Denúncia

Dupla é presa suspeita de estupro de mulher após saída de balada em Botucatu

A Guarda Civil Municipal foi acionada por volta das 3h30 da madrugada de domingo (23), para prestar apoio ao SAMU após a denúncia de que uma mulher havia sido vítima de estupro na Avenida Dante Delmanto, em Botucatu. No local, a vítima foi encontrada caída em um terreno abandonado e em estado de choque. Aos agentes e à equipe médica, ela relatou que havia saído de uma balada nas proximidades quando foi abordada por dois homens em uma moto cinza, que fizeram menção de estarem armados e a obrigaram a ir até o terreno, onde cometeram violência sexual. Após o crime, a vítima ainda teria sido agredida com socos na cabeça.

Com base nas características informadas, os suspeitos foram identificados por meio de redes sociais e localizados em possíveis endereços indicados. Segundo a Guarda Municipal, os dois homens, de 20 e 21 anos, confessaram o crime e foram conduzidos à Delegacia de Defesa da Mulher, onde permaneceram à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação das autoridades.

Moradores denunciam abandono no Chaparral e cobram ação urgente da Prefeitura de Botucatu

Moradores do bairro Chaparral, localizado na região do distrito de Rubião Júnior, denunciam o que classificam como abandono por parte da Prefeitura de Botucatu, principalmente na manutenção das estradas rurais e na oferta de serviços básicos de infraestrutura. A equipe da Rede Alpha esteve no local após solicitação de moradores e constatou diversos problemas, como vias esburacadas, acúmulo de água, queda de árvores sobre a estrada, pontos sem iluminação e falhas na coleta de lixo. Em vários trechos, a situação impede até mesmo o tráfego de veículos leves, especialmente em períodos de chuva, aumentando os riscos de acidentes e dificultando o deslocamento diário de trabalhadores e produtores rurais.

Segundo relatos da moradora Aniele, o problema é antigo e piora rapidamente após qualquer chuva. “Os buracos aumentam muito, até de moto fica difícil passar”, afirmou. Já o produtor rural Oscar, da Estância Aliança, destacou que “caminhões pesados circulam com frequência devido à forte atividade agropecuária do bairro, mas a manutenção das estradas não acompanha a demanda”. Ele relata ainda que quedas de árvores são comuns e muitas vezes os próprios moradores precisam remover obstáculos para garantir passagem. Além disso, pontos com água parada têm se transformado em verdadeiros “piscinões”, aumentando a preocupação com focos de dengue próximos às residências.

Os moradores afirmam que procuram há anos apoio do poder público por meio de vereadores e solicitações diretas à prefeitura, mas dizem que as intervenções realizadas são paliativas e não resolvem o problema de forma definitiva. A principal reivindicação é por um plano permanente de manutenção das estradas e presença efetiva da zeladoria municipal. “Não basta vir uma vez e esquecer novamente”, resumiu um morador. Diante do cenário, a comunidade cobra providências urgentes para garantir segurança, mobilidade e respeito aos contribuintes que vivem e produzem no Chaparral.

Assistam a Reportagem:

youtube.com/watch?v=3reskhqzLE0&feature=youtu.be

Parquinho ao lado do antigo Shopping Amando em Botucatu apresenta risco de acidentes e revolta moradores

O jornalista Fernando Bruder esteve no parquinho público instalado ao lado do antigo Shopping Amando, em Botucatu, e constatou uma série de problemas estruturais que colocam em risco a segurança das crianças que utilizam o local. O espaço, implantado como contrapartida do empreendimento junto ao município, apresenta brinquedos quebrados, barras de ferro expostas, molas aparentes e piso emborrachado deteriorado pelo tempo, situação que pode provocar quedas e ferimentos graves.

Durante a reportagem, também foram identificados pontos com fiação elétrica exposta dentro da área do parquinho, inclusive com quadros de energia improvisadamente fechados com plástico e cadeados enferrujados. Segundo o relato, há suspeita de ligação elétrica de alta tensão no local, o que representa risco real de choque para crianças e frequentadores. Além disso, o piso intertravado está solto em diversos trechos e o calçamento apresenta desníveis, dificultando inclusive o acesso de cadeirantes e aumentando o risco de acidentes.

