Denúncia

Denúncias de Irregularidades no Programa Bolsa Atleta 2025

O Programa Bolsa Atleta é uma das principais conquistas para o esporte em Botucatu, oferecendo apoio financeiro a atletas de diversas modalidades. Em fevereiro de 2025, 154 atletas foram contemplados com essa bolsa, em um evento realizado na Pinacoteca de Botucatu, com a presença do Prefeito Fábio Leite e seus secretários.

O investimento para o ano de 2025 está previsto em cerca de R$ 1 milhão e 350 mil, representando um aumento significativo de 72% em relação ao ano anterior, quando foram investidos R$ 789 mil. As bolsas foram distribuídas da seguinte forma:

  • 24 bolsas para a categoria Internacional
  • 72 bolsas para a categoria Nacional
  • 58 bolsas para a categoria Estadual

Denúncias de Irregularidades

Recentemente, uma comissão de atletas, principalmente do ciclismo, denunciou à REDE ALPHA irregularidades no programa. Segundo as denúncias, atletas de outras cidades, que não residem em Botucatu há mais de um ano, foram beneficiados pelo programa, o que vai contra as regras estabelecidas no edital. Algumas cidades Brasil afora mantém essa prática para competições, “emprestando” atletas de outras partes do Estado para suas equipes locais. As denúncias desses ciclistas exemplificaram essa situção de outras cidades onde pessoas tiveram o beneficio garantido pela Prefeitura sem morar em nossa cidade.

Evidências Apresentadas

A comissão apresentou uma lista de nomes, juntamente com registros de redes sociais, comprovando que alguns atletas que vivem fora de Botucatu foram indevidamente contemplados com a Bolsa. Além disso, há relatos de que empresários, que não necessitam do apoio financeiro, também obtiveram o benefício, prejudicando atletas de baixo poder aquisitivo que realmente precisam desse suporte para suas atividades esportivas.

Apelo por Respostas

Há um apelo para que a Prefeitura Municipal e a Secretaria de Esportes de Botucatu se pronunciem sobre essas irregularidades. É essencial que medidas sejam tomadas para impugnar os indivíduos que obtiveram o benefício de má fé e garantir que o Programa Bolsa Atleta continue a apoiar aqueles que realmente necessitam.

Este caso destaca a importância da transparência e da fiscalização rigorosa em programas de apoio ao esporte, para assegurar que os recursos públicos beneficiem os atletas que realmente precisam e representam a cidade de Botucatu com mérito.

Foto: Prefeitura de Botucatu

Falta de transparência na contratação do Carnaval pode comprometer evento

O Carnaval de 2025 em Botucatu prometia ser um evento memorável, se não fosse a falta de transparência para a contratação dos artistas para a realização dos shows, além do valor gasto para aluguéis dos equipamentos da estrutura, com atrações que ja foram renome no cenário nacional e que estão confirmadas para o carnaval popular na Avenida do Fórum.

No entanto, mais um elemento adicionou mais questionamentos pela população em relação ao evento: a presença de um “doador oculto” que teria pago 120 mil reais que segundo o prefeito Fábio Leite, em entrevista concedida a uma emissorade rádio local, nesta manhã do dia 27 de fevereiro. Ele afirmou que o tal doador anônimo teria depositado o valor nas contas da prefeitura.

No entanto, ha cerca de 2 semanas, a prefeitura anunciou que já havia garantido a presença de três atrações populares para o evento:

Karametade: Contratado por R$ 40.000,00
João Suplicy: Contratado por R$ 20.000,00
Katinguelê: Contratado por R$ 60.000,00

Essas contratações, no entanto, já tiveram seus valores empenhados nas contas da prefeitura, conforme pode ser verificado no Portal Transparência da Prefeitura de Botucatu, conforme foto abaixo.

Além disso, os contratos de 3 dessas atrações já foram publicados também no Diário Oficial do Município, exatamente hoje, 27 de fevereiro, logo após o anúncio do prefeito.

