado com o ano passado e de 59% em relação à 2022, quando eram 398 polos. Em quatro anos, o GURI aumentou em 74% o número de vagas.

“O GURI é uma grande potência de transformação. Essas 120 mil novas vagas refletem o quanto essa política pública é fundamental e gera impacto para toda a população do estado de São Paulo. Cultura, educação e desenvolvimento humano caminhando juntos, por meio do GURI”, destaca Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

De acordo com Paulo Zuben, Diretor Artístico-Pedagógico da Santa Marcelina Cultura, o GURI tem por missão formar pessoas para a vida e a sociedade, por meio da educação musical. “No GURI, os estudantes desenvolvem outras habilidades que vão muito além das necessidades do fazer musical. Seja nas aulas de canto ou instrumento, a metodologia de ensino coletivo potencializa nos jovens o trabalho em grupo. O fazer em conjunto. Desenvolve a escuta. O GURI é uma oportunidade não só de aprender música, mas também de melhorar de vida”, comenta.

Parceria

Para executar suas atividades, o GURI conta com o apoio e a parceria de empresas e pessoas que acreditam no poder transformador da arte e da cultura.

“O apoio ao GURI reafirma o compromisso da CTG Brasil com a promoção da cultura como instrumento de desenvolvimento humano e inclusão social. Acreditamos que a arte tem o poder de transformar realidades e fortalecer o futuro e, ao investir em crianças e adolescentes, contribuímos para a construção de trajetórias com mais oportunidades“, revela Anaide W. Aued, coordenadora de Sustentabilidade da empresa.

“O Tauste se orgulha em apoiar o GURI, uma ação que transforma vidas ao levar ensino musical para crianças e adolescentes. Por meio dessa iniciativa, os participantes têm a oportunidade de descobrir habilidades, desenvolver seus talentos e ampliar suas perspectivas. É uma satisfação contribuir com um programa que gera impactos positivos na comunidade.  Convidamos todos a participarem dessa história de transformação por meio do aprendizado”, destaca Vanessa Kassada, Gerente de Marketing do Tauste Supermercados.

Ampliação

A reestruturação estratégica da rede de polos abertos proporcionará, a partir deste ano, educação musical a mais jovens de todas as regiões do Estado. A nova organização dos polos em quatro modalidades, denominados Harmonia, Polifonia, Acordes e Melodia, visa aprimorar o atendimento e oferecer uma experiência artística completa aos estudantes.

Inscrição

Para realizar a matrícula é necessário comparecer ao polo de ensino do GURI que deseja estudar, na companhia de um responsável, e apresentar a certidão de nascimento ou RG (original e cópia) do aluno, da aluna; um comprovante de matrícula escolar ou declaração de frequência escolar; e uma foto 3×4 recente. O responsável também deve apresentar o RG (original e cópia) e um comprovante de endereço para consulta.

Quem pode participar

Crianças a partir dos 6 anos de idade já podem se matricular. Para estudar no GURI, não é necessário ter conhecimento musical e nem ter o instrumento em casa. O GURI oferece cursos regulares de iniciação musical (de 6 a 9 anos) e curso sequencial (10 a 18 anos), que ensina a cantar ou a tocar um instrumento de forma fundamentada e consistente. Nesta modalidade, as alunas e os alunos podem optar por uma dentre as diversas opções de instrumento, a depender da oferta de cada polo de ensino.

Cursos

São diversas disciplinas musicais oferecidas e as opções variam de acordo com cada polo de ensino. Em instrumentos, há cursos de violão, bateria, guitarra, contrabaixo elétrico, acordeão, cavaquinho, bandolim, viola caipira, violão de 7 cordas e muito mais, como piano, teclado e percussão. Há também cursos dos instrumentos que compõem uma orquestra, como violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta doce, flauta transversal, clarinete, saxofone, oboé, fagote, trompete, trompa, trombone, tuba, eufônio, percussão e por aí vai. A lista é extensa. Além das tradicionais aulas de instrumento, o GURI também oferece aulas de canto coral e teoria musical, além da organização das práticas de conjunto de acordo com cada tipo de instrumento.

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Master: CTG Brasil; Bank of America, Supermercados Tauste; SABESP; Motiva; Instituto Ultra; Ultracargo; Ultragaz; Ipiranga; Verzani & Sandrini; Ouro: Vitafor; Via Appia; Arteris; WEG; BASF; Chiesi Farmacêutica; Prata: Novelis; Caterpillar; Mahle; Usina Santa Maria; DM; Citrosuco; Capuani; Grupo Maringá; Valgroup; Santos Brasil; Instituto Center Norte; Bronze: Cipatex; Maza; Mercedes-Benz; Instituto athié | wohnrath; Apoio Cultural: Sicoob; Usina Ipiranga; Yamaha; Distribuidora Ikeda; Castelo Alimentos; Pirelli; Frisokar; Tegma; Paulispell; e Ibiúna Investimentos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.

