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Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval

Carnaval é tempo de pular e brincar, mas também de assegurar o cumprimento dos direitos humanos, especialmente de crianças e adolescentes. Com isso em mente, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lançou, nesta quinta-feira (15), uma campanha nacional para conscientizar a população sobre a importância da proteção integral de meninos e meninas durante grandes eventos populares, como a folia de Momo.

Realizada anualmente, a campanha Pule, Brinque e Cuide – Unidos pela proteção de crianças e adolescentes, busca sensibilizar a sociedade acerca da responsabilidade coletiva na prevenção e no enfrentamento de violações de direitos, especialmente o abuso, a exploração sexual, o trabalho infantil e outras situações de vulnerabilidade que tendem a se intensificar em momentos de grande mobilização popular – e que podem ser denunciadas por meio do Disque 100.

“O Carnaval é uma das maiores expressões culturais do nosso país e precisa ser, acima de tudo, um espaço seguro para meninas e meninos. A campanha busca mobilizar foliões, famílias, trabalhadores informais, comerciantes, organizadores de eventos e gestores públicos para a corresponsabilidade na garantia de um ambiente seguro e respeitoso aos direitos humanos”, explicou a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Pilar Lacerda, em nota.

Segundo o ministério, a edição da campanha deste ano consolida uma estratégia que articula comunicação pública, mobilização social, inovação tecnológica e presença institucional qualificada, reafirmando o compromisso do Estado brasileiro com o direito ao lazer, à convivência comunitária e à participação cultural.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Falta de fiscalização em imóveis abandonados em botucatu trazem sérios riscos aos munícipes

Ao circular pelas ruas de Botucatu, situações recorrentes levantam um questionamento inevitável: Há, de fato, fiscalização eficiente das obras e estruturas urbanas na cidade? A dúvida ganha ainda mais peso quando se relembra o episódio que quase terminou em tragédia na Avenida Floriano Peixoto, onde parte de um prédio desabou sobre um ponto de ônibus. Mais de um ano após o ocorrido, o cenário no local continua preocupante e evidencia a ausência de providências efetivas por parte do poder público.

O endereço é conhecido da população. Trata-se de um espaço histórico da cidade, onde funcionou a antiga rodoviária de Botucatu e, posteriormente, estabelecimentos comerciais como uma casa de shows entre outros. Após o desmoronamento da parte superior do prédio, causado principalmente pela deterioração da estrutura e agravado pelas chuvas, esperava-se o isolamento da área e uma solução definitiva. No entanto, o que se viu foi a reinstalação do ponto de ônibus a poucos metros do local do acidente, justamente ao lado de outra estrutura igualmente comprometida, que também apresenta sinais claros de colapso.

Imagens aéreas e registros feitos no local mostram que o imóvel segue em condições precárias, com partes já cedendo recentemente. Mesmo assim, usuários do transporte coletivo aguardam diariamente o ônibus sob uma estrutura que representa risco iminente. Em um dos episódios, uma senhora chegou a se ferir no local. A pergunta que fica é até quando situações como essa serão toleradas: quantos acidentes, ou quantas vítimas fatais, serão necessárias para que providências concretas sejam tomadas?

A população cobra o mínimo: fiscalização rigorosa, isolamento imediato de áreas de risco e responsabilidade na tomada de decisões. O poder público não pode agir apenas após tragédias consumadas. Secretários, fiscais e gestores municipais têm a obrigação de zelar pela segurança da população, função para a qual são remunerados com recursos provenientes dos impostos pagos pelos próprios munícipes.

Botucatu pede socorro. Pede fiscalização, planejamento e respeito à vida. Um ato cotidiano, como aguardar um ônibus, não pode se transformar em um risco de morte. Cabe à população exigir seus direitos e ao poder público lembrar que sua função é servir, proteger e trabalhar em favor de quem sustenta a máquina pública: o cidadão.

