Na Organização Internacional do Trabalho, Marinho defende taxação de grandes fortunas

Segundo o ministro, em dezembro do ano passado, o presidente Lula assinou a lei sobre a taxação de fundos exclusivos e o resultado já pode ser visto nos primeiros meses deste ano, quando o Brasil registrou a sua melhor arrecadação desde 2000. “Entendemos que é preciso mais”, afirmou Luiz Marinho.

“Temos de taxar globalmente as grandes fortunas. Sem isso, não será possível acabar com a miséria e a fome no mundo”, afirmou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na manhã desta quarta-feira (12/6), durante discurso na plenária da 112ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), em Genebra, na Suíça.

O ministro do Trabalho e Emprego também defendeu a inclusão do Estado Palestino na Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Quero registrar a opinião e o desejo do Brasil de ver a Palestina como membro pleno da OIT.

Aplicativos – Luiz Marinho falou sobre a proposta de regularização do trabalho por aplicativos de quatro rodas, que está em análise no Congresso Nacional e deverá ser votada ainda neste ano. “A proposta visa a proteção e remuneração justas com jornada de trabalho digna para motoristas, baseada no binômio autonomia com direitos”, afirmou o ministro. Segundo ele, é necessário que as normas respondam a um mundo do trabalho em transformação.

Agenda – Nesta quinta-feira (14/6), o ministro integrará a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que discursará na abertura do Fórum Inaugural da Coalizão Global pela Justiça Social. O presidente do Nepal, Ram Chandra Paudel, também fará um discurso  na cerimônia de abertura.

Fonte: Rede Brasil

Foto: Reprodução

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