Música

Show da Luna LaBelle! A sua cidade com brilho do Caldeirão do Huck e aposta da Warner

Luna LaBelle ganhou repercussão nacional no Caldeirão do Huck, da TV Globo. A cantora aproveitou o empurrão e engatou a quinta marcha. Assinou contrato com a gravadora Warner Music Brasil. E não para de preparar novidades para seus fãs. A seguir mostramos por que vale a pena contar com o show de Luna LaBelle na sua cidade. E você vai entender por que a Warner Music aposta tanto no sucesso da cantora. O potencial de Luna éinternacional.

Quem é Luna?

Lidia Luna Teixeira, a Luna LaBelle, nasceu em Aracaju, no dia 5 de janeiro de 1982. Desde criança a música já estava em sua rotina. Criada no Rio de Janeiro, teve sua primeira composição assinada aos 14 anos de idade. Depois disso não parou mais.

A história do início da carreira se parece com a de muitos cantores brasileiros. Cantando em bares, restaurantes, casamentos, enfim, topando qualquer palco. Após criar um canal no YouTube, passou a multiplicar suas visualizações cantando covers de cantores famosos.

Entrou para as plataformas digitais, como Spotify e Deezer. É possível ouvir músicas de Luna LaBelle como “Deixa Acontecer”, “Tô Te Querendo Assim”, “Sintonia de Amor” e “Simples e Belas”. A música Deixa Acontecer foi o primeiro single lançado com clipe no YouTube. A segunda foi uma parceria com o artista Sérgio Menezes, com gravações realizadas no clube Fluminense, no Rio de Janeiro.

Números de Luna

No Instagram são mais de 65 mil seguidores (@lunalabelle_). No Facebook (@lunalabelleoficial), mais de 20 mil. No canal oficial no YouTube, cerca de 4 mil inscritos. E vídeo com mais de 40 mil visualizações.
Veja abaixo alguns links sobre Luna na internet. Lembrando que é possível ouvir suas músicas nas plataformas digitais:

– GShow Caldeirão do Huck
– Wikipédia
– Vagalume
– Letras de músicas
– Biografia no Paparazzi

Caldeirão do Huck

O salto da carreira veio em agosto de 2019. À época, Luna participava de um quadro do programa Caldeirão do Huck. O próprio Luciano Huck se encantou com a história da cantora. Na televisão ela cantou a música “I Have Nothing”, de Whitney Houston, e fez bonito. No Caldeirão, a promessa foi dívida: Luna afirmou que jamais desistiria da carreira de cantora e que retornaria ao programa para anunciar suas novas músicas. “2020, me aguarde! Tem muita novidade que estou planejando para este ano”, conta Luna.

Mas qual é o estilo musical de Luna LaBelle? Trata-se de uma mistura de MPB, com pop dançante e até mesmo com uma pitada de reggae. As letras das músicas são inteligentes e bem pensadas. Composições da própria cantora.
Warner Music Brasil

O convite da gravadora Warner Music Brasil foi a realização de um sonho. A Warner está presente no Brasil desde 1976 e é considerada uma das maiores gravadoras do mundo. Tem parceria com a Disney Music Group e está presente em todos os cantos do planeta. Para se ter uma ideia nacional, é a gravadora de nomes como Anitta, Ferrugem, Marcelo Falcão, Titãs, entre outros.

Graças à parceria com a gravadora, músicas de Luna LaBelle já começaram a ser tocadas em rádios de Portugal. “Assinar com a Warner foi um sonho mesmo. Estou encantada com toda a estrutura e com todos os projetos que são apresentados”, explica Luna.

Contrate o show de Luna

Que tal apostar neste talento nacional com música de qualidade para a sua cidade? Lembrando que Luna carrega muita mídia espontânea. Por ter ganhado repercussão no Caldeirão do Huck, da TV Globo, ela desperta curiosidade da imprensa regional e nacional. Também desperta interesse por ser contratada da Warner Music Brasil.

Aguardamos o seu contato para mais detalhes sobre os shows.
(12) 99655-9761 ( Carol Oliveira)/ (21) 99599-4046 (Rosana Miranda)

www.ljcomunicacao.com.br

A-ha ultrapassa 1 bilhão de views no clipe de “Take On Me” e celebra com fita VHS

A banda norueguesa A-ha acabou de atingir uma marca importantíssima em sua carreira.

O icônico clipe do mega hit “Take On Me” ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube e entrou para um seleto grupo de vídeos que atingiram essa façanha.