 

Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou a morte de um homem por dengue na cidade de Nova Guataporanga, na região Oeste do estado, próxima de Presidente Prudente, área de divisa com o estado do Mato Grosso do Sul. Trata-se da primeira morte pela doença este ano.

Embora os sintomas tenham iniciado no dia 3 de janeiro a data é computada como 2025 para fins epidemiológicos, por ser a semana iniciada no ano passado.

Em 2025, o estado de São Paulo teve 881.280 casos confirmados, 1122 óbitos confirmados e 56 em investigação, além de 1461 casos de dengue grave.

Em 2026, o estado já registra 971 casos confirmados e 3.389 em investigação, dentre os quais dois óbitos. Há até o momento três casos de dengue graves confirmados em território paulista.

As regiões de Araçatuba e Presidente Prudente, no Oeste do estado, têm as maiores taxas de incidência, respectivamente com 13,58 e 8,57 casos por 100 mil habitantes.

Segundo o Ministério da Saúde os casos de dengue no país, em 2026, somam 9.667 casos prováveis com três óbitos em investigação.Em 2025 foram 1.665.793 casos prováveis e 1780 óbitos.

O período de maior incidência da dengue no Brasil nos últimos dois anos foi entre o começo de março (oitava semana) e o final de maio (vigésima semana).

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Terminal Urbano de Botucatu apresenta danos e levanta questionamentos sobre manutenção

Inaugurado na gestão anterior, o Terminal Urbano de Botucatu já começa a apresentar problemas que chamam a atenção de usuários e levantam críticas sobre a falta de manutenção dos espaços públicos no município. Um dos pontos mais evidentes é o desprendimento de parte da estrutura de PVC do terminal, arrancada pela força dos ventos durante as fortes chuvas registradas nas últimas semanas na cidade.

Imagens registradas no local mostram placas de PVC danificadas e áreas totalmente desprotegidas, situação que persiste mesmo após um período considerado suficiente para que reparos fossem realizados pelo poder público. O cenário preocupa, principalmente porque o início do ano é marcado por chuvas intensas em Botucatu e em diversas regiões do país, o que pode agravar ainda mais os danos e comprometer outras partes da estrutura do terminal.

O caso reforça uma crítica recorrente à gestão pública: mais do que construir e entregar obras, é fundamental garantir a conservação e a manutenção contínua desses espaços. A falta de intervenções preventivas pode resultar em prejuízos maiores aos cofres públicos no futuro, custo que acaba recaindo diretamente sobre o contribuinte.

Outro fato que chama a atenção dos usuários do sistema de transporte urbano é a falta de limpeza no entorno do terminal; sabemos que a parte dos fundos se trata de uma área que margeia o Rio Lavapés, porém o local também serve para depósito de materiais inserviveis do proprio terminal.

Diante disso, moradores e usuários cobram uma atuação mais efetiva da Prefeitura para assegurar a segurança, a durabilidade das estruturas e o respeito ao dinheiro público.

Acompanhem a reportagem:

 

Colisão na Rodovia João Mellão SP – (255) mobiliza resgate em Avaré

Um acidente entre dois carros foi registrado na manhã desta sexta-feira (16), na Rodovia João Mellão (SP-255), em Avaré. A colisão ocorreu na entrada do condomínio da Ilha Verde, local conhecido pela alta circulação de veículos e que já registrou diversos acidentes.

Felizmente, apesar do impacto, os ocupantes de ambos os veículos sofreram apenas ferimentos leves. Após o ocorrido, os veículos foram removidos da pista e colocados no acostamento para não obstruir o tráfego.

Equipes da concessionária que administra a rodovia e da Polícia Rodoviária compareceram ao local para prestar apoio e realizar os procedimentos necessários.

As causas exatas do acidente ainda serão averiguadas pelas autoridades competentes.

