Artigos do Autor: Fernando Bruder

Queen Tribute Brazil faz show para quase 2 mil pessoas no SESI Botucatu

Apresentação realizada, na última sexta-feira, foi sucesso absoluto de público e crítica

 

Um show para ficar marcado como um dos melhores da história do SESI Botucatu. Assim pode ser resumida a apresentação do Queen Tribute Brazil, na última sexta-feira, 22, que reuniu quase 2 mil pessoas na unidade do SESI-SP de Botucatu.

A atração integra o Projeto Território SESI-SP de Arte e Cultura e marcou o encerramento da programação musical de 2019, que teve início em maio e estendeu-se ao longo do ano com um show por mês no SESI Botucatu.

A expectativa para o show era grande e os fãs, além de terem esgotado os ingressos colocados à disposição, já se reuniam aguardando com ansiedade antes mesmo da abertura dos portões. Entre o público, pessoas de diferentes faixas etárias aproveitavam o ambiente familiar e a estrutura proporcionada pela unidade, como os food trucks e o espaço kids, para se descontraírem antes da apresentação principal.

O “aquecimento” musical ficou por conta de Gisele Barbosa e Banda, que recepcionou o público com rock nacional. E, diante da responsabilidade de ter sido uma das atrações mais aguardadas dos últimos tempos do SESI Botucatu, o Queen Tribute Brazil não decepcionou e confirmou a expectativa apresentando show de qualidade e respeito.

Foram 90 minutos de um espetáculo que permitiu ao público fazer uma viagem sonora pelos clássicos que marcaram a obra de uma das bandas de rock mais aclamadas de todos os tempos, cantando em coro hits como Bohemian Rhapsody, Don’t Stop Me Now, We Will Rock You, entre muitos outros, entoados na potente voz de Roger Santorini, que encantou os presentes com seu talento e simpatia.

A apresentação foi sucesso de público e crítica, que pode ser mensurada pelos comentários positivos nos posts do show feitos nas redes sociais do SESI Botucatu. Todos, sem exceção, elogiaram o espetáculo e foram retribuídos pela própria banda, que agradeceu as mensagens de carinho.

Festival “Dia Mundial do Rock” de Botucatu, é oficialmente integrado como parte do calendário cultural do estado de São Paulo no Diário Oficial

Uma batalha se vence com várias lutas diárias, essa metáfora cabe com perfeição na vida do produtor e organizador do festival, “Dia Mundial do Rock”, Douglas Iglesias, que sempre é realizado dia 13 de julho em Botucatu/SP, passou por alguns problemas que culminaram no atraso e adiamento do mesmo e sua realização, somente podendo ser concretizada entre os dias 15,16 e 17 de novembro.

Na luta diária para fomentar o Rock/Metal em sua região, o evento é organizado e pensado meses ou até mesmo, um ano antes de sua execução. Com ideais que se parecem com os grandes festivais de Metal na Europa, onde bandas de diversos estilos se apresentam conjuntamente, sem qualquer distinção de gênero e jamais segmentando o festival para um único público. O “Dia Mundial do Rock” de Botucatu, comprova que várias tribos podem sim andar e curtir um mesmo role, apreciando, apoiando e reverenciando obras distintas e de altíssima qualidade.

Realizado desde 2013, definitivamente o festival é o maior do estilo feito no interior do estado de São Paulo. A conquista por mais morosa, gradativa e devagar que possa parecer, uma hora chega, e, esse dia de celebrar, finalmente é chegado e oficializado.

Acaba de ser publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, que, “Dia Mundial do Rock” é oficialmente reconhecido como parte do calendário do Estado de São Paulo e sua realização fará parte íntegra da cultura local.

