Denúncia

Reportagem da Rede Alpha denuncia descarte irregular entre a Vila Real e Santa Eliza

Moradores da região localizada atrás do Shopping Park Botucatu, na divisa entre os bairros Vila Real e Santa Elisa, voltam a denunciar o estado de abandono de um trecho de aproximadamente 200 metros que, segundo relatos, enfrenta problemas antigos e ainda sem solução definitiva por parte do poder público municipal. A reportagem da Rede Alpha esteve novamente no local e constatou mato alto, descarte irregular de lixo, iluminação precária e falta de pavimentação adequada, fatores que colocam em risco a segurança de estudantes, trabalhadores e moradores que utilizam diariamente o trajeto como ligação entre os bairros.

De acordo com o repórter Fernando Bruder, já foram realizados diversos protocolos junto à Prefeitura de Botucatu, solicitando limpeza e aplicação de massa asfáltica para melhorar as condições da via. Embora existam sinais de que máquinas tenham passado pelo local para a retirada de lixo e entulhos recentemente, os serviços não ocorreram de forma contínua nem suficiente para resolver o problema. Nas imagens registradas pela equipe é possível observar restos de móveis, lixo doméstico, materiais de construção e até documentos pessoais descartados irregularmente, que podem ajudar na identificação dos responsáveis.

Durante a produção da reportagem, a equipe acionou a Guarda Civil Municipal após localizar comprovantes de energia, holerites e outros papéis com endereços entre o material abandonado. A situação também preocupa por causa da falta de iluminação pública: postes existentes no trecho não possuem braços de luz, o que transforma o local, principalmente à noite, em área de risco para pedestres e estudantes que utilizam o caminho como acesso alternativo entre os bairros.

A Rede Alpha reforça o pedido para que a Prefeitura de Botucatu avalie com prioridade a revitalização do trecho, com limpeza regular, pavimentação, instalação de iluminação adequada e implantação de câmeras de monitoramento para coibir o descarte irregular de resíduos. Segundo moradores, medidas simples podem transformar o espaço em um corredor seguro e digno para a população que depende diariamente dessa ligação entre os bairros.

Link da matéria:

Atendentes de creche fazem protesto silencioso em desfile dos 171 anos de Botucatu e cobram reconhecimento do prefeito Fábio Leite

Atendentes de creche da rede municipal de Botucatu realizaram, na manhã desta terça-feira (14), um protesto silencioso durante o desfile em comemoração aos 171 anos do município, com o objetivo de chamar a atenção do prefeito Fábio Leite, de autoridades locais e da população para a situação que classificam como insustentável em relação ao reconhecimento profissional da categoria. Segundo as participantes do ato, a manifestação foi pacífica e simbólica, mas buscou dar visibilidade a uma reivindicação que se arrasta há anos: o enquadramento das atendentes como profissionais da educação infantil.

Paralelamente ao protesto, o grupo está divulgando uma carta aberta à população, à imprensa e ao poder público municipal destacando que, além dos cuidados diretos com as crianças, as atendentes participam do planejamento pedagógico, realizam registros escolares, acompanham avaliações, participam de reuniões com famílias e de formação continuada — atividades que, segundo elas, caracterizam atuação educacional. As profissionais afirmam ainda que cumprem jornadas de oito horas diárias com responsabilidade integral sobre o desenvolvimento das crianças, muitas vezes sem apoio direto em sala.

No documento, a categoria também cita a Lei nº 15.326/2026, que reconhece como profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou suporte pedagógico na educação básica, independentemente da nomenclatura do cargo, além da Lei nº 9.394/1996, que define a educação infantil como a primeira etapa da educação básica. Para as atendentes, essas legislações já oferecem respaldo suficiente para o enquadramento funcional solicitado.