Fonte: A Voz do Vale

Foto: Reprodução

 

GCM prende suspeito por tráfico em Rubião, Botucatu

Uma ação de rotina da Guarda Civil Municipal de Botucatu resultou na prisão de um homem por tráfico de drogas no distrito de Rubião. A ocorrência foi registrada na tarde do dia (13), por volta das 17h40, na Rua Sílvio Trevisane, no Jardim Botucatu, durante patrulhamento preventivo realizado pela equipe do Grupo de Proteção Ambiental (GPA 2).

Os agentes atuavam com foco na prevenção de infrações ambientais quando perceberam dois indivíduos em comportamento suspeito na via pública. Com a aproximação da viatura, um dos homens tentou fugir e lançou um invólucro no chão, sendo alcançado e abordado logo em seguida. Na averiguação, foram encontradas substâncias entorpecentes, incluindo pedras semelhantes ao crack e porções aparentando ser cocaína.

Conforme o boletim de ocorrência, um dos envolvidos relatou ter comprado a droga no local, enquanto o outro assumiu que realizava a comercialização dos entorpecentes na região. Ambos foram encaminhados inicialmente ao Pronto-Socorro para avaliação médica e, na sequência, apresentados no Plantão Policial.

Após os procedimentos legais, um dos suspeitos foi ouvido e liberado. O outro permaneceu detido e ficou à disposição da Justiça, autuado pelo crime de tráfico de drogas. A ação reforça o trabalho permanente da Guarda Civil Municipal, por meio do GPA, no enfrentamento ao tráfico, na preservação da ordem pública e na segurança dos moradores de Botucatu.

Guarda Civil Municipal

Moradores reclamam de falta de água no Convívio, Parque dos Pinheiros e Altos da Serra

Botucatu volta a registrar queixas relacionadas à falta de água em diferentes regiões da cidade. Além do bairro Convívio, moradores do Parque dos Pinheiros e do Altos da Serra afirmam enfrentar interrupções constantes no abastecimento, situação que, segundo eles, ocorre há semanas sem uma solução definitiva.

A reclamação foi encaminhada pelo morador Sidney Bertaglia, que relata transtornos recorrentes. “Na terça-feira a água acabou às 22h e só retornou por volta das 16h30 do dia seguinte. Ontem acabou às 15h e não voltou até agora. Sem contar que praticamente todas as noites ficamos sem água. Já fiz várias reclamações na Sabesp e até agora nada foi resolvido”, afirmou.

No Parque dos Pinheiros, o problema também é motivo de insatisfação. Rafael Fleischacker, morador do bairro, disse que “A falta de água tem sido frequente e que o abastecimento só tem sido mantido graças à reserva nas caixas d’água das residências”. Moradores do Altos da Serra relatam situação semelhante, com cortes prolongados, principalmente no período noturno.

Para tentar minimizar o problema e reforçar a rede de abastecimento, a Prefeitura de Botucatu informou que acionou a Justiça para que a Sabesp apresente um plano de investimentos. O prefeito Fábio Leite declarou que a concessionária prevê investir cerca de R$ 200 milhões em obras de melhoria e ampliação do sistema entre este ano e 2028.

Dr. Carlos Magno Fortaleza concede entrevista à Alpha sobre a vacinação contra a Dengue

 

Botucatu é escolhida para vacinação em massa contra a dengue após sucesso no combate à Covid, afirma diretor da FMB/Unesp

Botucatu será uma das primeiras cidades do Brasil a receber a vacinação em massa contra a dengue. A informação foi detalhada pelo diretor da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB/Unesp), Dr. Carlos Magno Fortaleza, em entrevista ao jornalista Fernando Bruder, da Rede Alpha de Comunicação, ontem 15/01. A ação é considerada estratégica pelo Ministério da Saúde e tem como base a experiência bem-sucedida do município durante a pandemia de Covid-19.