Centro Max Feffer inicia reforma como presente a Pardinho e leva programação cultural a novos espaços

Obras marcam os 20 anos do Instituto Jatobás, modernizam a estrutura e ampliam a acessibilidade, enquanto as atividades seguem em parceria com outros locais do município.

O Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade, localizado em Pardinho (SP), inicia na próxima segunda-feira, 2 de fevereiro, um período de reforma, com foco na renovação dos espaços, melhorias estruturais e ampliação da acessibilidade. Durante as obras, o Centro estará temporariamente fechado ao público, mas as aulas e outras atividades culturais tradicionalmente oferecidas pelo equipamento ocorrerão em outros espaços da cidade de Pardinho, e continuarão sendo gratuitas, como sempre.

A reforma integra as ações comemorativas pelos 20 anos do Instituto Jatobás e representa um investimento direto na qualificação dos espaços culturais da cidade. A proposta é oferecer à população um ambiente ainda mais acolhedor, seguro e preparado para fortalecer o acesso à arte, à educação e à memória cultural do território.

“Essa reforma simboliza nosso compromisso de longo prazo com Pardinho e com a região. É um cuidado com o patrimônio cultural e, principalmente, com as pessoas que vivenciam esses espaços todos os dias. Estamos preparando o Centro para o futuro, ampliando acessos e garantindo que a cultura e a educação continuem sendo eixos de desenvolvimento local”, afirma Emile Machado, diretora de Desenvolvimento Institucional do Instituto Jatobás.

O Museu Tião Carreiro e a Biblioteca Pública de Pardinho, que integram o Centro Max Feffer, também permanecerão fechados durante o período de obras. Suas ações educativas e culturais, no entanto, seguirão acontecendo em locais alternativos de Pardinho, mantendo ativa a relação com o público e com a preservação da cultura caipira e do amor pela literatura.

A previsão é que o Centro Max Feffer e o Museu Tião Carreiro sejam reabertos ao público em abril, com ambientes renovados, mais acessíveis e preparados para acolher a comunidade em novas experiências culturais.

A programação detalhada das atividades realizadas durante o período de reforma, e seus respectivos locais, será divulgada nos canais oficiais @institutojatobas, @centromaxfeffer e nos sites www.institutojatobas.org.br e www.institutojatobas.org.br/centro-max-feffer/

Durante as obras, a administração do Centro Max Feffer funcionará na Rua Augusto César, 115 – Centro – Pardinho/SP, de segunda a sexta-feira. Para mais informações, o telefone para contato é o (14) 99879-2760.

Oficinas de Hip-Hop a Festival Caipira na programação do Coletivo Cultural Rubião Jr

Coletivo Cultural Rubião Jr. anuncia um calendário de atividades intenso para o mês de fevereiro, transformando o distrito de Rubião Júnior em um polo de diversidade artística e inclusão. Com o apoio da Secretaria de Cultura de Botucatu e fomento da Lei Aldir Blanc, a programação gratuita ocupa a sede do CCRJ e espaços públicos, oferecendo opções que vão do aprendizado técnico à celebração das raízes sertanejas.

“Nossa missão é garantir que a cultura chegue a todos, desde o jovem que quer aprender a ser DJ até a família que mantém viva a tradição da música de raiz”, afirma a coordenação do Coletivo.

Detalhamento das Atividades

Inclusão e Diálogo (03/02 – 19h)

A abertura da agenda acontece com a roda de conversa “Acessibilidade na Discocagem”. O palestrante Kalyell Ventura discutirá como tornar o universo das picapes inclusivo. O evento é um marco de acessibilidade no distrito, oferecendo intérprete de Libras e espaço com acessibilidade arquitetônica para receber a todos.

Lazer e Raciocínio (07/02 – 14h)

4ª Jogatina é o espaço de convivência para todas as idades. Sob a orientação dos instrutores Almir, João Cleber e Nice, o público poderá desfrutar de jogos educativos e recreativos que estimulam a socialização. Para completar a tarde, haverá pipoca e suco gratuitos.

Cultura Urbana e Hip-Hop (08/02 – 15h)

Batalha do CCRJ celebra a força das ruas. A programação inclui uma oficina prática de discocagem com o DJ Beatracks, show com o grupo Agabideagora e a esperada Batalha de Rima do CCRJ, onde MCs locais demonstram seu talento no improviso.

