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Projeto EducaTran celebra Semana Nacional de Trânsito 2023

Prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro, a Semana Nacional de Trânsito é celebrada entre os dias 18 e 25 de setembro, com o tema para este ano: No trânsito, escolha a vida.

Dentro das diversas ações previstas pela SEMUTRAN na Semana Nacional de Trânsito, está o trabalho executado pelo Projeto EducaTran que durante esta semana teve suas atividades ampliadas e que em 2023 já atendeu mais de 6.000 alunos do ensino infantil ao ensino médio pertencentes a 23 unidades escolares públicas e privadas.

O Projeto de Educação para o Trânsito “EducaTran” foi instituído pela Prefeitura de Botucatu através da Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Engenharia de Tráfego, com o objetivo de prevenir sinistros viários envolvendo crianças e adolescentes. Segundo dados do sistema gerencial do Governo do Estado de São Paulo (INFOSIGA) não há registro de nenhum óbito no trânsito na faixa etária de 0 a 17 anos nos anos de 2022 e 2023 em Botucatu.

As aulas são realizadas diariamente no Centro Vivencial de Trânsito Engº Sergio Gonçalves e consistem na orientação sobre os deslocamentos seguros e respeito as regras de trânsito, de modo que essa vivência passe a auxiliar e promover o bem-estar de todos, além de conscientizar os alunos sobre a importância em multiplicar as boas práticas aprendidas para seus familiares.

Agendamento de atividade disponível para 2024 via e-mail: mobilidade@botucatu.sp.gov.br.

Saiba mais sobre o Centro Vivencial de Trânsito: https://www.youtube.com/watch?v=tAa9EjwqbOg.

Ministra Rosa Weber vota pela descriminalização do aborto; Barroso suspende julgamento

Prestes a se aposentar, a ministra Rosa Weber, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), votou na madrugada de hoje pela descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O voto foi o único contabilizado no julgamento, iniciado no plenário virtual.

A discussão foi suspensa logo em seguida por um pedido de destaque feito pelo ministro Roberto Barroso. O instrumento leva a discussão do plenário virtual para as sessões presenciais da Corte. Ainda não há data para quando isso deve ocorrer.

Como votou Rosa Weber

Em longo voto de 103 páginas, Rosa ressaltou que a criminalização da decisão de uma mulher pela interrupção da gravidez perdura por mais de 70 anos no Brasil e que as mulheres não puderam se expressar sobre a criminalização durante o debate do tema.

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A ministra reforçou ainda que, durante décadas, as mulheres foram “subjugadas” e “excluídas da arena pública”. “Tratadas à margem da sociedade”, afirmou.

Fomos silenciadas! Não tivemos como participar ativamente da deliberação sobre questão que nos é particular, que diz respeito ao fato comum da vida reprodutiva da mulher, mais que isso, que fala sobre o aspecto nuclear da conformação da sua autodeterminação, que é o projeto da maternidade e sua conciliação com todos as outras dimensões do projeto de vida digna Rosa Weber, presidente do STF

Rosa defendeu a posição da autodeterminação da mulher e reforçou que a questão do aborto é um problema de saúde pública, sendo inclusive uma das quatro causas diretas de mortalidade materna. Para a ministra, a ilegalidade do procedimento provoca insegurança à mulher.

“As mulheres que em algum momento da sua vida reprodutiva decidem pela interrupção voluntária da gravidez são as mesmas que convivem com todos nós no cotidiano da vida”, disse.

A criminalização do ato não se mostra como política estatal adequada para dirimir os problemas que envolvem o aborto, como apontam as estatísticas e corroboraram os aportes informacionais produzidos na audiência pública Rosa Weber, presidente do STF

Rosa afirmou ainda que a criminalização “perpetua o quadro de discriminação com base no gênero”, uma vez que nenhum homem é reprovado pela sua conduta de liberdade sexual. A ministra cobrou ainda a necessidade de políticas públicas que ajudem a evitar gravidez indesejada.

“Tanto que pouco —ou nada— se fala na responsabilidade masculina na abordagem do tema. E mesmo nas situações de aborto legal as mulheres sofrem discriminações e juízos de reprovação moral tanto do corpo social quanto sanitário de sua comunidade”, afirmou.

