Denúncia

Diretor é flagrado agredindo menino de quatro anos no Rio

Câmeras flagraram agressões do diretor de uma escola contra um menino de quatro anos em Caxias, na Baixada Fluminense. Nas imagens, é possível ver que o homem pega a criança pelo braço, ergue e bate contra a parede. A mãe recebeu o vídeo por meio de uma denúncia anônima. O caso aconteceu no ano passado.

Segundo a mãe, a criança apresentou mudanças de comportamento no período em que frequentou o colégio, mas nunca contou o que havia acontecido. Em um determinado momento, a própria instituição solicitou que o menino trocasse de escola.

Revoltada, a avó disse que toda a família está abalada. Dona Beth contou que, uma vez, chegou a ser chamada para buscar o neto na escola. Quando a senhora chegou no local, a criança, que estava tremendo, deu um abraço nela.

Com o vídeo em mãos, a mãe do menino procurou a 59ª DP (Caxias). A Polícia Civil informou que a investigação está em andamento.

Por meio de nota, o Colégio Jardim Escola Arco-Íris do Gramacho disse que o caso está sendo apurado com o apoio do Conselho Tutelar e que o colaborador foi afastado.

“Informamos ainda que já foi instaurado processo para apuração e sanções disciplinares. A escola é contra quaisquer manifestações de violência física que envolva a comunidade discente, por parte de seus membros e/ou direcionadas a qualquer um deles. A escola reitera que qualquer tipo de violência é inaceitável, por se contrapor a valores fundamentais ensinados na própria escola”.

Fonte: RECORD

Foto: Câmeras de Segurança

Mais uma obra inaugurada e sem data para funcionamento

Está virando rotina, mais um equipamento público de esporte foi inaugurado porém sem condições de fruncionamento

Em 22 de dezembro de 2024, a cidade de Botucatu celebrou a entrega do novo campo de futebol, denominado Jair Ronaldo Fragoso, um projeto aguardado com grande expectativa pela comunidade da Zona Sul do Município no Jardim Palos Verdes. No entanto, a inauguração não foi como muitos esperavam, uma vez que o campo foi entregue de maneira incompleta, gerando insatisfação entre os atletas locais.

Apesar da cerimônia de entrega, o campo ainda está longe de estar totalmente funcional. Um dos principais problemas é a finalização da grama sintética, o acesso que está totalmente inadequado ao local e a finalização da instalação da grade de segurança, hoje com ferragens expostas que oferecem risco as pessoas que utilizam o espaço.

O que estranha é que já se passaram quase dois meses e a obra ainda não foi entregue por completa, gesto que tem sido feito em muitas obras da cidade como o Posto de Saúde do Cachoeirinha, o Hospital Sorocabano, o Terminal rodoviário entre outros, que mesmo depois de inaugurados pela pressa da gestão municipal anterior.

Reação dos Atletas

Os atletas de Botucatu expressaram seu descontentamento com a situação. Muitos destacaram que a falta de condições adequadas para a prática esportiva não só frustra os planos de treinos e competições, mas também afeta o desenvolvimento do esporte na região. “Esperávamos ter um espaço adequado para jogar e treinar, mas infelizmente ainda não está pronto”, comenta um dos jogadores locais. Outros atletas reclamam das condições do Poder Público de somente proporcionar à população esportes relacionado ao Futebol, deixando as outras modalidades desassistidas.

Expectativa de Melhoria

Apesar dos contratempos, a expectativa é que, uma vez concluído, o novo campo de futebol de Botucatu possa se tornar um importante polo esportivo para a cidade, incentivando a prática do futebol e promovendo eventos que atraiam a comunidade local. Os esportistas aguardam ansiosos por este espaço, que promete ser um marco no desenvolvimento do esporte em Botucatu.

 

 

Cine Janelas de Botucatu, mais um espaço cultural perdido pelo descaso

O Cine Janelas de Botucatu, um dos mais importantes espaços culturais do município, foi recentemente interditado pela Prefeitura devido a sérios danos em sua estrutura física. Este local, que há anos tem sido um ponto de encontro para amantes da sétima arte e palco de eventos culturais diversos, agora enfrenta um futuro incerto.

Problemas Estruturais

A decisão de interdição foi tomada após a queda de parte da estrutura da cobertura de um dos “iglus” no qual o Cine Janelas está instalado. O mesmo revela uma série de problemas estruturais que colocam em risco a segurança dos frequentadores. Entre os danos identificados estão vidros quebrados, rachaduras nas paredes, infiltrações e problemas elétricos significativos. Estes problemas não apenas comprometem a integridade física do edifício, mas também representam um perigo iminente para o público.

Impacto na Comunidade

A interdição do Cine Janelas tem um impacto profundo na comunidade de Botucatu. O local não é somente um espaço para entretenimento, mas também um espaço de convivência, aprendizado e cultura. Muitos moradores expressaram sua tristeza e preocupação com o fechamento temporário do local, ressaltando a importância deste espaço para a vida cultural da cidade.

Próximos Passos

A Prefeitura de Botucatu e a Secretaria de Cultura está ciente da importância do Cine Janelas para a comunidade porém nada de efetivo foi executado no local. Precisamos que nossos governantes realizem uma avaliação detalhada e desenvolver um plano de ação que garanta a segurança do local.

Esperança de Recuperação

Apesar das dificuldades, há uma forte esperança de que o Cine Janelas de Botucatu possa ser restaurado e reaberto ao público. A comunidade local e os “fazedores de cultura” estão se mobilizando para apoiar qualquer iniciativa que vise a recuperação do espaço.

Confiram a matéria

 

Espaço Cultural de Botucatu está abandonado

Espaço Cultural de Botucatu Antonio Gabriel Marão, um local que já foi um vibrante, centro de atividades artísticas e culturais, encontra-se atualmente em um estado lamentável de abandono. Este espaço, que abriga o Museu Histórico e Pedagógico Francisco Blasi, está enfrentando sérios problemas de conservação e gestão, deixando a comunidade preocupada com o futuro do patrimônio cultural da cidade.

Uso Inadequado e Estrutura Precária

Atualmente, o espaço cultural está sendo utilizado como estacionamento pelo DETRAN, uma função que desvirtua completamente o propósito original do local. Essa utilização inadequada não apenas desrespeita a importância cultural do espaço.

Além disso, os famosos “iglus” do espaço cultural estão apresentando sérios problemas de umidade. Essa condição não só compromete a estrutura dos edifícios, mas também coloca em risco qualquer atividade cultural que ainda possa ser realizada no local. Infelizmente, o espaço somente está sendo utilizado por eventos circenses.

Situação do Museu Francisco Blasi

O Museu Francisco Blasi, parte integrante do espaço cultural, está em uma situação igualmente preocupante. O museu conta com mais de 100 mil itens catalogados e uma pequena parte está disponível à população, inclusive no momento em que a reportagem da REDE ALPHA esteve no local, o mesmo estava fechado com cadeadi.

Com poucas obras em exposição, o museu sofre com a deterioração de parte de seu acervo, que está se desgastando com o passar do tempo no primeiro “iglu” que fica na entrada da Avenida Dom Lúcio e outra parte que fica em outro anexo. Relatos dão conta que boa parte do acervo fotográfico do museu já estaria perdido. A falta de manutenção adequada e de um plano de conservação eficiente são fatores que agravam ainda mais essa situação.

 

Omissão da Secretaria de Cultura

A responsabilidade pela gestão e manutenção do espaço cultural recai sobre a Secretaria de Cultura de Botucatu, administrada pela secretária Cristina Cury. No entanto, a secretaria tem sido acusada de omissão, não realizando as reformas necessárias para preservar o local e seu acervo. Em 2024, uma empresa foi contratada para executar as reformas necessárias a um custo de R$ 356.477,49, mas até o momento, nada de significativo foi feito para mudar o cenário de abandono.

