Saúde

Hospital das Clínicas Unesp de Botucatu inova com implantação do projeto TeleUTI

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp (HCFMB) acaba de dar um passo significativo na modernização e otimização do atendimento crítico ao paciente, com a implantação do projeto de TeleUTI.

A iniciativa faz parte do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Saúde Digital, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo (SES) em parceria com a USP. O projeto, que conta com a participação de docentes e residentes da disciplina de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB/Unesp) e está sendo implantado inicialmente na UTI Clínica do HCFMB, visa integrar tecnologia de ponta à medicina intensiva, ampliando a capacidade de acompanhamento dos casos, inovação no tratamento e otimizando os cuidados prestados pela equipe.

A TeleUTI vem auxiliando a equipe do Serviço de Clínica Médica na discussão de quadros clínicos de pacientes internados nas UTIs, com o objetivo de melhorar resultados assistenciais. Todos os dias, a equipe da Clínica Médica, liderada pela professora Marina Politi Okoshi, se reúne online com o médico intensivista da USP Gabriel Afonso Dutra Kreling para a discussão dos casos de pacientes internados na UTI. “A experiência tem sido muito enriquecedora. Ainda temos muitas perguntas sobre o processo da telemedicina, mas estamos avançando e procurando sempre as melhores formas de assistência, buscando sempre o melhor desfecho dentro do processo e trocando valiosas experiências”, diz.

A tecnologia da TeleUTI também traz vantagens no contexto educacional do HCFMB, promovendo a integração de ensino e prática médica. Os residentes têm a oportunidade de acompanhar discussões de casos e condutas em tempo real, permitindo um aprendizado mais dinâmico e próximo da realidade hospitalar. “A implantação do projeto tem sido muito flexível, de acordo com as nossas necessidades, e o conteúdo agrega muito não só no ensino, mas principalmente para o paciente”, diz Pedro Santos, residente da Clínica Médica da FMB/Unesp.

“Neste início, também estamos sendo treinados para expandir o projeto a outros hospitais da nossa região. Em breve, pretendemos ser consultores desses serviços de atendimento crítico, compartilhando demandas, experiências e novas formas de tratamento”, explica a Coordenadora da UTI Clínica do HCFMB e professora do Departamento de Clínica Médica da FMB/Unesp, Paula Gaiolla.

Com a implementação TeleUTI na UTI Clínica, o HCFMB reforça seu papel como um centro de referência em saúde, inovação e formação médica. Nos próximos meses, espera-se que o sistema seja expandido para outras unidades críticas do hospital, consolidando ainda mais sua liderança na integração entre tecnologia e assistência humanizada.

O projeto também faz parte do Núcleo de Telessaúde do HCFMB, coordenado pela pneumologista Suzana Tanni.

HCFMB abre inscrições para processo seletivo dos Cursos de Especialização na Área da Saúde

Entre os dias 25 de outubro e 6 de novembro estarão abertas as inscrições para o processo seletivo 2025 dos Cursos de Especialização na Área da Saúde do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp (HCFMB). As especializações oferecidas são: Saúde do Adulto e Idoso, Inovações Diagnósticas e Terapêuticas, Rede de Atenção do SUS e Saúde da Criança e do Adolescente.

Para se inscrever e ter acesso aos editais com todas as informações, acesse: www.hcfmb.unesp.br/cursos-de-especializacao-na-area-da-saude

HIV: Justiça decreta prisão de envolvidos no caso de órgãos infectados

A 2ª Vara Criminal de Nova Iguaçu, no estado do Rio, decretou a prisão preventiva de seis pessoas, entre sócios e funcionários do laboratório PCS Labs Saleme. Elas são acusadas de ter responsabilidade pelos exames laboratoriais equivocados que resultaram na liberação, para transplante, de órgãos infectados com o vírus HIV [sigla em inglês para o vírus da imunodeficiência humana].

Entre os alvos dos mandados de prisão estão dois sócios do laboratório, Walter Vieira, que já estava preso, e seu filho Matheus Sales Teixeira Bandoli Vieira. Matheus se apresentou espontaneamente à polícia nesta quarta-feira (23), segundo o advogado Afonso Destri.

“A decisão é absolutamente ilegal e constitui clara antecipação de pena, sem processo, sem julgamento. A decisão não traz qualquer fato concreto que autorize a prisão preventiva. Matheus sempre colaborou com as investigações, tanto que sequer foi alvo de prisão temporária. Impetraremos habeas corpus contra essa ilegalidade”, disse o advogado.

