Saúde

Professor Barraviera, do Cevap, é homenageado com Medalha ABEC Brasil de Mérito Editorial

Honraria foi concedida por sua relevante atuação como fundador e editor do Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases, revista científica do Cevap/Unesp.

O professor titular Benedito Barraviera, fundador e editor chefe (1995-2019), atual editor emérito do Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases (JVATiTD), revista científica oficial do Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos da Unesp (Cevap), foi homenageado nesta terça-feira, 6 de novembro, pela Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC Brasil). Ele foi agraciado com a inédita Medalha ABEC Brasil do Mérito Editorial.

De acordo com o Estatuto da entidade, a honraria é concedida a “pessoas físicas de irrepreensível conduta moral, social e ética, por relevantes serviços prestados ao desenvolvimento e aprimoramento dos periódicos científicos e da comunicação e divulgação científica em geral”. A indicação é feita pelo Conselho Deliberativo da ABEC Brasil e aprovado em Assembleia Geral.

A entrega da Medalha – acompanhada de um diploma – ocorreu durante a cerimônia de abertura do ABEC Meeting 2024 – principal fórum no Brasil para editores científicos e profissionais envolvidos na produção e publicação científicas. O evento está sendo realizado em São Paulo até o dia 7 de novembro nas instalações da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A presidente da ABEC Brasil, professora Edna Frasson de Souza Montero, destacou que o professor Barraviera é uma figura central na história da entidade. “Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a excelência editorial, Barraviera contribuiu para o fortalecimento da comunicação científica no Brasil. Sua liderança, especialmente como presidente da ABEC (2008-2011), foi decisiva para modernizar e profissionalizar a editoração científica no país, promovendo a internacionalização das publicações brasileiras e a adoção de práticas editoriais de alto padrão”, afirmou.

Ainda em seu discurso, ela enfatizou que, ao longo de sua gestão, Barraviera incentivou a capacitação de editores científicos e trabalhou incansavelmente para garantir a qualidade e a integridade das revistas científicas associadas à ABEC. “Ele foi pioneiro na integração de novas tecnologias e plataformas digitais, facilitando o acesso aberto e ampliando o impacto das pesquisas brasileiras no cenário global. Seu trabalho também reforçou a importância da ética na publicação científica, sempre buscando transparência e rigor na revisão por pares”, acrescentou a presidente da ABEC Brasil.

Edna finalizou salientando: “Sua dedicação à ciência e à editoração científica é uma inspiração, e sua contribuição para a ABEC Brasil deixa um legado duradouro, transformando profundamente a maneira como a ciência brasileira é comunicada e disseminada”.

O professor Barraviera afirmou ser uma grande honra receber este prêmio inusitado. “Com certeza ele é decorrente da minha carreira acadêmica voltada para a editoração científica. A confecção da primeira revista eletrônica brasileira, época em que não havia internet comercial no Brasil, foi uma ousadia beirando a “irresponsabilidade”. Quase três décadas depois veio o reconhecimento da iniciativa mostrando que as plataformas digitais para publicação científica estão consolidadas mundo afora”, observou.

E o homenageado ainda acrescentou: “Evidentemente que ninguém chega lá sozinho. Tive o prazer de ter tido o apoio irrestrito da minha universidade, particularmente dos diretores e colaboradores do Cevap, que sempre entenderam a importância do periódico e sempre deram apoio irrestrito à ideia. O resultado disso é o sucesso do projeto, que se consolida agora ao receber, das mãos da presidente da ABEC Brasil, esta linda medalha. Valeu a pena arriscar. Obrigado a todos que ajudaram a construir esta estrada….”, finalizou Barraviera.

O atual editor-chefe do JVATiTD do Cevap/Unesp, professor Rui Seabra, também presidente da ABEC Brasil (2016-2019), enalteceu o fato de ser a primeira vez que a Associação Brasileira de Editores Científicos concede esta medalha. “Isso demonstra o ineditismo e o pioneirismo do legado do professor Barraviera. É uma honra poder contar com a sua experiência e capacidade de trabalho”, comentou.

Sobre o JVATiTD

Dono de uma trajetória de quase três décadas, o JVATiTD é uma publicação acadêmica oficial do Cevap, de acesso aberto, arbitrado por pares, de excelentes métricas e dedicado a publicar pesquisas sobre todos os aspectos da toxinologia (toxinas derivadas de animais, plantas e microrganismos), animais peçonhentos e doenças tropicais. Seu conteúdo interdisciplinar inclui editoriais, artigos de revisão, artigos originais, relato de casos e comunicações curtas.

