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Primeira ponte reconstruída em apenas 10 dias pela prefeitura após chuvas do último dia 10

1ª ponte reconstruída! esta é o título da postagem do Prefeiro Mário Pardini em sua rede social no Facebook

“Em 10 dias, graças ao esforço dos nossos servidores Municípais, entregamos a reconstrução da primeira das 42 pontes destruídas pelas chuvas da última segunda-feira, 10, a do Rio Capivarinha, na Rodovia Alcides Soares.”

Segundo Pardini, foram 3,5 mil metros cúbicos de pedra, mais de 100 toneladas de massa asfáltica e muito trabalho para devolvermos a ligação de importantes regiões do nosso Município principalmente ao sistema de atendimento básico de Saúde, educação e outros serviços, já que a SP 191 ainda não foi liberada.

O prefeito ressalta o nome do servidor Pelé Jorgeto, agradendo o empenho de cada trabalhador da Secretaria de Infraestrutura, da GCM e da Semutran. Ainda, a agradece as importantes e solidárias empresas da cidade (Gruppi Concreto, Areia Rays, Granja Moretto, Empresa Aruana) e ao sub-prefeito de Vitoriana, Márcio Dadá, que não mediram esforços e nos ajudaram muito nessa rápida reconstrução.

Finaliza otimista dizendo: “Essa é só a primeira! Louvado seja Deus!”

Prefeito pede suspensão de tarifa de pedágio até reparo da Rodovia Marechal Rondon entre Botucatu e São Manuel

O Prefeito Mário Pardini enviou um ofício a Concessionária Rodovias do Tietê, Artesp e Governo do Estado de São Paulo solicitando a suspensão da cobrança da tarifa do pedágio na praça entre Botucatu e São Manuel (KM 259+200) enquanto a Rodovia Marechal Rondon, no quilômetro 257, não é reparada.

Com as chuvas intensas que atingiram a Cidade no dia 10 de fevereiro, parte da pista cedeu, impedindo a passagem de veículos. A Rodovia chegou a ficar totalmente fechada por 5 dias, sendo liberada meia pista, por 1,4 quilômetros, no último final de semana.

Porém, devido ao desvio realizado no local, motoristas têm relatado lentidão e congestionamentos. Um caminhão também tombou nesta quinta-feira, 20, na alça de acesso ao desvio, no sentido Capital – Interior.

“Me preocupa esta condição principalmente por causa dos pacientes que vem diariamente até Botucatu para fazer tratamento no Hospital das Clínicas, dos alunos da área rural que utilizam o transporte escolar, dos universitários que viajam para estudar todos os dias, além de centenas de funcionários que trabalham nas cidades da região”, afirmou o Prefeito Pardini.

Para dar mais agilidade as viagens, o Prefeito Mário Pardini está solicitando que a empresa Concessionária Rodovias do Tietê abra as cancelas do pedágio, isentando os motoristas da tarifa enquanto a obra de recuperação da pista não for concluída.

 

Caminhão tomba e carga de 399 televisores é saqueada na BR-010, no Pará

Um carreta carregada de aparelhos de TV tombou, nesta quinta-feira (20), na rodovia BR-010, entre os municípios de Irituia e São Miguel do Guamá, nordeste do Pará. Todos os 399 televisores, de 50″ e 55″ ,foram saqueados antes da chegada da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a PRF, o caminhão saiu de Manaus, do Amazonas, com destino à São Paulo, quando o condutor teria perdido o controle do veículo após uma estrutura do semi reboque ter se soltado do cavalo mecânico, fazendo e o caminhão tombar. Um grande congestionamento se formou nos dois sentidos do trecho da rodovia. O motorista sofreu ferimentos leves.

Caminhão tomba e carga de 399 televisores é saqueada na BR-010, no Pará — Foto: Repordução/ TV Liberal

Caminhão tomba e carga de 399 televisores é saqueada na BR-010, no Pará — Foto: Repordução/ TV Liberal

fonte: G1

Prefeitura atualiza mapas de interdições de pontes e vias

Dez dias após Botucatu sofrer com as fortes chuvas, algumas pontes e vias continuam interditadas para motoristas e pedestres. A Prefeitura está atualizando os locais que seguem fechados e os que estão com passagem em parte da via.

