Destaque

Coletivo Trem convoca ato em Botucatu para defesa da democracia e da soberania nacional

No próximo dia 6 de setembro, às 10 horas da manhã, a Praça do Bosque em Botucatu será palco de um ato público convocado pelo Coletivo Trem – Movimento pela Transparência e Ética na Política.

O objetivo da mobilização é defender o Estado Democrático de Direito e a soberania do Brasil diante das taxas arbitrárias impostas ao país e perseguições a nossas autoridades por motivos políticos e comerciais que ameaçam nossa Soberania.

O coletivo alerta ainda que nossa região foi e será afetada pelas taxações nos setores de aviação, automotivo, de produtos agrícolas e de celulose, assim como em tantos outros setores que podem gerar impactos diretos na economia local e no emprego.

Segundo o Coletivo Trem, “O ato busca unir as forças democráticas da cidade e região, reforçando a importância de preservar valores civilizatórios em oposição à escalada da barbárie que ameaça não apenas o Brasil, mas diversas nações ao redor do mundo.

“O Brasil é uma nação soberana, com forte inserção internacional e parcerias estratégicas no âmbito dos BRICS – bloco que reúne algumas das maiores economias do mundo. Defendemos o multilateralismo e não aceitamos que o futuro da humanidade se concentre em blocos restritos liderados por interesses norte-americanos e europeus. A geopolítica mudou, e nós, brasileiros, precisamos compreender e defender esse novo contexto”, afirma a nota do Coletivo Trem.

Além da defesa da democracia e da soberania, o movimento propõe que o ato também seja uma celebração da identidade brasileira, valorizando expressões como a cultura, os ritmos e a língua que unem os mais de 200 milhões de brasileiros e brasileiras.

“Queremos reafirmar que o Brasil é feito por um povo que, mesmo com diferenças ideológicas, compartilha laços profundos e defende seu futuro. Aqui em Botucatu, vamos mostrar que existe luta pela democracia”, conclui o coletivo.

Serviço
Data: 6 de setembro de 2025
Horário: 10h
Local: Praça do Bosque – Botucatu/SP
Organização: Coletivo Trem – Movimento pela Transparência e Ética na Política

Contatos

Marcelo Camera
(14) 97600-3050

Letícia França
(14) 99830-9189

E-mail
movimentotrembotucatu@gmail.com

Lixão de Botucatu expõe descaso ambiental e descumprimento da lei

O “aterro sanitário”, chamado de “lixão” de Botucatu segue sendo uma ferida aberta no municipio, revelando um modelo arcaico e ultrapassado de destinação de resíduos sólidos, em total descompasso com a legislação ambiental vigente e com as práticas modernas de gestão de lixo.

As imagens do vídeo mostram milhares de resíduos sendo despejados a céu aberto, sem controle técnico, sem impermeabilização do solo e sem sistema de coleta de chorume ou gases — um cenário típico de lixões desativados há mais de uma década em cidades que optaram por enfrentar o problema.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em 2010, estabelece critérios para todos os municípios brasileiros. Mais de uma década depois, Botucatu ainda convive com um modelo, conforme as imagens, proibido por lei, enquanto outras cidades de São Paulo avançaram e se tornaram referência em reciclagem, aterros sanitários e políticas de sustentabilidade.

Leis descumpridas

O caso de Botucatu afronta diretamente:

1. Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), que determinou a extinção dos lixões até 2014, impondo aos municípios a responsabilidade pela destinação ambientalmente adequada de seus resíduos.

2. Código Florestal (Lei 12.651/2012): o lixão de Botucatu viola esta lei, na medida em que compromete áreas de proteção e cursos d’água próximos.

3. Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/1981), fere também esta lei por que exige prevenção da poluição, participação social e transparência nos processos.

Riscos e impactos

O modelo atual de Botucatu pode provocar:

– Contaminação do solo e do lençol freático pelo chorume não tratado;

– Proliferação de vetores de doenças como moscas, ratos e urubus;

– Emissão de gases tóxicos e metano, sem captação ou aproveitamento energético;

– Degradação da paisagem natural, afetando a qualidade de vida e desvalorizando áreas vizinhas.

O que deveria ser feito?