Também foram decretadas as prisões dos funcionários do laboratório Adriana Vargas dos Anjos, Jacqueline Iris Barcellar de Assis, Ivanilson Fernandes dos Santos e Cleber de Oliveira Santos, que já estão presos.

Lesão corporal

Os seis respondem pelos crimes de lesão corporal de natureza grave que resultou em doença incurável, organização criminosa e falsidade ideológica. Jacqueline também responde por falsificação de documento particular.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o resultado do exame de sangue do doador de órgãos, que era soropositivo, deu “falso negativo” devido à degradação dos reagentes que detectam o vírus.

O MPRJ alega que era de possível conhecimento dos acusados, diante das funções exercidas em suas atividades, que os reagentes se degradam por permanecer muito tempo no equipamento utilizado para o exame.

Ainda segundo o MPRJ, até o ano passado, o controle de qualidade dos reagentes era feito diariamente, mas a partir do início deste ano, o procedimento passou a ser feito apenas semanalmente, com o propósito de reduzir custos, o que comprometeria a exatidão dos resultados.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Fernando Frazão

A cada três horas, um médico é vítima de violência no Brasil

Dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) indicam que, a cada três horas, um médico é vítima de violência enquanto trabalha em um estabelecimento de saúde público ou privado no Brasil.

O levantamento, divulgado nesta terça-feira (22), foi feito com base em boletins de ocorrência registrados em delegacias de polícia civil de todos os estados brasileiros entre 2013 e 2024.

Atualmente, o país registra média de nove casos de violência contra médicos em ambiente de trabalho por dia, de acordo com a entidade.
“Os dados mostram que a situação fica cada vez mais fora de controle, uma vez que o volume de queixas vem aumentando ano após ano. O recorde foi batido em 2023, mas os dados completos de 2024 somente serão conhecidos ano que vem”, avaliou o CFM em nota.

Ocorrências

Foram contabilizados, ao todo, 38 mil boletins de ocorrência em que médicos aparecem como vítimas de ameaça, injúria, desacato, lesão corporal e difamação dentro de unidades de saúde, hospitais, consultórios, clínicas, prontos-socorros e laboratórios. Segundo o levantamento, 47% desses registros são contra mulheres. Há, inclusive, registros de mortes suspeitas de médicos dentro de estabelecimentos de saúde.

Recorde

Em 2013, foram registrados pouco mais de 2,7 mil boletins de ocorrência desse tipo no país. Dez anos depois, em 2023, o número alcançou a marca de 3,9 mil casos, a maior da série histórica.
“Isso significa dizer que, em média, apenas no ano passado, foram contabilizados 11 boletins de ocorrência por dia no país por conta de situações de violência contra médicos no local onde atuam”, destacou o CFM.

Autores

Os números mostram ainda que 66% dos casos ocorrem em municípios do interior do Brasil. Os autores dos atos violentos são, em grande parte, pacientes, familiares de pessoas atendidas e desconhecidos. Há ainda casos minoritários de ameaça, injúria e até lesão corporal cometidos por colegas de trabalho, incluindo enfermeiros, técnicos, servidores e outros profissionais da saúde.

Estados

 São Paulo, que responde atualmente como a unidade federativa com o maior número de registros médicos do país (26% do total), registrou quase a metade dos casos de violência em termos absolutos – 18 mil dos 38 mil contabilizados no Brasil. No estado, a média de idade dos médicos que sofrem algum tipo de violência é 42 anos e cerca de 45% dos registros foram contra médicas.

De acordo com os dados, 45% dos ataques a médicos em São Paulo (8,4 mil casos) ocorreram dentro de hospitais (pronto-socorro, unidade de terapia intensiva, centro cirúrgico e consultório). Em seguida, entre as maiores ocorrências, estão postos de saúde (18%), clínicas (17%) e consultório (9%). O restante ocorreu em laboratórios, casas de repousos e outros tipos de estabelecimentos.

Já o Paraná, que aparece como o quinto estado com a maior quantidade de médicos, figura em segundo lugar no ranking de violência contra profissionais em estabelecimentos de saúde. A unidade federativa responde por, pelo menos, 3,9 mil casos de ameaça, assédio, lesão corporal, vias de fato, injúria, calúnia, difamação, desacato e perturbação do trabalho contra médicos registrados entre 2013 e 2024. Curitiba concentra 12% dos registros.

Em terceiro lugar está Minas Gerais, segundo estado com o maior número de médicos do Brasil. A Polícia Civil do estado registrou 3.617 boletins de ocorrência envolvendo esse tipo de violência, sendo 22% deles na capital Belo Horizonte.

