Fernando Bruder 1 de abril de 2026Destaque, SaúdeComentários desativados em Botucatu centraliza farmácia da UBS CS1 na Cecap e amplia atendimento para 24 horas
A partir desta quarta-feira (1º), o serviço de farmácia da UBS CS1 passa a ser realizado exclusivamente na unidade da Cecap, em Botucatu. Com a mudança, a retirada de medicamentos passa a funcionar em regime 24 horas, seguindo o modelo já adotado na farmácia da UBS Cecap, ampliando o acesso da população ao serviço.
Apesar da alteração, a UBS CS1, situada na região da Boa Vista, mantém normalmente o atendimento do Pronto Atendimento noturno e a Sala de Vacinação também no período noturno. A medida, segundo as informações divulgadas, busca otimizar a assistência farmacêutica e concentrar o serviço em um ponto estratégico da cidade.
A UBS CS1 está localizada na Rua Raphael Sampaio, 58, na Boa Vista, e atende pelo telefone (14) 3811-4900 ou pelo e-mail ubs.cs1@botucatu.sp.gov.br. Já a UBS Cecap fica na Praça Carlos César, s/n, na Cecap, com contato pelo telefone (14) 3811-4910 e e-mail ubs.cecap@botucatu.sp.gov.br.
Fernando Bruder 1 de abril de 2026Brasil, DestaqueComentários desativados em Histórico: Exército oficializa Cláudia Cacho como primeira mulher a alcançar o generalato no país
Em um marco histórico, a médica Cláudia Lima Gusmão Cacho se tornou a primeira mulher a alcançar o posto de general no Exército, quase 400 anos após a criação da instituição. A cerimônia ocorreu às 10h, no Clube do Exército, em Brasília, com a entrega da espada de general e do bastão de comando, símbolos de autoridade reservados ao topo da hierarquia.
No mesmo evento, 17 coronéis foram promovidos a General de Brigada, 11 Generais de Brigada avançaram para General de Divisão, e dois Generais de Divisão chegaram ao posto de General de Exército, reforçando o Alto-Comando da instituição.
Cláudia havia sido indicada ao posto em 24 de fevereiro, por votação secreta do Alto Comando do Exército. O ato de promoção da então coronel, foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado no Diário Oficial da União na terça-feira (31/3), abrindo caminho para que ela assuma a liderança da cúpula militar.
O pioneiristmo não é apenas do generalato. Com a nova função, ela assume como a primeira diretora do Hospital Militar de Área de Brasília (Hmab), unidade onde ocupava o cargo de subdiretora. “Tenho consciência da responsabilidade, um reconhecimento pelo trabalho que foi realizado ao longo de todos esses anos desde o meu ingresso nas Forças Armadas”, comentou Cláudia, em entrevista ao Correio.
Formada em medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE), Cláudia começou o curso ainda aos 16 anos. Especializou-se em pediatria e iniciou a vida militar em 1996. À época, entrou como oficial temporária no 42º Batalhão de Infantaria Motorizada, em Goiânia. Dois anos depois, em 1998, ingressou na Escola de Saúde do Exército (EsSex) como oficial de carreira, após aprovação no Curso de Formação de Oficiais Médicos, dando início à sua trajetória vitoriosa na corporação.
Como ocorre a promoção
A disputa pelo generalato ocorre de acordo com a turma de ingresso, no caso da nova general, os grupos que entraram em 1997 e 1998. Ao longo da trajetória na carreira, os oficiais passam por avaliações frequentes, sobretudo aqueles que ocupam algum cargo de comando. Além dela, outros nove coronéis médicos, incluindo homens e mulheres, estiveram elegíveis à votação.
Após esse filtro, uma votação é realizada pelo Alto Comando. São três reuniões durante o ano para decidir os indicados ao generalato de acordo com o número de postos disponíveis. Além do desempenho individual, cada patente exige um tempo específico de trabalho para ter direito à promoção. No caso de Cláudia, ela pertence à turma que entrou em 1998, o que contabiliza 28 anos de serviço.
Fernando Bruder 1 de abril de 2026Destaque, MundoComentários desativados em Suprema Corte do Reino Unido decide que definição legal de mulher é baseada no sexo biológico
A Suprema Corte do Reino Unido decidiu por unanimidade nesta quarta-feira (16/4) que a definição legal de mulher é baseada no sexo biológico, de acordo com a Lei da Igualdade britânica.
A decisão é o ápice de uma longa batalha jurídica que pode ter grandes implicações na forma como os direitos baseados no sexo se aplicam na Escócia, na Inglaterra e no País de Gales.
