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Famesp abre processos seletivos para Botucatu nas áreas da saúde e engenharia; inscrições de 2 a 11 de agosto

A Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp) anuncia a abertura de novos processos seletivos para atuação em diferentes unidades em Botucatu. As vagas são para as áreas da saúde e engenharia, com prazos de inscrição que vão de 2 a 11 de agosto.

No Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu da Unesp (HCFMB), estão disponíveis vagas para engenheiro de segurança do trabalho, terapeuta ocupacional (saúde mental) e técnico em radiologia (radioterapia).

Para o Centro de Saúde Escola (CSE), há oportunidade para médico geriatra, com contrato por prazo determinado.

A contratação das funções será para prestação de serviços nas unidades administradas pela Fundação ou com as quais mantenha convênio na cidade de Botucatu.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site da Famesp: www.famesp.org.br, na aba Processos Seletivos, onde também estão disponíveis os editais completos com todas as informações.

Sobre a Famesp

A Famesp é uma fundação privada, sem fins lucrativos, com mais de 40 anos de existência. Em 2011, foi qualificada como Organização Social de Saúde, o que a possibilitou firmar contratos de gestão de equipamentos estaduais de saúde.

Além de possuir um hospital próprio na cidade de Botucatu (o Serviço de Ambulatórios Especializados de Infectologia “Domingos Alves Meira” – SAEI-DAM), onde mantém sua sede, a Famesp também está presente nas cidades de Bauru (SP), Itapetininga (SP) e Tupã (SP), fazendo a gestão de hospitais e ambulatórios médicos por meio de contratos de gestão com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP).

Ministro do STF Alexandre de Moraes decreta prisão domiciliar para Jair Bolsonaro

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL), presidente do Brasil entre 2019 e 2022 e réu no processo sobre tentativa de golpe de Estado no final de seu governo. Moraes também proibiu visitas, a não ser de advogados e pessoas autorizadas dos autos.

A ordem de prisão foi dada após Bolsonaro descumprir, no entendimento de Moraes, medidas cautelares impostas após a operação de 18 de julho, quando o ex-presidente foi obrigado a colocar tornozeleira eletrônica e proibido de usar redes sociais.

A decisão na ocasião foi tomada na esteira da investigação que também atinge a atuação de seu filho e deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos EUA, em meio ao tarifaço imposto ao Brasil por Donald Trump.

Na avaliação de Moraes, Bolsonaro desobedeceu a proibição à divulgação – mesmo que por outras pessoas – de entrevistas em redes sociais. A defesa do ex-presidente disse ao STF que jamais cogitou que ele estivesse proibido de conceder entrevistas e que ele não poderia ser punido por atos de terceiros.

O ex-presidente falou com jornalistas na tarde de segunda-feira (21) na Câmara dos Deputados ao sair de reunião com parlamentares de oposição ao governo Lula (PT). “Covardia o que estão fazendo com ex-presidente da República. Vamos enfrentar a tudo e a todos. O que vale para mim é a lei de Deus”, declarou. “Isso aqui é um símbolo da máxima humilhação”, afirmou, apontando para a tornozeleira.

A declaração de Bolsonaro foi gravada em áudio e vídeo e compartilhada por perfis de apoiadores e opositores do ex-presidente nas redes sociais.

Bolsonaro falou à imprensa menos de três horas depois de Moraes divulgar um despacho informando que as medidas cautelares impostas no dia 18 também proibiam o ex-presidente de dar declarações que fossem divulgadas nas redes. “A medida cautelar de proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros, imposta a Jair Messias Bolsonaro inclui, obviamente, as transmissões, retransmissões ou veiculação de áudios, vídeos ou transcrições de entrevistas em qualquer das plataformas de redes sociais de terceiros”, escreveu Moraes.

Segundo o ministro, a utilização de entrevistas para a divulgação de suas declarações nas redes sociais seria um meio de burlar a decisão judicial. Moraes definiu que se a regra for desrespeitada, haverá “imediata revogação e decretação da prisão” do ex-presidente.

O ex-presidente estava proibido de acessar redes sociais e de falar com Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos e cuja atuação para o governo Trump levantar sanções contra o Brasil é investigada pela Polícia Federal. O ex-presidente também era obrigado a usar tornozeleira eletrônica e não podia sair de casa à noite e nos fins de semana. Não podia manter contato com outros investigados ou com representantes de embaixadas estrangeiras.

