Artigos do Autor: Fernando Bruder

Moradores denunciam omissão da Prefeitura diante de erosão, esgoto a céu aberto e risco à população

Moradores da Vila Ema voltam a denunciar o que classificam como abandono do poder público municipal. A equipe da Rede Alpha de Comunicação esteve novamente no bairro, já conhecido pelas recorrentes queixas de erosão, acúmulo de mato, falta de limpeza e problemas estruturais. Desta vez, o foco das reclamações é o escoamento de água e o lançamento de esgoto a céu aberto que já virou algo rotineiro, situação que, segundo os residentes, tem provocado danos materiais e colocado famílias em risco.

Um morador relatou que precisou adotar medidas paliativas para conter o avanço da erosão em sua propriedade. De acordo com ele, cerca de 33 caminhões de terra foram utilizados para minimizar o problema, material que teria sido obtido por meio de doação. “A erosão estava muito grande, destruiu parte do muro e afetou a galeria lá embaixo. Aqui é muito difícil. Além do esgoto correndo a céu aberto, ainda enfrentamos o descarte irregular de lixo, que vem até de caminhões”, afirmou.

Os relatos também apontam para um problema crônico de infraestrutura. A canalização existente, além de não ser fechada, receberia não apenas esgoto, mas também grande volume de águas pluviais vindas de regiões mais altas da cidade. Em períodos de chuva, moradores afirmam que o fluxo intenso agrava o processo de erosão, danificando muros e ameaçando residências localizadas em áreas mais baixas. “Quando chove, é muita água. Se alguém cair nessa galeria, pode morrer”, alertou o morador.

Quanto ao vazamento de esgoto registrado várias vezes, o residente informou ter comunicado a SABESP, concessionária responsável pelo saneamento, destacando que esse tipo de ocorrência costuma ser resolvido com maior rapidez, mas infelizmente é constante. Já em relação às demandas direcionadas à Prefeitura, a principal crítica é a demora ou ausência de providências. “A gente faz protocolo, procura solução, mas a sensação é de que estamos largados”, desabafou.

Além dos danos estruturais e sanitários, a situação também levanta preocupações de segurança. A presença de montantes de terra improvisados e a deficiência de iluminação pública no trecho aumentariam o risco de acidentes, especialmente no período noturno. Moradores cobram uma solução definitiva para os problemas de drenagem, contenção de erosão e saneamento, ressaltando que os transtornos na Vila Ema não são recentes, mas persistem há anos sem resolução efetiva.

Confiram a Matéria na Íntegra:

Vila Ema volta a denunciar abandono e cobra ações urgentes da Prefeitura de Botucatu

A equipe da Rede Alpha esteve novamente na Vila Ema, em Botucatu, após receber diversas reclamações de moradores sobre o que classificam como abandono do bairro pelo poder público. Segundo relatos, os problemas se arrastam há anos e se repetem a cada período de chuvas: mato alto, erosões, asfalto deteriorado, acúmulo de lixo, falhas na drenagem e riscos na rede elétrica. A sensação, de acordo com a comunidade, é de que as demandas da região não têm recebido a devida atenção da Prefeitura.

Morador antigo e conhecido por cobrar providências, Reginaldo afirma que a situação é “a mesma novela de sempre”. Ele aponta o crescimento do mato em vias importantes, como o acesso ao Banco de Alimentos, e critica o que considera soluções paliativas. Um dos pontos mais preocupantes, segundo ele, é a erosão na Rua Franklin de Matos, agravada pela falta de escoamento adequado das águas pluviais. “Não adianta empurrar com a barriga. Quando a gente cobra, dizem que o morador é chato, mas queremos melhorias para o bairro”, desabafa.

Além dos danos provocados pela chuva, os moradores relatam riscos envolvendo a rede elétrica, com galhos próximos à fiação, o que já teria causado interrupções no fornecimento de energia. O acúmulo de lixo em alguns trechos e a precariedade da malha viária também estão entre as queixas. Outro problema citado é a ausência de infraestrutura em ruas previstas no mapa oficial do município, mas que, segundo os residentes, nunca foram efetivamente abertas.