O tribunal decidiu a favor do grupo ativista For Women Scotland, que abriu um processo contra o governo escocês, argumentando que as proteções baseadas no sexo deveriam se aplicar apenas a mulheres biológicas.
O juiz Hodge afirmou que a decisão não deve ser vista como o triunfo de um lado sobre o outro, e enfatizou que a lei ainda oferece proteção contra a discriminação a pessoas transgênero.
O governo escocês argumentou perante o tribunal que as pessoas transgênero com um certificado de reconhecimento de gênero (GRC, na sigla em inglês) têm direito às mesmas proteções baseadas no sexo que as mulheres biológicas.
A Suprema Corte foi solicitada a decidir sobre a interpretação correta da Lei da Igualdade de 2010, que se aplica a toda a Grã-Bretanha.
Hodge explicou que a questão central era como as palavras “mulher” e “sexo” são definidas na legislação.
“A decisão unânime deste tribunal é que os termos mulher e sexo na Lei da Igualdade de 2010 se referem à mulher biológica e ao sexo biológico”, disse ele ao tribunal.
“Mas aconselhamos não interpretar esta decisão como um triunfo de um ou mais grupos em nossa sociedade em detrimento de outro, pois não é.”
Ele acrescentou que a legislação oferece às pessoas transgênero “proteção, não apenas contra a discriminação com base na característica protegida da redesignação de gênero, mas também contra a discriminação direta, a discriminação indireta e o assédio relacionado ao gênero adquirido”.
Foto: EPA
As ativistas que abriram o processo contra o governo escocês se abraçaram e ergueram os braços ao sair do tribunal — várias delas chorando.
A Lei da Igualdade oferece proteção contra a discriminação com base em várias características, inclusive “sexo” e “redesignação de gênero”.
Os juízes da Suprema Corte foram solicitados a decidir sobre o que a lei queria dizer com “sexo” — se significa sexo biológico ou sexo legal, “certificado”, conforme definido pela Lei de Reconhecimento de Gênero de 2004.
O governo escocês argumentou que a legislação de 2004 deixava claro que a obtenção de um GRC equivalia a uma mudança de sexo “para todos os fins”.
O grupo For Women Scotland defendeu uma interpretação de “senso comum” das palavras homem e mulher, dizendo ao tribunal que o sexo é um “estado biológico imutável”.
Falando do lado de fora da Suprema Corte após a decisão, a cofundadora da For Women Scotland, Susan Smith, afirmou: “Hoje os juízes disseram o que sempre acreditamos ser o caso, que as mulheres são protegidas por seu sexo biológico”.
“O sexo é real, e as mulheres agora podem se sentir seguras de que os serviços e espaços destinados às mulheres são para as mulheres, e somos imensamente gratas à Suprema Corte por esta decisão.”
O primeiro-ministro da Escócia, John Swinney, disse que o governo escocês aceitava a decisão. Ele postou nas redes sociais: “A decisão esclarece duas partes relevantes da legislação aprovada em Westminster”.
“Agora, vamos analisar as implicações da decisão. Proteger os direitos de todos vai servir de base para nossas ações”, acrescentou Swinney.
Um porta-voz do governo do Reino Unido afirmou que a decisão traria “clareza e confiança para as mulheres e prestadores de serviços, como hospitais, refúgios e clubes esportivos”.
“Os espaços exclusivos para pessoas do mesmo sexo são protegidos por lei, e sempre serão protegidos por este governo”, completou o porta-voz.
A líder conservadora Kemi Badenoch descreveu a decisão como uma “vitória para todas as mulheres que sofreram abuso pessoal ou perderam seus empregos por dizerem o óbvio”.
“É importante lembrar que o tribunal reafirmou de forma clara e enfática que a Lei da Igualdade protege todas as pessoas trans contra a discriminação, com base na redesignação de gênero, e vai continuar a fazer isso”, ela acrescentou.
‘Profunda preocupação’
A disputa legal começou em 2018, quando o Parlamento escocês aprovou um projeto de lei destinado a garantir o equilíbrio de gênero nos conselhos do setor público.
O grupo For Women Scotland reclamou que os ministros haviam incluído pessoas transgênero como parte das cotas da legislação.
A questão foi contestada várias vezes nos tribunais escoceses — onde os argumentos do grupo ativista não conseguiram mudar a lei.
Após recurso, o caso finalmente chegou à Suprema Corte, em Londres, onde os juízes decidiram nesta quarta-feira contra o governo escocês, e a favor do grupo For Women Scotland.