Em 1998, o JVATiTD se tornou a primeira revista eletrônica a integrar a base de dados da SciELO, plataforma brasileira de alcance internacional das publicações científicas https://www.scielo.br/ . Com o passar dos anos, outros importantes marcos foram registrados pela revista unespiana. Em 2003, foram incluídas informações e estudos acerca das doenças tropicais em seu escopo e, em 2006, o JVATiTD conquistou a indexação em duas bases de dados internacionais, respectivamente a Web of Science, da Clarivate Analytics, e também a Scopus-Scimago da Elsevier.

Em 2013, houve a indexação do JVATiTD nas bases de dados do Pubmed, Pubmed Central, e Europe Pubmed Central, além de ter se tornado a primeira publicação brasileira a fluxo contínuo. Dois anos depois, a revista conquista o Fator de Impacto (FI) de 0.8 e um CiteScore (CS) de 1.3; quatro anos depois, o FI chegou a 2.93 e um CS de 3.7. Atualmente suas métricas são respectivamente FI=1.8 e CS=4.8 mostrando-se uma publicação competitiva e mundialmente consolidada nas áreas da Toxinologia e Doenças Tropicais.

Todos os conteúdos da Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases (JVATiTD) podem ser acessados através do https://jvat.org/

Acidentes com escorpião somam mais de 202 mil notificações em 2023

A jornalista Ariane Póvoa, de 40 anos, enfrentou nesta semana um dos maiores medos que toda mãe de criança pequena tem: precisou correr com a filha Amanda, de 1 ano e 4 meses, para o hospital, depois de verificar que a menina havia sido picada por um escorpião enquanto ainda estava no berço. “Ela acordou chorando muito, mas, na hora, não entendi o que era. Pensei que fosse dente nascendo. Ela começou a falar ‘dodói’ e apontar para o braço. Quando fui arrumar o berço, achei o escorpião”.

“Graças a Deus, foi um quadro leve. Ela ficou bem, mas sentindo dor no local da picada”, disse Ariane. Antes de conseguir atendimento para a filha, Ariane chegou a passar por uma unidade da rede pública tida como referência para acidentes com escorpião em Brasília. O local, entretanto, não oferece atendimento pediátrico. “Só naquele dia, foram três casos de picada de escorpião em crianças no Hospital Materno Infantil, onde conseguimos atendimento.”

Por morar em apartamento, a jornalista nunca imaginou que passaria por algo do tipo. O episódio ocorreu por volta das 5h30 desta quarta-feira (6), e Amanda teve alta no fim da tarde. “Ela não apresentou náusea, vômito, calafrio, nem sudorese, mas, como é protocolo, teve que ficar em observação por seis horas”, contou. “Durante a madrugada e hoje de manhã, ela ainda teve febre e está um pouco mais enjoadinha. Estamos monitorando com a pediatra.”

Casos como o de Amanda tornam-se cada vez mais comuns no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que pelo menos 202.324 notificações de acidentes com escorpiões foram registradas no país ao longo do ano passado – 20.243 a mais que o total registrado no ano anterior. Esta é a primeira vez que o total de notificações passa de 200 mil.

O número de mortes provocadas por picadas de escorpião também aumentou, passando de 92 em 2022 para 134 no ano passado. As mortes provocadas por acidentes com escorpião ultrapassaram até mesmo os óbitos causados por picadas de serpente que, no ano passado, totalizaram 133.

Entenda

O chamado acidente escorpiônico representa o quadro clínico de envenenamento provocado quando um escorpião injeta sua peçonha através do ferrão. Representantes da classe dos aracnídeos, os escorpiões são predominantes nas zonas tropicais e subtropicais do mundo, com maior incidência nos períodos em que há aumento de temperatura e de umidade.

No Brasil, os escorpiões classificados pelo ministério como de importância em saúde pública são:

– escorpião-amarelo (T. serrulatus) – com ampla distribuição em todas as macrorregiões do país, representa a espécie de maior preocupação em função do maior potencial de gravidade do envenenamento e fácil adaptação ao meio urbano.

– escorpião-marrom (T. bahiensis) – encontrado nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

– escorpião-amarelo-do-nordeste (T. stigmurus) – espécie mais comum no Nordeste, mas com alguns registros nos seguintes estados: Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

– escorpião-preto-da-amazônia (T. obscurus) – principal causador de acidentes e óbitos na região Norte e no Mato Grosso.

Perfil das vítimas

Dados da pasta mostram que a maioria dos casos ocorre em grupos com idade entre 20 e 29 anos, seguido pelos grupos de 40 a 49 anos, 30 a 39 anos e 50 a 59 anos. Já o grupo menos acometido é o de 80 anos ou mais, seguido pelo de 70 a 79 anos.

Os números indicam que 53% das vítimas de picadas de escorpião em 2023 eram pardas (53%), seguidas por brancas (30%), pretas (7%) e amarelas (1%), sendo que em 8% dos casos não foi identificada raça ou cor do paciente.

