Denúncia

Denúncia grave: bebedouro com larvas é flagrado em posto de saúde de Vitoriana em Botucatu

Uma denúncia grave envolvendo o Posto de Saúde de Vitoriana, distrito de Botucatu, foi encaminhada ao Portal Alpha Notícias e está gerando preocupação entre moradores da região. Segundo relato de uma munícipe, um bebedouro da unidade estava totalmente tomado por larvas, situação considerada alarmante por se tratar de um espaço público de atendimento à população.

De acordo com a denunciante, um vídeo registrando o problema foi encaminhado à Prefeitura, porém, até o momento nenhuma providência teria sido tomada, mesmo diante do risco sanitário que a situação representa. A presença de larvas em um equipamento de uso coletivo dentro de uma unidade de saúde levanta questionamentos sobre as condições de higiene e manutenção do local.

Moradores cobram uma resposta urgente das autoridades municipais, já que o posto atende diariamente pacientes, incluindo idosos e crianças. A expectativa é que a Secretaria de Saúde realize vistoria imediata e apresente esclarecimentos à população

O Portal Alpha Notícias segue acompanhando o caso e mantém espaço aberto para manifestação oficial da Prefeitura sobre as medidas que serão adotadas diante da denúncia.

Serra de Vitoriana pede socorro: moradores denunciam riscos na Rodovia Alcides Soares e cobram ação da Prefeitura de Botucatu

Moradores da região do Rio Bonito voltaram a denunciar as condições precárias da Rodovia Municipal Alcides Soares, especialmente no trecho da Serra de Vitoriana. Segundo relatos de um munícipe, o estado de conservação da via tem causado riscos constantes para motoristas e motociclistas que utilizam diariamente o trajeto.

De acordo com a denúncia, o asfalto apresenta irregularidades que estariam contribuindo para a queda de pedras de caminhões ao longo da rodovia. A situação aumenta o risco de acidentes com motociclistas, além de danos em veículos devido a pedras lançadas contra para-brisas. O problema preocupa principalmente quem utiliza a estrada com frequência para trabalho e deslocamento diário.

Outro ponto destacado é um serviço realizado pela Secretaria de Infraestrutura há mais de três meses, quando houve o corte de um barranco às margens da rodovia. Segundo o morador, a intervenção acabou enchendo canaletas com terra, pedras e madeira, mas até agora não houve limpeza do material, o que compromete a drenagem e aumenta o risco de novos deslizamentos em períodos de chuva.

Diante da situação, moradores cobram providências urgentes da Prefeitura de Botucatu para garantir a segurança no trecho. A comunidade pede manutenção do asfalto, limpeza das canaletas e monitoramento das encostas, antes que acidentes mais graves sejam registrados. A população reforça que a Serra de Vitoriana é uma via estratégica para a região e não pode continuar em condições consideradas perigosas.

João Cury não destinou nenhum recurso de emendas paralamentares para Botucatu e Região no seu mandato como deputado federal

Um levantamento com base em registros oficiais de transparência federal aponta uma diferença significativa na destinação de emendas parlamentares do deputado federal João Cury. Enquanto municípios do litoral paulista receberam mais de R$ 36 milhões em recursos empenhados e pagos, apenas em 2025, Botucatu e cidades do Polo Cuesta não aparecem como municípios contemplados com repasses efetivamente pagos, destinados pelo Deputado João Cury, segundo os dados consultados.

A situação ganhou repercussão após divulgação nas redes sociais, do próprio deputado, de que cerca de R$ 100 milhões teriam sido destinados à Região da Cuesta. No entanto, ao conferir os portais oficiais da Câmara dos Deputados e do Governo Federal, os registros indicam que os valores pagos concentram-se para municípios da Baixada Santista, como Praia Grande e Santos, reforçando que o deputado não auxiliou sua base histórica no interior.

Recursos milionários para o Litoral

Entre os valores identificados como empenhados e pagos, destacam-se repasses superiores a R$ 18 milhões para Praia Grande, além de outras transferências registradas para cidades do litoral paulista.

Somados, apenas alguns desses registros já ultrapassam R$ 36,8 milhões em um único ano.

Os dados indicam prioridade clara na destinação dos recursos para cidades do litoral, enquanto municípios do Pólo Cuesta permanecem sem registros equivalentes de pagamentos efetivados oriundos do gabinete do deputado, no mesmo período analisado.

Botucatu sem repasses confirmados

Para Botucatu e região, o deputado menciona nas suas redes sociais, a existência de cerca de R$ 400 mil em emendas voltadas às áreas de Saúde e Esporte.