Olhar para as consequências do problema e resolvê-lo com base em uma única lógica, a da continuidade forçada da gestação, em nome da tutela absoluta de único bem –nascituro– em um conflito policêntrico, não é o caminho Rosa Weber, presidente do STF

Entenda o julgamento

A ação, proposta pelo PSOL, tramita no Supremo desde 2017 e teve avanços lentos desde então. O partido alega que a criminalização do aborto até a 12ª semana de gestação viola direitos fundamentais das mulheres à vida, à liberdade e à integridade física.

Hoje, a interrupção da gravidez é considerada crime para a mulher que o comete, com pena de um a três anos. Quem faz o aborto em uma gestante, com ou sem o seu consentimento, também incorre em crime, com pena de três a dez anos.

O aborto só é permitido em casos de gravidez derivada de estupro, gestação em que não há outro meio de salvar a vida da mulher ou se o feto for anencéfalo. As duas primeiras exceções estão previstas no Código Penal, e a última foi decidida pelo próprio STF, em 2012.

O STF julgaria o caso em plenário virtual. Os ministros votariam da meia-noite de hoje até as 23h59 da próxima sexta (29), mas como Barroso pediu destaque, a ação será levada para as sessões presenciais da Corte.

A expectativa era que o julgamento não fosse concluído neste momento. Fontes consultadas pelo UOL davam como certo que algum ministro pediria vista —mais tempo de análise— ou destaque assim que a discussão fosse iniciada nesta madrugada.

Prioridade antes de se aposentar

Relatora do caso, Rosa Weber já sinalizava que pretendia levar a questão do aborto a julgamento. Nas últimas semanas, porém, a agenda do plenário presencial da Corte foi ocupada pelos julgamentos dos primeiros réus dos atos de 8 de janeiro e do marco temporal das terras indígenas.

A interlocutores, Rosa afirmou que dedicou o seu tempo nos últimos meses à ação e, por isso, gostaria de ter o seu voto contabilizado. Mesmo que o caso seja interrompido e só retomado após a aposentadoria da ministra, o voto dela continuará valendo.

A decisão de levar o caso inicialmente ao plenário virtual também se deveu ao tamanho do processo. Como muitas entidades estão inscritas na ação como amicus curiae — “amigos da corte” —, só as sustentações orais poderiam tomar duas sessões do plenário presencial.

Rosa Weber deixa o Supremo no próximo dia 2 de outubro. Antes disso, na quinta-feira (28), ela passará a presidência ao ministro Luís Roberto Barroso, atual vice-presidente do STF.

STF tem histórico pró-descriminalização

O Supremo tem um histórico de decisões favoráveis à liberação do aborto, apesar de o tema ser considerado “espinhoso” até por ministros simpáticos à descriminalização. Em 2012, o aborto para fetos anencéfalos foi aprovado por oito votos a dois.

O entendimento firmado na ocasião é que a gravidez de um feto com anencefalia (falta de partes do cérebro) pode provocar complicações à saúde da mulher. Como o feto tende a ser natimorto, a interrupção da gravidez não poderia ser equiparada ao aborto, decidiu o tribunal.

Em 2016, a 1ª Turma do STF não viu crime no aborto realizado nos primeiros três meses da gestação. O entendimento, porém, foi restrito a um caso que tratava de uma clínica de aborto clandestina em Duque de Caxias (RJ), e não tinha repercussão geral.

Na ocasião, votaram a favor dos réus os ministros Barroso, Weber e Edson Fachin. Barroso, relator do caso, afirmou que a criminalização do aborto no primeiro trimestre da gestação viola diversos direitos da mulher.

O ministro afirmou em voto que a criminalização atinge principalmente mulheres mais pobres. O ministro ponderou que elas precisam recorrer a clínicas clandestinas sem infraestrutura, aumentando riscos de lesões, mutilações e óbito no processo.

Como pode o Estado – isto é, um delegado de polícia, um promotor de Justiça ou um juiz de direito — impor a uma mulher, nas semanas iniciais da gestação, que a leve a termo, como se tratasse de um útero a serviço da sociedade, e não de uma pessoa autônoma, no gozo de plena capacidade de ser, pensar e viver a própria vida? Luís Roberto Barroso, ministro do STF, em votação em 2016

Fonte: UOL

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Polícia Militar realiza durante a Semana Nacional de Trânsito o “Bloqueio Educativo” em Botucatu e região

Durante esta semana o 12º BPM/I, em consonância com a Semana Nacional de Trânsito, estará realizando palestras e pontos de bloqueio educativo nos diversos municípios da nossa região.