Segundo Dr. Fortaleza, a escolha de Botucatu não foi aleatória. “É um presente para o município, mas um presente que Botucatu fez por merecer”, afirmou. Ele revelou que, um dia antes do licenciamento da vacina contra a dengue, recebeu uma ligação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convidando a cidade a repetir a estratégia aplicada na vacinação contra a Covid. O objetivo, além de proteger os indivíduos vacinados, é demonstrar cientificamente que a imunização de uma parcela significativa da população é capaz de interromper a circulação do vírus no município.

Vacina tem alta eficácia e protege contra casos graves

De acordo com o Dr. Carlos Magno, a vacina utilizada apresenta 70% de eficácia contra a dengue em geral, 90% contra casos graves e 100% de proteção contra internações e mortes. “Nenhuma pessoa vacinada nos estudos foi internada ou morreu por dengue”, destacou. A expectativa é que, ao reduzir drasticamente a circulação do vírus, toda a população seja beneficiada, inclusive aqueles que não fazem parte da faixa etária inicialmente contemplada.

Além de Botucatu, apenas outras duas cidades brasileiras participarão dessa estratégia de vacinação ampliada: Maranguape, no Ceará, e Nova Lima, em Minas Gerais. Ao todo, existem atualmente cerca de 1,3 milhão de doses da vacina no Brasil, sendo 80 mil destinadas a cada município participante.

Meta é vacinar até 90% da população-alvo

Embora modelos matemáticos indiquem que 50% de cobertura vacinal já cause impacto significativo na circulação do vírus, a meta em Botucatu é muito mais ambiciosa. “Nós queremos atingir entre 80% e 90% da população de 15 a 59 anos”, afirmou o diretor. Segundo ele, se as 80 mil doses forem aplicadas, o município poderá praticamente eliminar a dengue, protegendo também idosos e crianças e evitando um novo colapso no sistema de saúde, como o ocorrido em 2024.

Doses não utilizadas poderão ser recolhidas

O diretor alertou que não haverá desperdício de vacinas. Caso a adesão seja menor do que a esperada, o Ministério da Saúde poderá recolher as doses não utilizadas para redistribuição em outros municípios. Por isso, a orientação é para que a população compareça logo no primeiro dia da campanha. “Não sabemos exatamente quando essas doses poderão ser recolhidas, mas o ministério já deixou claro que não permitirá desperdício”, reforçou.

Monitoramento rigoroso de efeitos adversos

Sobre a segurança do imunizante, Dr. Carlos Magno explicou que mais de 20 mil pessoas já foram vacinadas nos estudos sem registro de eventos adversos graves. O acompanhamento será feito tanto pela rede municipal de saúde quanto pelo Hospital das Clínicas da Unesp. “Os efeitos colaterais observados até agora não foram de grande gravidade, e o benefício de evitar internações e mortes é muito maior”, ressaltou.

Custos e recursos ainda estão em fase de repasse

Em relação aos recursos financeiros, o diretor informou que os repasses do Ministério da Saúde ainda não foram liberados. A expectativa é de um investimento entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, possivelmente com recursos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). No momento, toda a operação está sendo viabilizada com recursos da Prefeitura de Botucatu e da Unesp, que estão arcando com logística, armazenamento e organização da campanha. Segundo ele, os valores já estão acertados com o ministério, restando apenas trâmites burocráticos para a liberação.

Vacinação acontece neste domingo

A vacinação em massa será realizada neste domingo, 18 de janeiro, das 8h às 17h, em diversas unidades de saúde espalhadas pela cidade, além de sistemas de drive-thru no Lageado e no campus da Unesp em Rubião Júnior, para agilizar o atendimento.

O público-alvo principal é a população de 15 a 59 anos, faixa etária considerada prioritária com base em estudos clínicos que comprovam a segurança e eficácia do imunizante. A vacina é aplicada em dose única, permitindo proteção rápida, inclusive para pessoas que já tiveram dengue anteriormente.

Acompanhe a entrevista na íntegra: