Denúncia

Obra de asfaltamento parada gera reclamações e transtornos a moradores

Moradores das ruas Dr. Guimarães e Darciso Coneglian denunciaram a paralisação de uma obra de asfaltamento que estaria abandonada desde a última sexta-feira, dia 8 de maio. Máquinas e caminhões utilizados no serviço permanecem estacionados nas vias, causando transtornos e preocupação na vizinhança.

Segundo os relatos, parte da Rua Dr. Guimarães recebeu asfalto apenas até próximo de uma lombada, onde uma máquina continua parada, prejudicando a visibilidade durante a noite e aumentando o risco de acidentes. Já na Rua Darciso Coneglian, outros equipamentos e caminhões também seguem estacionados sem movimentação.

Os moradores afirmam ainda que a presença das máquinas acaba dificultando o estacionamento e obrigando motoristas a deixarem veículos sobre as calçadas. A população cobra providências das autoridades responsáveis e a retomada das obras no local.

Possível sabotagem em prédio público gera tensão política em Pratânia no dia de julgamento da vereadora Sandra

A cidade de Pratânia amanheceu nesta segunda-feira (11) diante de um episódio grave, cercado de forte repercussão política e institucional, após a constatação de um possível ato criminoso praticado contra o sistema de energia elétrica do prédio público localizado na Rua Capitão João Batista, nº 254, imóvel pertencente à Prefeitura Municipal e utilizado simultaneamente para atividades culturais, administrativas e legislativas.

No local funcionam, paralelamente, a Biblioteca Municipal, o Museu Municipal e o Plenário da Câmara Municipal de Pratânia, espaço onde estava marcada para ocorrer, às 10h00 desta segunda-feira, sessão de julgamento da vereadora Sandra de Andrade Santos, em procedimento político-administrativo relacionado a acusações envolvendo atos de improbidade administrativa. A parlamentar também é conhecida no município por ser primeira-dama da cidade e esposa do prefeito Osmir José Felix.

Segundo informações preliminares recebidas pela Presidência da Câmara Municipal, o vereador Kendji Takeda Clemente Garcia foi surpreendido logo nas primeiras horas da manhã após ser informado de que os fios do quadro/relógio de energia do prédio teriam sido cortados de maneira aparentemente intencional, comprometendo o fornecimento de energia elétrica e colocando em risco a realização das atividades públicas previstas para a data.

O episódio ultrapassa a esfera de um simples dano material. A coincidência temporal entre o corte da energia e a realização de uma sessão de julgamento de elevada repercussão política inevitavelmente levanta questionamentos relevantes acerca da motivação do ato, especialmente porque a interrupção do fornecimento elétrico possuía potencial concreto para inviabilizar o funcionamento do plenário, prejudicar equipamentos essenciais, comprometer transmissões, sistemas administrativos e impedir o regular desenvolvimento das atividades legislativas.

Embora ainda não exista conclusão oficial das autoridades policiais acerca da autoria ou finalidade do ocorrido, o contexto em que os fatos se inserem torna inevitável a suspeita de que o episódio possa ter sido praticado com o objetivo de criar embaraços institucionais, tumultuar os trabalhos do Poder Legislativo ou até mesmo impedir a realização da sessão de julgamento programada para esta data.

A situação adquire contornos ainda mais delicados diante do fato de que não se trata de um prédio isolado da Câmara Municipal, mas de uma estrutura pública multifuncional pertencente ao Município, utilizada diariamente pela população para atividades culturais, educacionais e administrativas. Assim, eventual ação deliberada contra o sistema elétrico do imóvel não atingiria apenas o Poder Legislativo, mas potencialmente toda a coletividade local, afetando serviços públicos essenciais e o patrimônio público municipal.

Nos bastidores políticos da cidade, o episódio provocou imediata apreensão. A avaliação predominante é de que fatos dessa natureza representam grave ameaça à normalidade institucional, sobretudo quando coincidem com atos oficiais sensíveis e de elevado impacto político. Ainda que qualquer conclusão definitiva dependa de investigação formal, o caso já é tratado com extrema preocupação por agentes públicos e membros da comunidade local.

A Câmara Municipal deverá formalizar comunicação à Polícia Civil do Estado de São Paulo, requerendo a adoção de providências de polícia judiciária para apuração integral dos fatos, inclusive eventual perícia técnica, levantamento de imagens de segurança, identificação de autoria, motivação e circunstâncias da ocorrência.

A Presidência da Câmara também destacou que o episódio não impedirá a adoção das medidas necessárias para preservação da legalidade, continuidade dos trabalhos legislativos e proteção das instituições públicas municipais, ressaltando que qualquer tentativa de intimidação, sabotagem ou interferência no funcionamento regular do Poder Legislativo deve ser rigorosamente apurada dentro dos limites da lei e do devido processo legal.