As medidas foram impostas por Moraes após a PGR (Procuradoria-Geral da República) argumentar que elas seriam urgentes para evitar uma eventual tentativa de fuga de Bolsonaro. O ex-presidente nega a intenção de deixar o país.
Na operação de busca e apreensão da sexta-feira (18), a Polícia Federal encontrou US$ 14 mil na casa do ex-presidente. O inquérito no qual Moraes determinou as medidas é o que investiga a conduta nos EUA de Eduardo.

O principal processo contra Bolsonaro, porém, é um que já está na reta final. O político é acusado de liderar uma trama golpista que culminou nos ataques às sedes dos Poderes em 8 de janeiro de 2023. Ele e vários de seus aliados podem ser condenados à prisão.

Prefeito de Arandu se revolta com denúncias de mau atendimento em Hospital Municipal

O prefeito de Arandu, Flávio Galhego, utilizou sua rede social, nesta segunda-feira (4), para expressar profunda indignação diante de denúncias de mau atendimento no Hospital Municipal.

Em um vídeo postado, ele fixou um comunicado oferecendo seu número de telefone particular, incentivando os munícipes a ligarem caso enfrentem espera superior a 20 minutos, presenciem funcionários falando ao celular ou médicos dormindo, prometendo intervir pessoalmente.

No vídeo, Galhego deixou clara sua frustração: “Estou aqui novamente no nosso Hospital Municipal batendo no mau atendimento, na preguiça de médicos e funcionários, porque a população é a minha prioridade. Eles não estão aqui sem receber. Estão ganhando e, se não quiserem atender bem, peçam conta, sumam daqui.”

Ele criticou duramente os profissionais que, segundo ele, usam o hospital como “segunda opção para descansar”, destacando que Arandu não tolerará tal atitude. “Ligue pra mim, esse é o meu telefone particular. 20 minutos de espera, enfermeiro dormindo, médico dormindo, ligue pra mim que você sabe o que vai acontecer. Vai pra rua. Estou com o saco cheio desses profissionais que não querem trabalhar.”

COMPROMISSO – O prefeito reforçou que sua gestão prioriza os cidadãos, mas fez questão de separar os culpados dos dedicados: “Essas palavras não são pra todos os funcionários. São pros que não gostam de trabalhar. Tem muitos funcionários ótimos que gostam da população. Mas quem não tá afim e usa isso aqui como segunda opção, pode sumir, porque senão o pau vai torar. Podem ligar.”

A medida reflete sua determinação em garantir um serviço de qualidade, sob pena de exoneração para os negligentes.

A população de Arandu acompanha a postura firme do prefeito, que agora espera relatórios diretos dos munícipes para fiscalizar o atendimento no hospital.

Fonte: A Voz do Vale

Foto: Reprodução

 

 

Pedestre morre atropelado por ônibus na rodovia João Hipólito Martins (Castelinho) em Botucatu (SP)

Um pedestre perdeu a vida após ser atropelado por um ônibus na Rodovia João Hipólito Martins (SP-209), km 18,300, em Botucatu (SP), neste domingo (3).

De acordo com a Artesp, o acidente ocorreu quando a vítima tentava cruzar a pista. O ônibus, que fazia o trajeto de São Paulo para Bauru (SP), não teve passageiros feridos.

A vítima faleceu no local, e após a perícia, o veículo foi liberado para seguir viagem. As causas do acidente estão sendo apuradas.

A empresa responsável pelo ônibus lamentou o ocorrido e aguarda a investigação das autoridades.

Incêndio atinge barracão na Vila Ema, em Botucatu, na tarde de sexta-feira (01), e destrói estrutura

Na tarde da última sexta-feira (1º), um incêndio consumiu um barracão de madeira localizado na Rua Antônio Francisco, no bairro Vila Ema, em Botucatu (SP).

A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros agiram rapidamente e conseguiram extinguir as chamas. As equipes realizaram o trabalho de rescaldo no local.

Felizmente, ninguém ficou ferido. As autoridades competentes investigarão as causas do incidente.