Outro fator preocupante é o abandono do entorno do antigo shopping, com tubulações expostas, tábuas soltas, ferro espalhado pelo chão e áreas com água parada, que podem favorecer a proliferação do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. Próximo à área infantil, a saída de emergência do prédio também apresenta fiação externa deteriorada e sujeira acumulada, ampliando ainda mais os riscos à população.

De acordo com o jornalista, o espaço foi cedido como contrapartida entre o empreendimento e a Prefeitura de Botucatu, com aval da Câmara Municipal de Botucatu, para implantação de melhorias no entorno. No entanto, a falta de manutenção transformou o local, que deveria ser uma área segura de lazer para as famílias, em motivo de preocupação para moradores e frequentadores da região.

A população cobra providências urgentes do poder público para recuperação do parquinho, isolamento das áreas de risco e realização de manutenção imediata, evitando que acidentes aconteçam em um espaço destinado ao lazer infantil.

Assista a Reportagem:

youtube.com/watch?v=GcTAahFP5GI&feature=youtu.be

 

Munícipe denuncia espera de mais de 20 anos por cirurgia de vesícula em Botucatu e relata descaso no sistema de saúde

Uma moradora de Botucatu denunciou publicamente, nesta segunda-feira (16), a longa espera por uma cirurgia de vesícula no sistema público de saúde do município. A denúncia foi feita por Luciana Romero Jovencio Marques, durante entrevista concedida ao jornalista Fernando Bruder, no Jornal Alpha Notícias, da Rádio Alpha FM 87,5.

Durante a entrevista ao vivo, Luciana relatou que aguarda pelo procedimento cirúrgico há mais de 20 anos, período em que enfrentou sucessivos adiamentos, falta de encaminhamentos adequados e agravamento do quadro de saúde. Segundo ela, no início do acompanhamento médico houve alterações em exames do fígado que impediram a realização da cirurgia naquele momento. No entanto, após novos exames, o procedimento nunca mais foi efetivamente agendado.

De acordo com a munícipe, as crises de dor foram se intensificando ao longo dos anos, prejudicando inclusive sua vida profissional. “Mesmo com dores fortes eu continuei trabalhando, mas agora ficou impossível. Minha movimentação está muito difícil e tive que fechar minha loja porque não consigo mais trabalhar”, relatou.

Luciana contou ainda que recentemente foi chamada para atendimento no “Hospital do Bairro”, onde foi informada de que precisaria realizar também uma cirurgia bariátrica para que a retirada da vesícula pudesse ser feita. Entretanto, o procedimento não é realizado na unidade, e ela foi novamente orientada a retornar para a fila de espera do sistema e aguardar atendimento pela Universidade Estadual Paulista.

Segundo a moradora, apesar de ter procurado diversas vezes o sistema de saúde municipal por meio do posto de saúde — porta de entrada do Sistema Único de Saúde — ela afirma que não recebeu acompanhamento ou encaminhamento para resolver a condição que estaria impedindo a cirurgia. “Só pedem para aguardar na fila, mas nunca dão um retorno ou um tratamento que ajude a resolver a situação”, disse.

Luciana também afirmou que tentou buscar ajuda diretamente com a Prefeitura. Segundo ela, enviou mensagem ao prefeito Fábio Leite em dezembro do ano passado, relatando sua situação. De acordo com a munícipe, o chefe do Executivo chegou a solicitar seus dados pessoais para verificar o caso, mas desde então não houve mais retorno.

Durante o programa, o jornalista Fernando Bruder classificou a situação como preocupante e cobrou uma resposta do poder público municipal. Ele destacou que o sistema de saúde deveria garantir não apenas o acesso à cirurgia, mas também o acompanhamento necessário para que o paciente esteja apto a realizá-la.

A gente entende que existem critérios médicos, mas quando há uma comorbidade que impede o procedimento, o próprio sistema deveria encaminhar o tratamento para resolver esse problema e, depois, realizar a cirurgia. Não é aceitável uma pessoa esperar décadas por atendimento”, afirmou.

A reportagem do Jornal Alpha Notícias entrou em contato com o Secretario Municipal de Saúde, André Spadaro, solicitando esclarecimentos sobre a situação e possíveis providências para o atendimento da paciente.