 

Impacto na Comunidade

O abandono do espaço cultural tem um profundo impacto na comunidade de Botucatu. Este local, que deveria ser um ponto de encontro para artistas, estudantes e amantes da cultura, está se tornando um símbolo de negligência e descaso. A ausência de um espaço cultural ativo priva a população de experiências enriquecedoras e do acesso a atividades culturais diversificadas.

 

A Ausência de respostas da Secretária de Cultura

 Desde sexta-feira, 07 de fevereiro, foi enviado através da Secretaria de Comunicação da Prefeitura, uma séria de perguntas sobre esta situação. Novamente nesta segunda-feira, enviamos diretamente à secretária Cristina Cury essas perguntas e ninguém nos retornou até o fechamento desta matéria

 

 

Questões a serem respondidas pela Secretaria de Cultura

 

  • O que foi realmente foi reformado no Espaço Cultural, com o contrato e o aditamento do ano passado de mais de R$ 356 mil?

 

  • Não se tem nenhuma reforma aparente no local, quem foi o fiscal servidor da referida obra?

 

  • Por que não está se abrindo o Museu no horário comercial?

 

  • Há denúncias que todo acervo fotográfico do Museu foi perdido. Procede? Se não, onde ele está?

 

  • Por que o primeiro “iglu” na entrada da Dom Lúcio está sendo utilizado como depósito, mofando parte do acervo?

 

  • Por que não está sendo exposto todo material do museu, tendo em vista que temos mais de 100 mil pertences, onde eles estão?

 

  • Por que estão sendo expostos peças como aparelho de fax, video-cassete, disk man, toca fitas, equipamentos esses da década de 90 e 2000, sendo que o museu tem um vasto material que não está exposto?

 

  • Por que o Cine Janelas não está ativo há muitos meses?

 

  • Por que não se tem eventos da cultura no local? Sabemos que supostamente é por falta de alvará. Por que eventos circences particulares podem funcionar e o projeto dos nossos artistas não pode?

 

  • Por que o pátio do Espaço Cultural está sendo utilizado como estacionamento privativo do DETRAN visto que o mesmo funciona no Poupa Tempo?

 

 

Necessidade de Ação Imediata

Diante deste cenário, é urgente que medidas sejam tomadas para reverter o quadro de abandono do Espaço Cultural de Botucatu. A revitalização do local não só preservaria o patrimônio cultural da cidade, mas também traria benefícios sociais e econômicos, incentivando o turismo e promovendo o desenvolvimento cultural.

É essencial que a Secretaria de Cultura reassuma seu papel de guardiã do patrimônio cultural e implemente um plano de ação eficaz para restaurar e revitalizar o espaço. Somente com uma gestão comprometida e transparente será possível devolver à comunidade um espaço cultural digno e vibrante.

 

 

Confiram a matéria feita no local

 

Denúncia de falta de segurança no Horto Florestal, em Avaré

Uma internauta utilizou suas redes sociais para denunciar a falta de segurança no Horto Florestal de Avaré. Larissa Larini relatou que, no último domingo (2), um homem saiu do meio do mato e correu em sua direção exibindo as partes íntimas. O caso gerou grande repercussão e foi encaminhado às autoridades policiais.

No vídeo compartilhado no Facebook, Larissa contou que estava acompanhada do filho e decidiu tirar uma foto na entrada da trilha quando foi surpreendida pelo homem.

Fonte: Avaré Notícias

Foto: Reprodução

Conselho Federal Medicina denuncia problemas no ENARE

O Conselho Federal de Medicina (CFM) denuncia problemas na análise de currículos do Exame Nacional da Residência Médica (Enare) 2025. As provas são popularmente comparadas ao Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, para a especialização médica. Isso porque elas credenciam profissionais da saúde a realizarem residência.

Conforme a conselheira do CFM Rosylane Nascimento Rocha, foram registrados mais de 500 mandados de segurança individuais solicitados por candidatos de todo o Brasil. “O maior concurso para formação de médicos especialistas do país está com um grave problema. São denúncias sobre falta de transparência e a forma de avaliação dos currículos”, diz.