 O trânsito está totalmente liberado nas ruas Quintino Bocaiuva (Centro), Coronel José Vitoriano Vilas Boas (Centro), e da Amizade (Recanto Azul).

 Confira os mapas:

 – Túnel da Cohab I: Acesso entre Cohab I e Cohab II, por baixo da Rodovia Marechal Rondon. Apenas o sentido Sesi-Cohab está liberado. No sentido oposto o motorista deve utilizar como alternativa a Avenida Mário Barbieris, sentido Convívio, até a saída para a Marechal Rondon. Na Rodovia, é preciso pegar o sentido interior e entrar no Km 246, para a Rua Celso Cariola. Outra possibilidade é o motorista utilizar a Avenida Mário Barbieris, sentido Centro, depois para a Avenida Itália até a Marechal Rondon. No Km 246, sentido Capital, utilizar a entrada para a Rua Celso Cariola. (veja o mapa aqui).

 – Ponte na Rua Antônio Bernardo: Principal acesso para a Estrada dos Oians, a ponte foi danificada e como caminho alternativo o motorista deve ir pela Cohab I. (veja no mapa).

 – Emílio Cani: A ponte na Rua Emílio Cani está interditada para pedestres e motoristas e a alternativa é utilizar a ponte na Rua Visconde do Rio Branco. (veja no mapa).

 – Ulisses Rossi Grassi: Com esta interdição, o trajeto também deve ser pela Rua Prefeito Tonico de Barros. (veja no mapa).

 – Rafael Sampaio: A ponte da Rua Rafael Sampaio foi a mais afetada e terá que ser totalmente reconstruída. Enquanto a obra não começa, os motoristas e pedestres devem utilizar como alternativa a Rua Doutor Ritt para chegar a Avenida Petrarca Bacchi ou utilizar a Rua Veiga Russo para atravessar o Rio Lavapés pela ponte na Rua Doutor Júlio Prestes.(veja no mapa).

 – Amando de Barros (Salgueiro): Conhecida como Ponte do Salgueiro, a ponte localizada no final da Rua Amando de Barros é uma importante ligação entre a Vila Maria e o Centro. Enquanto a ponte estiver interditada, o trecho da Rua Curuzu, entre as Ruas Rafael Sampaio e o início da Avenida Petrarca Bachi, terá mão dupla. Os motoristas devem ter atenção redobrada neste trecho devido o fluxo intenso de veículos. Nos dois lados da via será proibido parar e estacionar. (veja no mapa).

 – Rua dos Costas: A ponte da Rua dos Costas, próximo a Rua Stélio Machado Loureiro, está interditada e os moradores estão utilizando um desvio alternativo.

 – Cambuí: Trânsito segue em meia pista pela Rua Luísa de Masseno Pontes.

 – Lageado: A ponte dentro da Fazenda Experimental do Lageado também caiu e os motoristas devem utilizar o novo viaduto que liga o Jardim Cristina ao Jardim Paraíso como via de acesso. Os motoristas devem ter atenção ao passar pelo bairro Arlindo Durante, respeitando a sinalização das ruas.

A-ha ultrapassa 1 bilhão de views no clipe de “Take On Me” e celebra com fita VHS

A banda norueguesa A-ha acabou de atingir uma marca importantíssima em sua carreira.

O icônico clipe do mega hit “Take On Me” ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube e entrou para um seleto grupo de vídeos que atingiram essa façanha.

Para comemorar, a banda fez uma publicação em sua conta oficial no Instagram onde anunciou um kit que vem com pôster autografado por Magne Furuholmen, Morten Harket e Paul Waaktaar-Savoy, além de uma fita VHS com o clipe oficial.

Ainda na caixa estão uma camiseta com arte nova dos designers que fizeram o clipe e um conjunto de rascunhos em A3.

