Artigos do Autor: Fernando Bruder

Bauru: Jovem é baleado nos dois braços após discussão

Um jovem de 21 anos foi ferido a bala, nos braços direito e esquerdo, após uma discussão ocorrida na tarde deste sábado (15), no Parque Roosevelt, em Bauru. A Polícia Militar (PM) chegou até ele porque foi informada que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bela Vista atendia uma pessoa ferida por projéteis de arma de fogo.

Pelo local, o rapaz informou que estava em seu veículo, sem especificar se como condutor ou passageiro, quando houve uma desavença com um pedestre, que disparou contra ele. Imediatamente ele fugiu e buscou atendimento médico.

A corporação esteve no local apontado pela vítima, mas não encontrou qualquer vestígio da tentativa de homicídio, consta em boletim de ocorrência registrado no plantão policial. O caso será investigado.

 

Bauru: Motorista passa mal, sai do carro e morre na Nações Norte

Um homem de 53 anos morreu, no início da tarde deste sábado (15), após um mal súbito, em Bauru. Ele dirigia um veículo pela avenida Nações Norte, quando percebeu que algo não estava bem. Então, parou o carro na via, desembarcou e caiu ao lado do automóvel.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, o condutor, que não é da cidade e estava com um carro alugado, já estava sem vida. O caso foi registrado no plantão da Polícia Civil como morte suspeita para que o corpo fosse conduzido ao Instituto Médico Legal (IML). O veículo foi recolhido administrativamente e a família da vítima, comunicada.

Fonte: JCNET

Autor de PL do Aborto diz que vai propor pena maior para estupradores

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), um dos autores do projeto de lei (PL) nº 1.904/24, que equipara o aborto depois da 22ª semana de gravidez ao homicídio, disse que vai propor também o aumento da pena para estupradores.

Na última quarta (12/6), o texto teve o requerimento de urgência aprovado no plenário da Câmara dos Deputados. A votação ocorreu de forma simbólica, ou seja: sem identificar os votos. A deliberação também não foi anunciada em plenário.

A proposta apoiada pela bancada evangélica propõe pena de 6 a 20 anos de prisão para as mulheres que interromperem gestações com mais de 22 semanas, mesmo em casos autorizados por lei.

A proposta contra aborto em discussão

Caso seja aprovado, este texto daria um tempo maior de prisão para a mulher do que o que está previsto para condenados para estupro atualmente, já que a legislação prevê seis a 10 anos de prisão para violações sexuais.

Sóstenes disse que vai propor a inclusão, no texto, do aumento da pena para estupradores, para que chegue a 30 anos de prisão. “Vou continuar fazendo o meu trabalho e lutando a favor da vida e da família”, escreveu nas redes sociais.

Fonte: Metrópoles

Foto:  Reprodução/ Câmara dos deputados

Boituva (SP): Saiba quem é o motorista que atirou em veículo após briga de trânsito

O empresário Adriano Domingues da Costa, motorista procurado pela polícia por ter atirado em outro carro durante uma briga de trânsito na Rodovia Castello Branco, em Boituva (SP), é sócio de uma empresa de locação de equipamentos para eventos, que fica no Jardim Pereira Leite, em São Paulo (SP).

No artigo desta semana, Dimas Ramalho destaca “O vaivém da fome”

De todas as divisões que atravessam a sociedade brasileira, a mais cruel e indigna é, sem dúvida, aquela que separa os que têm o que comer daqueles que passam fome. Se historicamente a chaga da fome pode ser explicada por nossos profundos problemas socioeconômicos, o fato de persistir com tanta força até hoje soa paradoxal: o país em que milhões não conseguem alcançar a nutrição básica diária é o mesmo que propagandeia alimentar o planeta com suas safras recordes.

Não faz muito, houve um momento em que essa tragédia nacional parecia próxima de ser superada. Infelizmente não foi o que aconteceu. A grave crise econômica da década passada e a pandemia de Covid-19 fizeram com que parte considerável desses avanços fosse perdida. Hoje, depois de alguma recuperação nos últimos anos, nos encontramos como na imagem do copo meio cheio, meio vazio –ou melhor, do prato.

Segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados recentemente pelo IBGE, o Brasil tinha, em 2023, cerca de 64 milhões de pessoas morando em domicílios classificados com algum grau de insegurança alimentar. Esse enorme contingente vivia em 21,6 milhões de domicílios, os quais correspondiam a 27,6% do total de habitações do país à época.

Trata-se –e esse é o prato meio cheio– de uma redução significativa frente ao levantamento anterior, relativo ao período 2017-2018, quando a insegurança alimentar atingiu a indecente proporção de 36,7% dos domicílios do país.

Por outro lado, o prato meio vazio é o fato de que não apenas quase 3 em cada 10 moradias brasileiras enfrentam algum grau de insegurança alimentar como ainda nos encontramos numa situação pior do que há uma década, quando esse índice era de 22,6%.

O conceito de insegurança alimentar utilizado pelo IBGE divide-se em três níveis e considera tanto a quantidade como a qualidade da comida que é posta na mesa. O primeiro nível, denominado leve, refere-se à preocupação ou à incerteza quanto ao acesso aos alimentos no futuro. Nessa condição, a qualidade da alimentação pode ser afetada para não comprometer a quantidade. A moderada, por sua vez, alude a modificações nos padrões habituais da alimentação entre os adultos de um domicílio concomitante à restrição na quantidade de comida.

Já a insegurança alimentar grave caracteriza-se pela ruptura do padrão usual de alimentação, com comprometimento da qualidade e redução da quantidade de comida de todos os membros da família, inclusive das crianças. É a fome. No ano passado, de acordo com o IBGE, 8,7 milhões de brasileiros enfrentavam essa situação obscena.

Em “Quarto de Despejo”, o diário em que Carolina Maria de Jesus narra a dura rotina numa favela paulistana nos anos 1950, a catadora de papel escreve que a tontura da fome é pior que a do álcool. “A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago”. Buscando a sobrevivência própria e dos filhos nos lixos da metrópole, Carolina encontrou a cor da fome. Ela descobriu que todas as coisas –o céu, as árvores, as pessoas, os bichos – ficavam amarelas quando a falta de alimentos no corpo atingia o limite do suportável.

A experiência devastadora da fome também foi registrada por Nelson Rodrigues. O escritor descreve em suas memórias o horror que se abateu sobre sua família após a morte do pai e o fechamento do jornal que provia o sustento de todos. “Não tinha roupa ou só tinha um terno; não tinha meias e só um par de sapatos (…); e quantas vezes almocei uma média e não jantei nada?”. Nesse tempo de extremas privações, conta Nelson, ele chegou a transformar-se em outro. “Assim como não me reconheço na adolescência, também não me reconheço na fome. Durante aquele período, a fome apagou minha identidade. Eu não era eu mesmo”.

Em 2014, parecia que histórias como essas se tornariam em breve coisa apenas do passado. Naquele ano, o Brasil saiu do Mapa da Fome das Nações Unidas, instrumento que avalia e monitora a situação alimentar em todo o mundo. Na metodologia da ONU, um país deixa de pertencer a esse grupo quando menos de 2,5% de sua população sofre com a falta crônica de alimentos.

Isso, claro, não aconteceu por acaso. Por trás dessa conquista civilizacional estavam décadas de políticas públicas consistentes e bem-sucedidas, como amplos programas de transferência de renda, incremento na merenda escolar e incentivos à agricultura familiar. De 2002 e 2014, por exemplo, o percentual de brasileiros considerados em estado de subalimentação caiu impressionantes 82%.

Mas a esperança durou pouco. A profunda recessão econômica dos anos seguintes fez com que, já em 2018, o Brasil voltasse a figurar no mapa da ONU. Esse quadro se agravaria ainda mais com a pandemia e a fragilização das políticas de segurança alimentar ocorrida em sequência. Apesar de tantos retrocessos, a melhora verificada pelo IBGE no ano passado traz um sinal auspicioso.

Josué de Castro, o homem que revolucionou o estudo da miséria no Brasil, disse uma vez que o primeiro direito humano é o de não passar fome. O país já mostrou que sabe como vencer o mal da insegurança alimentar; cumpre agora retomar esse caminho.

Dimas Ramalho é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

Jaú: Beneficiado com “saidinha” é preso novamente após sair no horário noturno

Preso de “Saidinha” em Jaú é levado de volta para o Presídio. Cabos Cavalcanti e Olivieri participaram da prisão
A Polícia Militar deteve um homem de 39 anos no Jardim Pires de Campos, na madrugada desta sexta-feira (14).
Ele era beneficiado pela saída temporária de presos, a famosa”SAIDINHA “, e foi localizado após o sistema o sinal da tornozeleira eletrônica acusar que ele havia deixado sua residência no período noturno, ou seja fora do horário permitido.
Devido ao descumprimento da medida imposta pelo benefício, ele foi conduzido de volta para o presídio onde cumpria pena pelo crime de furto.

Bauru: Homem de 45 anos morre dois dias após ser espancado

Um homem de 45 anos morreu nesta sexta-feira (14), na véspera do seu aniversário, dois dias após ser brutalmente espancado por ao menos três homens no Núcleo Residencial Beija Flor, em Bauru. De acordo com o registro policial, ele também foi alvo de disparo de arma de fogo.

As agressões, possivelmente a pauladas, ocorreram no início da madrugada de quarta-feira (12), na rua Antônio Fernandes Órfão Júnior. Segundo o BO, Emerson Carlos Masiero foi encontrado por uma equipe da Polícia Militar (PM) caído na rua, inconsciente, com ferimentos na cabeça.

O homem foi socorrido por viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Pronto-Socorro Central (PSC), onde foi intubado. Em coma, ele foi transferido para o Hospital de Base (HB) de Bauru, onde teve a morte encefálica constatada na tarde desta sexta.

De acordo com o registro policial, exames médicos apontaram que, além de uma fratura extensa no crânio, a vítima apresentava ferimentos decorrentes de disparo de arma de fogo. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) local e o homicídio será investigado pela Polícia Civil.

Fonte: JCNET

Foto: Reprodução

Bauru: Bebê de 9 meses morre em grave acidente na Rodovia Bauru – Jaú

Um carro capotou e atingiu outro veículo, na tarde desta sexta-feira (14), por volta das 16h45, na altura do quilômetro 226 da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), a Bauru-Jaú, nas proximidades do acesso ao Vale do Igapó, em Bauru. Um bebê de nove meses morreu e outras três pessoas sofreram lesões graves.

De acordo com o registro policial, um Volkswagen Voyage trafegava no sentido Bauru-Jaú quando, por razões a serem esclarecidas pela polícia, o condutor perdeu o controle da direção, invadiu o canteiro central, capotou e acabou atingindo um Fiat Argo que seguia no sentido Jaú-Bauru.

Os três ocupantes do Voyage – um homem de 32 anos, a esposa, de 27, e o filho do casal, um menino de nove meses -, além do condutor do Argo, de 42, sofreram ferimentos graves e foram levados ao Pronto-Socorro Central (PSC). O bebê não resistiu e morreu no hospital, logo depois.

O acidente mobilizou equipes da Polícia Militar Rodoviária, Concessionária Eixo SP e Corpo de Bombeiros e o trânsito teve de ser desviado pela marginal do km 226, sentido oeste. A Polícia Científica foi acionada para fazer perícia no local e a ocorrência será registrada no plantão policial de Bauru.

Fonte: JCNET

Foto: Reprodução Rede Social