Ou seja, a prefeitura já contratou e garantiu o pagamento das atrações.
No entanto, ao fazer averiguação da conta bancária da prefeitura no Banco do Brasil, não consta o depósito da tal doação, nos últimos 30 dias (27/01 a 27/02). Conforme pode ser observado abaixo.

O Presente Inesperado

O Prefeito Fábio Leite incorre em situação delicada ao alem de não revelar o nome do “doador” que segundo ele “(…) presenteou a cidade com uma doação de R$ 120.000,00 (…)”, não revela a origem deste dinheiro; a identidade do tal “doador”; bem como, não esclarece quais a contrapartidas que este doador receberá da Prefeitura.

Transparência e Questionamentos

A equipe da REDE ALPHA procurou por registros desse pagamento no Portal da Transparência e nas Contas Bancárias da Prefeitura, que são de domínio público; mas, até o momento, não foi encontrado nenhum comprovante da doação. Alem disso, a equipe de jornalismo da Rede Alpha contactou a Secretária de Comunicação, Cinthia Al Lage, e o Prefeito Fábio Leite para que pudessem esclarecer essa tramitação; mas, mais uma vez, não se pronunciaram, oficialmente, até o fechamento desta matéria.

A REDE ALPHA ouviu a advogada Dra. Raphaela siloto à respeito do assunto:

Reflexões da Comunidade

O mistério em torno do “doador oculto” gerou uma mistura de entusiasmo e desconfiança entre os cidadãos de Botucatu.

Muitos defendem a necessidade de clareza e responsabilidade na gestão dos recursos públicos na atual gestão da prefeitura de Botucatu, conforme foi prometido, em campanha, pelo prefeito eleito. Muitos ressaltaram que sempre foi difícil acompanhar as ações de gastos de prefeitura, nas gestões passadas, e que agora esperavam que isso não ocorresse mais.

A expectativa é de que as autoridades locais se manifestem, com urgência, e esclareçam todos os detalhes dessa “doação” e garantindo que a população seja devidamente informada sobre o uso responsáveldo dinheiro público.

Afinal, em tempos de desconfiança generalizada, a transparência é o melhor caminho para manter a popularidade.

Conselho de Alimentação Escolar faz denúncia de alimentos vencidos em escolas municipais de Botucatu

Na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de Botucatu realizou uma reunião para discutir e fiscalizar a qualidade da alimentação e as condições das creches e escolas municipais. A situação, que já havia sido alvo de denúncias em março de 2024 pelo Portal Alpha Notícias, continua a preocupar pais e responsáveis.

Denúncias Persistentes

Em março de 2024, o Portal Alpha Notícias publicou uma matéria sobre a presença de alimentos transgênicos em merendas escolares, prática proibida por Lei Municipal n°. 4564, de 28 de novembro de 2003. Desde então, pouco foi feito para resolver o problema, e novas irregularidades foram detectadas nas recentes fiscalizações. Dessa vez, foram encontrados óleo transgênico em duas escolas do município.

Além disso, o Conselho Municipal de Alimentação Escolar também denunciou infrações ainda mais graves, como:

