Segurança

Renault Kangoo roubado na capital é recuperado pela polícia na Marechal Rondon em Botucatu

Um veículo Renault Kangoo, produto de roubo na região do Capão Redondo, em São Paulo, foi recuperado pela polícia na Rodovia Marechal Rondon, próximo ao AME (Ambulatório Médico de Especialidades), em Botucatu.

A abordagem aconteceu durante patrulhamento na rodovia, quando os agentes identificaram o automóvel com queixa de roubo. O carro foi apreendido e levado ao plantão da Polícia Civil, onde foi registrado boletim de ocorrência por localização de veículo.

O caso segue sob os trâmites legais para que o bem seja devolvido ao legítimo proprietário.

Professor de 49 anos é detido por estupro de idosa com Alzheimer, câmeras de segurança foram cruciais para identificação

Botucatu – Uma ação coordenada entre a Polícia Civil (DDM e Plantão Policial) e a Guarda Civil Municipal (GCM) resultou na prisão, na tarde de domingo, 14 de dezembro, de um homem de 49 anos, professor, acusado de estupro de vulnerável contra uma senhora de 68 anos com demência e Alzheimer em Botucatu.

Denúncia: Familiares da vítima procuraram a Polícia Civil relatando o abuso, ocorrido na sexta-feira anterior.

Prova Fundamental: Devido ao quadro cognitivo avançado da idosa, as filhas haviam instalado câmeras de vigilância na residência. As gravações capturaram a entrada do suspeito e a consumação do crime.

Identificação: O autor, que teria batido à porta antes de cometer o abuso, foi identificado pelas imagens.

Com base nas evidências colhidas pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), a Justiça deferiu o mandado de prisão. O suspeito foi localizado e detido no bairro Jardim Reflorenda.

Após a formalização da prisão, ele foi encaminhado à cadeia pública de Itatinga, onde permanece à disposição do Judiciário.

A investigação foi integrada e urgente devido à gravidade dos fatos.

Foto: Ilustrativa

Vítima é atraída para emboscada e morta em Botucatu, dois homens são presos por latrocínio

A Polícia Civil prendeu em flagrante, neste domingo (14), dois homens suspeitos de envolvimento em um latrocínio ocorrido no bairro Vila Assumpção, em Botucatu. A vítima foi encontrada morta na noite de sábado (13), com sinais de violência.

Segundo o boletim de ocorrência, o crime começou após a vítima marcar um encontro com os autores. No local combinado, ela foi rendida, amarrada e colocada no porta-malas do próprio carro. Os suspeitos a obrigaram a fazer transferências via Pix. Durante o trajeto, houve luta dentro do veículo e a vítima perdeu a consciência. Os criminosos alegaram que não perceberam que ela estava morta ao abandoná-la em um terreno baldio.

O corpo foi achado horas depois, com ferimentos na cabeça e marcas no pescoço. A perícia localizou cordas, panos com sinais de uso como mordaça e itens pessoais da vítima.

Com o apoio de imagens de segurança e do sistema Muralha Digital, a Polícia rastreou o carro até a cidade de Pratânia. Lá, as equipes da Polícia Civil e Militar encontraram os suspeitos, que confessaram o crime. Ferramentas da vítima com vestígios de sangue, celulares, roupas usadas na ação e comprovantes das transferências foram apreendidos.

Atuação de GCM em “bico armado” envolve empresa ligada à família do secretário Sargento Laudo

Documentos oficiais da Polícia Civil e da Justiça de São Paulo revelam um grave conflito de interesses envolvendo a segurança no Residencial Altos do Serra, em Botucatu. Segundo os autos, uma empresa de terceirização ligada diretamente à família do Secretário Municipal de Segurança Sargento Laudo, passou a operar, na prática, um serviço de vigilância armada em favor de uma incorporadora privada, em meio a um escândalo de estelionato imobiliário na região.​