De acordo com o CFM, o Rio Grande do Norte não encaminhou as informações solicitadas a tempo e o Acre informou não ter os dados em sua base. Já Mato Grosso e Paraná informaram dados relativos à violência em hospitais e clínicas médicas contra qualquer profissão – a partir daí, o conselho elaborou uma estimativa mínima de 10% que envolveria apenas médicos.

Estimativa semelhante foi feita com o Rio de Janeiro, onde a maioria das ocorrências não tem a profissão da vítima; e com as informações prestadas pelo Rio Grande do Sul, que forneceu apenas dados de violência contra médicos sem definir o local onde ocorreu o fato.

Orientações

Em casos de ameaça, o CFM orienta que o médico:

• registre ocorrência na delegacia mais próxima ou online;
• informe, por escrito, às diretorias clínica e técnica da unidade hospitalar sobre o ocorrido;
• apresente dados dos envolvidos e testemunhas;
• encaminhe o paciente a outro colega, se não for caso de urgência e/ou emergência.
Se a ocorrência envolver agressão física, a entidade indica que o profissional:
• compareça à delegacia mais próxima e registre boletim de ocorrência (haverá necessidade de exame do corpo de delito);
• apresente dados dos envolvidos na agressão e de testemunhas;
• comunique o fato imediatamente às diretorias clínica e técnica da unidade hospitalar para que seja providenciado outro médico para assumir suas atividades.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Ministério da Agricultura proíbe a venda de lotes de 12 marcas de azeite de oliva

Produtos desclassificados  – O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou uma lista com marcas de azeite de oliva considerados impróprios para o consumo. A divulgação foi feita nesta terça-feira (22).

De acordo com o Mapa, os produtos foram analisados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária e foram desclassificados por estarem em desacordo com os parâmetros estabelecidos pelas normas vigentes.

Duas delas, a Quinta de Aveiro e a La Ventosa, já tinham sido proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início deste mês.

Veja a lista completa:

➡️ La Ventosa;
➡️ Alonso;
➡️ Quintas D’Oliveira;
➡️ Olivas Del Tango;
➡️ Vila Real;
➡️ Quinta de Aveiro;
➡️ Vincenzo;
➡️ Don Alejandro;
➡️ Almazara;
➡️ Escarpas das Oliveiras;
➡️ e Garcia Torres.

Fonte: G1
Foto: Reprodução

São Paulo: Crianças são hospitalizadas após contato com veneno de rato em creche

Dez crianças foram parar no hospital após terem contato com veneno de rato em uma creche municipal de São Paulo. O caso aconteceu na segunda (21/10) e todas receberam alta nesta terça (22). O material venenoso foi encontrado no jardim do CEI Diret Parque Novo Mundo, na zona norte da capital paulista. Nenhuma das crianças ingeriu o veneno.

A creche recebe alunos de dois a três anos. Algumas das crianças apresentaram febre e diarreia. A creche encaminhou todas as crianças afetadas para o hospital.

Todas receberam alta na manhã de hoje. Jessica Caroline, mãe de uma das meninas que passou mal, disse à imprensa:

“Uma teve alteração de urina e todas vão voltar amanhã para refazer os exames. O médico também passou uma dieta para eles”.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação diz que armadilhas para rato foram instaladas em local ao qual as crianças não tinham acesso durante uma desratização, em julho. O comunicado diz:

“Assim que a equipe escolar tomou conhecimento da presença do produto, fez a retirada, higienização das mãos das crianças e encaminhamento para atendimento médico”.

A Diretoria Regional de Educação abriu um processo de apuração e todas as medidas cabíveis serão tomadas.

Fonte: ONDA DIGITAL

Foto: Jessica Caroline

Dia Mundial do Combate ao Bullying: como identificar sinais e evitar a prática nas escolas

Dia Mundial do Combate ao Bullying (20), tem como objetivo alertar e informar sobre as violências verbais, psicológicas e físicas, sofridas por crianças, adolescentes e jovens dentro de ambientes educacionais, ou até mesmo fora, e que configuram atos criminosos que proporcionam muito sofrimento, angústia e dor.

A psicóloga, Aline Fontenla, explicou como identificar esses sinais nas vítimas e também nos agressores, para tentar entender a raiz desses comportamentos e o sofrimento que ele causa. No Atlas da Violência de 2024, divulgado pelo Ipea, na categoria “violência psicológica” está a definição:

“Toda forma de rejeição, depreciação, discriminação, desrespeito, cobrança exagerada, punições humilhantes e utilização da pessoa para atender às necessidades psíquicas de outrem. É toda ação que coloque em risco ou cause dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. (…). O bullying é outro exemplo de violência psicológica, que se manifesta em ambientes escolares ou outros meios, como o cyberbullying.”

