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Motorista morre em colisão frontal com carreta na SP-255, em Avaré, na madrugada desta sexta-feira (25)

Um motorista morreu na madrugada desta sexta-feira (25) após uma colisão frontal com uma carreta na Rodovia João Mellão (SP-255), no quilômetro 277, próximo ao Costa Azul, em Avaré.

De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), por volta das 4 da manhã, o carro invadiu a pista contrária e bateu de frente com uma carreta carregada com 37 toneladas de calcário. Com o impacto, ambos os veículos pararam no gramado lateral da rodovia, no sentido sul.

Uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte do motorista do carro ainda no local do acidente. O caminhoneiro, por sua vez, não sofreu ferimentos. Equipes do Corpo de Bombeiros, da perícia e da funerária estiveram presentes para atender à ocorrência.

A Polícia Rodoviária informou que o acidente não causou a interdição da rodovia, e o tráfego seguiu normalmente no local.

Fonte: A Voz do Vale

Foto: Reprodução

FMVZ/Unesp leva a Terapia Assistida por Animais (TAA) para instituições de saúde de Botucatu

Um projeto de extensão desenvolvido pela Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp, campus de Botucatu, com a participação de alunos e docentes, está levando a Terapia Assistida por Animais (TAA) para instituições de saúde sediadas no município, oferecendo uma colaboração relevante para suas atividades terapêuticas, a partir da interação entre homens e animais.

Denominado “Patas amigas: Terapia Assistida com Animais como instrumento de bem- estar físico, social, emocional e cognitivo”, o projeto coordenado pelos professores Juliany Gomes Quitzan e Paulo Fernandes Marcusso, promove atividades de terapia assistida por animais na Associação de Pais e Amigos do Excepcionais (APAE) de Botucatu e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) e no Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS) Professor Cantídio de Moura Campos.

A equipe do projeto visita as instituições parceiras, levando cães para ter contato com pacientes e usuários dos serviços oferecidos por essas entidades. O objetivo é utilizar a TAA como instrumento de bem-estar físico, social, emocional e cognitivo para esse público. O projeto foi concebido por médicos veterinários, mas contou com o auxílio de enfermeiros, psicólogos e médicos pediatras e neurologistas. As ações ocorrem em forma de rodízio, beneficiando as instituições parceira. “Dessa forma, estaremos presentes dentro de cada uma dessas instituições, com ações sempre monitoradas e multiprofissionais”, coloca o professor Marcusso.

A Terapia Assistida por Animais (TAA) é uma modalidade de terapia que utiliza animais para promoção do bem-estar humano e animal. “Ela tem sido utilizada como um instrumento auxiliar no tratamento de algumas doenças, mostrando uma série de efeitos benéficos em pacientes psiquiátricos, adultos, crianças hospitalizadas, idosos, entre outros”, comenta a professora Juliany.

Cães de diferentes raças foram avaliados e treinados para se tornarem cães-terapeutas. “O perfil e comportamento dos animais foram avaliados previamente e uma série de exames foram realizados, para garantir que o cão não é portador de nenhuma doença que possa ser transmitida ao ser humano”, explica a professora.

As ações têm entre 20 a 60 minutos no máximo, de acordo com a quantidade de pacientes, nível de interação e objetivos terapêuticos desejados. “Nossa meta é que os pacientes possam se beneficiar com as sessões e que os estudantes possam interagir com a comunidade local em prol do desenvolvimento social, da construção de valores a partir do contato dos acadêmicos e pós-graduandos da área da saúde com a prática do atendimento humanizado”, ressalta o professor Marcusso.

A FMVZ já teve iniciativas semelhantes no passado, que inspiraram a criação do “Patas Amigas”. Em 2001, a FMVZ promoveu um primeiro projeto de extensão com esse enfoque, coordenado pela professora Denise Schwartz, então docente da Faculdade e atualmente na FMVZ/USP. A iniciativa foi retomada em 2018, agora com o nome de “Patas amigas”, sob a coordenação da professora Juliany e do professor José Carlos de Figueiredo Pantoja, com a participação do Grupo PET (Programa de Educação Tutorial) da FMVZ. “Eu também participei do projeto “Mascote Terapia”, que inspirou a criação do “Patas Amigas”. Quando retomamos as atividades, contamos com a ajuda da médica veterinária Luciana Mobricci, coordenadora do programa “Bichos do Bem”, em São José dos Campos. Ela foi aluna na FMVZ e, junto comigo, participou do “Mascote Terapia”.

Depoimentos
– Lucas Reis Alves Mota, coordenador Médico e vice-diretor Clínico do CAIS professor Cantídeo: “A área da Saúde Mental, principalmente nos cenários de internação, ainda enfrenta muitos estigmas, tanto por parte dos usuários quanto dos próprios profissionais da área da saúde.