Até o momento, não houve divulgação oficial de suspeitos ou confirmação pericial acerca da dinâmica exata do ocorrido.

Ministério Público apura possíveis impactos do uso de agrotóxicos próximo à Represa Plínio Paganini, em Botucatu

O Ministério Público do Estado de São Paulo instaurou uma Notícia de Fato para apurar denúncias relacionadas a possíveis impactos ambientais decorrentes do uso de agrotóxicos no entorno da Represa Plínio Paganini, em Botucatu. O procedimento foi registrado após manifestação protocolada pelo jornalista Fernando Bruder.

Segundo a denúncia apresentada ao MP, áreas agrícolas localizadas nas proximidades do reservatório do Rio Pardo supostamente estariam utilizando defensivos agrícolas que poderiam estar contribuindo para o risco de contaminação do solo e da água da represa. O documento aponta preocupação com o escoamento superficial de substâncias químicas durante períodos de chuva, o que poderia afetar a qualidade da água utilizada no abastecimento e no equilíbrio ambiental da região.

Diante das informações, o promotor de Justiça Dr. Rodrigo Jimenez Gomes determinou a abertura da Notícia de Fato e expediu ofício à CETESB, solicitando esclarecimentos técnicos sobre possíveis riscos de contaminação da água associados às atividades agrícolas no entorno do reservatório.

A investigação busca verificar se há impacto efetivo do uso de agrotóxicos nas propriedades rurais vizinhas e se existem medidas de controle ambiental suficientes para evitar a migração de resíduos químicos para a represa.

O Ministério Público também requisitou informações sobre monitoramento da qualidade da água e eventuais programas de fiscalização e mitigação de riscos ambientais na área de influência do reservatório.

A apuração segue em fase inicial, aguardando manifestação dos órgãos ambientais competentes. A REDE ALPHA acompanha o caso.

Após reportagem da Rede Alpha, Prefeitura está resolvendo problema da lagoa de chorume no Jardim Santa Mônica

Uma antiga reivindicação dos moradores do Jardim Santa Mônica, na região sul de Botucatu, começou a receber atenção após a repercussão de uma reportagem publicada pelo Portal Alpha Notícias em dezembro de 2023. O local sofria há anos com alagamentos, esgoto a céu aberto e acúmulo de resíduos em um córrego próximo à Rua Carlos de Rosa.

Na época, moradores denunciaram que as estruturas improvisadas das pontes existentes no trecho não suportavam o volume de água durante os períodos de chuva. A situação provocava o transbordamento do córrego, formando um verdadeiro “caldeirão” de água da chuva misturada com esgoto e resíduos, gerando forte odor e preocupação com riscos à saúde pública.

Os transtornos se agravavam em dias de chuva intensa, quando a água chegava a cobrir a ponte e dificultava a passagem dos moradores. Segundo relatos da população, o problema persistia há mais de 30 anos sem solução definitiva, apesar de diversas solicitações encaminhadas ao poder público municipal.

Após a divulgação da matéria pelo Portal Alpha Notícias, moradores afirmaram que medidas começaram a ser tomadas para resolver a situação. Um dos moradores agradeceu publicamente a repercussão dada ao caso e destacou a importância da imprensa em dar visibilidade às demandas da comunidade.

“Fernando, muito obrigado! Quero agradecer a você e ao Portal Alpha Notícias por ter feito a matéria. O problema está sendo resolvido. Aqui não vai ter mais dengue, não vai ter mais problema ambiental, esgoto caindo lá no pesqueiro”, declarou um municipe.

O morador também ressaltou que a população da região sul frequentemente se sente esquecida pelo poder público e cobrou mais investimentos e políticas públicas para os bairros do setor.

A expectativa agora é de que as melhorias tragam mais segurança, qualidade de vida e eliminem os riscos ambientais e sanitários enfrentados há décadas pelos moradores do Jardim Santa Mônica.

Reforma do Cine Nelli apaga simbolo cultural e gera revolta em Botucatu

Uma intervenção de reforma qua há mais de um ano acontece em Botucatu, realizada durante as obras no Cine Teatro Nelli está provocando forte repercussão negativa entre moradores e agentes culturais da cidade. Segundo denúncias, a reforma autorizada pela Prefeitura de Botucatu resultou na raspagem do tradicional painel filogenético, uma obra que há décadas integrava a identidade visual do espaço.

De acordo com relatos, o painel — considerado por muitos como um símbolo da conexão entre arte, ciência e cultura local — não estava em estado irreversível e poderia ter passado por um processo de restauração. A decisão de removê-lo, no entanto, foi vista como precipitada e desrespeitosa com a memória cultural da cidade.

Artistas, produtores culturais e moradores se manifestaram nas redes sociais criticando duramente a ação. Para esse grupo, a eliminação do painel representa mais do que uma intervenção estética: seria um apagamento simbólico da história recente do teatro e da própria produção cultural botucatuense.