A escritora J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter, publicou nas redes sociais: “Foram necessárias três mulheres escocesas extraordinárias e obstinadas, com um exército trás delas, para que este caso fosse ouvido pela Suprema Corte e, ao vencer, elas protegeram os direitos de mulheres e meninas em todo o Reino Unido”.
Mas a parlamentar escocesa do Partido Verde Maggie Chapman, uma importante ativista dos direitos das pessoas transgênero, advertiu: “Esta é uma decisão profundamente preocupante para os direitos humanos e um duro golpe para algumas das pessoas mais marginalizadas da nossa sociedade.”
“Isso pode remover proteções importantes, e vai deixar muitas pessoas transgênero e seus entes queridos profundamente ansiosos e preocupados em relação a como suas vidas serão afetadas e o que vai acontecer a seguir.”
Foto: GETTY IMAGES
O grupo For Women Scotland havia advertido que, se o tribunal desse razão ao governo escocês, isso teria implicações para o funcionamento de espaços e serviços exclusivos para pessoas do mesmo sexo, como enfermarias de hospitais, prisões, refúgios e grupos de apoio.
Pessoas transgênero haviam alertado, por sua vez, que o processo poderia minar as proteções que elas têm contra a discriminação baseada em seu gênero redesignado.
Vic Valentine, gerente da Scottish Trans, disse que a organização ficou “chocada” com a decisão do tribunal, argumentando que ela “reverte 20 anos de entendimento sobre como a lei reconhece homens e mulheres trans com certificados de reconhecimento de gênero”.
“Essa decisão parece sugerir que haverá momentos em que as pessoas trans podem ser excluídas de espaços e serviços tanto para homens quanto para mulheres”, Valentine acrescentou.
“É difícil entender para onde se esperaria que a gente fosse — ou como esta decisão é compatível com uma sociedade que é justa e igualitária para todos.”
O julgamento aconteceu após anos de debates acalorados sobre os direitos de pessoas transgênero e das mulheres, incluindo a polkêmica em relação à prisão de Isla Bryson — mulher trans condenada por estupro quando se identificava como homem —, que foi colocada inicialmente em um presídio feminino, e um processo trabalhista em andamento envolvendo uma enfermeira do NHS, sistema público de saúde, de Fife, na Escócia, que se opôs ao uso do vestiário feminino por uma médica transgênero.
O NHS de Fife afirmou que “consideraria cuidadosamente” a decisão do tribunal.
Foto: PA MEDIA
Os juízes determinaram que a interpretação do sexo como “certificado”, em vez de “biológico”, entraria em conflito com “as definições de homem e mulher e, portanto, a característica protegida do sexo de forma incoerente”.
Segundo eles, a definição de sexo na Lei da Igualdade “deixa claro que o conceito de sexo é binário, uma pessoa é mulher ou homem”.
Eles também afirmaram que uma definição “certificada” de sexo enfraqueceria as proteções para as lésbicas, citando o exemplo de espaços e associações exclusivos para lésbicas, uma vez que isso significaria que uma mulher trans que se sentisse atraída por mulheres seria classificada como lésbica.
A decisão considerou que a interpretação biológica do sexo também era necessária para que os espaços exclusivos pessoas do mesmo sexo “funcionassem de forma coerente” — citando vestiários, albergues, serviços médicos e instituições de ensino.
Os juízes observaram que “confusão e impraticabilidade semelhantes” haviam surgido em relação a associações e instituições de caridade exclusivas para determinado sexo, no esporte feminino, no setor público e nas Forças Armadas.
“Os problemas práticos que surgem sob uma abordagem de sexo certificado são indicadores claros de que essa interpretação não está correta”, eles acrescentaram.
O que acontece agora?
A decisão da Suprema Corte sobre gênero trouxe clareza a uma área da lei altamente disputada, mas não está tão claro quanta diferença isso fará na vida cotidiana, diz a editora de sociedade da BBC News Alison Holt.
Holt pontua que já existe uma interpretação da Lei da Igualdade que permite espaços exclusivos para mulheres, como banheiros, vestiários e enfermarias em determinadas circunstâncias.
A lei afirma que isso pode ser por “razões de privacidade, decência, para prevenir traumas ou para garantir saúde e segurança”.
Os juízes da Suprema Corte também enfatizaram que pessoas transgênero já contam com proteções contra discriminação e assédio previstas na lei.
“E algumas que possuem certificados de reconhecimento de gênero têm outra camada de proteção legal”, afirma Holt.
