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Serviço de streaming de música Spotify remove mais de 75 milhões de músicas feitas por IA

Uma das mais populares plataformas de streaming de música Spotify, anunciou na quarta-feira (24) que retirou do ar mais de 75 milhões de faixas geradas por inteligência artificial (IA) nos últimos 12 meses. A companhia afirmou que vai reforçar políticas de combate a conteúdos criados de forma fraudulenta na plataforma.

Segundo o Spotify, o objetivo é proteger os artistas e garantir transparência aos ouvintes. A empresa afirma que a tecnologia de IA facilita a criação de deepfakes vocais e a clonagem de vozes de artistas sem autorização, além de possibilitar envios em massa de conteúdo e manipulação de buscas por algoritmos.

Fonte: Spotify

Foto: Reprodução

Ônibus de transporte público de Botucatu continuam parando em via pública por falta de combustível

Um munícipe denunciou à equipe de jornalismo da Rede Alpha que hoje (25/09), por volta das 16h45 desta quinta-feira, um ônibus da linha Sesi – Jardim Bandeirantes ficou parado em plena via pública por falta de combustível.

A cena, que revoltou passageiros e motoristas que trafegavam pelo local, expõe mais uma vez a precariedade no transporte coletivo de Botucatu.

Infração de trânsito

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), deixar o veículo imobilizado na via por falta de combustível é considerado infração média, prevista no artigo 180:

 “Imobilizar veículo na via por falta de combustível é infração média, com penalidade de multa e medida administrativa de remoção do veículo.”

Isso significa que, além do transtorno aos usuários e à população, a prática é ilegal e sujeita a penalidades.

Consequências para a empresa

A empresa responsável pelo transporte coletivo pode sofrer:

  • 1. Multas e remoção do veículo, conforme o CTB;
  • 2. Processos administrativos por falhas operacionais, podendo resultar em sanções previstas no contrato de concessão;
  • 3. Ação civil pública por parte do Ministério Público, caso se configure omissão na prestação de serviço essencial;
  • 4. Rescisão contratual, já que o transporte coletivo urbano é considerado serviço público essencial (art. 30, V da Constituição Federal).

Histórico de ocorrências em Botucatu

Essa não é a primeira vez que ônibus do transporte coletivo param em vias públicas por falta de combustível.

A Alpha já recebeu outras denúncias neste ano, em diferentes regiões da cidade.

Veja matéria publicada no Alpha Notícias publicada em julho pelo link abaixo: https://www.alphanoticias.com.br/onibus-coletivos-param-por-falta-de-combustivel-em-varios-bairros-de-botucaru-e-populacao-e-prejudicada/

Passageiros relataram que, em várias ocasiões, foram obrigados a descer e esperar outro veículo, acumulando atrasos e transtornos.

Em todas as vezes, a justificativa foi de “falhas operacionais”, mas o problema persiste. A reincidência demonstra falta de planejamento e gestão eficiente do serviço, o que pode configurar negligência por parte da empresa contratada.

O que a Prefeitura pode fazer?

A Prefeitura, como poder concedente do serviço público de transporte coletivo, tem instrumentos legais para agir:

  • 1. Aplicação de multas contratuais por descumprimento de cláusulas;
  • 2. Abertura de processo administrativo para apurar falhas reiteradas;
  • 3. Exigência de plano emergencial de operação para evitar novas paralisações;
  • 4. Suspensão ou até rescisão do contrato de concessão, caso fique comprovado que a empresa não tem condições de cumprir suas obrigações.

Especialistas em direito administrativo alertam que a omissão do município em fiscalizar e punir a concessionária pode caracterizar responsabilidade solidária da Prefeitura.

Revolta dos passageiros

Segundo relatos enviados à Alpha, os passageiros foram obrigados a descer do veículo e esperar outro coletivo chegar, em pleno horário de pico. Muitos reclamaram de perda de compromissos e atrasos no trabalho.

É um descaso total com a população. Não é a primeira vez que vemos ônibus parados sem combustível. Até quando isso vai continuar?”, questionou o denunciante que flagrou o episódio desta tarde.

O prefeito Fábio Leite disse que não quer empresa porca em Botucatu, então por que nao toma atitude em relação a essa empresa de ônibus? Será que ele tem alguma relação com o dono dessa empresa pra favorecer tanto um serviço ruim desses e deixar o povo sofrendo isso há muito tempo. É revoltante”. Expressou uma moradora do bairro Jardim Brasil.

“A gente tá cansado do trabalho e tem que voltar a pé pra casa mesmo pagando o ônibus que não pode andar por falta de combustível. Vergonha dessa cidade“; afirmou João de Brito, morador dos Comerciários.

“Engraçado que quando é pra impedir a greve legítima dos motoristas que pediram aumento de salários, a prefeitura agiu rápido e até junto com a polícia. Ai quando a prefeitura precisa agir rápido contra a empresa, isso nao acontece. Por que essa diferença? A população tem que acordar para o que anda acontecendo na cidade”, acrescentou Soraya Benides, moradora do Bairro Alto.