– Creche sem alvará de funcionamento;
– Dedetização com prazo vencido em várias escolas e creches, onde foram encontradas insetos rasteiros (barata e formiga) nos armários;
– Cozinhas utilizando material equipamentos proibidos como colher de pau e pano de prato. Os panos de prato em uso em pacotes com grande quantidade e recém entregues pelo almoxarifado da prefeitura;
– Falta de telas nas janelas;
– Produtos de uso pessoal dos funcionários nas dependências da cozinha, como bolsas e capacetes, em cima da geladeira;
– Produtos sem identificação e sem data de abertura/validade guardados na dispensa;
– Armazenamento inadequado de produtos de limpeza junto com alimentos na dispensa;
– Armários em condições de grande desgaste estando enferrujados e soltando lascas de madeira onde são guardados os alimentos;
– Instalações elétricas irregulares em várias cozinhas, em que as gestoras já enviaram ofício e não foram atendidas, temendo acidentes com fagulhas elétricas;
– Falta de manutenção das cozinhas e refeitórios com paredes apresentando rachaduras e trincas;
– Produtos de limpeza armazenados no memo armário onde estão os pratos que são utilizados para servir as refeições para as crianças;
– Falta de armários para dispensa;
– Presença de sujeira e insetos, como baratas nos armários
– Estruturas de prédios com rachaduras;
– Lâmpadas fluorescentes sem proteção;
– Produtos mal armazenados em geladeiras. Os conselheiros encontraram até caixas de papelão dentro de geladeiras;
– Várias escolas e creches sem certificação da limpeza das caixas d’água atualizada.

Além de tudo isso, o que mais causou comoção das mães presentes na reunião, foi a denúncia de que os conselheiros encontraram alimentos vencidos sendo utilizados nas refeições das crianças, como manteiga, óleo e queijo ralado usado na macarronada servida aos alunos.

Reunião Tensa

A reunião contou com a presença de representantes da Prefeitura, incluindo o secretário adjunto de educação, Márcio Esposto; membros do conselho de alimentação escolar; membros da sociedade civil e a equipe da Rede Alpha, que documentou os relatos e a indignação geral.

O vice-presidente do CAE, Luciano Valin, destacou a precariedade dos alimentos fornecidos, a infraestrutura dos prédios escolares e as questões de higiene.

Um dos casos mais alarmantes discutidos foi o da EMEI Ida Rosa Pilan Dell’Omo, localizada no Distrito de Vitoriana, onde um gambá morto foi encontrado dentro da caixa d’água da escola no início de fevereiro.

O incidente, confirmado pela Prefeitura, causou preocupação entre os pais, especialmente após várias crianças apresentarem sintomas como diarreia, vômito e dores abdominais. Este incidente foi publicado pelo Portal Alpha Notícias, no último dia 04 de fevereiro.

Clique na matéria abaixo:

Animal é encontrado morto em caixa d’água de escola

Respostas do representante da Prefeitura

O secretário adjunto de educação, Márcio Esposto, ouviu as demandas e afirmou que irá encaminhar as questões à Secretaria de Educação. No entanto, quando questionado sobre prazos para resolver os problemas emergenciais que dizem respeito à saude dos alunos no quesito higiene e alimentos vencidos, Esposto declarou não ter competência para fornecer respostas específicas e nem o prazo em que serão resolvidos.

A situação gerou descontentamento entre as mães e pais presentes na reunião. Uma das mãesque não quiz se identificar, disse que agora se sente insegura em deixar seu filho ir para a escolas, diante de tantas irregularidades com a alimentação que as crianças estão recebendo dentro da escola.

A equipe da Rede Alpha registrou toda a reunião por filmagem, uma vez que não há nenhum impedimento para isso, já que as reuniões são abertas para a participação popular.

A comunidade espera, agora, uma ação efetiva e rápida por parte das autoridades para garantir a segurança e bem-estar das crianças.

Biscoitos maisena de algumas marcas contém resíduos agrotóxico

O terceiro volume do “Tem veneno nesse pacote”, lançado pelo @idecbr – Instituto de defesa do consumidor, expõe a presença de agrotóxicos em produtos ultraprocessados.

A publicação faz parte de um conjunto de três volumes de estudos científicos, que comunicam e alertam para o perigo duplo de consumir produtos ultraprocessados. Em primeiro lugar, porque comprovadamente os ultraprocessados têm em suas composições ingredientes nocivos à saúde humana e hoje são um dos principais responsáveis pelas doenças crônicas não transmissíveis.