1- Existem sinais que podem indicar que uma criança ou adolescente sofre bullying?

Para a psicóloga, existem alguns sinais que podem indicar uma possível vítima de bullying, eles indicam, principalmente, uma mudança no comportamento daquele jovem, que antes era de uma forma e depois se tornou uma pessoa completamente diferente para os seus conhecidos. São eles:

  1. Mudança brusca ou gradativa de comportamento
  2. Isolamento
  3. Introspecção
  4. Agressividade
  5. Baixo rendimento na escola
  6. Resistência para ir a escola

2- De que forma os pais podem ajudar nessa situação?

Aline explicou que a melhor forma de ajudar nessa situação é com comportamentos que antecedem o problema, ou seja, primeiramente, manter um canal aberto em casa para que a criança saiba que possui total liberdade para compartilhar com os pais qualquer questão que a aflige. É preciso que este jovem se sinta seguro ao contar para os seus responsáveis sobre o assunto.

No caso desse canal não estar aberto em casa, os pais devem então procurar um adulto em que a vítima possa confiar, como um tio, uma avó ou amigo, para tentar extrair essa informação e tirar o jovem deste sofrimento com as precauções necessárias.

Os pais ou responsáveis devem também ir até a escola para entender a situação e cobrar da escola medidas de proteção maior e uma posição ativa no assunto. E se essa criança já apresenta um quadro de mudanças de comportamentos severos e está mais depressiva, é essencial buscar nesse momento ajuda profissional psicológica para a vítima.

Bullying pode surgir por meio de diversas formas de violência, física, psicológica, sexual e patrimonial — Foto: Freepik

3- Na maioria das vezes isso ocorre nos ambientes escolares, como os profissionais da escola podem ajudar a prevenir esse tipo de comportamento?

“De acordo com a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis), apresentada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), cujos dados foram divulgados pelo Inep, em 2019, o ambiente escolar brasileiro é duas vezes mais suscetível ao bullying do que a média geral das instituições de ensino em 48 países, que a pesquisa analisou, também chamando atenção de que as escolas brasileiras precisam de medidas mais enérgicas contra o bullying no ambiente escolar.”, ressalta trecho da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2019.

A psicóloga explicou que a escola precisa estar comprometida em trabalhos contra o bullying, com rodas de conversas, palestras, campanhas sobre a dimensão da criminalidade que o bullying pode chegar, ou seja, deixar bem claro as consequências legais para aqueles que praticam o ato, já que muitos jovens esquecem que se trata de um crime.

“Mais importante que isso é trabalhar o conceito da empatia, do colocar-se no lugar do outro […] fazer com que essas crianças e adolescentes entendam que a partir do momento que alguém entra em sofrimento deixa de ser brincadeira, não é mais legal.”, reforçou Aline.

4- Existe um motivo ou uma razão pela qual uma criança ou adolescente sofre bullying, ou isso é um mito?

Apesar de não existir uma regra para os que sofrem com o bullying, a psicóloga explicou que existe sim um conjunto de fatores e características que são mais propícios de influenciar esse ato. Na maioria das vezes está ligado a características físicas, como cor da pele, cabelo, e traços da fisionomia que se destacam ou não se encaixam em um padrão desejado.

“A gente percebe que tem uma questão racial, a cor da pele, a etnia, questões religiosas […] São elementos que de um modo geral estão se repetindo, então a gente não pode dizer que isso seja mito, são características que estão mais presentes.”

Por esse motivo, Aline ressaltou a importância de trabalhar algumas questões de forma preventiva. A escola pode elaborar projetos sobre aceitação e diversidade, pois existem algumas características que colocam a criança ou adolescente em uma situação mais suscetível ao bullying.

5- Além dos sinais da vítima, quais sinais podemos detectar do agressor?

Segundo a psicóloga, o agressor, aquele que pratica o bullying, ele geralmente não pratica sozinho. Ele tem um grupo de amigos que, de certa forma, oferecem uma segurança para ele naquele ambiente. O que traz o alerta para um outro ponto, esse grupo que pratica este ato também precisa de atenção, porque muitas vezes também são vítimas em outros ambientes fora da escola.

“A gente pode até pensar que ele também sofre o bullying as vezes na rua, dentro de casa, de um irmão, ou até de um pai e uma mãe, que fazem brincadeiras inadequadas, a onde deixam ele com uma sensação de “menos valia” e ele chega na escola e ele replica isso em alguém mais vulnerável, que é uma forma dele não se sentir tão mal.”