Incentivo à Leitura (14/02 – 15h)

O projeto Leiturinha leva a magia dos livros para a Escola Francisco Marins. A mediadora Anaju Diniz apresentará a obra “Você se lembra, Andorinha?”, de Yeo Lim Yoon e Ji Yeon Kim, focando no público infantil e no fortalecimento do hábito da leitura.

Tradição e Festa no Distrito (22/02 – 08h30)

O encerramento do mês será em grande estilo com o 1º Festival de Cultura Caipira de Rubião Júnior, na Estação Ferroviária. O evento celebra a identidade local com uma cavalgada, concurso de berrante, feira de culinária caipira e uma maratona de shows sertanejos com nomes como Karol Violeira, Gustavo Santarem e o Grupo de Violas Luar do Sertão. O almoço típico (Feijão Tropeiro) será vendido a R$ 35,00.


Serviço – Cronograma de Fevereiro 2026

  • 03/02 (19h): Roda de Conversa: Acessibilidade na Discocagem (Sede do CCRJ)
  • 07/02 (14h): 4ª Jogatina (Sede do CCRJ)
  • 08/02 (15h): Batalha do CCRJ (Sede do CCRJ)
  • 14/02 (15h): Leiturinha (Escola Francisco Marins – R. Luís Cassineli, 378)
  • 22/02 (08h30): 1º Festival de Cultura Caipira (Estação de Rubião Jr.)

Inscrições Abertas: O Coletivo também informa que as inscrições para as Aulas Gratuitas de Espanhol (início em 16/03) já podem ser feitas pelo contato abaixo.


Informações para a Imprensa e Público: Local Sede: Rua Batista Pesavento, 213, Rubião Jr. WhatsApp: (14) 99711-5150 Redes Sociais: @coletivoculturalrubiaojr

Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval

Carnaval é tempo de pular e brincar, mas também de assegurar o cumprimento dos direitos humanos, especialmente de crianças e adolescentes. Com isso em mente, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lançou, nesta quinta-feira (15), uma campanha nacional para conscientizar a população sobre a importância da proteção integral de meninos e meninas durante grandes eventos populares, como a folia de Momo.

Realizada anualmente, a campanha Pule, Brinque e Cuide – Unidos pela proteção de crianças e adolescentes, busca sensibilizar a sociedade acerca da responsabilidade coletiva na prevenção e no enfrentamento de violações de direitos, especialmente o abuso, a exploração sexual, o trabalho infantil e outras situações de vulnerabilidade que tendem a se intensificar em momentos de grande mobilização popular – e que podem ser denunciadas por meio do Disque 100.

“O Carnaval é uma das maiores expressões culturais do nosso país e precisa ser, acima de tudo, um espaço seguro para meninas e meninos. A campanha busca mobilizar foliões, famílias, trabalhadores informais, comerciantes, organizadores de eventos e gestores públicos para a corresponsabilidade na garantia de um ambiente seguro e respeitoso aos direitos humanos”, explicou a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Pilar Lacerda, em nota.

Segundo o ministério, a edição da campanha deste ano consolida uma estratégia que articula comunicação pública, mobilização social, inovação tecnológica e presença institucional qualificada, reafirmando o compromisso do Estado brasileiro com o direito ao lazer, à convivência comunitária e à participação cultural.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Terceirização dos artistas: Conselho de Cultura de Botucatu vira arena de gritos, ataques pessoais aos artistas que foram contra a decisão

Além da reação exaltada da secretária Cristina Cury, assessor da pasta toma o microfone  e transforma debate público em confronto.

O que deveria ser um espaço democrático de diálogo e construção coletiva de políticas públicas, no Conselho Municipal de Cultura, se transformou, mais uma vez, em um cenário de tensão, confronto verbal e cerceamento da palavra durante uma recente reunião, pela Secretária de Cultura, Cris Cury e pelo seu assessor de Gabinete Paulo Vitor Previatto que usou tom ameaçador e autoritário com os artistas que discordaram do projeto de terceirização dos agentes culturais para atividades complementares nas escolas de tempo integral da educação básica do município. Os artistas questionam como será feita a contratação, uma vez que muitos defendemos que os cargos deveriam ser ocupados por arte-educadores através de concurso público e não por terceirização.

A confusão começou após a fala de um munícipe que, de forma longa e embasada, questionou a condução das políticas culturais e, principalmente, a confusão recorrente entre as atribuições do Conselho e da Secretaria Municipal de Cultura. Ele reconheceu iniciativas da pasta, mas foi enfático ao afirmar que o Conselho não tem função executiva, cabendo-lhe deliberar, fiscalizar e orientar, enquanto a execução das políticas públicas e do orçamento é responsabilidade exclusiva do Poder Executivo.