Em segundo lugar, porque os estudos apresentam a presença de resíduos de agrotóxicos cancerígenos nos produtos analisados. Ao longo das três publicações, o Idec vem notificando a Anvisa, exigindo avanço nas ações sobre regulação do uso de agrotóxicos no Brasil. Lançada em junho de 2021, a cartilha “Tem veneno nesse pacote” divulgou os primeiros resultados sobre a presença de agrotóxicos em produtos ultraprocessados. Dentro do grupo de produtos avaliados, as famosas “bisnaguinhas” apresentaram presença de mais de oito agrotóxicos, incluindo o glifosato – perigoso produto com potencial cancerígeno.

Em 2022, O Idec deu mais um passo em direção à divulgação de pesquisa científica com o foco na alimentação e saúde e lançou o segundo volume do “Tem veneno neste pacote” analisando ultraprocessados de origem animal, como carnes e leites, e foi descoberto que 60% deles contêm resíduos de agrotóxicos.

Essas descobertas reforçam a necessidade de mudanças na maneira pela qual os sistemas alimentares são produzidos e distribuídos no Brasil, em que o modelo agrícola predominante é baseado na monocultura que atende a demanda de commodities, como soja, milho, trigo e açúcar, e faz uso intensivo de agrotóxicos.

Zona Leste ganha UBS mas não leva. Local foi inaugurado mas não funciona

A Prefeitura de Botucatu, por meio da Secretaria de Saúde, inaugurou a Unidade de Saúde da Família (USF) do Cachoeirinha, situada na região leste do município. A unidade, que recebeu o nome de Dr. Fernando Zambonini, foi oficialmente entregue no dia 31 de dezembro de 2024, ainda sob a gestão do ex-prefeito Mário Pardini.

Apesar da inauguração, a população da Zona Leste tem demonstrado preocupação e insatisfação, pois, passados quase dois meses da “inauguração”, a unidade ainda não iniciou suas atividades. Esse atraso no funcionamento tem sido visto como uma prática recorrente, na qual espaços públicos são inaugurados sem estarem prontos para atender a comunidade.

Os moradores expressam o desejo de que as inaugurações ocorram apenas quando os serviços estiverem de fato disponíveis para uso. A situação da USF Cachoeirinha não é isolada; outros projetos, como o Campo de Futebol do Jardim Palos Verdes e o Hospital Sorocabano, também foram inaugurados sem estarem plenamente operacionais.

Essas situações têm gerado um sentimento de frustração e desilusão entre os habitantes da região, que se sentem enganados pelas inaugurações simbólicas. A expectativa da população é de que as novas administrações tomem medidas para garantir que tais eventos ocorram apenas quando os serviços estiverem prontos para o uso, assegurando assim a credibilidade e a confiança entre o poder público e a comunidade.

foto: Prefeitura de Botucatu

 

Assistam a matéria:

 

Desafios de acesso para chegar em casa no Residencial Bela Hungria

Os moradores do Residencial Bela Hungria, localizado na zona leste de Botucatu, têm enfrentado dificuldades significativas para acessar seus apartamentos “à pé”. A principal causa desse problema é a ausência de calçamento entre o residencial e a Avenida Arquiteto Zenon Lotufo, situada ao lado do Bairro Cachoeirinha. Este problema é exacerbado em dias de chuva, quando o barro se acumula e torna a passagem praticamente impossível. Outra questão é o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, além de idosos e mães com cadeirinha com crianças.

Riscos e Inseguranças

Além do barro, a falta de infraestrutura adequada para pedestres obriga os moradores a circularem pela Rodovia Alcides Soares, o que representa um risco elevado de atropelamento. Este trajeto é extremamente perigoso, especialmente considerando que o local é uma via de grande fluxo devido à presença de cinco grandes blocos de apartamentos, incluindo os quatro do bairro Cachoeirinha.

Impacto na Comunidade

A área ao redor do Residencial Bela Hungria é um ponto de grande concentração de pessoas. O centro comercial adjacente, que inclui uma loja de conveniência e outros estabelecimentos, atrai muitos moradores para a prática de caminhada e outras atividades diárias. A falta de um caminho seguro e pavimentado não só dificulta o acesso dos residentes, mas também limita a utilização dos serviços comerciais disponíveis.