As profissionais relatam que mantêm diálogo com a administração municipal há anos, mas apontam demora nas respostas e interpretações administrativas que ainda impedem avanços concretos. Entre as reivindicações estão o reconhecimento oficial como profissionais da educação infantil, acesso ao piso do magistério para quem já atende aos requisitos legais e a manutenção de gratificação como medida transitória nos demais casos. Segundo as atendentes, a mobilização realizada durante o desfile buscou justamente sensibilizar o poder público e reforçar que a valorização da primeira infância passa necessariamente pelo reconhecimento dos trabalhadores que atuam diretamente com as crianças.

Moradora denuncia sofrimento com dores causadas por cálculo na vesícula e pede ajuda para realizar cirurgia em Botucatu

Uma moradora de Botucatu gravou um vídeo relatando a rotina de dor intensa provocada por Colelitíase e fez um apelo público por ajuda para conseguir realizar a cirurgia necessária. Segundo ela, a situação já se arrasta há semanas e tem comprometido completamente sua qualidade de vida.

De acordo com o relato, a paciente precisa procurar o pronto-socorro até três vezes por dia para receber medicação intravenosa com morfina, única forma encontrada para controlar as crises de dor e permitir que consiga trabalhar e cuidar da filha de 12 anos. Ela afirma que não consegue se alimentar adequadamente e que até beber água pode desencadear novos episódios de dor.

No vídeo, a moradora também mostra marcas nos braços causadas pelas frequentes aplicações de medicação e relata que já buscou ajuda junto a autoridades municipais. Entre os contatos citados está o prefeito Fábio Leite, além de vereadores da cidade. Segundo ela, até o momento não houve retorno efetivo para a solução do problema.

A paciente afirma ainda que possui registros de conversas e tentativas de contato feitas anteriormente e que pretende encaminhar o material como forma de comprovação da situação enfrentada. No apelo, ela solicita apoio para conseguir agilizar a cirurgia e retomar a rotina normal.

“Eu só quero fazer a cirurgia para voltar a viver, trabalhar e cuidar da minha filha”, declarou.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre prazo para realização do procedimento cirúrgico no caso relatado. A reportagem acompanha a situação e aguarda posicionamento das autoridades responsáveis pela rede pública de saúde do município.

Mortandade de peixes no Rio Lavapés, no Parque Linear, preocupa moradores de Botucatu

Moradores que frequentam a região do Parque Linear, em Botucatu, relataram uma possível mortandade de peixes no rio Lavapés. As imagens registradas por um residente que preferiu não se identificar mostram peixes mortos ou debilitados sendo levados pela correnteza, além da presença de espuma na água, o que aumentou a preocupação de quem vive nas proximidades.

Segundo o relato, a situação foi percebida inicialmente de forma inesperada, durante um momento de lazer às margens do rio. Ainda conforme o depoimento, havia diversidade de espécies no local, como cascudos e tilápias, o que torna o impacto ambiental ainda mais preocupante. “De repente começaram a aparecer vários peixinhos morrendo, descendo pela água, com espuma no rio”, disse.

O morador também afirmou não saber a origem do possível problema, levantando a hipótese de descarte irregular de substâncias no curso d’água ou outra interferência ainda desconhecida. “Não sei se alguém soltou algum produto no rio, mas está matando os peixes”, relatou.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre as causas da ocorrência. A situação gera alerta para possível crime ambiental e levanta a necessidade de apuração por parte dos órgãos ambientais competentes e autoridades municipais.

O caso reforça a preocupação de frequentadores com a preservação do Rio Lavapés, um dos pontos conhecidos do Parque Linear de Botucatu, que costuma ser utilizado para lazer e contato com a natureza.

Denúncias de possíveis irregularidades em empresa terceirizada contratada pela Prefeitura de Botucatu geram preocupação entre funcionários

Funcionários da empresa terceirizada INOVA, contratada para prestação de serviços à Prefeitura de Botucatu, relataram uma série de supostas irregularidades trabalhistas envolvendo atrasos salariais, ausência de depósitos do FGTS e problemas em benefícios obrigatórios.