Neste caso, que é bem comum, quem pode identificar isso é a escola e não a família, já que o problema se encontra muitas vezes naqueles que deveriam proteger e orientar esse jovem. O objetivo é romper esse ciclo de violência com a ajuda também de profissionais de psicopedagogia.

6- E como os pais podem intervir caso o filho(a) esteja fazendo bullying com outras pessoas?

Os pais só irão fazer algo a respeito do assunto caso eles mesmo não sejam a fonte do problema a qual esta criança está replicando ou refletindo. Então neste cenário, Aline explicou que os pais não precisam tratar o filho como um monstro, mas que ao mesmo tempo precisam olhar pra esse filho pra entender o porquê ele precisa diminuir alguém para se sentir melhor. Assim será possível identificar a raiz do problema e tratar esse jovem para que ele deixe de ser uma agressor, o que é possível.

“A gente precisa pensar que em um cenário de violência, toda e qualquer forma de violência, pode-se fazer uma leitura que é bullying dentro da escola. Bullying não é brincadeira, se tem alguém sofrendo a gente não pode aceitar mais.”, finalizou a psicóloga.

Outubro Rosa, 3º Treinão Mulheres Que Correm acontece no próximo domingo 27/10

O Alpha Notícias desta segunda-feira (21), recebeu os organizadores do “3º Treinão Mulheres que Correm” dentro da Campanha Outubro Rosa, para falar sobre esse importante evento que acontece domingo (27).

Mário Bruder, um dos organizadores, falou sobre a importância da campanha, “3º Treinão Mulheres que Correm”, que visa aumentar a conscientização e o combate ao câncer de mama. A ação, que conta com a participação ativa de mulheres de todas as idades, tem como objetivo não apenas promover a prática de atividades físicas, mas também educar a população sobre a detecção precoce da doença.

Bruder ressaltou que o câncer de mama é uma das principais causas de morte entre mulheres, mas que, quando diagnosticado precocemente, as chances de tratamento eficaz aumentam significativamente. A campanha não é apenas sobre correr; é sobre unir forças, compartilhar informações e apoiar umas às outras. Cada passo dado é um passo em direção à conscientização e à prevenção”, afirmou.

Bruder também destacou a importância de ações comunitárias, que ajudam a criar um ambiente de apoio e solidariedade. “Quando nos unimos em torno de uma causa tão importante, conseguimos não só alertar sobre os riscos, mas também encorajar mulheres a realizarem exames preventivos. Essa é uma luta que devemos travar juntos”, completou.

A Equipe Mulheres que Correm está realizando mais uma campanha em prol do combate ao câncer de mama no próximo domingo (27).

Está convidando a todos a participarem do 3° Treino Solidário Outubro Rosa !
Realização: Equipe Mulheres Que Correm
Organização: Mulheres Que Correm e Mario Bruder .

Segue abaixo todas as informações a respeito do treino e se houver alguma falha , ou houver dúvidas, por favor questionem !

O treino Outubro Rosa é um treino de conscientização e orientação em combate ao câncer de mama

Local: Ginásio Municipal Mário Covas

Data: 27/10/2024
Concentração: 7:31h
Saída: 8:02h

Café da manhã pós treino.

Medalha 200 inscritos
Sorteio de brindes.
Distância: 5 km
Percurso: Em breve

Inscrição: R$ 30,00
Família ( 25,00 cada um )

Motivo: Os valores arrecadados com as inscrições serão destinados para aquisições de aparelhos celulares para melhor atendimento humanizado para os pacientes.
Entidade: Oncologia – Hospital Estadual
Hidratação: água km 2,5 km

Chegaremos a partir das 7:31h e 7:47h informação do percurso e avisos importantes. Sairemos às 8H01 evitar atrasos .

Lixo: Não descartar lixo, copos ou saquinhos de água na via pública

Mais informações serão dados no decorrer dos dias.

Estamos fazendo tudo com muito amor, sem lucro sem cunho político !

Se houver alguma falha da nossa parte, antecipo nossos pedidos de desculpa !

Grupo Peço a gentileza de não saírem do grupo após a caminhada e o café da manhã, pois é aqui que podemos e devemos postar as fotos e vídeos para as postagens , assim como a entrega dos donativos.
Nossa idoneidade, transparência e credibilidade depositados na confiança do nosso trabalho.

Dúvidas, Reclamações, Sugestões, Elogios procurem nós da administração por gentileza!