Uma das ações anunciadas pelo CFM é o acionamento do Congresso Nacional. O objetivo é que o Poder Legislativo convoque os representantes pelo concurso — a Fundação Getulio Vargas e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) — para responder aos questionamentos dos candidatos.

Erro absurdo

A médica Agatha Soyombo, formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é uma das candidatas que denuncia erro na fase de avaliação do currículo. “Minhas notas permaneceram erradas, mesmo depois do recurso administrativo. Está acontecendo um erro absurdo”, desabafou em vídeo publicado nas redes sociais.

Segundo reportou a médica, ela teve o histórico escolar zerado, mesmo tendo apresentado a documentação da graduação na UFMG, que deveria lhe render 50 pontos. “A banca simplesmente não aceitou os documentos sem dar justificativa plausível. Um balde de água fria. É uma prova que literalmente define nosso futuro”, destacou.

O outro lado

Em nota, a FGV, banca responsável pelo exame, afirmou que “reitera o seu compromisso com a higidez, transparência e isonomia do exame”. Além disso, declarou que o resultado preliminar da nota final foi divulgado em 21 de janeiro e que os candidatos puderam interpor recursos nos dias 22 e 23.

Por fim, afirmou que “todos os recursos serão devidamente apreciados e o resultado definitivo da nota final divulgado conforme cronograma previsto”. O posicionamento foi enviado à reportagem na semana passada. O TEMPO questionou se há uma atualização e aguarda retorno.

Fonte: O TEMPO
Foto: Reprodução

Lixo na Cuesta: Atleta denuncia descaso e cobra providências

O atleta Marildo José Barduco, conhecido como “corredor Barduco”, denunciou o acúmulo de lixo a céu aberto às margens da Rodovia Marechal Rondon, em Botucatu. A denúncia foi feita ao Alpha Notícias, que tem acompanhado o problema do descarte irregular na cidade.

Barduco relata que, no sábado (1º) à tarde, durante um treino com outro atleta, deparou-se com uma grande quantidade de lixo próximo à rotatória da Fazenda Matão, em um local onde há uma placa de proibição de descarte.
É triste ver tanto lixo em um local como esse, ainda mais com uma placa que proíbe o descarte. Isso causa uma má impressão da cidade para quem passa pela rodovia”, desabafou Barduco.

O atleta também mencionou outros pontos críticos de descarte irregular, como a descida da Base da Nuvem, onde a quantidade de lixo é considerada “absurda”.
Essa não é a primeira vez que o Alpha Notícias denuncia o problema do lixo em Botucatu. Recentemente, o jornal noticiou um flagrante de descarte ilegal em uma estrada rural, onde a Guarda Civil Municipal identificou e ouviu duas pessoas por crime ambiental, utilizando as câmeras da muralha virtual.

A denúncia de Barduco reforça a necessidade de ações do poder público para combater o descarte irregular de lixo em Botucatu. A fiscalização e a conscientização da população são medidas importantes para preservar o meio ambiente e a imagem da cidade.

A Lei Federal nº 9.605/1998, também conhecida como Lei de Crimes Ambientais, proíbe o descarte irregular de resíduos. A penalidade para quem cometer este crime pode ser reclusão, detenção ou pagamento de multa. 

A gravidade da penalidade depende do tipo de dano causado ao ambiente pelo descarte. 

Além da Lei de Crimes Ambientais, outras leis também regulamentam o descarte de resíduos, como:
  • Lei 2.312/1954, que proíbe o descarte inadequado de lixo 
  • Política Nacional de Meio Ambiente, de 1981, que reforça a proibição do descarte inadequado de lixo 
  • Lei 12.305/2010, que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos 

 

Presidente do Sintaema fala sobre assédio moral na Sabesp

Na manhã desta terça-feira (04), Alpha Notícias conversou com José Antonio Faggian, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente (SINTAEMA), sobre o assédio moral coletivo que os trabalhadores da Sabesp estão enfrentando.

