Artigos do Autor: Fernando Bruder

Vigilância Sanitária multa agência bancária em R$ 20 mil por descumprir medidas de segurança

A Vigilância Sanitária Municipal de Botucatu autuou na manhã desta sexta-feira, 29, uma agência bancária no Centro por descumprir medidas de segurança.

 

Além de não cumprir o distanciamento adequado entre os clientes, a empresa não disponibilizava álcool em gel para higienização das mãos e não realizava a higienização dos equipamentos, como o Caixa Eletrônico.

 

A agência bancária foi multada em aproximadamente R$ 20 mil.

Prefeitura altera datas de vencimentos para IPTU, ISS, Licenças e Alvarás

A Prefeitura de Botucatu irá alterar a data de vencimentos para os tributos municipais: Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto Sobre Serviços (ISS), Licenças e Alvarás. A mudança tem como objetivo adiar os pagamentos neste momento da Pandemia do novo Coronavírus.

 

“A Lei de Responsabilidade Fiscal não permite extinguir o tributo sem compensação, mas podemos reprogramar as datas de vencimento neste momento. Já fizemos isso no ano passado, quando começou a pandemia e iremos fazer de novo alterações para 2021”, explicou o Secretário de Governo Fábio Leite.

 

A mudança é regulamentada pelo Decreto Municipal  Nº 12.195 e será assim:

 

IPTU:

Cota única: o vencimento passa de março para abril.

Parcelado: a primeira parcela que seria em março, terá vencimento a partir de julho. Sempre nos últimos dias do mês.

 

 

Os carnês serão entregues aos munícipes já com a nova data de pagamento. Também é possível consultar e imprimir a segunda vida do imposto pelo site da Prefeitura: www.botucatu.sp.gov.br

.

 

 

ISS:

ISS Fixo: as parcelas passam de janeiro, abril, julho e dezembro para setembro, outubro, novembro e dezembro.

 

ISS Estimado: o vencimento que seria mensal a partir de janeiro, será mensal a partir de julho.

 

 

Taxa de Licença e Alvará:

De janeiro, passam para julho.

 

Poema da Misericórdia

Porque sinto e não sentir é não existir

Quem sou eu?

Negar o que sinto e demasiado estranho

mas ao me deparar comigo, me espanto.

 

Se amar é sofrer, não sofrer é não viver

o que existe sem o amor?

Passam os textos, visões e religiões, mas o amor não;

ao passo que não sei, me resta crer.

 

Para onde olho vejo indiferença, arrogância e ódio,

então, fixo a visão, e nos interstícios encontro a Esperança;

quieta, plena e soberana, quem espera a alcança.

Fico, paro e acolho.

 

Não amar é não ser.

Não se inconformar é ser quem não deveria.

Mas é uma escolha, ser ou não ser

o amor é onde quero estar

 

Por vezes não consigo, talvez seja essa a angústia

que aperta o peito; de tentar e não conseguir,

ficar a beira da conquista, do exito, do céu

fico aqui.

 

Mas não será aqui que devo estar?

Aqui, onde não consegui. Fracasso a mercê de outra oportunidade

esperando outro dia,

outro amanhã, novas oportunidades.

 

É aqui que sou então;

não em que consigo ser o que deveria.

Mas na angústia de não conseguir, esperançar

talvez seja essa a esperança, em um novo amanhã

tentar novamente.

@renatoruizlopes

Botucatu recebe mais 3 mil doses da vacina de Oxford

A Secretária de Saúde de Botucatu recebeu mais 3 mil doses de vacina para a Covid-19.

 

As doses estão sendo distribuídas para unidades hospitalares e serviços de saúde da Cidade, como Hospital Cantídeo, AME, Lucy Montoro, além do Hospital das Clínicas e Unimed.

 

Para o o Hospital das Clínicas foram 1.500 doses que reforçarão a imunização dos profissionais da linha de frente, atingindo 95% da cobertura vacinal.