De acordo com relatos enviados à reportagem, os trabalhadores afirmam que os salários não estão sendo pagos dentro do quinto dia útil, como previsto. Segundo uma das denúncias, o pagamento referente ao mês anterior teria sido efetuado apenas no dia 16 de março, enquanto o salário do mês atual ainda não havia sido depositado até o momento do relato, sem previsão informada pela empresa.

Os funcionários também alegam que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não estaria sendo depositado há cerca de 17 meses. Ainda segundo os relatos, trabalhadores teriam consultado extratos na Caixa Econômica Federal e não encontraram registros de depósitos vinculados à empresa.

Outra denúncia aponta possíveis falhas em registros trabalhistas, com relatos de pessoas atuando há mais de um ano sem constar devidamente registradas. Além disso, os trabalhadores afirmam que benefícios como vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) também não estariam sendo pagos.

As denúncias incluem ainda suspeitas de divergência entre documentos apresentados pela empresa e a situação real dos pagamentos. Segundo os relatos, os documentos enviados pela empresa ao setor responsável da Secretaria Municipal de Trânsito e Mobilidade Urbana (SEMUTRAM) indicariam regularidade nos depósitos e obrigações trabalhistas, o que, segundo os trabalhadores, não corresponderia ao que é verificado na prática.

Há ainda suspeitas levantadas pelos denunciantes de possível irregularidade na prestação de informações à administração pública, incluindo a hipótese de inconsistências em documentação apresentada.

A reportagem tentou contato com os responsáveis pela empresa INOVA para obter um posicionamento sobre as denúncias, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno.

O espaço permanece aberto para manifestação da empresa, da Prefeitura de Botucatu e dos órgãos competentes.

Imagem: Ilustativa

Morador relata morte de cão com sinais de abandono no Canil Municipal de Botucatu

Um morador de Botucatu denunciou uma situação considerada alarmante envolvendo o Canil Municipal, após encontrar um cão morto em circunstâncias que levantam suspeitas de descaso e possível negligência dentro da estrutura pública destinada ao acolhimento de animais resgatados.

Segundo o relato encaminhado à reportagem, o caso teria ocorrido no domingo (05), quando o munícipe se deparou com um animal sem vida, com órgãos internos expostos e já em estado inicial de decomposição, dentro de uma área conhecida como baía de soltura — espaço que, conforme a denúncia, deveria ser destinado ao lazer e circulação supervisionada dos cães, e não à permanência prolongada de animais debilitados.

De acordo com o denunciante, no mesmo local também havia um cavalo, porém sem contato direto com o cão, o que afastaria, inicialmente, a hipótese de ataque entre animais. Outro ponto levantado é que, caso o animal tivesse passado por procedimento cirúrgico, não deveria estar em ambiente com terra e grama, devido ao risco elevado de contaminação.

“Nada justificará esse crime e esse descaso. O animal estava morto, com órgãos expostos, em decomposição, e havia veterinário presente no local”, relatou o morador, indignado.

Ainda segundo o denunciante, o episódio levanta questionamentos sobre os protocolos de atendimento, monitoramento e recuperação dos animais resgatados pelo Canil Municipal. Ele afirma que a estrutura deveria garantir proteção e cuidados adequados aos cães recolhidos em situação de abandono.

O morador também cobrou providências das autoridades:

“Se nada for feito pelo prefeito diante desse caso, e se a polícia não acatar nossas denúncias, eu desisto”, declarou.

A denúncia inclui ainda uma acusação grave de que animais resgatados estariam sendo encaminhados para destino incompatível com a finalidade do serviço público, o que deverá ser apurado pelos órgãos competentes.

Cobrança por esclarecimentos

Diante da gravidade do relato, a situação reforça a necessidade de apuração imediata por parte da Prefeitura de Botucatu, da Secretaria responsável e dos órgãos de fiscalização sanitária e de proteção animal.

A população aguarda esclarecimentos sobre:

  • as circunstâncias da morte do animal;
  • por que ele estava na área de soltura;
  • se havia acompanhamento clínico adequado;
  • quais medidas serão adotadas para evitar novos casos.