Essa é uma vitória não só de Douglas ou da cidade de Botucatu, mas sim, uma vitória do Underground brasileiro que vê nesse evento, a fomentação, apoio e estrutura impecável para que, músicos e artistas do país, apresentem suas obras com honra, ética, respeito e qualidade.

fonte: www.roadie-metal.com

Botucatuenses vencem Campeonato de Skate em São Manuel

Skatistas de Botucatu, integrantes do projeto Sou Skatista com Orgulho, participaram no domingo (24), em São Manuel, do 1º Campeonato Blood Skate Shop. A competição reuniu atletas divididos nas categorias Mirim, Iniciantes e Amador.

Na categoria Iniciantes, Lucas Gabriel mostrou que está em boa fase e garantiu o primeiro lugar. Já na categoria Mirim, Celso Junior foi o campeão.

fonte: Esportes em Botucatu

Prefeitura abre vagas para curso de qualificação gratuito em Botucatu

A Universidade do Trabalhador e do Empreendedor (UNITE), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, SENAI, abrirá mais 20 vagas aos interessados em se qualificar profissionalmente de graça. As inscrições serão no dia 04 de dezembro (quarta-feira) a partir das 8h30, na Secretaria Municipal de Desenvolvimento, localizada na Estação Ferroviária.

As vagas são para o curso de NR10-Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.

Para realizar a inscrição os interessados deverão apresentar os seguintes documentos: RG, CPF (cópia e original), comprovante de residência (cópia e original), comprovante de escolaridade (cópia e original) e carteira de trabalho (apenas original).

A seleção será feita seguindo alguns critérios como: estar desempregado, não estar recebendo seguro-desemprego, auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, além dos pré-requisitos para o curso, sendo:

Ser maior de 18 anos, ter completado a 4ª série do Ensino Fundamental, ter conhecimentos ou ter concluído curso na área de Eletricidade.

As aulas serão realizadas no SENAI no período de 16 a 20 de dezembro/2019 no horário das 08h às 17h, podendo sofrer alterações.

As inscrições serão por ordem de chegada e atendimento aos pré-requisitos, e encerradas assim que for preenchido o número de vagas.

Mais informações:
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda
Rua Benjamin Constant, 161 – Vila Jaú (Estação Ferroviária)
Fone: 3811-1443

HC de Botucatu realiza tratamento inédito no SUS para câncer no fígado

Uma equipe do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (100 quilômetros de Bauru) conseguiu reduzir um tumor cancerígeno de um paciente ao utilizar uma técnica conhecida como radioembolização. O procedimento é inédito no Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ajudar no tratamento do câncer hepático, mas ainda está em fase de pesquisa.

Por ser um projeto de pesquisa, o tratamento ainda não pode ser oferecido a todos os pacientes, mas indica um avanço no controle de tumores no fígado.

A técnica utiliza a radiação para o tratamento de tumores e metástases hepáticos. O processo consiste em injetar princípios radioterápicos diretamente no tumor, através da artéria hepática.

“O procedimento não é curativo, porém pode causar uma redução considerável no tamanho do tumor, evitando que ele cause mais danos ao paciente portador dessa condição patológica”, explica o médico Fernando Gomes Romeiro, docente de Clínica Médica e autor do estudo.

O procedimento foi realizado em um paciente do sexo masculino, de 75 anos, que se encaixava nos critérios de inclusão do estudo.

Segundo Romeiro, o tratamento teve uma resposta além da esperada, com redução de quase 80% do tumor.

“O tratamento anterior foi feito por um procedimento semelhante, sendo utilizado um quimioterápico no lugar do material radioativo, porém, não houve redução do tumor. Era como se o paciente não tivesse recebido nenhum tratamento. Desta vez, com a radioembolização, foi possível reduzir grande parte do volume tumoral”, disse.

O paciente ficou internado três dias, até que a radioatividade baixasse a níveis seguros. Em seguida, ele foi liberado para voltar para casa.

Considerada um tratamento de última geração, a radioembolização nunca havia sido realizada no SUS por envolver alto custo e exigir muita capacitação.