Para estar em conformidade com as normas ambientais, o município deveria:

– Ter um aterro sanitário com impermeabilização, drenagem e coleta de gases;

– Implantar um programa de coleta seletiva eficiente, ampliando a inclusão de cooperativas de catadores;

– Desenvolver campanhas permanentes de educação ambiental, estimulando a redução, reutilização e reciclagem;

– Estruturar parcerias regionais para a gestão de resíduos, modelo já adotado em consórcios intermunicipais.

Exemplos positivos no Estado de São Paulo e no Brasil

Enquanto Botucatu mantém um passivo ambiental vergonhoso, outras cidades brasileiras mostram que é possível avançar.

Indaiatuba (SP), em 2012, inaugura um aterro sanitário modelo com estrutura para impermeabilização do solo, captação de biogás e projetos de compostagem. Houve redução drástica dos impactos ambientais. O aterro sanitário possui captação de biogás e programas de compostagem.

Em 2014, São Caetano do Sul (SP) se torna referência nacional em coleta seletiva e reciclagem, com índices acima de 10% de reaproveitamento de resíduos.

Em 2016, São José dos Campos se destaca e amplia coleta seletiva. E atinge mais de 90% dos bairros atendidos e cria parcerias com cooperativas de catadores.

Sorocaba implanta biodigestores e aproveitamento de biogás, em 2019, e passa a gerar energia a partir do lixo orgânico com destinação moderna e ambientalmente correta.

Campinas expande programa também expande suas ações, em 2022, com o “Recicla Mais” uma cooperação entre Prefeitura, empresas e catadores. Além disso, amplia ações para a reciclagem de eletrônicos e logística reversa.

O atual formato em Botucatu, expõe a população e o meio ambiente a riscos graves de contaminação, bem como, possibilidade de contaminação do solo e da água, emissão de gases e proliferação de vetores.

Sem plano eficaz para a destinação do lixo e com uma capacidade quase que no limite, a cidade que se orgulha de estar localizada na região da Cuesta, um patrimônio natural de São Paulo, não pode continuar tratando seu lixo de forma tão rudimentar.

É urgente que a Prefeitura apresente um plano mais eficaz na qual haja uma transição para práticas modernas, seguindo exemplos já consolidados em municípios que compreenderam que cuidar do lixo é cuidar da saúde, da dignidade e do futuro da população.

Enquanto cidades vizinhas avançaram em políticas de resíduos sólidos, Botucatu insiste em um modelo arcaico, expondo a população a riscos ambientais e de saúde. O atraso cobra caro: possibilidade de degradação da natureza da Cuesta; contaminação de recursos hídricos e descumprimento das leis federais que podem implicar em processos aos agentes públicos municipais.

 

 

Pardinho: Programação de setembro do Centro Max Feffer reúne poesia, samba e celebração pela paz

O Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade, administrado pelo Instituto Jatobás, recebe, no dia 17 de setembro, o escritor e poeta Sérgio Vaz, um dos maiores nomes da literatura periférica no Brasil. O bate-papo “Literatura das Ruas” acontece às 13h e convida o público a refletir sobre como a literatura pode atuar como instrumento de transformação social e na formação de novos leitores.

Durante a atividade, Vaz compartilha sua trajetória e discute como a palavra escrita pode fomentar encontros, ampliar repertórios e fortalecer a leitura como prática comunitária. O encontro terá duração aproximada de 1h30 e faz parte do compromisso do Centro Max Feffer em promover experiências que unem cultura, educação e cidadania.

“A programação de setembro reflete a potência da arte quando ela dialoga com diferentes públicos e linguagens. Da literatura que nasce nas ruas ao samba, passando pelo cinema de Mazzaropi e por reflexões sobre a paz, cada ação é um convite para que a comunidade viva a cultura de forma ativa aqui no Centro Max Feffer”, afirma Patrícia Ceschi, gestora do Centro Max Feffer.

Vertentes do Samba

Antes mesmo da chegada de setembro, o samba encerra o mês de agosto em grande estilo. No dia 27/08, às 15h, o palco do Max recebe o Bossa Jazz Quarteto, grupo formado por Wanderley Pereira (piano), Hélio Ferreira (baixo), Lucas Fabris (sax) e Moisés Shalon (bateria). A apresentação mistura a sofisticação do jazz à cadência da bossa-nova, revisitando clássicos de Tom Jobim, João Gilberto, Stan Getz e João Bosco, entre outros.