Conclusão

O episódio desta quinta-feira mostra que problemas básicos, como a falta de abastecimento adequado, continuam prejudicando o transporte coletivo em Botucatu. Além de ser um transtorno para os passageiros, a prática é ilegal e pode trazer consequências sérias para a empresa responsável.

A equipe da Rede Alpha entrou em contato com a empresa de transporte e com a Prefeitura, mas até o fechamento desta reportagem não houve resposta.

Kim Kataguiri defende cortar benefícios de famílias de alunos violentos

Famílias de estudantes podem perder benefícios sociais, caso seus filhos sejam responsáveis por agressões físicas ou verbais contra professores. É isso o que propõe o Projeto de Lei 4.758/2025, apresentado pelo deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) nesta quarta-feira, (24).

O texto estabelece que, se comprovada a ocorrência do ato e concluído o processo administrativo, a escola deverá notificar o Conselho Tutelar e os órgãos gestores dos benefícios, provocando a suspensão dos pagamentos, incluindo o Bolsa Família, por até 12 meses.

Fonte: Revista Oeste

Foto: Reprodução

Produtora perde 700 litros de leite após três dias sem energia em Cerqueira César

Uma produtora rural de Cerqueira César precisou descartar 713 litros de leite depois de ficar três dias sem energia elétrica, desde o temporal que atingiu o município na segunda-feira (22). O prejuízo foi de quase R$ 2 mil.

“Foi horrível perder toda a produção de leite de um dia. E tem que ir tirar o leite, se não a vaca fica doente. E não pode deixar o bezerro mamar, se não ele também fica doente”, contou Luciana Felix Fragoso Silvestre, de 35 anos, que tem 50 vacas leiteiras.

O bairro Três Ranchos, onde Luciana vive, reúne cerca de 50 pessoas. Segundo os moradores, a falta de energia também comprometeu a ordenha mecanizada, a irrigação de hortaliças e o funcionamento da bomba de água dos poços. Para manter minimamente as atividades, muitos produtores estão tendo gastos extras com combustível para geradores e até com a contratação de caminhões pipa.

A médica veterinária Paula Fernanda de Souza, de 37 anos, relatou que os pais, que trabalham há mais de 40 anos na produção de hortaliças e leite, precisaram racionar a água dos animais e da casa, além de descartar alimentos do freezer. “É caótico. A gente fica pensando: ‘quanto tempo vai demorar?’ Sem água para lavar a louça ou cozinhar”, disse.

A irmã dela, Juliana de Souza, contou que a estufa de hortaliças da família foi destruída pelo vento. No local, estavam plantadas cerca de cinco mil verduras. Metade deverá ser descartada, e o prejuízo estimado é de R$ 30 mil.

Em nota, a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) Santa Cruz informou que as equipes estão atuando em Cerqueira César, em área rural e de difícil acesso, onde a rede foi severamente danificada. A concessionária afirmou que o fornecimento será normalizado “o mais brevemente possível”.

“Você se sente abandonado. Vai reclamar no aplicativo e dizem que já estão cientes da falta de energia. A gente vê só o carro passando e não para ninguém para arrumar”, completou Luciana.

Fonte: A Voz do Vale

Foto: Reprodução

Moradores denunciam bueiros entupidos em Botucatu e temem enchentes na primavera

Moradores de diferentes regiões de Botucatu estão enviando imagens e relatos à equipe de jornalismo da Rede Alpha denunciando a situação de bueiros entupidos e cheios de entulho em várias ruas da cidade.

O problema tem causado forte preocupação, especialmente neste período de primavera, quando aumentam os riscos de chuvas intensas que podem provocar alagamentos e enchentes.

As fotos recebidas mostram bueiros cobertos por mato, lixo e restos de construção, sem qualquer manutenção preventiva por parte da Prefeitura. Segundo os moradores, a situação já é antiga e piora a cada ano, mas até agora não houve uma ação efetiva para resolver o problema.

Além do risco de enchentes, o acúmulo de sujeira favorece a proliferação de insetos e animais peçonhentos, ampliando os riscos à saúde da população.

A falta de limpeza e de manutenção da rede de drenagem urbana em Botucatu expõe a cidade a transtornos que poderiam ser evitados com planejamento e fiscalização. A população teme que, com as próximas chuvas fortes, a cidade volte a registrar alagamentos em bairros residenciais, vias importantes e até em áreas centrais.

A Rede Alpha procurou a Prefeitura para questionar quais medidas estão sendo adotadas para prevenir os problemas com drenagem urbana, mas até o fechamento desta reportagem não obteve resposta.

Homem é preso após furtar motocicleta e ser agredido por populares em São Manuel

Na tarde de quarta-feira (24), a Polícia Militar prendeu um homem acusado de furtar uma motocicleta no bairro Cohab 2, em São Manuel. A ação foi conduzida por equipes da 2ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior.

A vítima acionou os policiais após perceber o desaparecimento da moto que havia sido estacionada em frente à sua residência. Com o auxílio de imagens de câmeras de segurança, ela identificou o autor do furto.