Empresa da nora do secretário de segurança no centro do caso

Despacho da Delegacia de Polícia registra que o veículo Fiat Doblò, usado em rondas e abordagens no Altos da Serra, pertence à empresa Ezra Serviços e Terceirizações Ltda., de propriedade da nora do Secretário de Segurança. O mesmo documento destaca que ela é casada com o guarda civil municipal Lucas Trombaco da Silva, filho do sargento reformado Laudo Gomes da Silva, atual secretário de Segurança Pública de Botucatu, situação que levou o delegado a remeter o inquérito para a Delegacia Seccional, reconhecendo a sensibilidade do caso.​

Os registros mostram ainda que a empresa Ezra não é uma empresa de segurança privada, mas de “serviços e terceirizações”, com CNAE ligado a limpeza e apoio operacional, sem qualquer menção a atividade de vigilância ou escolta autorizada pela Polícia Federal, requisito legal para a exploração de segurança privada no país.​

GCM armada em serviço para empresa da família

Relatório de investigação da Polícia Civil relata que, em 7 de setembro de 2025, moradores do Altos da Serra denunciaram a presença constante de um veículo Fiat Doblò branco, do qual desciam duplas de indivíduos armados, que ordenavam a paralisação de obras e ameaçavam derrubar construções em lotes disputados judicialmente. Em diligência posterior, policiais localizaram o veículo e identificaram seus ocupantes como os guardas civis municipais com iniciais D.O.F. e J.G.T., ambos portando armas de fogo institucionais da Guarda Civil de Botucatu, que admitiram estar prestando serviço para a empresa Ezra no local.​

Os mesmos autos apontam que esses agentes acompanhavam escavadeiras e realizavam “patrulhas” constantes pelo bairro, em contexto de forte conflito entre compradores de lotes e a incorporadora Altos da Serra Ecovita Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda., que afirma ser a legítima proprietária da área e vem derrubando benfeitorias erguidas por pessoas enganadas em golpes de venda de terrenos. O uso de servidores armados, com armas e estrutura pública, a serviço de um contrato privado firmado com empresa da nora do secretário, levanta dúvidas sobre desvio de finalidade e favorecimento indevido.​

Contrato tenta mascarar vigilância como “vigia não ostensiva”

Para formalizar a atuação, a Ecovita assinou com a Ezra um contrato de “prestação de serviços de vigia não ostensiva” no Residencial Altos da Serra. O documento prevê dois postos, funcionando das 7h às 19h, todos os dias, com profissionais uniformizados, em regime 12×36, e traz cláusula expressa afirmando que a atividade não configura segurança privada, seria sem uso de armas e destinada apenas à observação, fiscalização e controle de acesso, tentando afastar a aplicação da legislação federal de segurança privada.​

Essa descrição contratual, porém, diverge de forma contundente do que foi narrado pelas vítimas e constatado pela própria Polícia Civil, que registrou a presença de guardas municipais armados, em veículo da Ezra, executando rondas, abordagens e ações de contenção em área de litígio fundiário intenso. Na prática, o serviço se assemelha ao de segurança privada ostensiva, atividade que exige empresa especializada devidamente registrada na Polícia Federal, com controle rigoroso de pessoal, armamento e procedimento, o que não se verifica no caso da Ezra.​

Conluio político-administrativo e risco à legalidade

Um despacho do delegado Marcelo Lanhoso de Lima, constante dos autos, registra explicitamente que o inquérito é remetido à Delegacia Seccional “tendo em vista que o veículo apreendido pertence à empresa Ezra Serviços e Terceirizações Ltda., levando em conta que a empresa Ezra pertence a esposa do guarda municipal Lucas Trombaco da Silva, que é filho do secretário de segurança deste município, Laudo Gomes da Silva”. Essa fundamentação mostra que a própria autoridade policial enxerga risco de interferência ou, ao menos, aparência de favorecimento indevido na condução do caso.​