Distribuição dos casos

Entre as regiões do país, o Sudeste lidera, com 93.369 acidentes com escorpiões. Em seguida, estão o Nordeste, com 77.539; o Centro-Oeste, com 16.759; o Sul, com 7.573; e o Norte, com 7.084.

São Paulo lidera entre os estados com maior número de notificações (48.651), seguido por Minas Gerais (38.827) e pela Bahia (22.614). Já Alagoas registra o maior coeficiente de incidência do país (376,02 para cada grupo de 100 mil pessoas). Minas Gerais responde ainda pela maior taxa de letalidade (0,17).

Dados da pasta revelam que 65,92% das notificações de acidentes com escorpiões são feitas em zonas urbanas; 30,43%, em áreas rurais; e 0,53%, em zonas periurbanas, enquanto em 3,12% dos casos a informação foi ignorada ou não foi registrada.

Local e gravidade da picada

Dentre os principais locais de picada, o pé aparece em primeiro lugar (22,56%). Em seguida, estão dedos da mão (22,28%), mão (18,32%), dedos do pé (9,38%), perna (5,63%), tronco (5,38%), braço (4,57%), coxa (3,92%), cabeça (2,64%) e antebraço (2,47%). Em 2,85% dos casos, o local não foi registrado.

De acordo com o ministério, 89% das notificações de acidentes com escorpião registradas em 2023 foram classificadas como leves; 5,99%, como moderadas; e 0,77%, como graves, sendo que, em 4,16% dos casos, o nível de gravidade não foi informado.

Tempo de espera

Os números revelam que a taxa de letalidade por picada de escorpião aumenta à medida que o tempo decorrido desde o acidente se torna maior. Em pacientes que receberam atendimento entre uma e 12 horas após serem picados, a taxa se manteve abaixo de 10%. Já em grupos atendidos 24 horas ou mais após serem picados, o índice subiu para quase 40%.

Sintomas

Dentre os sinais e sintomas mais comuns entre vítimas de acidentes com escorpiões estão dor (85,69%), edema ou inchaço causado pelo acúmulo de líquidos (64,55%) e equimose ou sangramento no tecido subcutâneo (10,9%). Em 1,26% dos casos, foi identificada necrose ou morte celular.

Curiosidades

O Instituto Butantan lista uma série de fatos curiosos sobre escorpiões:

– Escorpiões podem ficar fluorescentes porque carregam em sua cutícula substâncias que são chamadas de metabólitos secundários. Por isso, parecem fluorescentes sob a luz ultravioleta. Esse tipo de iluminação ajuda especialistas a fazerem o controle e a coleta dos escorpiões, que precisam ser feito à noite, já que é nesse período que eles saem para caçar.

– Escorpiões picam pela cauda e não pelas pinças, já que o veneno fica armazenado no interior do órgão conhecido popularmente como cauda. O nome correto dessa parte do corpo do escorpião é metassoma, que ajuda a dar equilíbrio ao animal, além de servir como forma de defesa. Já as pinças são usadas para segurar presas e no acasalamento.

– Escorpiões do gênero Ananteris têm a capacidade de se desprender da cauda para escapar de predadores. O fenômeno, observado também entre lagartos, é considerado uma automutilação. Quando o órgão é destacado do corpo, o intestino e o ânus param de funcionar corretamente e as fezes ficam acumuladas, causando intoxicação e, posteriormente, a morte do animal.

– Cerca de 5% das espécies de escorpiões têm capacidade de ter filhotes sozinhas, sem precisar de um parceiro. Esse tipo de reprodução é chamado partenogênese e nada mais é que o desenvolvimento de embriões sem necessidade de fecundação de espermatozoides.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Ministério da Saúde

Vigilância Ambiental em Saúde resgata tamanduá em residência na Vila Bela Vista

A Vigilância Ambiental em Saúde (VAS), foi acionada na manhã de segunda-feira, 4, para resgatar um tamanduá numa residência da Vila Bela Vista, região leste. Chegando ao local os profissionais da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) constataram tratar-se de um tamanduá-mirim que estava acuado num cômodo externo do imóvel. O animal foi resgatado em segurança.

Foto: Reprodução

Jovem com tumor raro que levou à mudança de cor da pele teve que abandonar estudos

Uma jovem de 24 teve o tom da pele alterado devido a um #tumor raro. Agora ela aguarda receber da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) uma medicação de alto custo que pode mudar sua vida.

Sabrina Gomes foi diagnosticada com Síndrome de Cushing e com um timoma, um tumor no tórax, dois problemas que causam dificuldades respiratórias, insuficiência renal, pressão alta, distúrbios metabólicos e chegaram até mesmo a mudar a tonalidade da sua pele.

Cada dose do remédio que ela precisa, custa em média R$ 32 mil, e ela precisa de quatro doses. Mas, apesar da Justiça já ter dado parecer positivo pra que a jovem recebesse a medicação, a Secretaria Estadual ainda não efetuou a entrega das doses.