Para comemorar, a banda fez uma publicação em sua conta oficial no Instagram onde anunciou um kit que vem com pôster autografado por Magne Furuholmen, Morten Harket e Paul Waaktaar-Savoy, além de uma fita VHS com o clipe oficial.

Ainda na caixa estão uma camiseta com arte nova dos designers que fizeram o clipe e um conjunto de rascunhos em A3.

Demais, hein? Confira o clipe que foi remasterizado e hoje está disponivel em qualidade 4k

fonte: www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

Tears For Fears anuncia reedição de 35 anos do álbum “Songs From The Big Chair”

O Tears For Fears anunciou que celebrará o 35º aniversário do álbum Songs From The Big Chair, numa reedição especial preparada para chegar às lojas no dia 13 de março.

O álbum, o segundo de estúdio da banda e – certamente – seu mais emblemático trabalho de estúdio – está sendo disponibilizado pela primeira vez como DVD de edição limitada e, devido à grande demanda, o conjunto de caixas super deluxe de 2014 também será reeditado.

Esse relançamento especial traz um material incrível para os fãs, como os remixes dos anos 80, faixas ao vivo, sessões da BBC e lados-B. Tudo isso com som surround 5.1 e mixagens estéreo assinada pelo produtor/guitarrista Steven Wilson (líder do Porcupine Tree).

Originalmente lançado em 25 de fevereiro de 1985, Songs From the Big Chair permaneceu cinco semanas em primeiro lugar na parada de álbuns dos Estados Unidos, enquanto duas de suas faixas, “Everybody Wants to Rule the World” e “Shout”, atingiram o topo da parada americana de singles.

Nos players abaixo você tem as extended versions de “Everybody Wants To Rule The World” e “Shout”:


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Movimento evangélico em forma de festival leva milhares a estádios no país

Milhares de pessoas participaram neste sábado, 08, de um evento evangélico em forma de festival que lota três estádios, em São Paulo e em Brasília. É o evento The Send, campanha internacional com participação de igrejas, organizações não governamentais, escolas e entidades civis.

O evento, que aconteceu no Morumbi e no Allianz Parque, na capital paulista, e no Mané Garrincha, na capital federal.

Começou às 10h e seguiu até as 22h deste sábado.

A organizadora e promotora do The Send é a The Send House of Prayer, que tem “o propósito de despertar a Igreja para jejum e oração”. A agenda do evento é formada por shows, palestras, cultos e workshops para a formação de missionários.

São cerca de 110 atrações, entre pregadores e cantores nacionais e internacionais, que se revezam nos palcos durante todo o dia.

O evento foi transmitido ao vivo pelos organizadores e tem sido multiplicado nas redes sociais em postagens dos participantes, em São Paulo e Brasília.

O evento é parte do movimento que surgiu há 18 anos, com movimento The Call, nos Estados Unidos.

fonte: UOL

Roupa Nova completa 40 anos como caso raro de longevidade e sucesso no universo pop

São poucas as bandas, em todo o universo pop, que chegam aos 40 anos. São mais raras as bandas que completam quatro décadas em atividade sem interrupções e com a mesma formação. São ainda mais raras as bandas que continuam mobilizando pequenas multidões a cada show, mesmo tendo atravessado eventuais períodos de baixa produtividade e de queda de popularidade.

O sexteto carioca Roupa Nova é uma dessas raríssimas bandas. Formada em 1980, com direito a batismo com música inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant (1946 – 2015), a banda Roupa Nova completa 40 anos em 2020 como caso singular de longevidade no universo pop brasileiro e mesmo mundial.

A efeméride será comemorada com gravação de show programado para 6 de junho, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do grupo.

O Roupa Nova tem muito o que festejar. Afinal, trata-se de banda que, mesmo sempre distante do hype e mesmo há anos fora das paradas oficiais e das playlists do momento, se mantém na ativa, com sucesso, por conta da fidelidade do público.

É fato que, no último álbum, As novas do Roupa (2019), o grupo tentou se atualizar com os sons do mercadão pop da atualidade e flertou com o universo sertanejo na (boa) música Luzes de emergência (Samuel Deolli, Davi Jonas e Lucas Santos, 2018). Contudo, em essência, a banda sempre permaneceu fiel ao pop romântico, simples e eficiente que lhe garantiu sucessivos hits na parada tecnopop dos anos 1980.