Conforme o médico, no Brasil, apenas o hospital Sírio Libanês, na capital paulista, utiliza essa técnica no combate ao câncer hepático.

“Apesar de ser uma grande satisfação realizar este tratamento no SUS, é preciso ressaltar que ele ainda não está disponível no sistema público, tendo sido realizado em trabalho de pesquisa. De qualquer forma, é um avanço e continuaremos trabalhando para oferecer essa alternativa aos pacientes”, disse.

O projeto foi apoiado financeiramente pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O tratamento ao paciente envolveu equipes multiprofissionais dos serviços de oncologia, hepatologia, medicina nuclear, hemodinâmica e radiologia do hospital de Botucatu, vinculado à Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Uso de radiação no tratamento

O uso de radiação em tratamentos para a destruição de tecidos humanos é polêmico por muitos motivos, entre eles o desconhecimento.

Segundo a docente da disciplina de Medicina Nuclear da FMB/Unesp, professora doutora Sônia Moriguchi, existe um estigma em relação ao uso da energia nuclear. “Toda vez que ouvimos sobre radiação nuclear, relacionamos o assunto a grandes catástrofes, como a Segunda Guerra Mundial, Chernobyl e recentemente em Fukushima. Nesses casos, a quantidade de radiação é bilhões de vezes maior da utilizada na área médica”, explica.

“Mesmo sem ver a radiação, podemos medir exatamente os níveis da radioatividade e saber se a pessoa deve ficar em local próprio e evitar o contato com outras pessoas ou se já está pronta para voltar para casa”, complementa Moriguchi.

fonte: JCNet

COnfraternização e diversão marcam a Diverge Gravel Race Brasil Ride

A segunda edição da Diverge Gravel Race Brasil Ride é mais uma vez um sucesso, realizada neste sábado (23) em Botucatu, na Cuesta Paulista. Em clima de encontro com amigos, o evento reuniu no Celeiro Restaurante cerca de 150 ciclistas de todo País, que encararam percursos com lindos visuais em duas distâncias: a dos 90 km e 1.292 m de altimetria acumulada, em sua estreia no evento, e o percurso de 65 km, com altimetria acumulada de 1.172 m.
“Foi diversão para todo mundo. A competição foi muito dinâmica com trocas de posições entre os líderes. O que é muito legal da Gravel é esse ambiente relaxado, que apesar de competir sempre é um ambiente amigável e diferente. Como ninguém entende nada desse negócio todo mundo fica igual e vira criança para se divertir em cima da bicicleta”, comentou Mario Roma, fundador da Brasil Ride.

O Brasil é definitivamente o País para as bicicletas de Gravel, capaz de percorrer estradas de asfalto e percursos “off-road” como pavimentos em terra, cascalhos e até trilhas leves, onde cada vez mais os atletas estão se aventurando na nova modalidade.

“O desempenho da minha Diverge foi sensacional. Nunca tinha corrido com este tipo de bicicleta. A agilidade e a velocidade que ela te entrega é igual uma road, que estou acostumado. Então coloquei muita confiança e somente errei em alguns trechos por mera inexperiência na modalidade”, disse o campeão geral Douglas Santiago, da equipe Velo48 de São Paulo (SP), que completou os 90 km de percurso em 3h2min50seg, numa velocidade média de 30.5 km/h, em que assegurou o título somente a quatro quilômetros do final após um duelo contra o atleta Vitor Fonseca, da Cadence Bicicletas.

“Foi um percurso duro com muitas subidas, mas ao mesmo tempo muito divertido, já que a Gravel é uma bike rápida, diferente de uma mountain bike “, explicou Michel Fernandes, da loja BikeShow de Maringa (PR), que viajou quase 500 quilômetros para vivenciar essa experiência e ainda terminar em top 5 geral.
Já a mulher mais rápida foi novamente Victoria de Sá, da equipe Fuga de São Paulo (SP) com o tempo de 3h50min30seg, seguida por Cristiane Silva (3h54min49seg) e Bianca Julio 4h14min03seg. Todos os atletas que completaram o percurso puderam sentir-se vencedores por serem protagonistas de um momento histórico do ciclismo brasileiro.