Fonte: G1

Foto: Arquivo pessoal

Prefeitura continua com agendamento de mamografias gratuitas

A Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria Municipal de Saúde informa que continua realizando o agendamento para mamografia. Para agendar o exame, a paciente deve levar na unidade de saúde mais próxima de sua residência, um documento com foto, cartão do SUS e comprovante de endereço.

O exame é direcionado a mulheres acima dos 40 anos e que realizaram a mamografia há mais de um ano. Ele é realizado gratuitamente em uma clínica particular que tem convênio com a Prefeitura, e exclusivamente para moradoras de Botucatu.

Após a realização do exame, os laudos serão encaminhados para as unidades de saúde, onde as pacientes poderão verificar o resultado. Caso haja alguma alteração ou suspeita de câncer de mama, a paciente será devidamente encaminhada para realizar exames complementares e o devido tratamento.

A mamografia é um exame muito importante no diagnóstico precoce do câncer de mama, faça a sua!

Serviço:

Agendamento de mamografias
Secretaria Municipal de Saúde
– Rua Major Matheus, 07 – Vila dos Lavradores
Telefone: (14) 3811-1100

Governo Lula incinera quase 11 milhões de vacinas vencidas

Até novembro de 2024, o Ministério da Saúde do governo Luiz Inácio Lula da Silva incinerou quase 11 milhões de vacinas vencidas. A maior parte das perdas foi de imunizantes contra a covid-19, além de febre amarela, tétano e gripe. Outros 12 milhões de doses vencidas continuam armazenadas, incluindo 9 milhões da Janssen contra o coronavírus. Elas devem ser descartadas em breve.

Entre as vacinas destruídas, 6,4 milhões de doses eram para a covid-19. No Brasil, a doença causou mais de 5,1 mil mortes neste ano, conforme dados do ministério. A DTP, vacina infantil contra difteria, tétano e coqueluche, teve 3,1 milhões de doses incineradas. Já o imunizante contra febre amarela teve 663,2 mil doses descartadas.

Fonte: OESTE

Foto: Divulgação

Prefeitura oferece castração gratuita de gatos durante todo o ano

A Prefeitura de Botucatu, através do Setor de Castrações Gratuitas, informa que realiza durante todo o ano, de segunda a sexta-feira, castração gratuita de gatos em clínica particular conveniada com a prefeitura.

Podem ser castrados gatos de 6 meses a 7 anos de idade.

Os interessados podem fazer o cadastro via WhatsApp (14) 98177-1581 ou pelo telefone fixo (14) 3811-4932. As castrações ocorrerão em data e hora previamente agendadas.

Casos de Febre amarela no interior de São Paulo continuam subindo

No Estado de São Paulo (ESP), no período de 2006 a outubro/2024 foram confirmados 751 casos de Febre Amarela, com 255 óbitos, resultando em uma letalidade de 35,4%. Dentre o total de casos, 623 foram considerados autóctones do estado, onde destaca-se a epidemia ocorrida no período de 2016 a 2019.

Desde 2023, o Estado de São Paulo (ESP) vem confirmando áreas com a circulação do vírus, em municípios da região administrativa de São João da Boa Vista e Campinas, através da ocorrência de casos humanos e/ou epizootias em primatas não-humanos (PNH).

Diante do exposto, é necessário que os serviços assistenciais e vigilância epidemiológica municipais estejam atentos para captação de casos suspeitos da doença, bem como aos serviços de zoonoses para a detecção de epizootias de PNH.

Considerando:

* O período epidemiológico pré-sazonal da Febre Amarela (outubro a novembro);
* As recentes detecções do vírus da FA em PNH, nos meses de setembro e outubro de 2024, nos municípios de Pedra Bela e Bragança Paulista, localizados na região administrativa de Campinas;
* As recentes ocorrências de epizootias positivas para FAS em PNH em municípios do estado de Minas Gerais limítrofes aos ESP;
* O fato da vacina contra a Febre Amarela, disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ser a principal ferramenta de prevenção e controle da doença;
* A recomendação de vacinação contra a febre amarela ter sido adotada no ESP para todos os municípios desde o ano de 2019;

A Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores e Zoonoses, do Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” CCD/SES-SP, alerta os profissionais da saúde e população em geral para as ações de preparação contra a Febre Amarela Silvestre antes do período sazonal (dezembro a maio) e recomenda:

# Intensificar as ações de vigilância para a detecção precoce da circulação vírus amarílico através da vigilância de epizootias em Primatas Não Humanos e notificação dos casos humanos suspeitos;

# Aumentar as coberturas vacinais contra a febre amarela;, considerando principalmente as populações mais expostas às áreas de risco (residentes, trabalhadores e viajantes).