Demais, hein? Confira o clipe que foi remasterizado e hoje está disponivel em qualidade 4k

fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Desenvolvimento Sustentável: a Década da Ação é agora

Desde o início do ano, um senso de urgência ganhou pauta em uma série de notícias e artigos que tenho acompanhado. A chamada Década da Ação, foi clamada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma forma de acelerar o progresso global rumo ao desenvolvimento sustentável até 2030. Nesse contexto, entendo que é possível vislumbrar quatro principais desafios – oportunidades nessa jornada para os próximos 10 anos. São eles:

 

Mudanças Climáticas e o impacto nos mercados

 

As mudanças climáticas em nível global são uma das grandes barreiras para o atendimento da Agenda dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Segundo o relatório “The Heat is On”, de 2019, cada país enfrenta problemas diversos relacionados a mudança do clima, com impacto direto em suas economias, e o efeito cascata causada por isso acaba afetando a vida de milhões de pessoas. Os desastres ambientais como furacões, derretimento de geleiras, e como vimos recentemente, queimadas e alto índice de chuvas, causam grandes destruições que impactam diretamente os indivíduos, aumentando a situação de vulnerabilidade em muitas famílias. Países pouco resilientes são os que mais sofrem com essas mudanças, e consequentemente os que mais demoram para se recuperar.

 

Por outro lado, países como o Brasil têm um grande impacto na produção agrícola que claramente tem relação direta com o clima. O pesquisador Marshal Burke, do Earth System Science da Universidade de Stanford, realizou um estudo que traz insights interessantes na relação das mudanças climáticas com a economia. Após estudar por cerca de 50 anos o impacto do aquecimento global no PIB, foi evidenciado que nos anos com climas mais quentes que a média, o crescimento econômico aumentou nos países mais frios e reduziu nos países mais quentes. Isso significa que, analisando a agricultura, por exemplo, os países mais frios têm períodos reduzidos de geminação devido aos invernos rigorosos, ao mesmo tempo que nas temperaturas elevadas a produção diminui de maneira acentuada. Logo, estes que são grandes importadores de alimentos passam a ter condições de produzir em seu próprio território, ao invés de comprar de países de matriz agrícola, como por exemplo o Brasil, que segundo o estudo teria tido um crescimento 20% maior se não fosse o aquecimento global.

 

Transição do mercado de investimentos para a sustentabilidade

 

O risco climático é um dos grandes fatores responsáveis pela transição do mercado financeiro. Recentemente, o presidente da BlackRock – maior gestora de ativos do mundo – em sua carta aos clientes, anunciou uma mudança estratégica de investimentos, para posicionar a sustentabilidade no cerne no negócio. Responsável pela administração de mais de USD 7trilhões, Larry Fink, discutiu alguns dados do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas da ONU e estudos da McKinsey, sobre as consequências socioeconômicas do risco climático físico e como impacta o sistema global que financia o crescimento econômico. Ele questionou, por exemplo, se as cidades serão capazes de suprir as necessidades de infra-estrutura à medida que o risco climático muda o mercado de títulos municipais; qual será o impacto na inflação, e por sua vez às taxas de juros, se o valor dos alimentos aumenta devido à seca ou às inundações; e como será possível modelar o crescimento econômico se os mercados emergentes vêem sua produtividade cair como resultado das temperaturas extremamente altas e outros impactos climáticos.

 

Esses questionamentos são importantes na medida em que os investidores estão cada vez mais cientes que risco climático é um risco de investimento. Empresas com estratégias sustentáveis, são consideradas de menor risco devido a diminuição das externalidades negativas, o cuidado com a sociedade, e a visão perene e de futuro. Organizações que “remam contra a maré”, estão fadadas a encontrar um certo ceticismo por parte dos mercados, o que consequentemente amplia o seu custo de capital.

 

Geração de valor para as partes interessadas

 

Sabemos que o modelo empresarial que tivemos até mais recentemente é inevitavelmente visto como grande responsável pelos problemas sociais, ambientais e econômicos, pois nesse mindset a prosperidade empresarial era construída as custas da sociedade e das comunidades que estão em seu entorno. Nesse modelo, enraizado desde a revolução industrial, o sucesso de uma organização sempre esteve relacionado a geração de mais dinheiro ou lucro, a curto prazo. Porém, essa chave virou. Nas últimas semanas no Forum Econômico Mundial em Davos, se discutiu muito a importância das empresas servirem aos seus stakeholders, ou seja, basearem a sua estratégia no desenvolvimento das partes interessadas e não apenas dos seus acionistas. É imperativo que as organizações entendam que o bem estar dos seus colaboradores, a satisfação dos clientes e da comunidade do entorno, o respeito ao meio ambiente e aos seus fornecedores, a transparência e a ética são essenciais para uma visão de prosperidade organizacional e visão a longo prazo.