Proposta de Solução

A solução mais viável seria a implementação de um calçamento adequado entre o residencial e a avenida. Para isso, a Prefeitura de Botucatu precisa tomar medidas imediatas, seja acionando o empreendimento responsável para que realize as obras necessárias, seja aplicando multas para garantir que o conforto e a segurança dos moradores sejam priorizados.

Assistam a Reportagem:

 

 

Espaço das torres de tv no Jardim Paraíso carecem de atenção

O local que abriga as torres de TV do município tem se tornado uma fonte de preocupação para os moradores vizinhos no Jardim Paraíso, Zona norte de Botucatu. O mato alto e ao acúmulo de lixo nas calçadas tem sito denunciados semanalmente à REDE ALPHA. A situação tem gerado um risco potencial de dengue, uma vez que o matagal pode servir de criadouro para mosquitos transmissores da doença. Os residentes da área expressaram suas queixas, destacando a falta de manutenção e limpeza do espaço, que é de responsabilidade da prefeitura.

Uso Indevido do Espaço Público

Durante uma reportagem da REDE ALPHA, foi constatado que um pedreiro estava utilizando a calçada do entorno de forma inadequada, com uma betoneira, areia e terra, impedindo a passagem de pedestres na calçada. Além disso, o local tem sido utilizado como depósito de restos de construção, e há relatos de que algumas pessoas também estão descartando móveis no local, aumentando ainda mais o problema de lixo.

Responsabilidade e Falta de Fiscalização

Embora o espaço seja público e, portanto, sob a responsabilidade da prefeitura, as emissoras de televisão que operam no local são entidades privadas. A utilização do espaço também é feita pela TV Câmara de Botucatu. A situação levanta questões sobre a falta de fiscalização, inclusive por parte dos próprios vereadores, que deveriam zelar pelo uso adequado e pela manutenção do espaço.

Necessidade de Ação Imediata

A resolução desses problemas requer uma ação coordenada entre a prefeitura e as emissoras de televisão que utilizam o espaço. Uma manutenção regular e eficiente é essencial para garantir a segurança e o bem-estar dos moradores vizinhos, além de preservar a integridade do espaço público. É crucial que as autoridades competentes tomem medidas imediatas para evitar o agravamento da situação e mitigar os riscos à saúde pública.

 

Assistam a Reportagem:

 

 

 

A falta de itens de proteção aos trabalhadores da prefeitura já é caso antigo

As demandas levantadas pelas participantes do ‘Botucatu em Frente’, em relação à falta de segurança dos trabalhadores da Prefeitura Municipal de Botucatu tem sido uma questão preocupante há muitos anos.

A negligência no uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) por parte dos servidores e empresas terceirizadas é evidente em vários pontos da cidade.

Fotos das redes sociais do ex-prefeito Mário Pardini evidenciam essa situação assustadora de negligência da Prefeitura de Botucatu em muitas situações.

Estas fotos ilustram a vulnerabilidade e descaso com a segurança dos trabalhadores. Revelam a realidade de muitos trabalhadores sem os devidos equipamentos de proteção.

Nossa equipe de jornalismo consultou um renomado médico da área de ergonomia e segurança do trabalho da Faculdade de Medicina de Botucatu, que no momento, não quis se identificar, mas que analisou algumas dessas fotos e apontou as irregularidades expostas nas imagens postadas, inadivertidamente, pelo ex-prefeito de Botucatu.

Falta de uniforme, falta de botina de segurança, falta de óculos pelo risco de corpo estranho no olhos, falta de luvas , falta de mascara e falta de capacete

Falta de capacetes, falta de uniforme, falta de cinturão de 5 pontas com talabarte, falta de capacetes e falta de luvas

         

Risco de trauma corto-contuso. Falta de mesa para ferramentas de corte e falta de luvas. Na segunda ainda observa-se a ausência de máscara e capacete.