Tecendo histórias, construindo paz

Já no Dia Internacional da Paz, 19 de setembro, o Centro Max Feffer realiza a atividade “Tecendo histórias, construindo paz”, proposta pela terapeuta ocupacional e artesã Rejane Marques. O encontro acontece das 14h às 16h e é voltado para adultos e pessoas da terceira idade. A ação prevê roda de conversa sobre a paz, confecção de cartões com mensagens individuais e a criação de um mural coletivo, fortalecendo a convivência e o olhar comunitário para a cultura da paz.

Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. Mais informações e a programação completa podem ser acompanhadas pelas redes sociais do Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade ou pelo site do Instituto Jatobás: @centromaxfeffer e institutojatobas.org.br

Serviço

Bate-papo “Literatura das Ruas” – com Sérgio Vaz
17/09, às 13h
Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade – Pardinho/SP
Entrada gratuita

Vertentes do Samba – Bossa Jazz Quarteto
27/08, às 15h
Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade – Pardinho/SP
Entrada gratuita

“Tecendo histórias, construindo paz” – com Rejane Marques
19/09, das 14h às 16h
Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade – Pardinho/SP
Entrada gratuita

O Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade fica na Praça Ademir Rocha da Silva, S/N. O horário de funcionamento é de terça a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 17h. O telefone para contato é o (14) 99879-2760.

Sobre o Instituto Jatobás

Com 20 anos de atuação, o Instituto Jatobás é uma organização que promove o acesso à cultura e desenvolve programas voltados para geração de renda e capacitação para o mercado de trabalho. Por meio de suas iniciativas, o Instituto fortalece a autoestima e as habilidades socioemocionais dos participantes, especialmente em contextos de vulnerabilidade social, capacitando-os para se tornarem protagonistas em suas comunidades.

Na região, o Instituto é responsável pela gestão do Centro Max Feffer e Fazenda dos Bambus.

Sobre o Centro Max Feffer

Localizado em Pardinho (SP), o Centro Max Feffer é um espaço voltado à promoção da cultura, educação e desenvolvimento sustentável, mantido pelo Instituto Jatobás. Erguido em uma praça pública cedida pela Prefeitura Municipal, o prédio chama a atenção pela arquitetura sustentável, com cobertura de bambu e projeto da arquiteta Leiko Motomura, que lhe rendeu o reconhecimento internacional por meio da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), concedida pelo United States Green Building Council. Em 2009, o edifício também recebeu menção honrosa na 8ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

Com uma agenda cultural diversa e integradora, o Max é um dos principais polos de fortalecimento das redes culturais da região da APA Cuesta Guarani.

Banco Central anuncia mudanças no sistema de segurança do Pix com regras para devolução de valores

O Banco Central anunciou novas regras para o Mecanismo Especial de Devolução (MED), sistema de segurança do Pix que garante a restituição de valores a vítimas de fraudes, golpes ou coerção.

Atualmente, a devolução só ocorre a partir da conta usada originalmente no crime.

Porém, fraudadores costumam esvaziar rapidamente essas contas, transferindo o dinheiro para outras, o que dificulta a recuperação dos recursos.

Com as mudanças, o MED passará a rastrear o caminho percorrido pelas transferências, compartilhando essas informações entre os bancos envolvidos.

A atualização permitirá que a devolução seja feita em até 11 dias após a contestação. Segundo o BC, a medida deve ampliar a identificação de contas usadas em fraudes, aumentar as chances de reembolso às vítimas e inibir novos crimes.

A nova versão do MED estará disponível em 23 de novembro e se tornará obrigatória a partir de 2 de fevereiro de 2026.

Autoatendimento agiliza contestação

Outra novidade é o autoatendimento para contestação de transações, disponível nos aplicativos de todos os participantes do Pix a partir de 1º de outubro. A funcionalidade permitirá que o próprio cliente registre o pedido de devolução, sem necessidade de contato direto com atendentes.

Segundo o BC, essa medida dará mais rapidez ao processo, aumentando as chances de ainda haver recursos na conta do fraudador no momento do bloqueio.

Como funciona o MED hoje

O MED pode ser acionado em casos de fraude, golpe ou crime, desde que a solicitação seja feita em até 80 dias após a transação. O procedimento segue as seguintes etapas:

O cliente registra a reclamação na instituição financeira.