 

Nova geração, novo mindset

 

Por fim, aliados a todas essas transformações, temos a voz das novas gerações. Segundo pesquisa feita pela Anistia Internacional com a Geração Z (18-25 anos), a mudança climática foi a questão mais importante enfrentada pelo planeta, citada por 41% dos jovens. No Brasil, a corrupção foi a mais citada, seguida pela instabilidade econômica, poluição e desigualdade de renda. Estamos em um momento de transição geracional, com a ascensão dos chamados Millenials dentro do ambiente corporativo e na tomada de decisão, bem como a chegada da Geração Z no mercado de trabalho.  São estudantes, empreendedores, consumidores e investidores que tem uma nova forma de enxergar o mundo e se relacionam de maneira diferente com as empresas que consomem ou trabalham.

 

É importante estar atento a esse novo mindset de uma geração com poder de compra de mais de U$ 3,5 trilhões de dólares e que segundo análise da Bloomberg, ainda esse ano ultrapassa os Millenials compondo 32% da população mundial. Assim como os Millenials, a Geração Z é bastante conectada ao propósito das empresas e valorizam a autenticidade, transparência e sustentabilidade. Entender o panorama atual que o planeta está e para onde estamos indo é o primeiro passo para que as organizações possam prosperar nesse futuro quase incerto. É necessário estar atento às transformações e oportunidades para responder de maneira ágil a esses desafios. Um bom roadmap é olhar para a os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e construir estratégias que estejam alinhadas a essas metas. Que tal ser parte da mudança?

 

*Gustavo Loiola é Mestre em Governança e Sustentabilidade e supervisor de Sustentabilidade e Relações Internacionais no ISAE Escola de Negócios, responsável por ações alinhadas com a Organização das Nações Unidas (ONU).

 

 

Consórcio do Transporte Coletivo de Botucatu estará fechado nos dias 24 e 25

O Consórcio do Transporte Coletivo de Botucatu (CTCB) informa que estará fechado nos dias 24 e 25 de fevereiro, feriado de Carnaval. A operação retorna na quarta, 26, em seu horário normal, a partir das 8h.

No sábado, 22, o Consórcio funciona normalmente.

O atendimento do CTCB é de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h. Ele está localizado na Rua Curuzu, 54, no Centro (próximo ao Camelódromo Municipal).

No local, são oferecidos os serviços de venda de vale-transporte (tradicional e especial), manutenção e compra de créditos e atualização do cadastro.

fonte: 4Toques Comunicação

Inscrições para cursos da nova Casa do Artesão estão abertas até 05 de março

A nova Casa do Artesão, vinculada a Secretaria Municipal Adjunta de Turismo, está com inscrições abertas para cursos de capacitação em artesanato. As vagas serão preenchidas até o dia 05 de março ou enquanto estiverem disponíveis.

Com um espaço novo desde o mês passado (Rua Amando de Barros, 2731, Centro – ao lado da Semutran), a nova Casa do Artesão capacita atualmente cerca de 80 artesãos, além de auxiliar em feiras de artesanato promovidas pela Secretaria. Ela conta com oito professores e quatro salas de aula, além de uma ampla loja de artesanato. Os cursos oferecidos são:

– Corte e costura;

– Inicialização à costura;

– Costura criativa com retalhos;

– Pintura em tecidos;

– Crochê;

– Bordados;

– Reciclagem;
– Tear;

– Tricô;

– Mosaicos com vidros;

– Pintura com verniz vitral;

– Aulas de feltros.

As inscrições são realizadas na própria Casa do Artesão, das 8h às 16h30. É necessário levar cópia de um comprovante de residência e de um documento com foto.

O início das aulas será no dia 09 de março, com carga horária de 2 a 4 horas semanais, de segunda à sexta-feira, entre 8 e 22 horas.

Horários dos respectivos cursos e outras informações podem ser obtidos no ato da inscrição ou pelo telefone (14) 3811-1418.