“No geral, não é uma questão simples em termos práticos, o que significa que especialistas jurídicos e de políticas públicas agora tentarão analisar as implicações.”
Philip Sim, correspondente da BBC Escócia, ressalta que a Suprema Corte deixou claro, no entanto, que espaços exclusivos para mulheres podem excluir pessoas com GRCs.
“Ainda há condições que precisam ser atendidas – os serviços terão que demonstrar que a exclusão de pessoas trans é um meio limitado e proporcional para atingir um objetivo legítimo”, afirma Sim
“Proibições generalizadas são desencorajadas; ainda há um obstáculo a ser superado. Mas a For Women Scotland está claramente satisfeita com o princípio subjacente e espera que ele leve a uma orientação mais clara para aqueles que prestam serviços.”
Fernando Bruder 1 de abril de 2026Destaque, SegurançaComentários desativados em ROMU flagra tráfico no Jardim Santa Elisa e prende suspeito com drogas prontas para venda em Botucatu
Durante patrulhamento preventivo no Jardim Santa Elisa, em Botucatu, equipes da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) prenderam um homem por tráfico de drogas e apreenderam entorpecentes já embalados para comercialização. A ação teve início após os agentes identificarem dois indivíduos em atitude suspeita; ao notarem a aproximação da viatura, um deles escondeu um objeto em uma árvore e ambos tentaram se afastar rapidamente em direções opostas.
Na abordagem, os guardas localizaram com um dos suspeitos porções de drogas e dinheiro em espécie. Questionado, ele admitiu a prática de tráfico no local e indicou onde havia mais entorpecentes escondidos. Em vistoria, a equipe encontrou um invólucro com maior quantidade de substâncias ilícitas prontas para venda.
O homem foi encaminhado ao Plantão Policial, onde teve a prisão em flagrante confirmada pela autoridade de plantão, permanecendo à disposição da Justiça. O segundo indivíduo foi ouvido e liberado. Ao todo, foram apreendidas 78 porções de cocaína, 6 porções de crack e R$ 10 em dinheiro. A Guarda Civil Municipal reforça que denúncias podem ser feitas pelo telefone 153.
Fernando Bruder 1 de abril de 2026Cultura, DestaqueComentários desativados em Duo Aduar abre programação do Lageado Cultural 2026 com show gratuito em Botucatu
O projeto Lageado Cultural inicia sua programação de 2026 com uma apresentação voltada às raízes da música brasileira. No dia 8 de abril, às 20h, o Duo Aduar sobe ao palco do Auditório Paulo Rodolfo Leopoldo, na Fazenda Experimental Lageado, em Botucatu, com o espetáculo “Origem Caipira”. A entrada é gratuita e aberta ao público de todas as idades.
Formado por Gabriel Guedez e Thobias Jacó, o Duo Aduar se destaca por valorizar a cultura das pequenas cidades do interior em suas composições. Com mais de 40 prêmios conquistados em festivais pelo país e indicação ao 30º Prêmio da Música Brasileira na categoria Dupla Regional, o grupo vem se consolidando como referência contemporânea da música caipira, com apresentações em unidades do Sesc e participações em rádio e televisão.
O repertório do show reúne clássicos de nomes consagrados como Tonico e Tinoco, Almir Sater, Pena Branca e Xavantinho, Rolando Boldrin e Renato Teixeira, além de composições autorais. A proposta é proporcionar ao público uma experiência que resgata memórias, afetos e a identidade cultural do Brasil rural.
A apresentação integra o projeto Lageado Cultural, com apoio de instituições da Unesp, incluindo a Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA), a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), a Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proec) e a Fundação de Ensino e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf).
Serviço Show: Duo Aduar – “Origem Caipira” Data: 8 de abril (quarta-feira) Horário: 20h Local: Auditório da Fazenda Experimental Lageado Entrada: gratuita Classificação: livre
Fernando Bruder 1 de abril de 2026Brasil, DestaqueComentários desativados em Novos prazos para licença-paternidade valem a partir de 2027; entenda
A lei que amplia os prazos da licença-paternidade entra em vigor em 2027 e concederá inicialmente mais cinco dias aos homens, a partir do nascimento do filho. Para 2026, o benefício permanece em cinco dias.
Publicada na edição desta quarta-feira (1°/4) do Diário Oficial da União, a Lei nº 15.371 prevê aumento gradual do benefício, que alcançará 20 dias de afastamento em 2029, sem prejuízo do emprego ou salário, assim como descrito a seguir:
10 dias em 2027;
15 dias em 2028;
20 dias a partir de 2029.
