Economia

Conta conjunta ou separada? Como casais devem organizar o dinheiro

Na nossa cultura, falar sobre dinheiro ainda é um grande tabu. Dificilmente, sabemos quanto ganham os nossos amigos e familiares, se estão com as finanças em dia ou passando por momento delicados. Essa cultura é tão enraizada que, muitas vezes, não somos sinceros sobre as nossas finanças nem mesmo com nossos parceiros em um relacionamento.

Porém, para que casais que moram juntos tenham sucesso financeiro, é necessário que sejam os mais honestos possível com os parceiros em relação à realidade das finanças de cada um e, para isso, é preciso que conversar sobre dinheiro seja um hábito da rotina. Afinal, problemas financeiros causam brigas, discussões, atritos e, em cenários mais graves, podem ser o principal motivo para uma separação.

Para montar um planejamento financeiro em conjunto, o primeiro passo é entender os ganhos de cada um e os gastos que o casal tem em conjunto, como as contas de moradia, água e luz. A partir dessa análise, é possível criar metas e enxergar em quais categorias é possível economizar.

Também é importante que os casais tenham objetivos financeiros em comum e individuais, buscando sempre atingir as metas para o futuro. Vocês gostariam de comprar uma casa? Comprar um carro? Fazer uma poupança para os filhos ou quem sabe uma grande viagem? Ao listar de forma prática esses desejos, ambos saberão de forma clara que estão trabalhando e se esforçando em algo maior.

Na prática, a melhor opção é que tenham uma conta conjunta e uma conta separada, assim fica mais fácil organizar os gastos que os casais desejam realizar juntos e manter o controle financeiro pessoal de cada um. Além disso, para planejar o orçamento, uma boa ideia é encontrar uma plataforma que mais se adapta ao estilo do casal, pode ser escrever em um caderno, utilizar uma planilha no Excel ou um gerenciador financeiro como o da Mobills, em que é possível criar um usuário para que os dois tenham acesso e façam os registros e controles.
 Por Larissa Brioso, educadora financeira da Mobills

A importância de manter o bom atendimento ao cliente

Muito se fala sobre prestar um bom atendimento ao cliente, mas como fazer isso na prática? Ao longo dos meus mais de 10 anos de experiência no ramo do direito bancário, com ênfase em recuperação de crédito, sei que a excelência é um fator-chave para o sucesso de uma empresa. Uma coisa que sempre falo é que todos somos clientes e precisamos entender a importância da experiência na hora de executar um serviço. O cliente é a fundação do nosso negócio, um dos principais pilares. Portanto, é muito importante criar e também manter um público fidelizado que poderá gerar novas receitas e mais vendas. Mas atenção, atualmente, apenas atender bem não basta.

Ter a capacidade de se colocar no lugar é fundamental para encontrar soluções sustentáveis. É preciso garantir o destaque de sua organização no mercado. Segundo dados do relatório Customers 2020: A Progress Repor, os consumidores estão dispostos a gastar 17% a mais para fazer negócios com empresas que oferecem um excelente serviço e 77% dos clientes recomendariam uma marca a um amigo depois de ter uma experiência positiva.

Portanto, é necessário pensar de forma estratégica, desenhada e alinhada ao acolhimento que o seu cliente vai ter com seu negócio.

Pensando em tudo isso e, com a Black Friday à porta, muitos empresários vão querer chamar atenção para gerar vendas. Diante desse cenário, abaixo, reuni alguns pontos que merecem a atenção total dos gestores que desejam aprimorar o atendimento e gerar a melhor experiência ao cliente.

• Mantenha o seu foco no cliente: a experiência do consumidor é um ponto muito importante pois ele vai impactar na decisão de compra. É importante que a empresa se preocupe com uma experiência personalizada. Faça com que sua equipe esteja consciente das motivações que levaram o cliente a entrar em contato. Tenha sempre em mente que é importante se colocar no lugar do cliente;

• Realize um atendimento multicanal: cada pessoa possui um perfil específico, portanto, é fundamental ser capaz de realizar um atendimento por meio de chat, telefone, e-mail e redes sociais. É um sinal que a empresa demonstra preocupação;

• Nunca abandone seu cliente: acompanhe-o que o problema seja resolvido. Seu atendimento deve protegê-lo de ter ainda mais problemas. Pode ser que sua empresa não perca clientes por causa dos concorrentes, mas sim por causa do mal atendimento, não acha?

• Saiba ouvir e identificar quais são as necessidades do seu público: faça um teste e seja por um dia o cliente da sua empresa. Ligue para sua linha de suporte e veja quanto tempo você fica em espera e se a pessoa que está respondendo está otimista e comprometida com a solução do problema para resolvê-lo o mais rápido possível;

• Sinta prazer em servir: é importante que sua empresa tenha no time colaboradores que sintam prazer em servir e que tenham motivação na hora de qualquer novo desafio. Nenhum cliente compra um produto para ter problemas. Quando um cliente se sente servido, naturalmente se sente motivado a falar bem da sua marca. Ou seja, tem uma excelente experiência com o seu negócio.
Luiz Henrique Garcia, CEO da QuiteJá

Pandemia: como ficam os cálculos de férias, décimo terceiro e outros temas

Para que a economia brasileira não sofra demasiadamente por conta da pandemia do novo coronavírus, o Governo Federal adotou diversas medidas, e dentre elas a criação da MP 936/20, posteriormente convertida na Lei 14.020, que permite a suspensão dos contratos de trabalho e, também, a redução das jornadas e salários. O objetivo maior do Governo sempre foi o de diminuir o número de demissões com decisões que menos impactassem nos direitos trabalhistas vigentes.