Entretanto, nos registros oficiais da Câmara Federal entre 2024 e 2026, esses valores não aparecem como pagos ou liquidados, o que levanta dúvidas sobre a efetiva chegada dos recursos ao município.

A ausência de transferências confirmadas contrasta com a expectativa criada na população e em lideranças locais, especialmente, considerando o vínculo político do deputado com a cidade.

Questionamentos sobre prioridades

A diferença entre os valores anunciados e os recursos efetivamente pagos reacende o debate sobre as prioridades do mandato de João Cury. Para moradores e representantes regionais, cresce a cobrança por maior transparência e equilíbrio na destinação das emendas parlamentares, especialmente em favor de Botucatu e das cidades do Pólo Cuesta.

A reportagem da REDE ALPHA entrou em contato com um dos assessores do deputado, na região da Cuesta, Paulo César, O “Paulinho da OP”, que informou “não ter encontrado os registros desses repasses no gabinete para a Botucatu e Região, mas que o Deputado tem tido um mandato bastante comprometido com a Região.” 

Já o Deputado Federal João Cury também foi questionado pela REDE ALPHA sobre “um parecer sobre o porquê não consta nos registros da Câmara Federal os repasses feitos pelo seu gabinete para as cidades do Pólo Cuesta desde que assumiu a cadeira na Câmara” e o mesmo relatou que: “Também não sei. Deveria constar”

A equipe de jornalismo da Rede Alpha segue acompanhando os registros oficiais e aguarda manifestação do gabinete do Deputado João Cury, sobre os critérios utilizados na distribuição dos recursos públicos destinados pelo mandato às cidades de sua base eleitoral que carecem de investimentos.

 

Foto: Thiago Queiroz / Estadão

Mulher vítima de estupro em Bofete é mãe de bebê que morreu após denúncia de suposta negligência

Uma mulher de 30 anos, vítima de estupro e agressão física em Bofete (SP), carrega também uma história recente marcada por dor e denúncia contra o poder público. Ela é mãe da bebê de seis meses que morreu em dezembro de 2025, em um caso que levantou questionamentos sobre possível negligência no atendimento de saúde.

O crime de estupro foi registrado pela Polícia Civil no dia 25 de março de 2026. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima relatou que, na madrugada do dia 23, foi surpreendida dentro de sua residência após ouvir um barulho forte. Em seguida, teria sido puxada pelos cabelos para fora da casa e agredida por ao menos dois homens.

De acordo com o depoimento, durante a violência houve luta corporal, danos no interior do imóvel e, posteriormente, a vítima foi levada novamente para dentro da residência, onde teria ocorrido o abuso sexual. Ela afirmou não conseguir identificar os autores devido ao efeito de medicação e à baixa iluminação do local. Após o crime, os suspeitos fugiram.

Abalada emocionalmente, a mulher não buscou ajuda imediata. Na manhã seguinte, foi encaminhada para atendimento médico e, posteriormente, ao Hospital da Mulher, onde recebeu assistência especializada.

O caso foi registrado como estupro (artigo 213 do Código Penal) e lesão corporal (artigo 129), ambos consumados, e segue sob investigação. Até o momento, os autores não foram identificados.

Histórico recente: morte da bebê e denúncia contra o poder público

A vítima é mãe de uma bebê de seis meses que morreu em dezembro de 2025. Segundo o boletim de ocorrência à época, a criança foi encontrada sem sinais vitais na própria residência e levada ao serviço de saúde, onde o óbito foi confirmado.

Inicialmente, a causa provável apontada foi um quadro grave de refluxo, com possibilidade de broncoaspiração durante a noite. No entanto, dias depois, familiares retornaram à delegacia para incluir no registro uma denúncia de suposta omissão do poder público. Segundo o relato, a criança necessitava de um medicamento havia cerca de quatro meses, e dificuldades no acesso ao tratamento teriam contribuído para o agravamento do quadro.

Ainda conforme o documento, os familiares alegaram falhas no atendimento em diferentes setores, incluindo as áreas de saúde e assistência social, além de apontarem demora no recolhimento do corpo da bebê após a constatação do óbito.

O caso envolvendo a morte da criança também foi registrado e segue como objeto de apuração.

Investigação

A Polícia Civil investiga o caso mais recente de violência, enquanto o histórico envolvendo a morte da bebê levanta questionamentos mais amplos sobre assistência pública e vulnerabilidade social.

Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola diz IBGE

Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil.

Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi.

“O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui uma tendência de aumento, o que indica que mais estudantes passaram a vivenciar situações repetidas de violência”.

“O número dos que sofrem bullying permanece praticamente igual, porém, a persistência dos episódios e a intensidade deles aumentou”, complementa.