 

Para a Unimed foram distribuídas mais 400 doses, com as quais serão imunizados 70% dos profissionais de saúde das duas unidades hospitalares.

 

A vacinação em Botucatu segue as orientações da Programa Nacional de Imunização.

Vacina, crianças e volta às aulas: muitas questões e poucas respostas

Após quase um ano de isolamento e com uma segunda onda importante e ascendente acontecendo, temos, enfim, uma vacina que já começou, aos poucos, a ser aplicada na população.

Um questionamento que nós, pediatras, temos ouvido muito – e que vem reverberando bastante nas redes sociais, tirando o sono de muitos pais – em razão do eminente período de volta às aulas, é: por que as crianças não constam do calendário prioritário de vacinação? É um questionamento importante, então vou tentar esclarecer aqui alguns pontos em relação a isso.

As vacinas que vêm sendo produzidas e desenvolvidas em todo o mundo não têm o público infantil como base de estudo. Isso se deve ao fato de que, pelo menos até o momento, a Covid-19 e suas variações são potencialmente perigosas para o público adulto, idoso e com comorbidades. Assim, eles são prioridades nos estudos, testes e no processo de imunização. A taxa de incidência da doença na população pediátrica é bem menor do que na população em geral, assim como a letalidade. Além disso, as vacinas não foram testadas nesse público, então não podem, neste momento, ser aplicadas em crianças. O mesmo se aplica para as gestantes.

De acordo com estudo publicado pelos Centros para a Prevenção e o Controle de Doenças (CDC) no final de 2020 – feito a partir de quase 280 mil casos de crianças que testaram positivo para Covid-19 nos EUA, as taxas de letalidade por faixa etária eram de 0,003% (0-19 anos), 0,02% (20-49 anos), 0,5% (50-69 anos) y 5,4% (70 anos e mais). Publicada pela revista Jama Pediatrics, uma análise que compilou 32 estudos sobre o tema concluiu que as crianças e adolescentes menores de 20 anos tinham de fato 44% menos chances de contrair a Covid-19. Até o final de 2020, 514 crianças de até 5 faleceram devido à Covid-19 no Brasil. Do total de óbitos no período, que era de cerca de 195 mil, o público de até 5 anos respondia por 0,26%. Devido a esses dados, as crianças ainda não são prioridade para o desenvolvimento de vacinas.

Ainda teremos muito o que falar da pandemia, ela não vai desacelerar a ponto de podermos relaxar com as medidas de prevenção da transmissibilidade do Coronavírus, como o uso de máscaras corretamente, higiene frequente das mãos e distanciamento social. O que é necessário todo pediatra fazer, e estamos fazendo isso, é orientar os pais a manter os cuidados, pois a imunização em escala global ainda levará algum tempo até que se possa conter os efeitos do vírus.

Devemos ainda ter atenção quanto à saúde mental das crianças, que perderam quase um ano de contato presencial com outras pessoas, socialização e desenvolvimento escolar. É preciso que elas retornem às escolas o quanto antes, porém com responsabilidade e controle, guardando-se as particularidades de cada região e de cada unidade escolar. Contudo, vale ressaltar que não é só a saúde delas que está comprometida, mas de toda a população. Idosos também vivenciam período difícil. O confinamento e todas as outras restrições e orientações impostas para se tentar conter a disseminação do vírus acabaram se tornando uma forma de sobrevivência para esta faixa etária. Nada tem sido fácil.