Somam-se a isso outros elementos sensíveis: o fato de Lucas Trombaco ocupar função de direção na Defesa Civil; o uso de armas públicas em atividade contratual privada; e o contexto de um grande esquema de estelionato imobiliário no mesmo loteamento, investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), no qual golpistas venderam lotes irregularmente a dezenas de vítimas. Diante desse cenário, juristas e órgãos de controle podem enxergar, em tese, violação aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade, bem como indícios de conluio entre agentes públicos e interesses privados.​

O que a população de Botucatu precisa saber

Os documentos analisados não apenas expõem um loteamento marcado por fraudes e conflitos, mas também revelam um arranjo no qual a família do secretário de Segurança opera, por meio de empresa própria de terceirização, um serviço de “vigia” que, na prática, envolve GCM armada e atuação em favor de uma incorporadora, sem o respaldo típico exigido para empresas de segurança privada. Embora parte das condutas tenha sido tratada como “fato atípico” na esfera penal em decisão pontual, permanecem em aberto as responsabilidades administrativas, éticas e políticas dos envolvidos, especialmente quanto ao uso de cargos, armas e estrutura do poder público em benefício de contrato da própria família do secretário.​

Lucas Trombaco da Silva – Copordenador da Defesa Civil

Laudo Gomes da Silva – Secretário de Segurança de Botucatu

À luz de tudo isso, o caso clama por transparência total e apuração rigorosa por Ministério Público, Polícia Federal, corregedorias da Guarda Civil e da Prefeitura, além de fiscalização firme da Câmara Municipal. A sociedade botucatuense tem o direito de saber se a segurança pública da cidade está sendo usada para proteger o interesse coletivo ou para servir a negócios privados de quem deveria zelar, com isenção, pela lei e pela ordem.

A redação da REDE ALPHA procurou na tarde desta quinta-feira, 11/12, o prefeito Fábio Leite, o secretário de segurança Sargento Laudo, a secretária de Comunicação Cinthia Al-Lage e o coordenador da Defesa Civil Lucas Trombaco, porém nenhum deles nos retornou até agora para das as devidas explicações do ocorrido.

ROMU detém dupla por tráfico de drogas no Parque Marajoara em Botucatu

Crack, cocaína, dinheiro e celulares foram apreendidos durante patrulhamento preventivo

A Guarda Civil Municipal prendeu dois homens, de 34 e 23 anos, suspeitos de tráfico de drogas no Parque Marajoara, em Botucatu. A ação ocorreu durante patrulhamento da equipe ROMU, que avistou os indivíduos em atitude suspeita em uma esquina do bairro. Com a aproximação da viatura, ambos demonstraram nervosismo, motivando a abordagem.

Durante a revista no homem de 34 anos, os agentes localizaram 15 pedras de crack avaliadas em R$ 20 cada, outras 14 avaliadas em R$ 10, além de R$ 24 em dinheiro e um celular. Ele confessou estar comercializando drogas e afirmou que o dinheiro era fruto de vendas recentes.

Já com o suspeito de 23 anos, os guardas encontraram cinco papelotes de cocaína vendidos a R$ 50, além de 18 ependorfs de R$ 10 cada e R$ 60 em notas diversas. Ele também admitiu que estava no local para vender entorpecentes e que o valor apreendido era resultado das negociações anteriores.

A dupla foi levada ao Plantão Policial, onde a ocorrência foi registrada por tráfico de drogas e associação ao tráfico, conforme os artigos 33 e 35 da Lei 11.343/06. Ambos permaneceram à disposição da Justiça.

Final de semana violento em Botucatu e região tem sete prisões por agressão contra mulheres

O último final de semana acendeu um alerta nas forças de segurança da região de Botucatu, com uma série de ocorrências relacionadas à violência contra a mulher. De acordo com o Delegado Seccional Lourenço Talamonte, entre sexta-feira (20) e domingo (22), foram registradas 11 prisões nas delegacias da região — sendo 8 em flagrante, das quais 7 exclusivamente por violência doméstica.

Talamonte ressaltou a gravidade do cenário: “A violência contra a mulher é algo que infelizmente tem se intensificado. É um reflexo de um problema que se espalha pelo país inteiro, como vimos nas manifestações que tomaram conta de várias capitais no fim de semana”.