As duas principais estratégias para a redução desse estigma são o conhecimento teórico e a interação pessoal. Assim, ao meu ver, o projeto tem uma importância fundamental ao servir como uma ferramenta de contato entre as pessoas de fora deste espaço e os pacientes internados.

Vejo os animais que integram o projeto como agentes para a aproximação entre este local de cuidado e os integrantes do projeto, abrindo espaço para que conheçam, na prática, que, mesmo dentro de um espaço de internação, é possível realizar o cuidado de sujeitos humanos, respeitando os preceitos antimanicomiais.

Gosto muito de uma frase que diz “manicômio não é um lugar, é um discurso”, e este discurso quase sempre representa violência, distanciamento e isolamento. Projetos como o Patas, para nós, representam um processo ativo de desconstrução desse discurso, permitindo que pequenos passos sejam dados na direção de uma inserção cada vez maior destes sujeitos na sociedade, e da sociedade nestes sujeitos, mesmo durante os momentos nos quais encontram-se adoecidos”

Joyce dos Santos Neves – diretora Clínica do CAIS
“O Projeto Patas Amigas é uma iniciativa transformadora. Mais do que simples visitas, essas ações representam momentos de afeto, conexão e acolhimento para os pacientes em tratamento de saúde mental.
A presença dos animais no ambiente hospitalar tem um efeito terapêutico profundo. Eles despertam sentimentos de carinho, confiança e segurança, ajudando a aliviar sintomas como ansiedade, tristeza e solidão. Para muitos pacientes, o contato com os animais quebra a rotina da internação e oferece um instante genuíno de alegria e tranquilidade.

Esses encontros também estimulam a comunicação, a interação social e o envolvimento emocional dos pacientes com o mundo ao redor. É comum ver expressões de afeto, sorrisos espontâneos e até relatos de lembranças felizes surgindo durante as atividades. Isso mostra como os animais conseguem acessar áreas delicadas da mente humana que, muitas vezes, os tratamentos convencionais não alcançam com tanta facilidade.

Além de beneficiar diretamente os pacientes, o projeto também fortalece o ambiente terapêutico como um todo. Ele aproxima os profissionais da saúde dos pacientes de maneira mais empática e humanizada, promovendo relações mais afetivas e respeitosas dentro da unidade.

O Patas Amigas prova que cuidar da saúde mental vai além de medicamentos e terapias tradicionais — é também oferecer presença, contato e emoção. Por meio do vínculo com os animais, o projeto devolve um pouco de leveza àqueles que enfrentam dias difíceis, mostrando que o afeto também cura”.

Priscila Lisboa Baptista – Coordenadora de Saúde da APAE
“A Terapia Assistida por Animais tem um impacto muito positivo, tanto no SUS quanto para os usuários da APAE. O contato com os animais contribui para o bem-estar emocional, estimula a socialização e pode até melhorar aspectos motores e cognitivos.

É uma abordagem que complementa os tratamentos que realizamos (fisio, psico, fono) de forma muito humana e sensível. Seria excelente se esse tipo de intervenção pudesse estar disponível de forma contínua, porque os benefícios são realmente visíveis no dia a dia dos atendimentos”.

 

Escola de Inverno em Zoologia, do Instituto de Biociências (IBB), aproxima estudantes da ciência

Durante quatro dias, alunos do ensino médio vivenciaram experiências em zoologia e ecossistemas aquáticos, ampliando os horizontes profissionais.

A Escola de Inverno em Zoologia: a biodiversidade aquática da Cuesta de Botucatu – explorando a vida micro e macroscópica, promovida pelo Instituto de Biociências de Botucatu (IBB) da Unesp, reuniu, ao longo de cinco dias do mês de julho, 25 estudantes do ensino médio com o objetivo de aproximar os jovens da ciência, especialmente, das áreas de zoologia e ecossistemas aquáticos.

Alunos de Bofete, Botucatu, Pratânia e São Manuel participaram de atividades práticas e teóricas em diversos espaços do Instituto e áreas naturais da região, como as escarpas da cuesta e o rio Capivara. Um dos destaques da programação foi a atividade realizada no Jardim Botânico do IBB, onde os estudantes fizeram medições das características físicas e químicas da água e coletaram organismos aquáticos, como o zooplâncton, temas que foram aprofundados posteriormente com análises laboratoriais.

Coordenada pelo professor associado Marcos Gomes Nogueira, do Departamento de Biodiversidade e Bioestatística do IBB, com a colaboração dos docentes do mesmo Departamento, Erika Shimabukuro e Marcello Simões, a Escola de Inverno também contou com o apoio de estudantes de pós-graduação do Instituto.

De acordo com o docente Marcos Gomes Nogueira, a Escola de Inverno agregou não apenas para os estudantes do ensino médio, mas também para os alunos da pós-graduação.