Acabamos de retornar à fase vermelha no Estado de São Paulo e os números nacionais vêm subindo assustadoramente. Enquanto escrevo este texto, já estamos em 8,9 milhões de casos e quase 218 mil óbitos em razão da doença. Enquanto isso, discute-se o retorno das atividades escolares presenciais no início de fevereiro. Se até lá essa prerrogativa não mudar, teremos um desafio imenso com que lidar. Mais um. Assim, se a opção for voltar, é preciso que essa retomada seja com todo planejamento possível – distanciamento entre os alunos, utilização de máscaras, higiene constante das mãos com água e sabão e álcool em gel, atividades realizadas preferencialmente ao ar livre e alternância entre grupos nas dependências da escola. As salas de aula precisam ter um número reduzido de alunos e é necessário que menos pessoas permaneçam dentro do ambiente escolar. Deve-se, também, respeitar o aspecto epidemiológico regional onde a escola está inserida: se o município estiver na fase vermelha, por exemplo, a retomada das aulas presenciais é de difícil gestão.

Todas essas questões têm que ser discutidas, precisam ser construídas em parceria entre os gestores, que vão apontar a situação da saúde local; a escola, que terá que se organizar para garantir os cuidados e restrições, e os cidadãos, que precisam pensar coletivamente. Não se trata de uma responsabilidade somente da escola, nem exclusiva dos pais, nem dos pediatras. É uma construção coletiva, com controle das autoridades locais constituídas para que se chegue a uma decisão racional, consciente e muito madura para que, quando esse passo for dado, ele seja assertivo e a melhor decisão para aquele momento. O que não se pode é dizer que quem vai decidir é, exclusivamente, o profissional médico, a escola ou a família. Essa é uma decisão que precisa ser compartilhada, porque todos têm sua dose de responsabilidade. Se os pais assim decidirem, se a escola também se sente confortável em receber os alunos e se o pediatra da família concorda com o retorno, OK, a criança retoma as aulas com todos os cuidados (de responsabilidade de todos os envolvidos). O que se deseja é a concordância de todos. A cidadania, a ética, o respeito ao próximo e a autonomia deve liderar qualquer decisão neste sentido.

Ana Cristina Ribeiro Zollner é Pediatra, Bioeticista, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria e professora do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro – Unisa. 

Grupo de comerciantes protestam em frente à Prefeitura contra fechamento do comércio

Hoje às 14 horas aconteceu uma manifestação em nossa cidade contra o fechamento parcial do comercio da nossa cidade. O ato aconteceu após a carreata, onde comerciantes e empresários se reuniram em frente da Prefeitura de Botucatu eu um movimento pacífico.

A reclamação foi direcionada à Prefeitura pelo prefeito ter seguido o Plano São Paulo na atual fase vermelha. Houveram outras reinvidicações como novos leitos de UTI para Covid19 no Hospital das Clínicas.

 

Obras de recape começam na Avenida Doutor Vital Brasil

Começou nesta terça-feira, 26, o recape da Avenida Doutor Vital Brasil.

 

A ação ocorrerá em três etapas, para cada sentido da avenida. A primeira parte é no sentido Rodoviária/Vila Aparecida/São Lúcio – Centro, entre as Ruas Azaleia e Visconde do Rio Branco.

 

A limpeza do primeiro trecho foi realizada na segunda-feira, 25, e nesta terça começa o recape asfáltico.

A orientação da Prefeitura de Botucatu é de que os condutores evitem, se possível, o tráfego pela Vital Brasil e arredores durante este período.


Enquanto as obras de recape da Avenida Vital Brasil estiverem entre as Ruas Azaleia e Visconde do Rio Branco, os motoristas que buscarem acesso ao Centro da Cidade deverão utilizar a Rua Coronel Fonseca. Quem buscar acesso à Unesp de Botucatu, deverá utilizar a Rua Azaleia e em seguida a Rua Hortência.

Os pontos de embarque do transporte coletivo da Vital serão sinalizados com orientações aos passageiros, visto que algumas linhas serão desviadas nos trechos interditados.