“Foi apenas a segunda vez de uma prova exclusiva de Gravel com todo o clima, espírito e identidade própria”, acrescentou Mário Roma. Outro aspecto importante foi o evento ocorrer no sábado de tarde: “Pensamos na comodidade do ciclista, assim os participantes podem curtir a prova e o happy hour e, no dia seguinte, retornarem com segurança para suas casas” – complementou Eduardo Gasperini, diretor de Marketing e Desenvolvimento de Mercado da Specialized Brasil.

Inovar ou Morrer – Desde que a Specialized foi fundada em 1974, o DNA da marca sempre foi a inovação. Sob o lema “Innovate or Die” (Inovar ou Morrer), a marca desenvolveu os melhores equipamentos e bicicletas com benefícios cientificamente comprovados. E neste espírito de inovação é que nasceu a Diverge Gravel Race Brasil Ride em 2019 agora com duas edições.
A Specialized oferece em sua linha o modelo Diverge, bicicleta específica para Gravel com tamanhos de rodas aro 700 e com guidão Drop (tipo curvado usado no ciclismo estrada) concebidas para ciclistas que apreciam andar rápido em quaisquer condições.

Uma Gravel bike não é mountain bike nem estrada. Ela mistura os elementos das bikes de estrada (speed), caracterizadas por pneus finos e geometria agressiva, somados a capacidade de encarar os terrenos irregulares do mountain bike, como pisos mistos de terra, grama, pedriscos ou qualquer outro tipo de superfície.

As “bikes para cascalhos”, numa tradução livre e simplista são uma nova e crescente tendência no mundo do ciclismo. As Gravels desafiam os limites do que se é possível fazer com uma bike de estrada, estimula a divergir e buscar a aventura onde antes não era possível com uma bicicleta de estrada tradicional.

Ciclistas participaram da 9ª etapa da Copa Sudoeste de MTB

Vários ciclistas de Botucatu participaram no domingo (24), da 9ª etapa da Copa Sudoeste de MTB, realizada em Itaí. Os participantes foram divididos em várias categorias.

Na categoria Elite Masculino, Lauro Linhares foi o 3º colocado. Maicon Augusto ficou em 9º lugar. Karine Souza Costa foi a segunda colocada na Elite Feminina.

Na categoria Junior, Pedro Henrique Gonçalves foi o segundo colocado. Nicolas Egilio Bicudo foi o 7º colocado na categoria Junior. Já Telmo Carlos de Oliveira foi o segundo colocado na categoria Master Pro B. na categoria Juvenil, Gustavo Puelker de Paula Eduardo foi o terceiro colocado e na categoria Master C Sport, Luis Gustavo Fávaro chegou em 6º lugar e Henrique de Paula Eduardo foi o 23º.

Fonte: Esportes em Botucatu

Dojo Kazoku é destaque em Botucatu no Karatê

O Projeto Dojo Kazoku tem como finalidade retirar as crianças e adolescentes de situação de risco e auxiliar pais e professores na formação do caráter e da cidadania com base na disciplina praticada no karatê.
Destacamos as conquistas dos atletas de alto rendimento: Rafael Ramos, bronze no Campeonato Paulista e no Campeonato Brasileiro em 2017, Campeão do Open Arnold Classic 2018. Giovani Cavalari de Lima, campeão Paulista em 2018.
As famílias dos atletas realizam atividades sociais em comunidades carentes da cidade com objetivo de ampliar e fortalecer as intervenções em situações de carência cultural, esportiva e social em Botucatu.
Realizamos campanhas de arrecadação e levamos a boa energia do karatê para crianças e adultos em situação de tratamento de saúde, além de permitir a troca de experiências com nossos alunos.
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O Projeto Social Dojo KAZOKU a principio tinha a pretenção de manter suas atividades direcionadas ao setor norte da cidade, mais devido a procura e cumprindo o objetivo das portas abertas para integrar o Karatê com a comunidade e famílias atendidas.