A instituição avalia se o caso se enquadra no MED. Se positivo, o valor recebido fica bloqueado na conta do recebedor.

O caso é analisado em até 7 dias. Se não for fraude, o dinheiro é liberado ao recebedor. Se confirmado o golpe, a vítima recebe o valor de volta, integral ou parcial, em até 96 horas, caso haja saldo disponível na conta do fraudador.

Quando a devolução é parcial, o banco do fraudador deve efetuar novos bloqueios ou devoluções sempre que a conta receber depósitos, até alcançar o valor total ou o prazo máximo de 90 dias.

O mecanismo também pode ser usado em situações de falha operacional, como transações duplicadas. Nesses casos, a instituição responsável deve avaliar o erro e devolver o valor em até 24 horas.

Fonte: CNN

Foto: Reprodução

 

Crise na Santa Casa de Jaú: Diretoria anuncia renúncia coletiva por falta de repasses

A saúde da região pode estar prestes a mergulhar em um verdadeiro colapso. A atual direção da Santa Casa de Jaú, hospital que atende milhares de pacientes de dezenas de cidades, prepara-se para um anúncio devastador: a renúncia coletiva da Mesa Administrativa e do Conselho Fiscal, motivada por um déficit financeiro alarmante.

Segundo informações, a crise é resultado da falta de repasses dos municípios, do Estado e da União, que deixou o caixa da instituição em situação insustentável. A revelação promete expor números preocupantes e escancarar a gravidade da realidade que ameaça o futuro do hospital.

O anúncio oficial deverá ser feito em uma coletiva de imprensa na próxima segunda-feira, dia 1º, quando a direção detalhará a gestão, a real situação financeira e os motivos que levaram à decisão drástica de renunciar.

Com isso, paira no ar uma dúvida aterrorizante: quem vai assumir a Santa Casa de Jaú e como ficará a população que depende do hospital para atendimentos de urgência, cirurgias e tratamentos de alta complexidade?

A expectativa é de que a coletiva traga revelações capazes de gerar um impacto profundo em toda a região. A iminente saída da atual gestão expõe não apenas uma crise administrativa, mas um risco direto de paralisação e caos na saúde pública.

Fonte: Central da Notícia SP
Foto: Reprodução

Médico do PS de Avaré se defende após morte de Maria Clara e critica condições: “Fui o único punido”

A morte de Maria Clara da Paz, de 17 anos, na última quarta-feira (27), em Avaré, levantou uma série de acusações de negligência médica pela família. Em resposta, Renato Dornela Vieira, médico do Pronto-Socorro (PS) municipal, concedeu uma entrevista ao jornalista Salatiel de Freitas, na qual descreveu as falhas estruturais e a sobrecarga que, segundo ele, comprometem a qualidade do atendimento na unidade.

O médico relatou que Maria Clara deu entrada no PS com a mãe, que descreveu um histórico de três meses de fortes dores de cabeça, náuseas e ausência escolar. O médico afirmou que, apesar da “história confusa”, ele foi o único a se empenhar para garantir um diagnóstico preciso, solicitando exames de imagem e a avaliação de uma especialista em neurologia.

No entanto, segundo o Dr. Renato, uma neurologista, teria se recusado a avaliar a paciente, alegando que “não viria ao PS por uma simples dor de cabeça” e afirmando que a tomografia de crânio estava normal. Com base nesse parecer, e após medicar a paciente, o médico a liberou, ressaltando que ela estava “em bom estado geral, lúcida e sem sintomas no momento”. Ele lamenta ter sido “o único responsabilizado” pelo desfecho trágico.

Para o Dr. Renato, a morte de Maria Clara é um sintoma de problemas sistêmicos maiores. Ele destaca a falta de profissionais e a estrutura precária do PS, que atende pacientes de 18 municípios, sobrecarregando a equipe. “Os exames de tomografia não são laudados como em outros serviços de emergência”, pontua. “Dependemos da Santa Casa, que muitas vezes se recusa a avaliar os pacientes.”

Outro ponto crítico, segundo o profissional, seria a escassez de profissionais de enfermagem. O médico denuncia a falta de concursos públicos e licitações para repor os profissionais que se aposentaram ou foram afastados. “Há dias em que trabalhamos apenas com dois técnicos de enfermagem”, relata, alertando que essa sobrecarga coloca vidas em risco. Ele reforça que a ausência de especialistas é uma “falha gravíssima” que pode ter contribuído para o desfecho do caso da jovem.