Alpha Notícias: “Nos últimos dias, tivemos informações sobre o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) e também sobre casos de assédio moral contra os trabalhadores da Sabesp. Isso realmente está acontecendo, Faggian?

Faggian: “Infelizmente, isso é verdade; tem acontecido com nossos trabalhadores. O que ocorre é que estamos passando pelo processo de privatização, e a Sabesp começa a funcionar como uma empresa privada. O ‘modus operandi’ das privatizações no Brasil inclui elementos como o Plano de Demissão Voluntária e o Plano de Demissão Incentivada (PDI). Todas as empresas que passaram por privatização, no primeiro momento, tiveram esses planos, justamente para se ‘livrar’ daqueles trabalhadores que, na avaliação do novo proprietário, não se enquadram na nova filosofia de empresa privada.

No mês de janeiro, foi lançado um Plano de Demissão Voluntária, e as inscrições para esse plano se encerraram na sexta-feira (31). Temos mais de 10 mil trabalhadores em todo o Estado, e a adesão a esse plano foi de aproximadamente 20%, ou seja, cerca de 2.024 trabalhadores. Para ‘incentivar’ que os trabalhadores aderissem, foram oferecidas migalhas.

Quando a empresa percebeu que a adesão não estava sendo a esperada, começou a fazer uma série de lives, notícias e ameaças aos trabalhadores para que eles aderissem. A lei que autorizou a privatização é válida até abril de 2026, e por essa razão a empresa começou a ameaçar com diminuição de salários, afirmando que quem não aderisse ao incentivo seria desligado, independentemente de qualquer coisa. Assim, interpretamos isso como um ‘assédio moral coletivo’, inclusive em uma das lives feitas pelo diretor responsável pelo RH da Sabesp, que foi literal ao dizer essas coisas. Fizemos uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho e estamos aguardando a apuração.”

Faggian apontou que a empresa tem adotado várias medidas prejudiciais à categoria, como a imposição de condições para a adesão ao plano de demissão voluntária (PDV) lançado em janeiro. Uma das cláusulas do programa exige que os funcionários renunciem a ações judiciais contra a companhia, o que, segundo o Sindicato, fere os princípios e dispositivos previstos na Constituição Federal e na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Outro ponto destacado na denúncia é a transferência compulsória de funcionários para a capital, sem planejamento adequado e sem o suporte necessário. O anúncio foi feito pelos diretores da companhia durante uma live realizada na última quarta-feira, dia 29.

A reunião foi marcada pela Sabesp após cobranças das entidades sindicais SINTIUS e SINTAEMA, representantes dos trabalhadores, especialmente após a live realizada pela empresa no dia 29/01, que causou desconforto e constrangimento entre os colaboradores. Durante a transmissão, foi mencionada a possibilidade de transferência dos trabalhadores administrativos para a capital e até mesmo para regiões distantes de suas casas na Baixada Santista, o que gerou uma série de mal-entendidos.

Em nota, a Sabesp esclareceu que o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) é uma escolha totalmente livre do colaborador, atendendo, inclusive, a uma demanda dos próprios colaboradores que desejam decidir se querem fazer uma transição de suas carreiras neste momento de vida ou não continuar na empresa.

Essa ação faz parte do Sabesp Gente, iniciativa que reforça o compromisso da Companhia em promover a universalização do saneamento até 2029. O programa está estruturado em três pilares: valorização dos talentos internos; atração de novos colaboradores, incluindo aprendizes, estagiários e trainees; e apoio na transição de carreira e pós-carreira, sendo nesse último que se insere o Programa de Desligamento Voluntário.

Com o Sabesp Gente, a empresa busca unir a experiência reconhecida de seus profissionais à de novos talentos, além de desenvolver suas equipes para enfrentar e superar os desafios do novo ciclo de crescimento.

A Companhia informou ainda que, em reunião nesta quinta-feira (30) com representantes sindicais, esclareceu que não haverá transferência compulsória de pessoas. Está em andamento a transferência de processos de trabalho, o que não implica necessariamente na transferência de profissionais.