Assim, para o cálculo das férias e do 13º salário o empregado precisará trabalhar, ao menos, 15 dias para que o mês seja computado. Nesse sentido, se o empregado trabalhou menos de 15 dias, não se computará para o cálculo do 13º salário e do período aquisitivo das férias.

Com referência à redução da jornada de trabalho e do salário, deve-se analisar a porcentagem da redução, uma vez que a lei permite a redução proporcional de 25%, 50% e 70%, conforme a faixa salarial do empregado para o enquadramento.

Com relação ao FGTS, essa verba foi a mais afetada em virtude da redução salarial, decorrente da redução de jornada. Assim, o FGTS tem que ser recolhido sobre o valor reduzido, nunca sobre a ajuda complementar paga pelo Governo.

É preciso esclarecer que não haverá recolhimento do FGTS para a suspensão do contrato de trabalho, com algumas exceções não aplicadas a maioria dos trabalhadores, como no caso do serviço militar, no qual o contrato de trabalho fica suspenso, porém o empregador deverá continuar recolhendo o FGTS durante o período do afastamento.

Na mesma esteira o INSS segue o mesmo entendimento. Se a empresa suspender o contrato de trabalho do empregado, não precisará recolher o INSS, logo para o trabalhador não ser afetado por essa medida é importante continuar recolhendo.

Na redução de jornada e salário, o INSS será recolhido sobre o salário reduzido, sem a ajuda do valor complementar pago pelo Governo, portanto, é importante o empregado continuar recolhendo a diferença para não ser prejudicado quando da sua aposentadoria.

Portanto, quanto maior o tempo de suspensão do contrato de trabalho, menos dinheiro no final do ano haverá, pois a suspensão do contrato garante apenas o emprego, mas não o salário integral, logo, o empregado ficará com os bolsos mais vazios.

fonte: AZ Brasil Comunicação 

Auxílio Emergencial: veja como deve ficar o benefício após a prorrogação anunciada pelo governo

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (1º) que o Auxílio Emergencial será prorrogado por mais 4 meses. O valor do benefício, no entanto, será reduzido para R$ 300 para essas parcelas.

Com isso, cada trabalhador aprovado no programa terá recebido, ao final dos pagamentos, R$ 4,2 mil: cinco parcelas de R$ 600, e quatro parcelas de R$ 300. O valor dobra no caso de mães que são chefes de família.

Até o momento, o governo já pagou as cinco parcelas de R$ 600 aos beneficiários que fazem parte do Bolsa Família. Com isso, as novas parcelas devem ser pagas até dezembro, seguindo o calendário do próprio bolsa. Os trabalhadores, nesse caso, recebem o benefício que for mais vantajoso entre os dois.

Para os demais trabalhadores, o pagamento da quinta parcela teve início em 28 de agosto, no caso dos aprovados no primeiro lote. Lotes posteriores de trabalhadores também aprovados têm previstos os pagamentos das 5 parcelas de R$ 600 até 30 de novembro na poupança social digital. Já os saques e transferências serão realizados entre 19 de setembro e 15 de dezembro. As datas de pagamento das novas parcelas ainda não foram anunciadas.

  • Para os que estavam no Cadastro Único mas não recebiam o Bolsa Família e as mulheres chefes de família, o calendário de pagamentos é o mesmo do primeiro lote dos inscritos via aplicativo e site.
  • No caso dos que já recebiam o Bolsa Família, os pagamentos do novo benefício seguem as mesmas datas previstas para o Bolsa.
  • Quem se inscreveu para receber a ajuda por meio do aplicativo ou do site do programa tem calendários de pagamentos divididos em sete lotes, em cada uma das cinco parcelas com datas de pagamento já definidas (veja a situação de cada lote abaixo). Isso acontece porque o pagamento é liberado à medida que os inscritos vão sendo aprovados ou reavaliados.

Veja como estão os pagamentos:

Os trabalhadores elegíveis ao Auxílio Emergencial têm diferentes calendários para receber os benefícios.

No total, até o momento, são sete lotes de pagamento, que contemplam os trabalhadores que foram aprovados até julho ou tiveram o pedido reavaliado para receber o Auxílio – veja abaixo a situação de cada lote.