Hoje são 46 alunos inscritos de varios bairros da cidade, que comparecem aos treinos no Barracão de esportes do Campo do Inca nas terças, quartas e quintas-feiras, e também aos  sábados na escola Angelino de Oliveira.

Acontecem periódicamente treinos ao ar livre e com recreações e inclusão das famílias e comunidade, palestras aos alunos e familiares, visitas em entidades e comunidades carentes.

São feitas também campanhas incluindo parceiros e a comunidade em prol nem sempre ao nosso projeto, e sim já conseguimos beneficiar outros projetos e familias carentes da cidade de Botucatu.

 

 

Confira alguns depoimentos de alunos e colaboradores do projeto

 

“Projeto Dojo Kazoku” Significa como o próprio nome diz: FAMÍLIA
Como toda boa família aprendemos a respeitar uns aos outros, crescer uns com os outros!
Nos faz ser melhores pessoas pois é necessário vencer a si mesmo em cada treino!

Yuri Yamada

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“Bom, o projeto Dojo Kazoku significa para mim, união, seriedade e amizade. Não aprendemos apenas a ter diciplina, aprendemos a ser pessoas de bem e responsáveis.”

Amanda Barboza

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“É a melhor parte de mim, onde fui acolhida e despertou novamente minha paixão de outrora pela vida, é simplesmente a família que escolhi!! “

Alice Rodrigues Alves

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“O Projeto Dojo Kazoku ñ é só um projeto e sim uma família acolhedora… onde as crianças aprendem a importância em fazer uma atividade física q podem ser levadas pelo resto da vida… obtendo uma ótima postura e disciplina de forma construtiva e educativa…”

Gisele Regina Pereira da Silva

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“Para mim o Dojo Kazocu é a tradução do amor pelo próximo. Lá me sinto acolhida e posso compartilhar minhas vivências.
Precisamos uns dos outros e quando nos reunimos no Dojo , o amor nos aproxima e nos transforma em verdadeiros irmãos.”

Cláudia Gabriel

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“Para mim não é fácil escrever sobre o significado do Karatê na minha vida.

Karatê pra mim sempre foi uma vontade de treinar mas só pude ter está oportunidade hoje aos 37 anos de idade. Estou a pouco mais de dois meses treinando e costumo dizer que eu sabia que tinha que treinar Karatê, embora não soubesse ainda do que se tratava tal arte, nem o quanto ela influenciaria minha vida, saúde e na forma de me relacionar com as pessoas, mas algo dentro de mim falava isso.

Quando comecei a treinar Karatê, lembro que foi uma realização pra mim, tudo novo, muitas dificuldades, mas era isso o que me impressionava, e ainda impressiona, a busca de uma perfeição inatingível e depois desses dois meses comecei a enfrentar a vida de outra forma, fiquei mais disciplinado, passei a buscar meus objetivos com mais garra, com mais vontade de vencer e aprendi que quanto maior fosse a dificuldade, maior seria o orgulho em dizer: “eu consegui!” Fosse na execução de um kata bem feito ou uma prova na faculdade.

O Karatê me fez conhecer pessoas maravilhosas, a fazer amigos e me ensinou, ”a saber,” administrar a timidez. O Karatê melhorou além da minha forma física, a minha saúde, pois desde que iniciei a prática, nunca mais fiquei doente, nem uma gripe, e isso se dar pela prática constante que mantém o meu organismo sempre trabalhando em ótimas condições.

Hoje percebo que o Karatê é mais que um esporte, eu diria que virou o meu “estilo de vida”, pois Karatê é muito mais que socos e chutes, é impossível transmitir o que eu sinto pelo Karatê através de palavras, é preciso estar na “minha pele” para saber o quão importante é.