A reportagem permanece aberta para manifestação oficial da Prefeitura e da equipe responsável pelo Canil Municipal. Caso haja posicionamento, o conteúdo será atualizado.

Mato alto ao lado de escola em Vitoriana preocupa alunos e pais e gera cobrança por providências da Prefeitura

A situação de abandono em uma área ao lado das salas de aula da Escola Raymundo Cintra, no Distrito de Vitoriana, tem causado preocupação entre estudantes, pais e moradores da comunidade escolar. Uma aluna entrou em contato com a Rede Alpha denunciando o mato alto nas proximidades das salas, levantando alerta sobre riscos à segurança dos alunos.

Segundo o relato, a vegetação alta favorece o aparecimento de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, além de ratos, o que aumenta o medo entre os estudantes que frequentam o local diariamente. A situação é considerada ainda mais grave por se tratar de um ambiente escolar, onde a segurança deve ser prioridade absoluta.

A escola possui gestão compartilhada entre o Município de Botucatu e o Governo do Estado, o que, na avaliação de pais de alunos, torna ainda mais necessária uma resposta rápida das autoridades responsáveis. Eles cobram providências imediatas da Prefeitura de Botucatu, especialmente do prefeito Fábio Leite e da Subprefeitura de Vitoriana, para que seja realizada a limpeza urgente da área.

Moradores afirmam que a manutenção básica do entorno escolar é essencial para garantir tranquilidade às famílias e segurança aos estudantes. “Não dá para esperar acontecer algo mais grave para agir”, relatou uma aluna ouvida pela reportagem.

A Rede Alpha informa que está aberta ao posicionamento oficial da Secretaria Municipal de Zeladoria sobre o caso e continuará acompanhando a situação até que medidas sejam tomadas.

Viatura da GCM de Botucatu circula sem faróis adequados para patrulhamento noturno e coloca população em risco

Uma denúncia feita por integrante da Guarda Civil Municipal de Botucatu revela uma situação considerada grave envolvendo a viatura nº 18 da corporação.

Segundo o relato, o veículo estaria sem condições adequadas de iluminação para patrulhamento noturno, mesmo após diversos relatórios internos já terem sido encaminhados ao comando da Guarda.

De acordo com o denunciante, o problema é conhecido pelo comandante, mas nenhuma providência efetiva teria sido tomada até o momento. O agente afirma que a visibilidade é extremamente comprometida durante o uso da viatura à noite:

“Tanto faz o farol ligado ou desligado, praticamente não faz diferença para quem está dirigindo.”

A situação, segundo ele, representa risco direto à população e aos próprios agentes. O maior temor é a possibilidade de acidentes graves durante o patrulhamento:

“O maior receio é atropelar uma pessoa ou até uma criança por não conseguir enxergar devido à baixa iluminação. Outro risco também é cair em algum buraco e danificar a viatura, e depois acabar sobrando para o GCM que está conduzindo pagar pelo conserto.”

Outro ponto considerado preocupante é o clima de medo dentro da corporação, especialmente entre guardas que ainda estão em estágio probatório. Conforme o denunciante, há receio de represálias administrativas caso a situação seja exposta:

“Os GCMs em estágio probatório têm medo de denunciar por causa de supostas ameaças de mudança de escala e até desligamento da corporação.”

A denúncia levanta questionamentos sobre condições de trabalho dos agentes, segurança operacional e responsabilidade administrativa, já que viaturas em situação irregular podem comprometer tanto a atuação preventiva quanto a integridade da população.

Até o momento, a expectativa é que o comando da Guarda Civil Municipal se manifeste oficialmente sobre o caso e apresente providências para solucionar o problema relatado.

A REDE ALPHA entrou em contato com o secretário de segurança de Botucatu, o Sargento Laudo, mas o mesmo não retornou nosso contato para falar sobre o assunto. Fica o espaço aberto à Secretaria de Segurança e a Prefeitura de Botucatu para que se posicionem sobre o assunto.