Falta de capacetes, risco de queda de material colocado de forma errada próximo ao buraco, com risco de cair sobre os trabalhadores como madeira e pedras.

Risco de queda de grande altura com funcionário à borda de caçamba de caminhão, posição incorreta, além de falta de capacetes e luvas.

 

Risco de queda de grande altura com instrumentos perfurantes em mãos e incandecentes. Na primeira foto, trabalhador com óculos inadequado para solda e na segunda foto, sem óculos de proteção contra estilhaços. Alboms falta de capacete, cinturão de 5 pontas com talabarte, máscara e luvas.

                         

Risco de queda de grande altura, falta de capacetes, cinturão de 5 pontas com talabarte e luvas

Falta de uniforme, capacete, luvas e botina de proteção

Trabalhadores em risco de queda da terra e causar soterramento e queda da tubulação de cimento e da própria escavadeira sobre os trabalhadores e falta de capacete.

                   

Trabalhadores com bermuda, camiseta e tênis. Falta de uniforme, botinas de proteção, capacete e luvas.

 

Escada colocada em local de muito risco para queda de grande algura, trabalhador sem capacete, máscara, luva e cinturão de 5 pontas com talabarte.

Trabalhador em local de risco de soterramento e queda de material sobre a cabeça. Falta de capacete, uniforme e luvas

Falta de fones ou protetores auriculares, falta de capacetes e luvas.

 

Risco de acidente perfuro-cortante por estilhaços e do próprio equipamento. Falta de uniforme, capacete, máscara e óculos de proteção.

Nessas 2 fotos, o prefeito e sua mãe recebem vacinas durante a pandemia com profissionais devidamente paramentados com luvas. Detalhe que o ex-prefeito é vacinado pelo Dr André Spadaro (na época, secretário de saúde e atualmente, vice-prefeito).

No entanto, muitos munícipes sequer receberam o mesmo cuidado

                                        

 

RISCOS DA FALTA DE EPI’s

Os EPIs são essenciais para garantir a segurança dos trabalhadores em diversas atividades. Contudo, em Botucatu, observa-se uma falta de comprometimento com o uso adequado desses equipamentos com vários trabalhadores da Prefeitura de Botucatu.

A falta de uniformes, botinas de segurança, óculos, luvas, máscaras, cinturões e capacetes muitas vezes não são utilizados, conforme é exigido pelas normas de segurança do trabalho.

O desrespeito às normas de segurança, que são exigidas em todo o país, é uma falha gravíssima.

A não observância das leis trabalhistas quanto ao uso de EPIs coloca em risco a saúde e a segurança dos funcionários. Em muitos casos, a falta de proteção adequada pode resultar em acidentes sérios, onde atualmente se conta apenas com a sorte para evitar tragédias.

Podemos observar nos contratos de empresas terceirizadas por exemplo, que há um fiscal designado pela própria Prefeitura que deveria agir, observando tais regramentos e pontuando em seus relatórios a falta destes importantes equipamentos de segurança.

No entanto, não se percebe uma fiscalização efetiva por parte da própria Prefeitura de Botucatu, em relação aos seus colaboradores e empresas terceirizadas. Isso demonstra uma falta de responsabilidade e comprometimento com a segurança no ambiente de trabalho.

É imprescindível que a Prefeitura de Botucatu e as empresas terceirizadas assumam a responsabilidade de garantir condições seguras de trabalho.

A fiscalização rigorosa e o cumprimento das exigências ao fornecimento dos EPI’s aos trabalhadores; bem como, a promoção de uma cultura de segurança, são passos fundamentais para proteger a vida e a saúde dos trabalhadores, implementando programas de conscientização e treinamento.

Todas essas medidas são essenciais e eficazes para mudar essa realidade e assegurar um ambiente de trabalho mais seguro para todos.

Fotos: Redes sociais