Principais números

  • 39,8% dos estudantes de 13 a 17 anos sofreram bullying na escola;
  • No caso das meninas, percentual sobe para 43,3%; 
  • Aparência do rosto ou cabelo foi alvo em 30,2% dos casos;
  • 13,7% assumiram ter praticado bullying;
  • 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas.

Aparência, raça e gênero

Os estudantes agredidos disseram à pesquisa que a aparência do rosto ou do cabelo foi o principal alvo do bullying, o que se deu em 30,2% dos casos.

Em seguida, vêm a aparência do corpo, com 24,7%, e a violência por causa da cor ou raça, vivida por 10,6% deles.

“Há também um percentual alto, de 26,3%, de alunos que declaram que o bullying não teve motivo. Ou seja, uma grande parte daqueles que sofrem não sabem por que, e isso é natural, já que o bullying ocorre coletivamente, e aquele que está sofrendo não necessariamente vê uma razão para isso. Pelo contrário, se sente completamente injustiçado”, destaca o gerente da pesquisa.

A pesquisa identificou que as meninas são as mais atacadas ─ 43,3% delas já sofreram bullying, contra 37,3% dos meninos.

Além disso, 30,1% das estudantes adolescentes se sentiram humilhadas por provocações de colegas duas vezes ou mais. Essa proporção é quase 6 pontos percentuais maior que a dos alunos do sexo masculino.

Perfil dos agressores

Já os dados de quem comete bullying mostram uma relação inversa: 13,7% dos estudantes declararam ter praticado alguma violência do tipo, sendo 16,5% dos meninos e 10,9% das meninas.

O IBGE também perguntou qual a razão da agressão praticada e, novamente, a aparência do rosto, cabelo ou corpo e a cor ou raça foram os motivos mais citados.

No entanto, algumas diferenças significativas surgiram, com relação ao relatado pelas vítimas. Por exemplo, 12,1% dos autores declararam ter cometido bullying por causa do gênero ou orientação sexual dos colegas, mas apenas 6,4% dos alunos que sofreram bullying reconheceram que essa característica motivou a violência sofrida.

O mesmo ocorreu com o tópico da deficiência: enquanto 7,6% dos autores reconhecem que cometeram bullying por esse motivo, apenas 2,6% das vítimas associaram o ataque a essa característica.

Para os pesquisadores, isso pode indicar que muitas vítimas preferem silenciar sobre as circunstâncias do ocorrido por medo ou receio de serem estigmatizadas. 

Agressões físicas e virtuais

A pesquisa também identificou que, em alguns casos, há agravamento dos conflitos entre os alunos: 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas, proporção que sobe para 18,6% no caso dos meninos.

Nesse caso, também houve aumento com relação a 2019, quando 14% dos alunos haviam relatado alguma agressão física sofrida, sendo 16,5% entre os meninos.

O IBGE também destaca o crescimento na proporção de estudantes agredidos duas vezes ou mais, que passou de 6,5% para 9,6%.

Já os casos de bullying virtual, cometidos via redes sociais ou aplicativos, recuaram de 13,2% para 12,7%. Nesse caso, as meninas aparecem como vítimas em quantidade mais expressiva: 15,2% delas já se sentiram humilhadas ou ameaçadas por conteúdos postados nesses espaços, contra 10,3% dos meninos.

Ações preventivas

O IBGE também entrevistou gestores escolares para coletar informações sobre o suporte oferecido aos adolescentes e identificou que apenas 53,4% dos alunos estudavam em unidades que aderiram ao Programa de Saúde nas Escolas (PSE), que desenvolve uma série de ações para aumentar o bem-estar dos estudantes.

Considerando as iniciativas incluídas no PSE, apenas 43,2% dos alunos estavam em escolas que realizaram ações de prevenção de práticas de bullying, e somente 37,2% das unidades atuaram conforme o programa para prevenir brigas em suas dependências.

Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

Alunos denunciam possível fim do curso de Enfermagem da ETEC de Botucatu e cobram explicações

Estudantes do curso Técnico em Enfermagem da Etec Industrial de Botucatu denunciaram, em entrevista ao jornalista Fernando Bruder, sinais de possível encerramento da formação na unidade. Segundo relatos das alunas, há mais de um ano e meio não são abertas novas turmas, o que levanta preocupação entre os estudantes sobre o futuro do curso, considerado referência regional na área da saúde.