A ação tem como objetivo proporcionar à sociedade um trânsito mais seguro, conscientizando os condutores e pedestres acerca do respeito às normas de circulação viária.

Verde abre consulta pública sobre legislação da Bacia do Alto Pardo

A Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria Municipal do Verde, abre consulta pública sobre o Projeto de Lei Regulamentação da Zona Especial de Desenvolvimento Ecológico Econômico  (ZEDEE ) – Urbanização Específica.

A população pode ter acessar a minuta, anexos e demais arquivos do projeto AQUI e enviar suas sugestões para o e-mail consultapublica@botucatu.sp.gov.br.

Serão aceitas sugestões enviadas até 6 de outubro de 2023.

Consulte todos os documentos AQUI!

Botucatu terá oficina Presencial de Fotojornalismo neste sábado (23)

A cidade de Botucatu está oferecendo uma oportunidade imperdível para todos os amantes da fotografia e do jornalismo. A Oficina de Fotojornalismo, intitulada “Como pensar e fazer uma pauta fotográfica”, terá inscrições abertas a partir de agora.

O evento acontecerá no dia 23 de setembro, sábado, das 09h às 13h, no Auditório da Pinacoteca Fórum das Artes, localizado na Rua General Telles, nº 1040, Centro. A entrada é gratuita, e a oficina é voltada para maiores de 16 anos, com um total de 25 vagas disponíveis.

Essa ação é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura de Botucatu e o Pontos MIS do Museu da Imagem e do Som. A oficina oferecerá uma imersão no universo do fotojornalismo, abordando desde a produção de pautas fotográficas até a edição final das imagens.

O curso será ministrado por Emiliano Capozoli, um profissional renomado na área do fotojornalismo, com prêmios como o Prêmio Abril de Jornalismo em 2013 e 2016, bem como o Prêmio Globo de Jornalismo em 2016. Com vasta experiência como repórter fotográfico e vídeo repórter desde 2002, Capozoli trará seu conhecimento valioso para os participantes.

As inscrições podem ser feitas através do telefone (14)-3811-1494 ou pelo e-mail solange.vale@botucatu.sp.gov.br. Não perca esta oportunidade de aprimorar suas habilidades no mundo do fotojornalismo em um evento de alto nível!

Banco de Leite Humano (BLH), do Hospital das Clínicas de Botucatu precisa de doações

Na manhã desta quinta-feira, (21), o Alpha Notícias recebeu a Médica Dra Simone Manso de Carvalho Pelícia e a Nutricionista Angélica Pereira da Cunha de Almeida, responsáveis pelo Banco de Leite Humano (BLH) da Unesp.

Com a finalidade de manter os estoques estáveis, o Banco de Leite Humano (BLH), pertencente à Gerência Técnica de Nutrição e Dietética (GTND) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) comunica que precisa de doações de leite materno.

Botucatu, é destaque na atuação pela saúde de recém-nascidos prematuros através de seu Banco de Leite Humano. A unidade, localizada no Hospital das Clínicas de Botucatu, e desempenha um papel essencial na alimentação e nutrição adequada desses bebês, que frequentemente enfrentam desafios relacionados ao ganho de peso e fortalecimento do sistema imunológico.

O banco de leite humano de Botucatu é referência não apenas no fornecimento de leite materno para prematuros, mas também no incentivo à doação e no cuidado com as mães doadoras. A equipe é composta por profissionais dedicados, como médicas, enfermeiras, técnicas de enfermagem, nutricionistas e assistentes sociais, que estão prontos para orientar as mães e garantir que todo o processo ocorra de forma segura e eficiente.

Segundo dados do banco de leite, cerca de 70% das doações provêm de mulheres que têm seus bebês internados na unidade de terapia intensiva neonatal. No entanto, a unidade também recebe doações de outras mães da região, inclusive aquelas com filhos mais velhos, que possuem um ritmo de lactação estabelecido.

Para se tornar uma doadora, as mães passam por uma triagem inicial em que são avaliados critérios de saúde, história médica e estilo de vida. Aquelas que são aprovadas recebem um “kit coleta”, e orientações sobre como coletar e armazenar o leite, sempre seguindo as normas estabelecidas pela Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano.