Ocorrências se espalham por diversas cidades da região

Entre os casos destacados pela Polícia Civil estão:

– Botucatu (Vila Ferroviária): um homem de 28 anos foi preso no domingo pela manhã após agredir a companheira.
– Botucatu (Cachoeirinha IV): ocorrência registrada na madrugada de domingo resultou em mais uma prisão.
– Areiópolis: duas prisões foram efetuadas, uma no Centro e outra no Conjunto Habitacional José Zilo.
– Conchas (Jardim Letícia): agressor foi preso na madrugada de sábado após denúncia de violência doméstica.
– Rodovia Gastão Dal Farra (Botucatu): um turista italiano de 53 anos foi detido por agredir a parceira e dirigir embriagado na noite de sexta-feira.
– Botucatu (Coab 1 – Av. Jaime de Almeida Pinto): outro caso de agressão resultou em prisão na noite de sexta.

Tráfico de drogas em Bofete

Além dos casos de violência doméstica, o plantão policial também registrou uma prisão por tráfico de entorpecentes no Centro de Bofete. Um jovem de 18 anos foi detido em flagrante com drogas.

Polícia intensifica combate à violência

A Polícia Civil destacou que segue atuando com firmeza e rapidez nas respostas a esses crimes, reforçando o compromisso com a proteção das vítimas.

Segundo Talamonte, o crescimento desses casos é preocupante, mas a polícia está atenta e trabalhando para garantir medidas de segurança às mulheres da nossa região.

Polícia Civil

Botucatu: Polícia Militar captura suspeito de furto à farmácia na Vila Maria

A Polícia Militar de Botucatu efetuou a detenção de um homem na madrugada desta segunda-feira (1º), sob suspeita de ter cometido um furto na Farmácia do Jairo, situada no bairro Vila Maria.

A ação ocorreu durante uma ronda de rotina, quando a equipe policial localizou o indivíduo com base nas características repassadas anteriormente. Após a abordagem, o suspeito admitiu a autoria do crime e indicou o local exato onde os itens subtraídos haviam sido escondidos.

O caso foi formalmente apresentado no Plantão Policial, onde o registro oficial foi feito sob a tipificação de Furto / Localização e Apreensão de Objeto. As autoridades civis continuam investigando os detalhes do ocorrido e a extensão da participação do detido no ato ilícito.

Polícia Militar

Polícia Civil deflagra “Guardiões da Infância III” e captura procurado por crimes contra crianças em Itatinga


Operação cumpriu mandado de prisão preventiva contra suspeito que já havia sido alvo de fase anterior da ação policial

A Polícia Civil de Itatinga realizou, na manhã desta terça-feira (02), a operação “Guardiões da Infância III”, destinada ao cumprimento de mandados de prisão em aberto contra investigados por crimes praticados, em tese, contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

Munidos das ordens de prisão expedidas pelo Poder Judiciário, equipes do Setor de Investigações Gerais (SIG) e do Grupo de Investigação em Área Rural (GIAR) iniciaram as operações ainda de madrugada. Após troca de informações e definição das estratégias, os policiais partiram para endereços urbanos e rurais com o objetivo de localizar os alvos.

No fim da manhã, agentes do GIAR — especializados em incursões em áreas de difícil acesso — localizaram e prenderam um homem de 25 anos que estava escondido em uma chácara na zona rural do município. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela juíza da Comarca de Itatinga, referente a investigação que apura possíveis crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990), além dos artigos 217-A, 146 e 307 do Código Penal Brasileiro. O indivíduo já havia sido alvo da operação Guardiões da Infância II, deflagrada em julho deste ano.

Após ser detido, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia, onde teve a prisão ratificada pela autoridade policial. Foram realizados os procedimentos de polícia judiciária e, na sequência, o preso foi encaminhado à Cadeia Pública de Itatinga, permanecendo à disposição da Justiça para audiência de custódia.