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Petrobras reduz preço do diesel em R$ 0,17 a partir de 1º de abril

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (31) a redução de R$ 0,17 por litro no preço do óleo diesel A (utilizado na produção do óleo que chega aos consumidores). A diminuição de 4,6% passa a valer a partir de terça-feira (1º).

O anúncio foi feito pela presidente da estatal, Magda Chambriard, durante lançamento de um programa para aquisição de crédito de carbono, na sede da companhia, no Rio de Janeiro.

novo valor do combustível vendido às refinarias será, em média, de R$ 3,55 por litro. De acordo com cálculos da empresa, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará a ser de R$ 3,05/litro, uma redução de R$ 0,15 a cada litro de diesel B.

A última mudança no preço do diesel tinha sido em 1º de fevereiro, quando houve alta de R$ 0,22.

A Petrobras informou que, com o novo preço de abril, o diesel barateou R$ 0,94 por litro, representando recuo de 20,9% desde dezembro de 2022, quando houve a mudança de governo Bolsonaro para Lula. Considerando a inflação do período, a redução chega 29%, informou a estatal.

Magda Chambriard reforçou a defesa da política de preços da companhia, alterada em 2023. A atual política é considerada como “abrasileiramento” dos valores, pois leva em conta fatores como o custo da produção de petróleo no Brasil e a participação da Petrobras no mercado consumidor.

A intenção é não trazer para o consumidor brasileiro as flutuações bruscas dos preços internacionais e manter a estatal competitiva, para não perder mercado para concorrentes. “A gente olha preço a cada 15 dias”, afirmou a presidente.

“Se precisar subir, a gente sobe, se precisar descer, a gente desce. Neste momento, o que a gente está dizendo é: o abrasileiramento de preços de combustível no Brasil gerou uma economia relevante para a sociedade brasileira.”

Fonte: Agência Brasil

Foto: Minervino Júnior

Homem é preso suspeito de estupro e cárcere privado em Botucatu

Um homem foi preso em flagrante no último sábado (29) na Vila São Lúcio, em Botucatu, após uma ação conjunta da Polícia Civil e da Guarda Civil Municipal (GCM). Ele é suspeito de cometer crimes de estupro, cárcere privado, ameaça e lesão corporal contra sua companheira.

A Polícia Civil recebeu uma denúncia anônima e solicitou o apoio da GCM para verificar a situação. No local, os agentes encontraram a vítima, que demonstrava sinais de medo e tentava se comunicar por gestos quando o suspeito não estava olhando, conforme registrado no boletim de ocorrência.

Em depoimentos separados, a mulher relatou que estava sendo mantida em cárcere privado em sua própria residência após expressar o desejo de terminar o relacionamento, alegando não suportar mais os abusos. Ela também afirmou estar sendo dopada com medicamentos, além de sofrer agressões físicas constantes, apresentando diversos hematomas e marcas pelo corpo.

A vítima também denunciou ter sido repetidamente ameaçada e forçada a manter relações sexuais com o suspeito. Todas as alegações foram detalhadas no boletim de ocorrência da Polícia Civil.

Diante das evidências, o homem recebeu voz de prisão em flagrante. Ele e a vítima foram conduzidos separadamente ao pronto socorro para a realização de exame de corpo de delito.

No plantão policial, foi formalizado o boletim de ocorrência pelos crimes de estupro, cárcere privado, ameaça e lesão corporal, enquadrados no Código Penal e na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), que versa sobre violência doméstica. O suspeito permanece à disposição da Justiça.
A vítima recebeu medidas protetivas de urgência, garantindo seu afastamento do agressor e outras formas de amparo legal e policial.

 

Homem tem surto e joga telhas em pedestre e veículos em Bauru

Um homem subiu no telhado do prédio de uma igreja na manhã desta segunda-feira (31), causando a interdição do trecho da rua Virgílio Malta, quadra 7 em Bauru. Em surto começou a jogar telhas em veículos que passavam pela rua, que ficou totalmente interditada até a última atualização dessa reportagem. Ninguém se feriu e equipe negociou a descida do homem.

O incidente foi registrado por volta das 7h45, quando o homem começou a arremessar telhas ao chão. O Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e até o helicóptero Águia foram acionados, e equipes do Samu ficaram de prontidão no local.Foto: Reprodução

 

 

Polícia Civil de Botucatu incinera 45 kg de drogas apreendidas

Nesta sexta-feira (28), em uma demonstração da efetividade das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas na região, a Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Botucatu, em conjunto com a Delegacia de Polícia de Pardinho, realizou a incineração de um total de 45 kg de drogas. A ação, que contou com autorização judicial e a supervisão do Ministério Público e da Vigilância Sanitária, destruiu significativas quantidades de maconha, cocaína e crack apreendidas em diversas diligências policiais realizadas na área da Delegacia Seccional de Botucatu.