Defesa Civil

Gilmar Mendes vota por derrubar lei do Amazonas (AM) que proíbe crianças em parada LGBTQIA+

O ministro Gilmar Mendes votou na sexta-feira (1º/8) por declarar inconstitucional a Lei n. 6.469 aprovada no Amazonas, que proíbe a participação de crianças e adolescentes nas paradas de orgulho LGBTQIA+. Ela foi aprovada pela Assembleia Legislativa estadual em agosto de 2023 e promulgada em outubro daquele ano.

Mendes é o relator de duas ações de inconstitucionalidade que correm no STF (Supremo Tribunal Federal). A primeira foi proposta pela Aliança Nacional LGBTI+ e pela Abrafh (Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas), e a segunda, pelo PDT.

O caso está em análise no plenário virtual e aguarda o voto dos demais dez ministros, que têm até a próxima sexta-feira para fazê-lo.

Já a AGU (Advocacia-Geral da União) manifestou-se pela inconstitucionalidade da lei. O órgão entendeu que a lei estadual “afronta diretrizes de normas gerais federais”, como o ECA, e portaria do Ministério da Justiça de 2021.

Fonte: Onda Digital

Foto: Reprodução

Por ordem de Alexandre Moraes, Marcos do Val coloca tornozeleira eletrônica

Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta segunda-feira (4), mandado de busca e apreensão e medidas cautelares contra o senador Marcos do Val (Podemos-ES). A determinação é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. As medidas, segundo o ministro, se justificam porque as investigações largamente demonstraram, por parte de Do Val, um “completo desprezo” pelas decisões da Corte.

Do Val foi abordado na manhã desta segunda por policiais federais no Aeroporto de Brasília, ao desembarcar de uma viagem aos Estados Unidos. Por ordem de Moraes, o senador colocou tornozeleira eletrônica. O equipamento foi colocado no Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime), da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF). Do Val estava acompanhado do advogado Iggor Dantas.

Também por ordem do ministro Alexandre de Moraes, a PF apreendeu o passaporte diplomático utilizado pelo senador para deixar o Brasil.

Em nota, a assessoria do senador confirmou a instalação da tornozeleira, mas ressaltou o senador sequer é réu ou foi condenado em qualquer processo. “As medidas impostas impedem o pleno exercício do seu mandato”, dia a nota.

Segundo a assessoria, os advogados do parlamentar acompanham o caso de perto e adotarão as “medidas jurídicas cabíveis para garantir o pleno respeito aos direitos e garantias constitucionais assegurados a qualquer cidadão, em especial a um senador em pleno exercício do mandato”.

“O senador Marcos Do Val reitera sua confiança nas instituições democráticas e no devido processo legal e reafirma seu compromisso com a verdade, com a transparência e com a sua missão parlamentar representando o povo capixaba”, diz a nota.

Do Val deixou o Brasil após descumprir uma ordem de Moraes, que posteriormente havia determinado o bloqueio das contas do parlamentar logo após a divulgação de um vídeo gravado em solo norte-americano.

Contas bloqueadas

Ainda em solo americano, Do Val teve contas bancárias, salário, chaves Pix e outros bens bloqueados. Em nota, a defesa do parlamentar pediu que haja desbloqueio imediato das contas, conforme antecipado pelo Metrópoles na coluna de Paulo Cappelli.

“Essa revogação imediata das medidas ilegais não é apenas uma determinação jurídica necessária para restabelecer a ordem constitucional, mas também uma questão humanitária e de justiça urgente. Vale lembrar que, em decorrência dos bloqueios, o senador foi privado de recursos para custear necessidades básicas, incluindo despesas de alimentação, moradia e, de maneira dramática, o tratamento de saúde de sua mãe idosa com câncer”, diz trecho nota.

No entando, Moraes não só manteve as contas e redes sociais de Do Val bloqueadas, como determinou, nesta segunda, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), bloqueie o salário e todas as verbas de gabinete do senador.

Fora dos “limites da razoabilidade”

Em nova nota, divulgada nesta segunda, os advogados do senador afirmam que novas restrições, como a decisão de bloquear integralmente o patrimônio do parlamentar, incluindo salários e verbas de gabinete, “ultrapassam os limites da razoabilidade”.

Segundo a defesa, o bloqueio do patrimônio do senador “inviabiliza o exercício do mandato para o qual foi democraticamente eleito”. A nota também reforça que a medida atinge a família do senador, em especial a mãe, que depende dele para custear o tratamento contra o câncer.