O munícipe também destacou a importância de o Conselho receber pautas e documentos com antecedência e alertou que a recente mudança da lei torna o órgão deliberativo, obrigando o Executivo a cumprir suas decisões. Segundo ele, decretos, repasses de verbas para festas, eventos religiosos, carnaval ou contratação de shows passam, obrigatoriamente, pela aprovação do Conselho, sob pena de violação da própria legislação municipal.

A fala gerou reação imediata e exaltada da secretária municipal de Cultura, Cristina Cury, que elevou o tom e desviou o debate do campo institucional para o pessoal. Sua manifestação foi registrada integralmente:

“Meu nome é Cristina Cury Ramos. Eu levo isso com honra e responsabilidade. E eu já falei, eu não vou admitir esse tipo de coisa, porque eu estou aqui como uma igual. Eu não estou aqui como a prima do João Cury, ou a sobrinha do Jamil Cury. Eu estou como Cristina Cury. Até porque eu sou ‘Cury’ antes deles serem, do Fernando Cury, ou de qualquer outra pessoa. Não me limite a um nome, muito menos a um sobrenome. Eu sou muito mais do que isso.

Embora eu não precise estar nessa reunião, eu venho e vocês vão me ver em todas as reuniões com você, a não ser que eu não esteja aqui por algum outro motivo, tá bem? E vai ser sempre assim. O assunto virou-se família, cara, família. Eu já expulsei da minha sala uma outra pessoa que veio falar e começou a falar dos ‘Curys’.”

Após essa intervenção, o clima se agravou ainda mais com a entrada do assessor de gabinete da Secretaria Municipal de Cultura, Paulo Vitor Previatto, que tomou o microfone do munícipe e passou a discursar em tom agressivo e intimidador.

Entre as falas mais relevantes do assessor Paulo Vitor Previatto, registradas durante a reunião, estão:

“Não só de hoje, eu penso que você dá umas viajadas fortes. Às vezes você induz algumas pessoas, porque pessoas que falam com muita confiança levam as pessoas na lábia.”

Em outro momento, ao interromper o munícipe, Paulo Vitor Peviatto afirmou:

“Eu quis te interromper sim. Eu quis ser pronto. Vou interromper. Agora o microfone está comigo, estou falando.”

O assessor também acusou o cidadão de distorcer falas e agir por motivações políticas:

“Não queira distorcer a partir do seu viés político. Inclusive político.”

Em tom ainda mais duro, sugeriu que o munícipe estaria tentando influenciar os conselheiros contra a Secretaria e a gestão municipal:

“Tentar influenciar as novas mentes aqui para que elas se voltem contra a secretaria, contra a Cris, contra o Fábio Leite… eu já vi isso em outros filmes, em outros lugares.”

Paulo Vitor ainda afirmou que não admitiria desrespeito ao trabalho da equipe:

“Eu não admito que desrespeitem o meu trabalho. Não é fácil, não foi fácil, então não é só você que estudou, não é só você que fez e aconteceu.”

As falas, marcadas por interrupções, ataques pessoais e elevação de voz, descaracterizaram completamente o propósito da reunião, transformando um espaço de participação social em um ambiente hostil e intimidatório para qualquer munícipe que ousasse discordar da condução da política cultural.

O episódio não é isolado. Em outra reunião do Conselho Municipal de Cultura e Turismo, situação semelhante envolveu o jornalista Fernando Bruder, que teve sua atuação questionada e cerceada, caso amplamente divulgado pela imprensa local e que reforça um padrão preocupante de intolerância a críticas.

Relembe o caso:

https://www.alphanoticias.com.br/clima-tenso-na-reuniao-do-conselho-de-cultura-de-botucatu/

https://www.alphanoticias.com.br/rede-alpha-sofre-censura-pelo-conselho-municipal-de-cultura-e-turismo/ 

Os acontecimentos levantam questionamentos sérios sobre o funcionamento do Conselho Municipal de Cultura de Botucatu e sobre a postura da Prefeitura de Botucatu diante da participação popular. Conselhos existem para ouvir a sociedade, acolher divergências e fiscalizar o poder público — não para constranger cidadãos, cercear opiniões ou impor o silêncio por meio da intimidação.

O que se repete nos conselhos de cultura da cidade é um verdadeiro absurdo: espaços criados para representar a população sendo usados para calar a própria população. O resultado é o enfraquecimento da democracia participativa e a transformação de instâncias públicas em ambientes fechados, onde questionar vira afronta e discordar passa a ser tratado como inimigo.

Confira o video:

Video entre Munícipe e Secretárua de Cultura de Botucatu

Video entre Munícipe e Assessor de Gabinete de Cultura