Atualmente, a turma do terceiro semestre seria a única em andamento. De acordo com as estudantes, desde o início da formação havia expectativa de continuidade do curso com novas turmas, mas isso não ocorreu. Apesar disso, não houve confirmação oficial clara por parte da direção sobre o encerramento definitivo. “Na prática, a gente percebe que não existe interesse em manter o curso técnico de enfermagem aqui”, afirmaram.

As alunas destacam que a ETEC de Botucatu sempre teve papel importante na formação de técnicos que hoje atuam em hospitais e clínicas públicas e privadas de Botucatu e região. Elas alertam que a interrupção da formação pode gerar impactos diretos na área da saúde, especialmente diante da necessidade constante de profissionais técnicos no município, inclusive no Hospital das Clínicas da Unesp, onde os próprios estudantes realizam estágios.

Outro ponto levantado é que, desde o ingresso da atual turma, pelo menos três novas turmas poderiam ter sido formadas, o que representaria cerca de 60 novos estudantes em formação atualmente. Além disso, interessados em ingressar no curso estariam sendo informados informalmente de que a formação não deverá continuar sendo oferecida, aumentando a preocupação entre alunos e futuros candidatos.

Segundo as estudantes, a possível paralisação do curso representa não apenas a perda de uma oportunidade de formação gratuita e de qualidade, mas também um risco para a cadeia de formação de profissionais essenciais ao atendimento hospitalar. Elas pedem transparência sobre a situação e defendem a retomada das turmas, destacando a importância histórica da unidade na qualificação de técnicos de enfermagem em Botucatu.

O espaço segue aberto ao diretor da ETEC de Botucatu, Danilo César Ângelo, para pronunciamento oficial da Instituição, porém o mesmo nos retornou mas não quis comentar oficialmente sobre o caso.

Acompanhem a Reportagem:

 

Alunos denunciam risco de extinção do curso Técnico em Enfermagem da Etec de Botucatu e pedem revisão da decisão

Estudantes do terceiro semestre do curso Técnico em Enfermagem da Centro Paula Souza, na Escola Industrial/Etec de Botucatu, manifestaram preocupação com o que classificam como um “desmonte gradual” da formação oferecida pela unidade. Segundo os alunos, a redução na oferta de vagas semestrais e cortes nos vestibulinhos indicam risco de encerramento do curso, tradicional na cidade e considerado referência regional na formação de profissionais da saúde. A turma ingressante em fevereiro de 2025, com conclusão prevista para dezembro de 2026, pode ser uma das últimas a concluir a formação, caso o cenário não seja revertido.

De acordo com os estudantes, o curso possui forte reconhecimento pela qualidade técnica e pela formação prática, com destaque para estágios realizados em instituições de saúde do município, especialmente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB). Eles destacam que a possível extinção ocorre em um momento de crescente demanda por profissionais da área, o que, segundo o grupo, contraria as necessidades do sistema público de saúde e da própria rede hospitalar regional.

Os alunos também ressaltam que Botucatu é considerada referência em serviços de saúde e participação em campanhas públicas ligadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo ações durante a pandemia da COVID-19 e mobilizações no combate à dengue. Para eles, a formação de técnicos em enfermagem é essencial para manter a qualidade do atendimento prestado à população local e regional.

Diante da situação, os estudantes pedem que o Centro Paula Souza e o governo estadual reavaliem a decisão e garantam a continuidade do curso. Eles também solicitam apoio da comunidade e de autoridades locais para fortalecer a mobilização em defesa da permanência da formação técnica em enfermagem na cidade, considerada estratégica para a saúde pública regional.

A Rede Alpha entrou em contato diversas vezes com o diretor da ETEC Botucatu, Danilo César Ângelo, porém o mesmo não retornbou nenhuma das nossas ligações.

Dupla é presa suspeita de estupro de mulher após saída de balada em Botucatu

A Guarda Civil Municipal foi acionada por volta das 3h30 da madrugada de domingo (23), para prestar apoio ao SAMU após a denúncia de que uma mulher havia sido vítima de estupro na Avenida Dante Delmanto, em Botucatu. No local, a vítima foi encontrada caída em um terreno abandonado e em estado de choque. Aos agentes e à equipe médica, ela relatou que havia saído de uma balada nas proximidades quando foi abordada por dois homens em uma moto cinza, que fizeram menção de estarem armados e a obrigaram a ir até o terreno, onde cometeram violência sexual. Após o crime, a vítima ainda teria sido agredida com socos na cabeça.

Com base nas características informadas, os suspeitos foram identificados por meio de redes sociais e localizados em possíveis endereços indicados. Segundo a Guarda Municipal, os dois homens, de 20 e 21 anos, confessaram o crime e foram conduzidos à Delegacia de Defesa da Mulher, onde permaneceram à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação das autoridades.