A comunidade também questiona a aplicação de recursos públicos destinados à infraestrutura. Reginaldo menciona a divulgação de investimentos milionários para obras no município e cobra que parte dessas verbas contemple as necessidades da Vila Ema. “A gente paga impostos, mas não vê o retorno em serviços básicos aqui”, afirma.

Os moradores ainda destacam a questão da segurança, especialmente em áreas de passagem utilizadas por estudantes e trabalhadores. Trechos com mato alto e pouca manutenção, segundo eles, tornam o deslocamento inseguro, sobretudo à noite. “Não é apenas estética, é segurança pública”, reforçam.

Diante das reclamações, os residentes pedem uma resposta efetiva do Executivo municipal e das secretarias responsáveis, com ações de zeladoria, drenagem, recuperação viária, poda preventiva e fiscalização. A população afirma que continuará cobrando providências para que os problemas históricos do bairro sejam, enfim, solucionados.

Confiram a reportagem:

https://youtu.be/zeCj9RzHZDM

Motociclista morre após ser atingido por linha de pipa na Rodovia Marechal Rondon, em Bauru

Um motociclista morreu na tarde de domingo (15) após ser atingido por uma linha de pipa no quilômetro 343 da Rodovia Marechal Rondon (SP-300), no sentido leste, em Bauru (SP). Outra pessoa envolvida na ocorrência sofreu ferimentos leves.

Segundo a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o condutor perdeu o controle da motocicleta após o impacto com a linha e caiu no acostamento por volta das 14h. A perícia foi acionada e realizou os trabalhos no local.

De acordo com a Viarondon, não houve registro de congestionamento. A motocicleta foi retirada por um parente da vítima, e o acostamento foi liberado após a chegada da funerária.

Foto: ARTESP

Lancha pega fogo na prainha de Arealva e deixa adulto e criança feridos

Uma lancha incendiou na manhã deste domingo (15) na prainha de Arealva, provocando momentos de tensão entre ocupantes da embarcação e frequentadores que estavam no local. Imagens registradas por testemunhas mostram uma densa coluna de fumaça durante o incêndio, que rapidamente chamou a atenção de quem estava nas proximidades.

De acordo com informações preliminares, uma criança sofreu queimadura na perna e um adulto teve ferimentos no braço. As vítimas foram socorridas por equipes do Samu. As circunstâncias do incêndio ainda são desconhecidas, e até o momento não havia confirmação de boletim de ocorrência. A embarcação teria sido praticamente consumida pelas chamas.

 

Colisão frontal na SP-255 deixa oito feridos entre Jaú e Barra Bonita

Uma colisão frontal registrada no início da tarde deste domingo (15) deixou oito pessoas feridas na rodovia Otávio Pacheco de Almeida Prado (SP-255), que liga Jaú a Barra Bonita. O acidente ocorreu nas proximidades do acesso a Barra Bonita, envolvendo um GM Ônix, que seguia no sentido Igaraçu do Tietê, e um GM/Prisma, que trafegava em direção a Jaú.

De acordo com a Polícia Rodoviária, cinco ocupantes do Ônix e três do Prisma sofreram ferimentos leves. As vítimas foram socorridas por equipes do Corpo de Bombeiros e por ambulâncias do município. A concessionária Via-Paulista também prestou apoio na ocorrência. O registro do acidente consta no sistema da Artesp, porém, até o momento, a dinâmica da colisão não foi informada.

Foto: ARTESP

Empresário morre após caminhonete cair de ponte no rio Paranapanema

O empresário Roberto Siqueira, de 64 anos, um dos proprietários da Gobeche Chocolates, morreu neste sábado (14) após a caminhonete que dirigia cair da ponte sobre o rio Paranapanema. O acidente ocorreu no quilômetro 273 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), no trecho de Itaí, na região de Avaré. Ele deixa esposa e uma filha.