“Ficamos muito felizes em apresentar a fauna de animais vertebrados e invertebrados do meio aquático, que é extremamente diversa, bonita e, em grande parte, até então, desconhecida pelos alunos do ensino médio. Por sua vez, também foi uma oportunidade única para os pós-graduandos, que inovaram experiências bem-sucedidas praticadas no ensino, transferindo-as para um outro público. De maneira geral, as interações foram marcantes, com grupos de pessoas aprendendo mutuamente”, explicou.

Para Rafaela Shizuko Yamashita Kimura, doutoranda em Zoologia pelo IBB, a experiência de compartilhar conhecimento com os alunos é altamente gratificante. “Eles se mostraram atentos e curiosos, o que, para nós, é muito recompensador”, afirmou.

Na visão da estudante Muriel Allen, participante do projeto, a Escola de Inverno contribuiu significativamente para o seu crescimento pessoal e acadêmico.

“Atualmente, estudo no Centro Paula Souza, e participar da Escola de Inverno ampliou meu olhar. Tudo o que foi ensinado partiu de um lugar de estudo, dedicação e carinho por parte dos monitores. Espero, um dia, também estar nesse lugar e ter a oportunidade de ensinar outros jovens”, destacou.

Estupro no Brasil: Dados de 2024 revelam uma vítima a cada seis minutos, atingindo recorde

O Brasil registrou, em 2024, o maior valor da série histórica de casos de estupro, totalizando 87.545 casos — 0,9% a mais do que em 2023 —, equivalente a 41,2 casos para cada 100 mil habitantes, segundo a 19ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025. Crianças de até 13 anos foram as mais violadas, somando 51.677 — 61,3% do total.

Com média de um crime de estupro a cada seis minutos, a maioria das vítimas eram mulheres (87,7%) e negras (55,6%). O Anuário destaca, porém, que a informação de raça está ausente em 30,7% dos boletins de ocorrência registrados, o que sugere que a proporção de vítimas negras possa ser ainda maior.

Curso de Férias capacita jovens como guias da natureza em meio à crise climática

O curso contemplou temáticas socioambientais envolvendo: trilhas interpretativas e ciência cidadã, agrofloresta, felinos da cuesta, incêndios florestais, observação de aves, educação ambiental e as mudanças climáticas

O curso de férias “Formação de Guias da Natureza em tempo de emergência climática: o clima muda, o jovem atua”, realizado entre os dias 14 a 19 de julho no Centro de Educação Ambiental – CEA Clube da Mata, na Fazenda Experimental da Unesp em São Manuel (SP), formou mais 37 estudantes das escolas públicas da região.

O curso contemplou temáticas socioambientais envolvendo : Trilhas interpretativas e Ciência Cidadã, Agrofloresta, Felinos da Cuesta, Incêndios Florestais, Observação de Aves, Educação Ambiental e as Mudanças climáticas transformando as estruturas naturais em um espaço de imersão e aprendizado no contexto da crise ambiental vivenciada nas últimas décadas.

Os professores responsáveis e seus colaboradores são especialistas vinculados a universidade e desenvolveram abordagem teórica e práticas vivenciadas no ambiente natural, propiciando aos cursistas profunda reflexão sobre a importância da biodiversidade da realidade brasileira e paulista, as ameaças que rondam a sobrevivência dos seres humanos e indicadores para a construção de alternativas para mitigação e busca de sociedades sustentáveis. Tudo isso com o objetivo de construir uma relação e uma atuação mais consciente e sustentável com a natureza e com a sociedade.

Entre os seis dias de atividades intensas, além do aprofundamento de seus conhecimentos e desenvolvimento de habilidades para interpretar e atuar no contexto de crise climática, os jovens têm como missão, enquanto Guias da Natureza, atuarem como cidadãos cientistas em suas escolas e comunidades.

O Centro de Educação Ambiental – ‘CEA Clube da Mata’, é fruto do convênio entre a Unesp e a Prefeitura Municipal de São Manuel, com apoio da equipe da Fazenda Experimental da Unesp em São Manuel e da Fepaf.

A ação policial em Itatinga resultou na apreensão de armas de fogo e grande quantidade de munição

Policiais militares da 2ª Cia do 12º Batalhão de Polícia Militar, na quarta-feira (23), apreenderam armas e munições em Itatinga.

Policiais militares, foram acionados para atendimento de averiguação de atitude suspeita. No local fizeram contato com o suspeito que informou que seu pai era policial civil e faleceu semanas atrás deixando armas na residência.

Com a autorização do filho, a equipe vistoriou a residência e localizou uma pistola calibre 380, uma garrucha calibre 22 e um simulacro de arma de fogo, além de cem munições de calibre 45, cento e dez de calibre 38, vinte e oito de calibre 380 e vinte de calibre 32.

Pelo plantão policial o delegado elaborou ocorrência de apreensão de objeto, ouvindo e liberando o homem.