Enquanto aguarda uma solução, Luciana afirma que espera que a divulgação do caso ajude a acelerar o atendimento e evitar que outras pessoas passem pela mesma situação. “Eu só quero poder fazer a cirurgia e voltar a ter uma vida normal”, concluiu.

Carro oficial da Câmara é flagrado sobre calçada e gera questionamentos sobre exemplo do Legislativo

Um veículo oficial da Câmara Municipal foi flagrado estacionado de forma irregular, em cima da calçada, espaço que deveria ser exclusivo para a circulação de pedestres. A situação chama a atenção principalmente por envolver um carro do próprio Poder Legislativo — justamente o órgão responsável por criar e fiscalizar leis que organizam a convivência na cidade.

Além de desrespeitar as regras de trânsito, o estacionamento sobre a calçada cria um obstáculo sério para a mobilidade urbana, principalmente para pessoas com deficiência, idosos, cadeirantes e cidadãos com mobilidade reduzida. Quando a calçada é bloqueada, muitas vezes essas pessoas são obrigadas a descer para a rua, correndo riscos e enfrentando ainda mais dificuldades para se locomover.

Segundo relatos, o veículo permaneceu parado no local por bastante tempo. Mesmo com a circulação de vereadores e servidores pela área da própria Câmara, ninguém teria solicitado a retirada do carro, o que aumenta ainda mais o questionamento sobre o cuidado com o cumprimento das regras dentro da própria instituição.

Outro ponto que gera dúvidas é que, por se tratar de um veículo oficial, muitas vezes não há identificação clara ou sistema de autuação tão imediato quanto ocorre com veículos particulares. Isso levanta uma pergunta inevitável entre os cidadãos: se um carro oficial comete uma infração, como seria feita a multa ou a responsabilização?

Enquanto motoristas comuns são penalizados por estacionar em local proibido ou sobre a calçada, a população espera que o mesmo rigor seja aplicado aos veículos públicos. Afinal, o exemplo de respeito às leis deveria vir justamente de onde elas são feitas.

Guardas municipais pedem destituição de comandante da GCM de Itatinga e denunciam irregularidades

Um grupo de guardas civis municipais protocolou documentos na Prefeitura de Itatinga solicitando a destituição do comandante da Guarda Civil Municipal (GCM), apontando uma série de supostas irregularidades administrativas e problemas internos na corporação.

Os pedidos foram formalizados por servidores da própria Guarda Municipal e encaminhados ao prefeito municipal e a setores da administração pública, como Procuradoria Jurídica, Recursos Humanos e Diretoria de Segurança.

Denúncias contra o comandante

No documento apresentado à prefeitura, os guardas afirmam que, desde que assumiu o comando da corporação em 30 de abril de 2024, o atual comandante teria adotado práticas consideradas incompatíveis com os princípios da administração pública.

Entre os pontos citados está a suposta irregularidade no cumprimento da jornada de trabalho. Segundo o documento, o comandante teria registrado pontos de forma incompleta ou posterior, justificando ao setor de Recursos Humanos que teria “esquecido de registrar” a entrada ou saída. Os denunciantes afirmam que, em alguns casos, o horário informado não corresponderia ao horário real de trabalho.

Os guardas também pedem auditoria nos registros de ponto dos últimos 12 meses para verificar eventuais inconsistências e apontam que o comandante teria sido visto em uma academia durante horário de expediente, o que, segundo o documento, poderia ser confirmado por registros de acesso do local.

Outra denúncia envolve o programa educacional “Patrulha da Paz”, desenvolvido nas escolas do município. Os guardas afirmam que o enteado do comandante, participante do programa em 2025, teria sido premiado com bicicleta, notebook e uma possível bolsa de estudos em escola particular, o que levantou suspeitas sobre possível favorecimento. Os servidores pedem auditoria na aplicação das provas e nos critérios de premiação do projeto.

Além disso, o documento menciona problemas de gestão e falta de diálogo com a tropa, alegando que decisões e comunicados estariam sendo feitos apenas por meio de avisos em um painel interno da base da Guarda.

Pedido de investigação e afastamento

Diante das denúncias, os guardas solicitaram à administração municipal:

  • abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o comandante;
  • auditoria nos registros de ponto;
  • investigação sobre o programa Patrulha da Paz;
  • afastamento cautelar do comandante durante as apurações.

No mesmo documento, os servidores também pedem a revogação da portaria que nomeou o comandante para o cargo.