Gravar Moraes

Marcos do Val ganhou notoriedade depois de acusar o então presidente Jair Bolsonaro (PL) e o então deputado federal Daniel Silveira de sugerirem a ele para gravar uma reunião com o ministro Alexandre de Moraes. O senador mudou de versão algumas vezes e se tornou alvo de um inquérito, em fevereiro de 2023. Depois, passou a desmentir a própria narrativa, isentar Bolsonaro e atacar Moraes após ser criticado por aliados e por sua base eleitoral.

Em junho daquele ano, foi alvo de uma operação da PF e teve suas contas nas redes sociais suspensas por suposta obstrução das investigações dos atos do 8 de Janeiro. Diante da ação, afastou-se do cargo de senador por 40 dias. Do Val continuou alegando ser alvo de perseguição e censura.

Já em 2024, foi alvo de uma nova operação da PF. Dessa vez, foi proibido de usar redes sociais por publicar a foto e dirigir ataques ao delegado Fábio Shor. Moraes determinou que entregasse seus passaportes aos agentes, mas não cumpriu a determinação.

À época, disse ao Metrópoles que entregaria os documentos posteriormente. Moraes também determinou o bloqueio de R$ 50 milhões das suas contas. Do Val passou, então, a alegar problemas financeiros e em ato de revelia, disse que dormiria no plenário do Senado por falta de recursos.

Fonte: Metrópoles

Foto: Reprodução

 

Oficial de Justiça é agredido pelas costas durante cumprimento de ordem judicial em Avaré

Avaré –  Na tarde de quarta-feira (30), o Oficial de Justiça Anderson, de 56 anos, foi brutalmente agredido durante o cumprimento de uma ordem judicial na cidade de Avaré (SP). O agressor, um homem de 43 anos, foi preso em flagrante após atingir o servidor com uma lajota na parte posterior da cabeça.

Segundo relato do próprio Anderson, o dia começou como qualquer outro, sem mandados considerados de risco. A intimação era direcionada a um homem em situação de rua, acusado de desacatar uma funcionária de um órgão municipal responsável pelo atendimento à população em situação de vulnerabilidade. Após obter informações sobre o paradeiro do intimado, o Oficial se dirigiu a um campo de bocha próximo ao bairro Piranga.

Ao abordar o suspeito, Anderson foi surpreendido com uma reação evasiva. O homem negou ser a pessoa procurada e, ao perceber que a identificação seria solicitada, passou a agir com hostilidade. “No ato de eu sair, senti a agressão pelas costas. Estava de capacete, então o primeiro golpe fez barulho, mas não me feriu gravemente”, relatou Anderson. Em seguida, o agressor lançou uma pedra, que teria atingido o capacete e o arrancado da cabeça do servidor.

Com o capacete fora de proteção, o agressor avançou novamente, tentando acertar socos. “Ele pegou uma lajota pesada, daquelas de calçada, e jogou em mim. No instinto de defesa, virei, e ela atingiu a parte de trás da minha cabeça. A pancada foi forte”, contou. Anderson sofreu um ferimento que exigiu de quatro a seis pontos e precisou ser socorrido pelo SAMU. Ele foi atendido no Pronto-Socorro local e passou por exames, incluindo tomografia.

Populares que presenciaram a agressão foram fundamentais para conter o agressor e impedir consequências mais graves. A Polícia Militar foi acionada e conduziu o suspeito à delegacia, onde o delegado de plantão, Dr. Paulo Sérgio Garcia, formalizou a prisão em flagrante com pedido de conversão para prisão preventiva.

Emocionado e ainda se recuperando, Anderson alertou a categoria sobre os riscos invisíveis da profissão. “Era uma pessoa aparentemente tranquila, não demonstrava qualquer sinal de agressividade. Foi uma agressão traiçoeira, pelas costas. Em 35 anos de profissão, nunca passei por isso. É preciso ter muito cuidado”, alertou

O presidente da AOJESP, Cássio Ramalho do Prado, reiterou o risco inerente no exercício da função. “O caso evidencia mais uma vez a vulnerabilidade a que estão expostos os Oficiais de Justiça no exercício de suas funções e reforça a urgência de medidas de proteção e valorização da categoria. A AOJESP vai acompanhar o caso e prestar apoio ao servidor.”, afirmou Cássio.

Fonte: AOJESP

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