De acordo com informações do portal do Sudoeste Paulista, por razões ainda a serem esclarecidas, a Volkswagen Amarok conduzida pelo empresário rompeu a mureta de proteção da ponte e despencou no rio. Equipes do Corpo de Bombeiros de Itaí e Avaré realizaram buscas e retiraram o corpo da vítima do veículo por volta das 19h30. A ocorrência mobilizou também a Polícia Militar Rodoviária, o Samu e o DER. O sepultamento ocorreu na tarde deste domingo (15), no Cemitério de Santa Cruz do Rio Pardo.

Local onde ocorreu o acidente – Portal do Sudoeste Paulista/Reprodução

Mortandade de peixes acende alerta ambiental no Lago do Silvério, em Jaú

A manhã deste domingo, 15 de fevereiro, foi marcada por um cenário preocupante no Lago do Silvério, em Jaú. O cartão-postal da cidade amanheceu com água turva, forte odor e peixes mortos em diferentes pontos, situação que reforçou a apreensão de frequentadores e moradores da região.

O episódio ocorre em meio a relatos de vazamento de esgoto, problema que já vinha sendo questionado pela população e que, segundo moradores, ainda não teve solução definitiva. Além do lixo acumulado nas margens, a mortandade de peixes agravou a percepção de degradação ambiental e gerou novas cobranças por providências efetivas.

Durante a manhã, equipes realizaram intervenções no local. Uma máquina do Cepron atuou na limpeza do lago, enquanto a concessionária Águas de Jaú iniciou trabalhos técnicos na área afetada. A ocorrência foi acompanhada por um funcionário da agência reguladora Saemja e pelo secretário de Mobilidade Urbana, Márcio PX. Moradores afirmaram não ter visto representantes da área ambiental no período.

A comunidade local voltou a pedir medidas estruturais, argumentando que ações paliativas adotadas anteriormente não resolveram a origem do vazamento. Diante da gravidade do quadro, moradores defendem que o caso seja tratado como prioridade ambiental, com resposta rápida, transparência e soluções duradouras.

Nota da Prefeitura de Jaú

Em comunicado oficial, a Prefeitura de Jahu informou que, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), acompanha os trabalhos de desobstrução da rede de esgoto após o entupimento que provocou o vazamento no Lago do Silvério. Segundo a administração, os serviços estão sendo executados pela concessionária Águas de Jahu, que realiza escavações e análises técnicas para identificar o ponto de origem do problema.

Ainda conforme a nota, o prefeito Ivan Cassaro e o secretário Márcio de Almeida estiveram no local na manhã deste domingo para acompanhar as providências. A Prefeitura também declarou ter comunicado a CETESB e a Polícia Militar Ambiental sobre a situação, destacando compromisso com a transparência, a responsabilidade ambiental e a preservação do patrimônio público.

Dupla é detida em flagrante pela GCM após furto em creche na Fazenda Lageado

Dois homens foram presos em flagrante pela Guarda Civil Municipal (GCM) na madrugada de 14 de fevereiro, após um furto em uma creche situada na região da Fazenda Lageado, em Botucatu.

Segundo informações da corporação, por volta de 1h da manhã, a equipe foi acionada pelo Centro de Operações Integradas (COI) e iniciou buscas pelas imediações. Os suspeitos foram localizados na Rodovia Alcides Soares, nas proximidades da Fazenda Lageado, enquanto empurravam um carrinho de mão carregado com objetos.

Com a dupla, os agentes encontraram botijões de gás, torneiras e produtos de limpeza, itens reconhecidos como pertencentes à unidade de ensino. Durante a abordagem, os indivíduos admitiram o furto e informaram que romperam o cadeado do imóvel para acessar o local.

A equipe de segurança da Fazenda Lageado foi acionada e confirmou a invasão. Os detidos foram encaminhados ao Pronto-Socorro para avaliação médica e, posteriormente, apresentados no Plantão Policial.

Após os procedimentos de praxe, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de furto. Os suspeitos permaneceram à disposição da Justiça.