Durante as buscas, a PM recebeu a informação de que o veículo estaria escondido em um matagal próximo. A moto foi localizada e recuperada no local indicado. Com as características do suspeito em mãos, os policiais intensificaram o patrulhamento e conseguiram localizá-lo.

O homem estava com ferimentos e relatou ter sido agredido por populares após o furto. Ele foi levado ao Pronto Socorro de São Manuel para atendimento médico e, em seguida, conduzido à delegacia, onde teve a prisão ratificada pelo delegado de plantão. O suspeito foi encaminhado à Cadeia Pública de Itatinga, onde permanece à disposição da Justiça.

Polícia Militar

Anvisa: Não há registros que relacionem paracetamol a autismo

O Brasil não tem registros que relacionem o uso de paracetamol durante a gravidez com casos de autismo. É o que afirmou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (24), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou a existência de ligação entre o uso de analgésico na gravidez e o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O caso ganhou repercussão no Brasil, sobretudo entre as mães de crianças com o diagnóstico de autismo. Pelas redes sociais ou em grupos de maternidade, relatos de preocupação e sentimento de culpa.

Para Rayanne Rodrigues, a preocupação maior foi com a “desinformação”. Estudante de Farmácia e mãe de uma criança com autismo nível dois de suporte, ela relata a empatia pelas mulheres que carregam o sentimento de culpa.

“Nós, como mães atípicas, ficamos preocupadas com o tamanho da desinformação que é repassada para frente. Uma mulher grávida já não tem um leque assim muito grande de medicamentos que pode ser tomado durante a gestação”, afirmou

“Não é o meu caso, mas tem muitas mães que se culpam pelo filho ter o transtorno, ficam se perguntando o que elas fizeram de errado na gestação. E aí vem uma situação dessa e acaba culpabilizando mais ainda a mãe, sendo que nós não temos culpa. Vários fatores podem ocasionar o autismo”, completou Rayanne.

Para tranquilizar a população, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, publicou nas redes sociais um recado sobre a falta de comprovação científica.

“O Tylenol é causa do autismo? Mentira! Não existe nenhum estudo que comprove uma relação entre o paracetamol e o Tylenol com o autismo. Esse tipo de mentira coloca a sua vida e a vida do seu bebê em risco. A Organização Mundial de Saúde, a Anvisa, as principais agências internacionais de proteção à saúde, já deixaram claro: o paracetamol é medicação segura. Aliás, o autismo foi diagnosticado e identificado muito antes de existir paracetamol.”

Repercussão mundial

Após a declaração de Trump, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma nota relatando que “atualmente não há evidências científicas conclusivas que confirmem” a ligação do autismo e o paracetamol na gravidez. Na nota, a OMS também citou que nenhuma das muitas pesquisas sobre o assunto encontrou associação consistente.

A Agência de Medicamentos da União Europeia também disse que “atualmente não há novas evidências que exijam alterações nas recomendações atuais de uso” do medicamento pela instituição. 

Apesar disso, a FDA dos Estados Unidos, agência reguladora equivalente à Anvisa no Brasil, anunciou ter começado o processo para modificar a bula do paracetamol no país, para refletir as supostas evidências, e informou que emitiu alerta para médicos dos Estados Unidos sobre o medicamento.

No Brasil, a Anvisa informa que o paracetamol é classificado em norma como medicamento de baixo risco e, por isso, faz parte da lista de produtos que não exigem receita médica. De acordo com a agência, a liberação de medicamentos no país segue “critérios técnicos e científicos rigorosos” para garantir qualidade, segurança e eficácia. Mesmo assim, esse tipo de remédio passa por monitoramento.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Polícia e Ministério Público investigam esquema de venda de combustíveis em São Paulo

Uma organização criminosa que atuava com exploração de jogos de azar, comercialização de combustíveis adulterados e lavagem de dinheiro por meio de uma fintech foi alvo hoje cedo (25) da Operação Spare, promovida pela Polícia Militar e o Ministério Público de São Paulo.

ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto, feita em agosto, que desmantelou esquema semelhante em postos de combustível que teriam participação de membros do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, as investigações da Operação Spare apontaram o uso de máquinas de cartão apreendidas em casas de jogos clandestinos, em Santos, ligadas a postos de combustíveis.

O esquema, conforme revelou o cruzamento de informações no inquérito, demonstrou que valores eram desviados para uma instituição de pagamento, utilizada para disfarçar a origem ilícita de recursos.

apuração ainda apontou vínculos da organização criminosa com empresas do setor hoteleiro, postos de combustíveis e instituições de pagamento com contabilidade paralela, de modo a dificultar o rastreamento do dinheiro ilegal.

Ao todo, a Operação Spare envolveu 110 policiais militares do Comando de Choque de São Paulo e unidades especialidades para cumprimento das ordens judiciais.

Além disso, a operação contou também com agentes da Receita Federal e integrantes da Procuradoria-Geral do Estado e Secretaria da Fazenda.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Receita Federal