A expressiva quantidade de entorpecentes incinerada, resultado do trabalho contínuo e integrado da Polícia Civil e demais órgãos de segurança, reforça o compromisso das autoridades em desarticular o crime organizado e reduzir a circulação de drogas na região. As apreensões que culminaram nesta incineração são um indicativo do esforço policial em identificar e deter indivíduos envolvidos no tráfico, impactando diretamente a criminalidade e promovendo mais segurança para a população da Seccional de Polícia de Botucatu.

A operação de incineração seguiu rigorosamente os protocolos legais, garantindo a transparência e a legalidade do processo. A presença de representantes do Ministério Público e da Vigilância Sanitária atesta o cumprimento das normas sanitárias e ambientais, bem como a lisura de todo o procedimento.

A Polícia Civil de Botucatu reitera seu compromisso com a segurança pública e a intensificação das ações de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado, contando com a colaboração da população para o sucesso dessas iniciativas. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais de comunicação da polícia.
através do número 181.

Polícia Civil

Prefeito de Botucatu dispensa mais uma empresa que era de confiança do ex-prefeito Pardini

A decisão do atual prefeito de Botucatu, Fábio Leite, de dispensar a segunda empresa que desempenhava um papel crucial em várias obras de infraestrutura na cidade tem gerado desconforto e desconfiança entre os moradores.

A referida empresa, que era uma das principais parceiras da gestão do ex-prefeito Mário Pardini, esteve envolvida em diversos projetos importantes para o município durante os seus dois mandatos.

O fato de o atual prefeito ser do mesmo grupo político de Pardini e ter exercido cargos-chave em sua administração — como secretário de Fazenda, secretário de Governo e secretário de Planejamento — levanta questionamentos sobre a transparência e os motivos por trás dessa mudança.

Isso porque durante o tempo em que ocupou esses postos, Fábio Leite foi o braço direito de Pardini e o responsável pela negociação e gestão dos contratos com essa empresa, o que amplia as dúvidas sobre a decisão tomada agora.

A dispensa dessa empresa tem causado estranheza, pois, além de ter sido um parceiro fiel em várias obras realizadas nos últimos anos, o relacionamento entre a empresa e a administração de Pardini sempre foi considerado sólido.

A população, que acompanhou de perto os avanços proporcionados por essas obras, não esconde o receio de que a decisão possa ter outros interesses por trás, uma vez que o atual prefeito, assim como Pardini, integra o mesmo bloco político.

A falta de explicações claras sobre a decisão tem alimentado a sensação de insegurança em relação à gestão pública atual. Questionamentos sobre a escolha das novas empresas para substituir a que foi dispensada e o impacto disso nas obras planejadas; bem como, dos custos que o município terá para refazer as obras mal feitas da empresa.

Muitos questionamentos estão sendo feitos pelos cidadãos, nas redes sociais, temendo que essas mudanças possam prejudicar a continuidade do desenvolvimento de Botucatu.

Além disso, os vídeos do prefeito Fábio Leite tem gerado nas pessoas a preocupação de que as obras, inauguradas na gestão de Pardini, não são de qualidade.

Por enquanto, o prefeito não se manifestou oficialmente sobre as razões para a dispensa da empresa, e a população segue atenta, esperando por respostas que esclareçam a situação.

O cenário, ainda incerto, está gerando um clima de desconfiança que pode impactar ainda mais a aprovaçãodo atual governo e abalar a confiança dos moradores em relação ao ex-prefeito Mário Pardini.

Mais um secretário municipal é exonerado no governo Fábio Leite em meio à crise da saúde em Botucatu

Os casos de dengue no município de Botucatu seguem sem dar trégua. Porém, o governo de Fábio Leite enfrenta mais uma turbulência administrativa. Em meio ao estado de emergência declarado desde janeiro devido ao surto de dengue, mais um secretário municipal foi exonerado de seu cargo e justamente, o Secretário de Saúde, Eder Luppi. A exoneração ocorre em um contexto marcado pela ineficiência dos serviços públicos de saúde, agravada por obras inacabadas no hospital do bairro e postos de saúde que não conseguem atender adequadamente a população.

Apesar do prefeito tentar explicar os motivos da exoneração, a população não compreendeu que o secretário foi contratado para ficar tão pouco tempo no governo, por menos de 100 dias.

O Prefeito tenta justificar dizendo que o secretário só aceitou o cargo para dar início à três missões:

1. Cuidar do projeto da Dengue;
2. Iniciar as atividades do Hospital do Bairro;
3. Iniciar as atividades da Unidade de Saúde do Cachoeirinha.