O leite doado passa por um rigoroso processo de pasteurização, que garante a eliminação de possíveis patógenos e conserva seus nutrientes essenciais. Em seguida, é distribuído de acordo com a demanda dos neonatos prematuros internados no hospital.

As doações de leite humano são de extrema importância para bebês prematuros, pois auxiliam na proteção contra infecções, prevenção de doenças e promoção do desenvolvimento saudável. O trabalho realizado pelo banco de leite de Botucatu tem sido um aliado fundamental na garantia da saúde desses pequenos guerreiros.

Com o apoio da comunidade e a conscientização sobre a importância da doação de leite materno, o Banco de Leite Humano de Botucatu continua a desempenhar um papel essencial no cuidado e no crescimento desses bebês, oferecendo uma chance maior de sobrevivência e um futuro mais saudável para eles.

Acompanhe a matéria na íntegra através do link

https://fb.watch/nc7pbCPkWI/?mibextid=Nif5oz

Jogos Abertos Sabesp 2023 acontecem em Botucatu

Para celebrar os 50 anos, com esporte, lazer, sustentabilidade e solidariedade, foi escolhido como sede o primeiro município do interior operado pela Companhia

(20/9/2023) Começaram nesta quarta (20), em Botucatu, os Jogos Abertos Sabesp. A iniciativa, voltada aos colaboradores da Companhia, é parte das comemorações de 50 anos da Sabesp e reforça o seu olhar para práticas sociais, esportivas e de sustentabilidade.

Botucatu, conhecida por sua beleza natural e seu compromisso com a preservação ambiental, foi escolhida como sede dessa edição especial, uma vez que foi o primeiro município do interior a ser assumido pela Companhia, em 1974, abrindo as portas para a Empresa fora da Região Metropolitana de São Paulo. Além disso, a cidade oferece um cenário espetacular para a prática esportiva, com paisagens deslumbrantes e infraestrutura receptiva.

Os Jogos Abertos Sabesp contarão, até sábado (23), com a participação de mil atletas em 18 modalidades esportivas, mostrando o compromisso da empresa em promover o esporte como uma ferramenta de integração e qualidade de vida. Nesta edição, além da competição esportiva, o evento contemplará aspectos relevantes de sustentabilidade. Vale destacar a diversidade no evento, com uma grande participação de mulheres atletas, valorizando a igualdade de gênero e a inclusão.

O evento também está comprometido com a preservação ambiental, promovendo o plantio voluntário de árvores, utilizando copo térmico reutilizável e dando a destinação correta para os resíduos gerados durante os jogos. Além disso, haverá a prova social, em que os atletas irão arrecadar alimentos e itens de higiene pessoal para doação ao Fundo Social de Solidariedade de Botucatu.

“Os Jogos Abertos Sabesp são uma celebração não apenas do esporte, mas também daquilo que o esporte representa: respeito, cooperação, superação, adaptabilidade, resiliência e inovação. Pontos que somos demandados a aplicar no nosso dia a dia. Além disso, também se conectam com o compromisso da Sabesp com a sustentabilidade, meio ambiente, solidariedade e governança. É uma maneira reconhecer e dar protagonismo aos nossos colaboradores que ao longo de 5 décadas e a cada dia contribuem para entregarmos um serviço de excelência bem como reforçam nosso compromisso com a vida e a construção de um mundo melhor”, disse André Salcedo, diretor-presidente da Companhia.

Câmara recebe audiência da Prefeitura para discussão da Lei Orçamentária Anual 2024

Na noite desta terça-feira (19/09), a Câmara de Botucatu recebeu uma audiência pública do Executivo Municipal que debateu questões referentes a elaboração da Lei Orçamentária Anual, a LOA de 2024.

Na ocasião, o Secretário de Governo, Fábio Leite, explanou em gráficos e tabelas os números referentes à previsão de receitas a serem arrecadadas e os gastos a serem feitos pelas diversas áreas e setores da Prefeitura no ano que vem. A LOA possibilita que os objetivos e as prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sejam cumpridas.

A audiência foi transmitida ao vivo pelos canais oficiais da Câmara, e contou com a possibilidade de participação remota, da qual alguns vereadores da Casa fizeram uso para sanarem suas dúvidas em relação à temática. Participaram os vereadores Cula (PSDB), Abelardo (Republicanos), Palhinha (União), Marcelo Sleiman (União), Alessandra Lucchesi (PSDB) e Lelo Pagani (PSDB).

Câmara Municipal