Era possível recuperar, preservar e valorizar. Optaram por apagar”, comentou um integrante do meio artístico local, refletindo o sentimento de indignação que cresce entre aqueles que acompanham a cena cultural da cidade.

O painel filogenético fazia parte da fase mais recente de ressignificação do teatro, marcando o espaço como um ponto de encontro entre diferentes expressões artísticas e o conhecimento científico — algo especialmente relevante em uma cidade com forte vocação universitária.

Até o momento, não houve detalhamento público por parte da administração municipal sobre os critérios técnicos que levaram à remoção da obra. A ausência de explicações tem intensificado as críticas e levantado questionamentos sobre a falta de transparência e de diálogo com o setor cultural.

A situação reacende um debate importante: qual é o limite entre modernizar e preservar? Para muitos, a reforma poderia ter sido uma oportunidade de valorização do patrimônio artístico local — e não de sua eliminação.

Agora, cresce a pressão para que a Prefeitura de Botucatu se posicione oficialmente sobre o caso e esclareça se houve estudo técnico, consulta a especialistas ou qualquer tentativa de conservação antes da raspagem do painel.

Enquanto isso, fica a pergunta que ecoa entre artistas e cidadãos:
Botucatu está evoluindo culturalmente — ou apagando a própria história?

 

Vereador Abelardo usa Tribuna da Câmara para criticar dirigentes da Rede Alpha de Comunicação

Durante a sessão da Câmara Municipal de Botucatu realizada nesta segunda-feira (4), o vereador Abelardo (Republicanos) voltou a gerar controvérsia ao utilizar a tribuna para difamar e críticar de forma contundentes e de caráter pessoal contra dirigentes da Rede Alpha de Comunicação. A manifestação ocorreu em plenário, com presença de público e transmissão oficial pela TV Câmara, ampliando a repercussão do episódio.

Segundo relatos, o parlamentar reagiu a conteúdos satíricos publicados pelo veículo de comunicação, especialmente ao quadro “Pisada do Saci”, que abordava sua queda de popularidade. Em resposta, o vereador passou a atacar diretamente a emissora e seus representantes, provocando constrangimento entre profissionais que acompanhavam a sessão para cobertura jornalística.

Abelardo utilizou a tribuna da Câmara Municipal durante seu pronunciamento para atacar a Rede Alpha. Disse que teria que falar “cara a cara”, “seja homem, seja mulher”, e não falar por trás, incitando os presentes contra a equipe de jornalismo. Ao sair da tribuna, o vereador foi até o auditório, pegou seu celular e filmou a equipe, dizendo, em tom ameaçador, que estava desmascarando os dirigentes da emissora.

O jornalista Fernando Bruder criticou a postura, apontando recorrência nesse tipo de conduta. De acordo com ele, o uso da tribuna tem sido desvirtuado para a realização de ataques a pessoas e grupos que manifestam opiniões divergentes. Já a diretora da Rede Alpha, Julia Bruder, relatou ter se sentido intimidada após o vereador se aproximar, filmá-la com o celular e afirmar, em tom elevado, que iria “desmascará-la”.

O episódio reacende o debate sobre os limites da atuação parlamentar e o uso adequado da tribuna legislativa, especialmente em relação ao respeito institucional e à liberdade de imprensa.

Possíveis violações legais e institucionais

A conduta descrita pode, em tese, esbarrar em diferentes normas do ordenamento jurídico e do regimento interno legislativo. Entre os principais pontos:

  1. Quebra de decoro parlamentar
    A Constituição Federal (art. 55) e os regimentos internos das câmaras municipais estabelecem que parlamentares devem manter conduta compatível com a dignidade do cargo. O uso da tribuna para ataques pessoais, intimidação ou exposição vexatória pode caracterizar quebra de decoro, sujeitando o vereador a apuração por Comissão de Ética.
  2. Abuso da imunidade parlamentar
    Vereadores possuem imunidade quanto às opiniões, palavras e votos no exercício do mandato (art. 29, VIII, da Constituição). No entanto, essa proteção não é absoluta. A jurisprudência entende que ela não deve ser utilizada para acobertar ofensas pessoais desvinculadas do interesse público ou do debate político relevante.
  3. Possíveis crimes contra a honra (Código Penal)
    Dependendo do teor das falas, podem ser configurados:
  • Calúnia (art. 138): imputar falsamente fato definido como crime;
  • Difamação (art. 139): atribuir fato ofensivo à reputação;
  • Injúria (art. 140): ofender a dignidade ou decoro da pessoa.

Se as declarações ultrapassarem a crítica política e atingirem a esfera pessoal, essas tipificações podem ser discutidas judicialmente.