Em relação à Dengue ele disse que os casos estão controlados. No entanto, Botucatu continua com alerta vermelho em relação à Dengue, segundo o Relatório da Situação das Arboviroses em Botucatu – São Paulo, realizado pela Fundação Osvaldo Cruz, a Fiocruz.

Os dados podem ser acessados em:
https://info.dengue.mat.br/report/SP/3507506/202513

De acordo com o relatório da Fiocruz, no município existem condições ambientais favoraveis à transmissão viral e aumento dos casos de Dengue. Só esta, 12a. Semana Epidemiológica, foram 330 casos estimados com incidência de 227 casos, indicando incidência alta, acima dos 90% históricos. A cada dia os casos de Dengue no município têm aumentado consideravelmente.

Avaré apresentou até, o momento, 806 casos; em comparação ao segundo maior município da região da Cuesta.

Em relação ao Hospital do Bairro, que deveria ser um ponto de referência no atendimento aos pacientes cirúrgicos, ainda enfrenta problemas estruturais com obras internas não finalizadas e as cirurgias com maior demanda ainda sem execução. Isso compromete o atendimento a uma população que, diante do aumento no número de casos de dengue, tem buscado os serviços públicos de saúde em busca de socorro.

Já os postos de saúde, responsáveis pela atenção básica, não têm dado conta da demanda, com relatos recorrentes de falta de medicamentos e exames.

A sobrecarga nos pronto-socorros tem se tornado um cenário cada vez mais crítico.

Desde o mandato anterior, do ex-prefeito Pardini, a população tem enfrentado dificuldades para acessar os serviços de saúde e, ao mesmo tempo, a gestão pública tem sido fortemente cobrada pela falta de resultados.

A exaustão das unidades de atendimento e a falta de recursos materiais e humanos para dar conta das demandas da atenção básica, como tratamento dos pacientes crônicos e dos pacientes cirúrgicos, são reflexos da incapacidade administrativa que atinge não só a saúde, mas também outras áreas do governo municipal.

O Prefeito Fábio Leite se pronunciou oficialmente sobre a nova exoneração. Entretanto, o clima de incerteza e a pressão sobre o executivo municipal aumentam à medida que a cidade se vê à beira do colapso no atendimento à saúde pública.

Além disso, o acúmulo de funções pelo prefeito Fábio Leite pode comprometer o andamento do governo e exigirão dedicação exclusiva de André Spadaro.

Especialistas alertam que a falta de uma ação coordenada e eficaz tem deixado a população muito vulnerável.

A medida de exonerar mais um secretário levanta questionamentos sobre o direcionamento para a resolução dos problemas de saúde que assolam a cidade.

Com a dengue em plena ascensão, a população aguarda por medidas mais urgentes e eficazes que garantam não apenas o tratamento adequado aos pacientes, mas também uma resposta mais sólida e estruturada do poder público para combater o avanço da doença e garantir condições mínimas de atendimento nas unidades de saúde municipais.

Terremoto em Mianmar deixou mais de 140 mortos e 730 feridos

Em uma atualização, a emissora estatal MRTV afirmou que pelo menos 144 pessoas morreram e outras 732 ficaram feridas. As informações foram repassadas no aplicativo de mensagens Telegram. A expectativa, de acordo com o veículo, é que esse número aumente ainda mais.

Uma análise da agência de risco do governo dos Estados Unidos estimou que o número de mortos pode chegar até mesmo a milhares, sendo as regiões mais afetadas de Sagaing e Meiktila. O texto diz que:

‘No geral, a população desta região reside em estruturas vulneráveis ​​a tremores de terra, embora existam estruturas resistentes. É provável que haja muitas vítimas e danos extensos, e o desastre provavelmente será generalizado’.

 

Templo destruído em Mianmar por conta do terremoto. — Foto: Reprodução/Redes Sociais

                                   Templo destruído em Mianmar por conta do terremoto.

Forma diversos os casos de morte dentro do país, como o desabamento parcial de uma mesquita em Taungoo que deixou três mortos. Além disso, um hotel também desabou completamente deixando mais de 20 pessoas feridas.

Jovem de 23 anos morre de dengue em Bauru e família denuncia

Eles disseram que era normal e que ia passar”. É o que a família de Laísa Angélica Motta Silva, 23 anos, moradora de Bauru acometida pela forma grave da dengue, relata ter ouvido de equipes de saúde da UPA Bela Vista, enquanto a jovem travava uma luta inglória pela vida, por horas sem tratamento à espera de um leito de internação. As secretarias municipal e estadual da Saúde se manifestaram sobre a morte dela.