Dr. Renato lamenta a forma como o caso foi tratado publicamente, sentindo-se injustamente culpado. “É doloroso perder uma paciente da idade da minha própria filha e ainda ser apontado como culpado, quando na verdade tentei apenas fazer meu trabalho com ética e dedicação”, desabafou. Ele defende a modernização da unidade, com uma rede informatizada e laudos online, para garantir um atendimento mais rápido e eficiente.

“Fui responsabilizado sozinho por algo que estava fora do meu controle”, concluiu o médico, reiterando o compromisso de toda a equipe em buscar o melhor para os pacientes, apesar das adversidades.

MANIFESTAÇÃO DOS PAIS – Os pais da jovem Maria Clara Paz, de 17 anos, publicaram um relato nas redes sociais neste domingo (31) acusando o Pronto-Socorro Municipal de Avaré de negligência médica. Eles afirmam que a filha foi vítima de descaso repetido por parte dos profissionais de saúde.

Juliana Martins e Luiz Fernando Paz, pais de Maria Clara, declararam que a jovem foi atendida várias vezes no hospital, mas em todas as ocasiões teria sido negligenciada. “A morte da minha filha Maria Clara não foi resultado de uma ‘suposta negligência médica’, como tem sido divulgado. Foi, sim, negligência médica comprovada, da qual temos inúmeras provas”, escreveram.

O desabafo detalha um episódio específico ocorrido no dia 24 de agosto, após às 19h. De acordo com a família, um médico plantonista se recusou a internar Maria Clara, mesmo diante dos apelos da família. “Ela estava com os pés inchados e ainda chorando de dor, e sem fazer nenhum exame, nos mandou pra casa. Não sei o nome dele porque ele deu alta sem receita alguma”, relataram os pais.

NOTA DA SAÚDE – Em resposta às denúncias, a Secretaria Municipal de Saúde de Avaré emitiu uma nota oficial na sexta-feira, 29 de agosto, em que se solidariza com a família de Maria Clara Paz. A secretaria informou que está aguardando o resultado do laudo do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar a causa da morte.

A nota da prefeitura e da secretaria de saúde ressalta que “estão tomando todas as medidas administrativas cabíveis e necessárias” em relação ao atendimento que a jovem recebeu na unidade de saúde.

Fonte: A Voz do Vale/Jornalista Salatiel de Freitas

Foto: reprodução

Homem procurado pela Justiça por crime de ameaça é localizado e capturado pela Polícia Militar em São Manuel

Nesta segunda-feira (1º), policiais militares da 2ª Companhia do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior efetuaram a captura de um homem procurado pela Justiça no município de São Manuel.

Com base em informações sobre um mandado de prisão expedido pelo crime de ameaça, a equipe intensificou o patrulhamento e conseguiu localizar o indivíduo no bairro São Geraldo.

Após ser abordado, o homem foi informado sobre o mandado em seu desfavor e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de São Manuel. No local, a autoridade policial registrou a ocorrência de captura de procurado e determinou a transferência do capturado para a cadeia pública de Itatinga.

A ação reforça o trabalho de combate à criminalidade e cumprimento de mandados judiciais na região.

Polícia Militar prende Homem em Areiópolis após fugir com moto sem placa e adulterada

Policiais militares da 2ª Cia do 12º Batalhão de Polícia Militar, no domingo (31), efetuaram a prisão de um indivíduo por crime de trânsito em Areiópolis.

Policiais militares, realizavam patrulhamento pelo bairro Nosso Teto quando avistaram um indivíduo conduzindo uma motocicleta sem placa em alta velocidade. O homem ao perceber a presença da viatura empreendeu fuga.

A equipe continuou o patrulhamento pelo bairro e novamente visualizaram a motocicleta em direção perigosa, iniciando o acompanhamento. Durante a fuga a motocicleta apresentou problemas e a equipe conseguiu fazer a abordagem.

Questionado o homem informou que desmontou toda traseira da moto para não ser identificado e notificado. O homem recebeu voz de prisão, sendo conduzido ao plantão policial juntamente com a motocicleta, onde o delegado ratificou a prisão, encaminhando-o a cadeia pública de Itatinga, apreendendo a motocicleta criminalmente.