Sabesp alerta para aumento de casos de entupimentos da rede de esgoto em Botucatu

Em época de chuvas fortes, a Sabesp reforça dicas para o uso correto da rede coletora de esgoto. Ações simples dos moradores ajudam a evitar o entupimento da rede coletora e o retorno do esgoto para dentro dos imóveis. Não jogar lixo no vaso sanitário nem óleo de fritura na pia são dois exemplos. É importante também verificar se ralos e calhas enviam a água de chuva para a galeria pluvial. Caso elas estejam conectadas à rede de esgoto, podem fazer com que os rejeitos voltem para dentro de casa.

A Sabesp alerta que ligações clandestinas de água da chuva na rede coletora de esgoto aumentam consideravelmente os transbordamentos de poços de visita (local de acesso às tubulações de esgoto) e, consequentemente, de retorno de esgoto em ruas e imóveis, expondo a população a doenças causadas pelo contato com o esgoto extravasado. Em Botucatu, só no último ano, foram realizadas 61 limpezas e desinfecções de imóveis solicitadas por moradores que tiveram problemas com retorno de esgoto.

Ainda nos últimos 12 meses, as equipes operacionais da Sabesp em Botucatu realizaram mais de 1.995 serviços de manutenções nas redes coletoras de esgoto do município, entre desobstruções, consertos e trocas de redes e ramais. São realizados em média 176 atendimentos por mês, porém, em períodos de chuva, esse número aumenta cerca de 24%, ultrapassando 218 intervenções, principalmente nos meses de dezembro e janeiro. Esse aumento se deve, em grande parte, ao lançamento irregular de águas pluviais no sistema coletor de esgoto.

O mau uso das redes de esgoto também prejudica o processo de tratamento de esgoto nas Estações de Tratamento de Esgotos (ETE), comprometendo a eficiência do tratamento do efluente que é devolvido ao meio ambiente. Para se ter uma ideia, apenas na Estação de Tratamento de Esgotos do Lageado, que trata o efluente gerado do município, a Sabesp retira mais de 35,6 toneladas de resíduos por mês no sistema de gradeamento, chegando a um total de 427 toneladas por ano. Objetos como bitucas de cigarro, absorventes, vidros de shampoo, bolas de futebol, tijolos, pedaços de pano e de madeira, que deveriam ser encaminhados para lixo ou para a reciclagem, chegam pela tubulação.

Se liga: água de chuva não pode misturar com esgoto!

No Brasil, é proibido lançar água pluvial nos ramais de esgotos. No Estado de São Paulo, o decreto 5.916/75 determina a regra. Por isso, é necessário que os imóveis tenham duas saídas: a de esgoto e a pluvial.

A primeira recolhe os resíduos do vaso sanitário, chuveiro, pias e tanque. É uma tubulação de menor porte, já que esse volume não costuma sofrer grandes variações. Já a saída pluvial, de tamanho maior, reúne a chuva e a água de lavagem que escoa por ralos e calhas. Os tubos devem ser separados para que o esgoto seja enviado para tratamento e para que as águas pluviais sejam encaminhadas para córregos e rios.

Em alguns imóveis, porém, há uma única saída, fazendo com que a água da chuva seja jogada irregularmente na rede coletora de esgoto. Em época de temporais, como o volume é muito grande, os coletores não conseguem dar vazão, provocando vazamento de esgoto nas ruas ou dentro de casa, especialmente na temporada de chuvas. Da mesma forma, a caixa de inspeção do esgoto não deve ser aberta para escoar a água da chuva.

O uso correto da rede coletora de esgoto ajuda a proteger a saúde e o bem-estar da população, além de contribuir para a proteção do meio ambiente. A primeira ligação para imóveis residenciais é gratuita, e o cliente pode solicitar o serviço pelas agências de atendimento, cujo endereço mais próximo vem impresso na fatura, pelo Disque Sabesp (0800-055.0195) ou pela agência virtual, no site da Sabesp ([http://www.sabesp.com.br)]www.sabesp.com.br) e também pelo aplicativo Sabesp Mobile, disponível nas lojas de aplicativos Android ou IOS.