O marido Willian Barreto, os pais Silvana Motta e Luis Antonio Silva, os irmãos Tiago, Tais e Luis Henrique afirmam ter confiado na informação prestada pelos profissionais de saúde e esperavam poder levar Laís, a caçula da família, de volta para casa. Mas não foi o que aconteceu.

                                   Laísa Angélica Motta Silva, 23 anos (Foto: Arquivo pessoal)

Operadora de telesserviços, frequentadora de academia, saudável e com planos de realizar o sonho de ser mãe em breve, a jovem manifestou os primeiros sintomas da doença em 16 de março e morreu seis dias depois, no último sábado (22). “Sei que nada vai trazer minha filha, mas espero que tomem providências e não deixem isso acontecer com mais ninguém, porque é um sentimento horrível, muito doído, estar em um lugar com médicos e ver uma filha morrer desse jeito”, lamenta Silvana.

No dia 20, já com o diagnóstico e tomando remédios prescritos, Laísa foi à UPA Bela Vista após sofrer sangramento vaginal fora do período menstrual e convulsionar. “A UPA estava lotada e não tinha sequer cadeira de rodas para ela sentar”, relembra a mãe, que estava acompanhada de Luis Antonio e Willian.

ESPERA

Depois de ser medicada, a jovem recebeu alta mas, ao retornar para pegar o resultado do exame de sangue, descobriu que estava com contagem de plaquetas em 40 mil por microlitro de sangue – o nível normal é de 150 mil a 450 mil.

Na unidade, ela ainda aguardaria por mais de 30 horas até a liberação de uma vaga de internação no Hospital das Clínicas.

Neste período, conforme consta no prontuário da paciente, os hospitais de Base e Estadual negaram o leito sob a alegação de não serem unidades de referência para casos de dengue. Segundo a mãe, entre a primeira solicitação, por volta de 20h do dia 20, e a transferência para o HC, às 5h do dia 22, a família enfrentou momentos de desespero e implorou pelo salvamento da vida de Laísa.

“A vaga deveria ter sido pedida quando informamos que ela tinha convulsionado e sangrado”, aponta Silvana, que passou as duas noites com a filha na UPA.

Na primeira, a jovem vomitou e, mesmo assim, durante oito horas e meia, não recebeu sequer soro na veia para hidratação, informa a mãe. “Passei a noite chamando as enfermeiras, que verificavam a saturação, a pressão arterial e diziam que ela estava bem”.

AGRAVAMENTO

Com piora da capacidade respiratória e hemorragia na boca, a paciente passou a receber soro por volta de 5h40, mas só voltou a ser avaliada por um médico às 11h. E mesmo quando ela já apresentava confusão mental, tontura, inchaço e dificuldade para se comunicar, a família relata que continuou sendo informada de que o quadro de saúde era “normal”. “Questionei e ouvi: é normal e já vai passar”, reforça Luis Henrique. “É um total descaso das pessoas que comandam a nossa cidade”, acrescenta o pai. Laísa só foi reavaliada por um médico à noite e acabou sendo levada à ‘sala vermelha’ da UPA, onde foi intubada na madrugada do dia 22.

Por volta de 5h, foi transferida para o Hospital das Clínicas e sofreu uma parada cardiorrespiratória no trajeto. “Conseguiram reanimá-la e, no HC, aspiraram as vias respiratórias e tiraram bastante sangue preto, coagulado, um sangramento de dois dias atrás, segundo o médico, que ninguém viu. O estado era gravíssimo, com fígado e rins comprometidos e teríamos de esperar por um milagre”, conta o irmão. Laísa morreu às 16h17 por dengue, choque hipovolêmico e hepatite aguda.

Saúde e HC se manifestam

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que, com base em protocolos que seguem diretrizes do Ministério da Saúde, investiga a morte de Laís.

“A secretaria lamenta profundamente a ocorrência deste óbito suspeito de dengue e se solidariza com os familiares e amigos da paciente”, diz o comunicado. O HC também lamentou a morte de Laís, esclareceu que a vaga de internação foi liberada às 3h26 do dia 22 e que a paciente deu entrada na unidade por volta das 5h em parada cardiorrespiratória. “A equipe médica iniciou, de forma imediata, manobras de reanimação cardiopulmonar e, apesar das medidas institucionais adotadas e do suporte clínico integral prestado ao longo do dia, a paciente apresentou piora progressiva do quadro, evoluindo a óbito às 16h12 do mesmo dia”, acrescentou. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, a busca por vagas se dá via Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), a partir de um sistema online que funciona 24 horas por dia e busca vaga no hospital mais próximo do paciente, com capacidade para cuidar de cada caso e prioridade aos mais graves e urgentes.