Devo agradecer primeiramente a Deus que colocou o Karatê no meu caminho, ou melhor, que me colocou no caminho do Karatê, aos meus companheiros de treino que contribuíram, e contribuem, para o meu crescimento no Karatê e na vida, ao meu filho Guilherme que aos 6 anos já me acompanha e que se Deus permitir será mais um orgulho para nosso Dojo, a minha esposa que está começando a trilhar esse caminho conosco e que também é outra fonte de inspiração para mim, ao meu Sensei José Pacheco que. acolheu a mim e a minha família e que nos dá todo o ensinamento e que nos trata como uma família. Oss.

Allan Tomazela de Camargo

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“O projeto Dojo kazoku é uma família que mora no meu coração. Só acrescentou na vida do meu filho, trouxe responsabilidade, amadurecimento,
respeito, seriedade, compromisso… São tantos adjetivos que a gratidão é eterna

Projeto Dojo kazoku é mais que nota MIL!!!!”

Zenilde Aparecida do Carmo Barros

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“O karatê pra mim dez de que entrei não sai mais.

Muitos me perguntam o porque desse apego pelo karatê e sobre o porque de começar nesse esporte e que não tem nada a ver comigo mas eu respondo que o karatê mudou completamente minha vida.

Hoje tenho muita vontade de treinar e eu digo que experimentei e amei o Dojo Kazouku porque eles são tudo para mim, é afeto amor, carinho e é tudo isso que me manteve lá e me mantêm lá hoje. Tenho orgulho de dizer que faço parte da família Dojo Kazouku”.

Sophia Louzada Jacoia

 

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“O DOJO KAZOKU é para mim: família, onde todos cuidam uns dos outros. Lá procuro ensinar o verdadeiro caminho da bondade, amizade, e respeito; onde os atletas podem receber seus familiares para sentir o calor humano. Sobre os alunos: posso dizer que nessa história aprenderam que a medalha é uma conquista, mais a verdadeira medalha está ao lado deles, que são os amigos que conquistaram com muito respeito, educados demais.

Eu sempre falo que o projeto foi criado para ser um braço prolongado dos pais, assim podemos ajudar na formação de seus filhos, não só com o karate, mas sim com histórias de pessoas diferentes umas das outras, onde o conselho ajuda muito a dar mais que só um caminho para seguir, e sim muitas escolhas. Sobre a vida dos alunos:1 respeitar pai mãe e os mais velhos, 2 igreja não importa, a religião sim 3 Escola: onde procuro verificar disciplina eu vou na escola saber, 4 responsabilidade e respeito com os amigos, 5 no projeto não mostramos medalhas.

 Aqui no DOJO KAZOKU tem campeão Paulista e Vice campeão Brasileiro e mesmo assim não mostramos medalha. Os alunos entendem que todas as conquistas são fruto de muito trabalho e treino com os amigos. A medalha fica na parede. A maior medalha está no peito que é o coração.

Com essa filosofia estamos tornando o projeto uma referência para treino e família.

O projeto DOJO KAZOKU é um diferencial na família da vila Antártica e Botucatu.”

Sensei José Pacheco

 

 

SEJA UMA EMPRESA PARCEIRA DO DOJO KAZOKU

Os competidores do Dojo Kazoku participaram, nos últimos meses, de diversos campeonatos regionais, estaduais e nacionais do karatê. Ao ser uma empresa amiga de nosso projeto, patrocinando nossos alunos, a sua marca, além de estar presente em nossas conquistas, ainda colabora para que o karatê continue transformando a vida de crianças e adolescentes. Sonhe conosco: acredite, e ajude-nos a realizar.
 Contato: 99772 5921.

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A Dojo Kazoku tem o apoio da Rede Alpha de Comunicação e Hashtag Brasil