Nessa década áurea, Cleberson Horsth (teclados e vocal), Kiko (Eurico Pereira da Silva Filho, violão, guitarra e vocal), Nando (Luiz Fernando Oliveira, baixo e vocal), Paulinho (Paulo César dos Santos, voz, percussão e vocal), Ricardo Feghali (teclados, violão, guitarra e vocal) e Serginho (Sérgio Herval Holanda de Lima, voz, bateria e vocal) foram minimizados, quando não desprezados, pelos críticos de música de época por conta do som enquadrado nos moldes da indústria pop da década.

Se os críticos relegavam o grupo ao terceiro ou quarto escalão do pop, os produtores e técnicos de estúdio sabiam que o sexteto aglutinava músicos de primeira linha e, por isso mesmo, os integrantes do Roupa Nova sempre foram requisitados para polir gravações de estrelas da MPB como Gal Costa e Simone com o verniz pop melodioso do grupo. Estrelas que nem sempre deram o devido reconhecimento ao grupo.

Roupa Nova na imagem promocional dos 40 anos de carreira da banda — Foto: Divulgação

Roupa Nova na imagem promocional dos 40 anos de carreira da banda — Foto: Divulgação

Com razão, o Roupa Nova guarda mágoas do panteão da MPB e dos críticos que quase nunca os reconheceram como talentos do pop nacional. Ainda vivas, essas mágoas saltaram ao longo das páginas do livro Tudo de novo – Biografia oficial do Roupa Nova (2013).

Nesse livro, a jornalista Vanessa Oliveira narrou a história do Roupa Nova, cujas origens remontam ao fim dos anos 1960 com a formação de duas bandas, Los Panchos Villa e Os Famks, criadas para animar os bailes da vida. Foi dos Famks (grupo que em 1976 abarcou Kiko, Ricardo Feghali e Paulinho, os três egressos do grupo Los Panchos Villa), que surgiu o embrião do Roupa Nova.

Esse embrião cresceu quando Serginho entrou no grupo, por volta de 1978. Mas a formação oficial da banda aconteceu somente em 1980, com o aval e a imposição de Mariozinho Rocha, executivo que integrava o staff da gravadora Philips, para o grupo abandonasse o nome Os Famks e passasse a se chamar Roupa Nova na carona do título da música inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Em 1980, o mercado fonográfico do Brasil já começava a se abrir para o pop arejado de bandas como A cor do Som, Boca Livre e 14 Bis. Nos três primeiros álbuns, o Roupa Nova entrou nessa onda com som alto astral, um pop leve e romântico de verão. As canções Bem simples (Ricardo Feghali e Mariozinho Rocha, 1981), Sapato velho (Mu Carvalho, Claudio Nucci e Paulinho Tapajós, 1978) – música lançada em disco pelo Quarteto em Cy, mas propagada nas vozes harmoniosas do Roupa Nova em gravação de 1981 – e Anjo (Renato Correa, Claudio Rabello e Dalto, 1983) fizeram sucesso, no rastro da seminal Canção de verão (Luis Guedes e Thomas Roth, 1980).

A banda Roupa Nova tem origem em grupos de baile que se formaram no fim dos anos 1960 — Foto: Divulgação

A banda Roupa Nova tem origem em grupos de baile que se formaram no fim dos anos 1960 — Foto: Divulgação

Contudo, o Roupa Nova somente começou a criar o próprio modelo de som quando se transferiu da Philips para a RCA, em 1984, e investiu em repertório autoral, sob a batuta de Miguel Plopschi. O público e o sucesso foram amplificados, sobretudo a partir do álbum de 1985, disco que legou baladas como Seguindo no trem azul (Cleberson Horsth e Ronaldo Bastos) e Linda demais (Kiko e Tavinho Paes), além da regravação de Dona (Luiz Carlos Sá e Guarabyra, 1982).

E merece aplausos de pé por ter permanecido 40 anos em cena com casas cheias, com público renovado (a partir do projeto acústico gravado nos anos 2000) e com a mesma formação (quase desmontada, por um triz, quando Serginho cogitou deixar a banda ao se converter à religião evangélica).

O Roupa Nova é exemplo de que o universo pop recompensa quem persevera longe do hype e das modas. A roupa nem sempre foi nova, ao contrário do que faz acreditar slogan da atual campanha publicitária protagonizada pelo grupo, mas sempre coube perfeitamente no gosto popular ao longo dos 40 anos de vida da banda carioca.

fonte: G1

Estudos científicos explicam que ouvir Heavy Metal faz bem à saúde!