  1. Intimidação e constrangimento
    A atitude de filmar alguém de forma ostensiva, com falas intimidatórias, pode ser interpretada como constrangimento ilegal (art. 146 do Código Penal), dependendo das circunstâncias e da intenção demonstrada.
  2. Violação a princípios da administração pública
    Ainda que não seja um ato administrativo direto, a postura pode contrariar princípios constitucionais como moralidade, impessoalidade e respeito à função pública (art. 37 da Constituição Federal), que também orientam a conduta de agentes políticos.
  3. Eventuais agravantes em caso de discriminação
    Caso se confirmem falas com teor misógino, como mencionado em relatos anteriores, pode haver enquadramento em legislações específicas que equiparam tais condutas a crimes de discriminação.

Considerações finais

Embora o debate político admita críticas contundentes, há limites legais e institucionais que visam preservar o respeito, a dignidade das pessoas e o bom funcionamento do ambiente legislativo. O uso da tribuna para ataques pessoais e intimidação pode não apenas comprometer a imagem do parlamento, mas também abrir espaço para responsabilização ética e judicial.

Se houver representação formal, o caso pode ser analisado pela Comissão de Ética da Câmara e, eventualmente, pelo Poder Judiciário.

 

Câmara de Botucatu rejeita envio de denúncia contra presidente Cula à Comissão de Ética

 

A Câmara Municipal de Botucatu analisou, em sessão realizada nesta semana, o requerimento protocolado pelo jornalista Fernando Bruder que solicitava a apuração de possíveis irregularidades envolvendo o presidente da Casa, vereador Cula. O documento tem como base apontamentos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), que indicam o suposto uso de veículo oficial para fins particulares nos anos de 2023 e 2024.

O requerimento foi rejeitado pelos vereadores e sequer foi lido pela mesa diretora, ato proibido pelo presidente que assumiu a presidencia da sessão, vereador Japa. O vereador Trigo solicitou a leitura do requerimento que não foi acatado pela mesa e os vereadores acabaram votando, sem a mesa ter feito a leitura do mesmo

No texto apresentado, Bruder defendia a instauração de procedimento por possível quebra de decoro parlamentar e uso indevido de bem público, além da solicitação de acesso aos registros de utilização dos veículos oficiais e eventual ressarcimento aos cofres públicos, caso as irregularidades fossem confirmadas. O jornalista também já havia protocolado representação junto ao Ministério Público, pedindo investigação sobre o caso.

Bruder declara que “reapresentará para a proxima sessão, o requerimento para que novamente seja apreciado pelos vereadores”

Com a decisão do plenário, o pedido de apuração interna na Câmara foi arquivado, ao menos por ora. Até o momento, o presidente da Casa, vereador Cula, não se manifestou publicamente sobre as denúncias.

Jornalista Fernando Bruder protocola requerimento na Câmara de Botucatu contra presidente Cula por suposto uso irregular de veículo oficial

O jornalista Fernando Bruder protocolou, nesta terça-feira (30), um requerimento na Câmara Municipal de Botucatu solicitando a apuração de possíveis irregularidades envolvendo o presidente da Casa, vereador Cula. A medida tem como base denúncias divulgadas pela Rede Alpha, que apontam o suposto uso de veículo oficial para fins particulares.

Segundo a reportagem, o caso já é alvo de apontamentos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), que identificou indícios de utilização do carro da Câmara para deslocamentos de caráter pessoal, incluindo registros associados à residência do parlamentar, nos anos de 2023 e 2024. O relatório referente a 2025 ainda não foi concluído.

Diante da gravidade dos fatos, Bruder afirma que decidiu levar o caso além da esfera midiática. “Trata-se de uma questão de honra, ética e responsabilidade com o dinheiro público”, declarou. Ele também informou que já havia protocolado, no dia 28 de abril, uma representação junto ao Ministério Público, solicitando a investigação do caso.

No documento apresentado à Câmara, o jornalista pede a instauração de procedimento pela Comissão de Ética por possível quebra de decoro parlamentar e uso indevido de bens públicos. Entre os requerimentos, estão ainda o impedimento do vereador Cula de participar ou interferir na tramitação do processo, a leitura do pedido em plenário e a submissão do caso à deliberação dos demais vereadores.

O texto também solicita que a Câmara disponibilize todos os registros de uso dos veículos oficiais, incluindo dados de rastreamento, e que eventuais irregularidades sejam imediatamente cessadas. Bruder pede ainda a apuração das responsabilidades administrativas, políticas e civis e, caso as denúncias sejam confirmadas, o ressarcimento integral dos valores aos cofres públicos.

O caso agora depende da análise dos vereadores em plenário, que deverão decidir sobre a abertura de investigação formal.

Até o momento do fechamento dessa matéria o Presidente da Câmara de Botucatu, vereador Cula, não se manifestou sobre a situação.