Os novos prazos valem também para os casos de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente. Veja aqui o que muda com a publicação da lei.
Dispensa e férias
É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado no período entre o início da licença-paternidade até um mês após o término do benefício.
Além disso, a norma autoriza o empregado a usufruir férias no período subsequente ao término da licença, desde que comunique tal necessidade com antecedência de 30 dias da data esperada para o parto ou emissão de termo judicial.
Internação
Em caso de internação hospitalar da mãe ou do recém-nascido, que tenha relação com o parto, a licença-paternidade será prorrogada pelo período equivalente ao da internação, e voltará a contar a partir da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido; o que ocorrer por último.
Salário- paternidade
O salário-paternidade será concedido aos empregados segurados pela Previdência Social, nos mesmos moldes já aplicados ao salário-maternidade.
O benefício está condicionado à apresentação da certidão de nascimento do filho, do termo de adoção ou do termo de guarda judicial para fins de adoção, nos termos de regulamento.
Fernando Bruder 1 de abril de 2026Destaque, RegiãoComentários desativados em Localizado corpo de pescador que sumiu após colisão entre barcos em Lins
Lins – O Corpo de Bombeiros localizou, na manhã desta terça-feira (31), o corpo de Adilson Correa de Amorim, de 65 anos, que caiu no rio Dourado, em Lins, na noite de sábado (28), após uma colisão entre embarcações. O sepultamento foi marcado para as 17h, no Cemitério Municipal de Garça, cidade onde ele morava.
Conforme divulgado pela reportagem com base no registro policial, o homem saiu para pescaria e estava em um barco com outras pessoas quando o acidente ocorreu.
O Corpo de Bombeiros foi acionado mas, por conta da baixa visibilidade à noite, os trabalhos só foram iniciados na manhã de domingo (29), com o apoio da Marinha.
Nesta terça, o corpo de Adilson foi encontrado e, após o trabalho da Polícia Científica, seguiu para o Instituto Médico Legal (IML). Posteriormente, foi liberado para a família.
A ocorrência foi registrada no plantão da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Lins e as circunstâncias do acidente serão investigadas pela Polícia Civil.
Fernando Bruder 1 de abril de 2026Destaque, RegiãoComentários desativados em Mulher de 25 anos morre após complicações no parto em Avaré; família registra boletim de ocorrência
Um caso de óbito materno comovente está sendo investigado em Avaré. Franciele Fernanda de Almeida Rodrigues Crivelli, de 25 anos, morreu na tarde de segunda-feira (30) na Santa Casa de Misericórdia de Avaré, onde estava internada para a realização do parto. A família da vítima registrou um boletim de ocorrência e suspeita de falhas no atendimento médico.
De acordo com o registro policial, Franciele foi internada para o procedimento de parto, mas, após o nascimento do bebê, surgiram complicações clínicas. A paciente apresentou retenção de placenta, quadro que exigiu intervenção médica para a remoção do tecido.
Conforme o relato incluído no boletim, o estado de saúde da jovem se agravou rapidamente. Ela sofreu uma inversão uterina — condição rara e grave em que o útero se “vira” para dentro ou para fora — e, em seguida, uma hemorragia significativa. Franciele foi levada ao centro cirúrgico e, posteriormente, transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu às complicações e veio a óbito.
O falecimento foi comunicado na unidade policial por uma mulher de 42 anos, familiar da vítima. A família busca esclarecimentos sobre a conduta da equipe médica diante das intercorrências.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, foi solicitada a atuação do Serviço de Verificação de Óbito para a realização de exames periciais. O objetivo é determinar com precisão a causa da morte e fornecer subsídios técnicos para a investigação.
A Polícia Civil de Avaré deverá instaurar um inquérito para apurar as circunstâncias do caso, incluindo a possibilidade de erro médico, negligência, imperícia ou imprudência por parte dos profissionais de saúde envolvidos no parto e no atendimento emergencial.
A Santa Casa de Misericórdia de Avaré ainda não se manifestou sobre o caso. A unidade hospitalar é uma das principais referências em atendimento de saúde na região.
O corpo da jovem foi liberado para os familiares após os procedimentos iniciais de perícia. O bebê, cujo estado de saúde não foi informado, está sob cuidados médicos.
Franciele está sendo velada no Velório Municipal e o sepultamento está marcado para as 16 horas desta terça-feira (31), no Cemitério Municipal de Avaré.
A reportagem acompanha o desenrolar das investigações e aguarda um posicionamento oficial da direção do hospital e das autoridades de saúde.