Afinal, ao contrário do que muitos moralistas gostam de transmitir, a música Heavy Metal promove a saúde mental. Não sou eu que o digo, mas sim vários estudos científicos e artigos académicos que revelam como este género musical emana vibrações positivas, sobretudo nos jovens.

Para comprovar esta teoria hoje vou falar-lhe de exemplos que apontam as vantagens para os fãs de Heavy Metal, num claro contraste com as ideias que muitas vezes são associadas a esta comunidade (assim como acontece com os adeptos de jogos), que integra bandas como os Metallica, Pantera, Black Sabbath, Megadeth, Motörhead, Slayer ou Iron Maiden, entre muitas outras.

O primeiro estudo que gostaria de focar foi realizado pela University of South Australia, sendo publicado no Journal of Community Psychology. Basicamente, esta pesquisa declara que ouvir música Heavy Metal pode melhorar a saúde mental de uma pessoa.

Segundo este estudo, os sons pesados possuem um efeito positivo em indivíduos com idades entre 18 e 24 anos que estão envolvidos com o género metal. A pesquisa declara que o engajamento musical e social fornecido por esta comunidade transmite uma mentalidade positiva aos seus elementos.

O estudo realizado na Austrália com foco num grupo de 28 jovens (23 homens e 5 mulheres), concluiu ainda que estas pessoas sentem-se parte de uma comunidade protectora, ajudando a manterem-se afastados das drogas, atos violentos e problemas com a polícia. A explicação é simples: os membros desta comunidade focam-se em encontrar grupos de amigos.

Em conclusão, a pesquisa levada a cabo pela University of South Australia revela que a música com sonoridade pesada ajuda a lidar com problemas pessoais, impulsionando ainda o amadurecimento dos jovens que enfrentam problemas familiares ou sociais.

Ouvir Heavy Metal não faz mal, pelo contrário!

Para ajudar às conclusões do estudo apresentado em cima, gostaria de acrescentar as afirmações do psicólogo Nick Perham, professor da Universidade Metropolitana de Cardiff (País de Gales), que se dedica a entender como o Heavy Metal pode trazer benefícios à saúde.

Num artigo recente o psicólogo afirmou que a má reputação da música pesada é injusta, pois este género musical provoca efeitos positivos, ajudando as pessoas a serem mais generosas, enquanto aumenta a capacidade intelectual do cérebro.

O texto de Nick Perham, publicado no “The Conversation” em Julho/2019, integra uma série de estudos de pesquisadores de todo o mundo, sendo baseado nas suas conclusões. Assim, ele defende a ideia que os fãs de Heavy Metal são mais abertos a novas experiências do que os outros, seguindo aliás as afirmações da Associação de Psicologia dos EUA.

Outro aspecto importante a referir é que existem pesquisas que advogam que os adolescentes e adultos seguidores de bandas Heavy Metal têm tendência para sofrer com depressão e ansiedade. Contudo, não é o estilo de música que provoca esse tipo de doenças mentais, pelo contrário, a sonoridade pesada atrai os fãs com essas características precisamente por ser complexo e por aliviar a dor que sentem.

Apesar de muitas letras das canções de metal possuírem conteúdo violento, motivando aliás boa parte das críticas que os puritanos fazem sobre a ligação com atitudes agressivas, um estudo da Royal Society defende a ideia que esse facto não é necessariamente verdade. Outra pesquisa publicada no jornal “Self and Identity”, declara que os seguidores deste género musical tornam-se a longo prazo em pessoas mais “felizes e ajustadas” do que os fãs de outros estilos musicais.

Vejamos o que diz Nick Perham a este respeito: “Apesar das letras muitas vezes serem violentas em algumas canções de Heavy Metal, as pesquisas publicadas recentemente mostraram que os fãs não são sensibilizados com a violência, o que põe em dúvida os efeitos negativos anteriormente assumidos da exposição a longo prazo a essa música. De fato, os estudos mostraram que os fãs a longo prazo eram mais felizes durante a sua juventude e melhor adaptados na meia-idade em comparação com os seus colegas que não são fãs. Outra constatação é a de que o Heavy Metal não aumenta a raiva em quem ouve, mas sim as suas emoções positivas, sugerindo que ouvir música extrema representa uma maneira saudável e funcional de processar a raiva.”