Começa hoje a devolução de reembolsos feitos por entidades associativas em benefícios ilegais do INSS

Começa nesta quinta-feira a devolução dos descontos indevidos feitos por entidades associativas nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social . 

Estão aptos a receber o reembolso, os beneficiários que aderiram, até a última segunda-feira (21), ao acordo proposto pelo governo federal. Aposentados e pensionistas que ainda não aderiram ao acordo têm até o dia 14 de novembro para fazê-lo.

O reembolso será feito na conta em que o benefício é pago, por ordem de adesão – quem aderiu primeiro, receberá primeiro. O pagamento será em parcela única, com correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país.

Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cerca de 714 mil aposentados e pensionista já aderiram ao acordo.

Na semana passada, o Ministério da Previdência Social contabilizava 1,4 milhão de pessoas aptas a receber o ressarcimento pelos descontos indevidos feitos pelas entidades associativas.

Vantagens da adesão

Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), na semana passada, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, destacou algumas vantagens para quem aderir ao acordo.

A primeira delas é não ser necessário, ao aposentado, gastar dinheiro com advogado. Outra vantagem é a possibilidade de o aposentado entrar com ações contra as associações que fizeram a cobrança indevida.

“[Ao aderir ao acordo,] ele se compromete a não entrar na Justiça contra o governo, mas ele pode entrar contra as associações. Por exemplo, se ele acha que merece receber uma ação por dano moral, ele pode entrar regressivamente contra as associações para receber esse dinheiro”, disse ele durante o programa.

Ele explica que o governo está apurando para diferenciar as entidades associativas que são idôneas, das que não são. “Essas associações [não idôneas] só voltarão a funcionar após o pente fino que estamos fazendo. Vamos atrás de cada centavo dessas associações que fraudaram o INSS, para ressarcir o Tesouro. Inclusive já bloqueamos R$ 2,8 bilhões dessas associações, por meio de ações judiciais na justiça”.

Quem pode aderir?

Podem aderir ao acordo os aposentados e pensionistas que contestaram os descontos indevidos e não receberam resposta da entidade ou associação após 15 dias úteis. Atualmente, mais de 3,2 milhões de pedidos de 1,9 milhão de pessoas já superaram o prazo para receber resposta das associações e entidades que representam aposentados, por isso, podem aderir ao acordo.

A adesão é gratuita e, antes de assinar o acordo, os aposentados e pensionistas podem consultar o valor que têm a receber. A adesão pode ser feita exclusivamente pelos seguintes canais:

– Aplicativo ou site Meu INSS;

– Agências dos Correios em mais de 5 mil municípios;

A central telefônica 135 está disponível para consultas e contestações, mas não realiza adesão ao acordo.

Como aceitar o acordo pelo aplicativo Meu INSS?

1- Acesse o aplicativo Meu INSS com CPF e senha;
2- Vá até “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência” em cada pedido (se houver mais de um);
3- Role a tela até o último comentário, leia com atenção e, no campo “Aceito receber”, selecione “Sim”;
4- Clique em “Enviar” e pronto. Depois, basta aguardar o pagamento

Como funciona o processo até a adesão ao acordo?

1- O beneficiário registra a contestação do desconto indevido;
2- Aguarda 15 dias úteis para que a entidade responda;
3- Se não houver resposta nesse prazo, o sistema abre a opção para adesão ao acordo de ressarcimento.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo

Donald Trump afirma ter aplicado tarifa de 50% a países com os quais relação ‘não tem sido boa’

Presidente dos Estados Unidos discursou durante evento em Washington, na noite desta quarta-feira (23). Brasil está entre os países taxados em 50%.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (23) que aplicou tarifas de 50% a países com os quais o relacionamento “não tem sido bom”. Embora não tenha sido citado diretamente, o Brasil está entre eles.

No dia 9 de julho, Trump publicou uma carta endereçada ao presidente Lula (PT) anunciando a aplicação de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. Ele justificou a medida com argumentos políticos e comerciais. Relembre mais abaixo.

Nesta quinta-feira, durante evento em Washington D.C., Trump afirmou que estabeleceu tarifas que variam de 15% a 50% para pressionar outros países a abrir seus mercados.
“Em alguns casos, é 50% porque o relacionamento não tem sido bom com esses países. Então apenas dissemos: ‘vão pagar 50’. E é isso”, afirmou.

Em abril, Trump divulgou uma lista com todos os países que receberiam tarifas recíprocas, em um episódio que ficou conhecido como “tarifaço”. Na época, o Brasil havia sido taxado em 10%. Já o Lesoto enfrentava uma tarifa de 50%.

Mais recentemente, o presidente dos EUA publicou cartas em uma rede social confirmando as tarifas para alguns países.

Segundo ele, a medida entra em vigor a partir de 1º de agosto.