Clima interno e pedidos da corporação

Os guardas afirmam que a situação teria provocado desgaste interno na corporação, mencionando pedidos de exoneração recentes e afastamentos por problemas de saúde.

Nos documentos, os servidores pedem que a prefeitura avalie as denúncias e adote medidas administrativas para preservar o funcionamento da Guarda Municipal e a saúde dos agentes.

Prefeitura e citados podem se manifestar

Até o momento, não há informação oficial sobre eventual abertura de investigação administrativa por parte da Prefeitura de Itatinga.

A reportagem deixa espaço aberto para manifestação do comandante e da Prefeitura de Itatinga, caso queiram apresentar esclarecimentos sobre as denúncias.

Uso de ônibus escolar em viagem esportiva gera susto e levanta questionamentos sobre falta de fiscalização em Botucatu

Um episódio ocorrido na madrugada deste domingo (08) gerou apreensão entre pais e responsáveis de jovens atletas de taekwondo de Botucatu e também levanta questionamentos sobre o uso de veículos públicos destinados ao transporte escolar.

Um micro-ônibus que transportava cerca de 20 crianças e adolescentes, integrantes do Projeto Bethel, sofreu um momento de perda de controle na Rodovia Raposo Tavares, na região de Sorocaba. Segundo relatos de pessoas que acompanhavam o trajeto logo atrás do veículo, o motorista teria perdido momentaneamente o controle da direção, fazendo com que o micro-ônibus atravessasse o canteiro central da rodovia e invadisse a pista contrária, percorrendo alguns metros até retornar ao sentido correto da via.

Apesar do grande susto vivido pelos passageiros e acompanhantes da delegação, ninguém ficou ferido. Após o ocorrido, a Prefeitura de Botucatu encaminhou outro veículo para dar apoio e garantir a continuidade da viagem com segurança.

Entretanto, o caso chama a atenção por outro motivo: o micro-ônibus utilizado no transporte faz parte da frota vinculada à Secretaria Municipal de Educação, tradicionalmente utilizada para transporte escolar. O uso desse tipo de veículo em deslocamentos para atividades esportivas levanta questionamentos sobre a legalidade e a finalidade do transporte.

Especialistas em gestão pública apontam que, em regra, a prefeitura não deve utilizar veículos escolares para o transporte de terceiros ou para finalidades que não estejam diretamente ligadas ao transporte de alunos da educação básica, pois isso pode caracterizar desvio de finalidade do patrimônio público.

Diante do episódio registrado na rodovia, além da análise das causas que levaram à perda momentânea de controle do veículo, especialistas apontam que também é necessário avaliar se houve ou não irregularidade no uso do micro-ônibus escolar no transporte da delegação esportiva.

Até o momento, a Prefeitura informou que ninguém ficou ferido e que o transporte da equipe foi concluído após o envio de outro veículo de apoio. As circunstâncias do ocorrido deverão ser apuradas nos próximos dias.

imagem: Ilustrativa

Mudanças no trânsito na Rua Capitão Tito geram transtornos e risco de acidentes após intervenções na Rodoviária

Moradores da Rua Capitão Tito, nas proximidades da Rodoviária de Botucatu, têm enfrentado transtornos no trânsito após alterações promovidas pela Semutran de Botucatu em razão das obras na região.

De acordo com relatos encaminhados ao portal, veículos estão estacionando regularmente no local e devido aos desvios proveniente da Rodoviária, obrigando o motorista do ônibus a realizar uma manobra arriscada para conseguir seguir viagem, quase provocando um acidente.

Moradores também denunciam que alguns condutores estariam avançando com os veículos de forma imprudente, chegando muito próximo das garagens das residências. “Tem carro que quase entra na nossa garagem”, relatou um morador, demonstrando preocupação com a segurança de famílias e pedestres que circulam pelo local.

As intervenções no entorno da Rodoviária têm como objetivo reorganizar o fluxo viário, mas, segundo a população, a falta de sinalização adequada e fiscalização mais rigorosa estaria contribuindo para o aumento dos problemas.

Os moradores pedem que a Prefeitura e a Semutran reavaliem as mudanças implantadas e reforcem a orientação aos motoristas, buscando garantir mais segurança, organização e respeito a quem vive na Rua Capitão Tito e imediações.