Para concluir apontamos ainda um artigo da organização “Frontiers”, denominado “Extreme metal music and anger processing”, que revela como o Heavy Metal promove o aumento das emoções positivas, sem esquecer outro estudo da mesma fonte, que declara que os ouvintes de música pesada têm tendência para desenvolverem melhor as suas capacidades intelectuais do cérebro e participarem em atividades académicas.

Assim, se você é fã de Heavy Metal e enfrenta acusações ou oposição por parte dos seus pais, professores, amigos ou colegas, então continue a ouvir o que muito bem lhe apetece e não perca a oportunidade de lhes mostrar este artigo para lhes mostrar como estão errados nos seus preconceitos!

Lançamento de Video Clipe de cantor botucatuense faz sucesso na internet

Anderson Piccirillo, hoje com 26 anos de idade, anunciou há alguns meses que iria se lançar como cantor em suas redes sociais.

Piccirillo que já tem também um CD inteiro no gatilho, fará o lançamento nos próximos meses, porém a música que se despontou no sucesso devido ao irreverente clipe produzido foi o simgle entitulado “Bylau”.

O protagonista do clipe é apenas um pequeno cachorro que ele deu para a sua namorada do clipe. No roteiro, é contada a história do presente, cujo cachorro é dado à namorada e que toma conta da vida da namorada.

A música é bem diferente, num cenário brasileiro e acabou tendo uma repercução relativamente aceitavél pelo público que de primeira se impactou com o nome, mas, ao assistir foram garantidas várias risadas.

O dono do hit “BYLAU” revela que já recebeu propostas de gravadoras grandes e de expansão com apenas uma musica, porém ainda está analisando e aguardando mais propostas.

O cantor também revelou que seu CD é bem eclético, ou seja, terá varios estilos de musicas para todo o tipo de público.

Para conferir o vídeo clique aqui e divirta-se.

https://www.youtube.com/watch?v=drMT3gAS864&feature=youtu.be

 

 

Projeto Atlas da Notícia mostra que o Rádio é o meio de comunicação mais presente no Brasil

O projeto Atlas de Notícia, que faz um levantamento sobre a presença de meios de comunicação em todo o país, foi divulgado no final do ano passado e mostra fenômeno marcado pela conjunção do fechamento de veículos impressos, a migração para o meio digital e o aumento dos chamados desertos de notícias, municípios sem a presença registrada de veículos jornalísticos. O estudo, realizado pelo PROJOR em parceria com a Abraji, Intercom e 22 escolas de jornalismo com o apoio do Facebook Journalism Project, mostra a relevância do Rádio como principal meio de propagação de notícias jornalísticas.
Segundo o estudo, foram mapeados 13.732 veículos em todas as regiões do país. O segmento mais expressivo é o Rádio, que corresponde a 35,5% do total; em seguida, vem impresso (29%), online (25,8%) e televisão (9,8%). Essa predominância do Rádio está atrelada a outro dado do Atlas: dentre os 331 vei?culos jornali?sticos fechados nos últimos meses, 60% eram impressos.
Com essa queda, os desertos de notícias avançam no país. Cerca de 62% dos municípios brasileiros não têm a presença de nenhum veículo jornalístico, enquanto 19,2% são considerados “quase desertos”, onde existem até dois veículos. Essas regiões abrigam aproximadamente um terço da população brasileira.
“Os dados agora reunidos pelos pesquisadores do Atlas da Notícia, com apoio de 193 colaboradores voluntários de escolas de jornalismo das cinco regiões do país, são uma base consistente para que pesquisadores de todo o Brasil possam orientar novas investigações,” diz Sérgio Lüdtke, editor do Comprova.
“Esses dados permitirão detectar os caminhos trilhados mais recentemente pelo jornalismo e identificar necessidades das comunidades e oportunidades futuras que se abrem para os jornalistas profissionais no Brasil”, completou Lüdtke.
Além dos dados, que possibilitam uma avaliação do estado do jornalismo local no Brasil, a edição deste ano inclui também a publicação de uma API (Interface de Programação de Aplicativos). “Trata-se de um recurso muito utilizado por empresas de tecnologia, mas ainda pouco implementado dentro do segmento jornalístico”, disse Sérgio Spagnuolo, coordenador do Volt Data Lab e responsável pela realização do trabalho.
“Esta ferramenta permitirá a implementação de aplicações, automatização de análises e gráficos e facilitação do uso dos dados do Atlas por pesquisadores”, frisou Spagnuolo.
As informações completas do Atlas da Notícia estão disponíveis aqui.