Veja a situação de cada lote de inscritos pelo site e app

Lote 1 (são dois grupos de beneficiários)

  • Quem são: aprovados que receberam a primeira parcela em abril
  • Situação atual: 3ª parcela foi paga em poupança social digital da Caixa entre 27 de junho e 4 de julho e será liberada entre 25 de julho e 17 de setembro para saques e transferências. A 4ª parcela foi paga entre 22 de julho e 26 de agosto na poupança social, liberadas entre 25 de julho e 17 de setembro para saques e transferências.
  • Parcelas que faltam:
    – 5ª parcela tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e será liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas
     ainda não têm datas definidas
  • Quem são: aprovados que receberam em abril, tiveram pagamento suspenso em julho, mas que tiveram as parcelas retomadas
  • Situação atual: 3ª e 4ª parcelas foram pagas em poupança social digital entre 5 e 26 de agosto, liberadas entre 8 de agosto e 17 de setembro para saques e transferências.
  • Parcelas que faltam:
    – 5ª parcela
     tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social digital e será liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas 
    ainda não têm datas definidas

Lote 2

  • Quem são: aprovados que receberam a primeira parcela em maio
  • Situação atual: 2ª e 3ª parcelas foram pagas em poupança social digital da Caixa entre 27 de junho e 4 de julho e 22 de julho e 26 de agosto, respectivamente. Saques para ambas as parcelas liberados entre 25 de julho e 17 de setembro.
  • Parcelas que faltam:
    – 4ª parcela tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e será liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 5ª parcela será paga entre 9 de outubro e 13 de novembro na poupança social e liberada entre 29 de outubro e 19 de novembro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas ainda não têm datas definidas
  • Quem são: aprovados que receberam a primeira parcela em meados de junho
  • Situação atual: 2ª parcela foi paga entre 22 de julho e 26 de agosto na poupança social, liberada entre 25 de julho e 17 de setembro para saques e transferências.
  • Parcelas que faltam:
    – 3ª parcela tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e será liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 4ª parcela será paga entre 9 de outubro e 13 de novembro na poupança social e liberada entre 29 de outubro e 19 de novembro para saques e transferências.
    – 5ª parcela será paga entre 16 e 30 de novembro na poupança social e liberada entre 26 de novembro e 15 de dezembro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas ainda não têm datas definidas

Lote 4

  • Quem são: aprovados que receberam a primeira parcela de 27 de junho a 4 de julho
  • Situação atual: 1ª parcela foi paga entre 27 de junho e 4 de julho na poupança social digital e será liberada entre 25 de julho e 17 de setembro para saques e transferências. A 2ª parcela foi liberada entre 22 de julho e 26 de agosto na poupança social digital e está sendo liberada entre 25 de julho e 17 de setembro para saques e transferências.
  • Parcelas que faltam:
    – 3ª parcela tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e será liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 4ª parcela será paga entre 9 de outubro e 13 de novembro na poupança social e liberada entre 29 de outubro e 19 de novembro para saques e transferências.
    – 5ª parcela será paga entre 16 e 30 de novembro na poupança social e liberada entre 26 de novembro e 15 de dezembro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas ainda não têm datas definidas
  • Quem são: inscritos entre os dias 17 de junho e 2 de julho
  • Parcelas que faltam:
    – 1ª parcela foi paga entre 22 de julho e 26 de agosto na poupança social; liberada entre 25 de julho e 17 de setembro para saques e transferências.
    – 2ª parcela tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e serpa liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 3ª parcela será paga entre 9 de outubro e 13 de novembro na poupança social e liberada entre 29 de outubro e 19 de novembro para saques e transferências.
    – 4ª e 5ª parcelas serão pagas entre 16 e 30 de novembro na poupança social e liberadas entre entre 26 de novembro e 15 de dezembro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas
     ainda não têm datas definidas

Lote 6

  • Quem são: tiveram o benefício negado e fizeram a contestação entre 24 de abril e 19 de julho
  • Parcelas que faltam:
    – 1ª parcela foi paga entre 5 e 26 de agosto na poupança social; será liberada entre 8 de agosto e 17 de setembro para saques e transferências.
    – 2ª parcela tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e será liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 3ª parcela será paga entre 9 de outubro e 13 de novembro na poupança social e liberada entre 29 de outubro e 19 de novembro para saques e transferências.
    – 4ª e 5ª parcelas serão pagas entre 16 e 30 de novembro na poupança social e serão liberadas entre 26 de novembro e 15 de dezembro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas ainda não têm datas definidas
  • Quem são: inscritos nas agências dos Correios entre 8 de junho e 2 de julho e quem fez a contestação entre 3 de julho e 16 de agosto
  • Parcelas que faltam:
  • – 1ª parcela tem pagamento de 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e será liberada entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 2ª e 3ª parcelas serão pagas entre 9 de outubro e 13 de novembro na poupança social e liberadas entre 29 de outubro e 19 de novembro para saques e transferências.
    – 4ª e 5ª parcelas serão pagas entre 16 e 30 de novembro na poupança social e liberadas entre entre 26 de novembro e 15 de dezembro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas ainda não têm datas definidas

Lote de reavaliados

  • Quem são: inscritos reavaliados que tiveram benefício suspenso em agosto após receber a 1ª parcela
  • Parcelas que faltam: as parcelas restantes até a quinta parcela têm pagamento entre 28 de agosto e 30 de setembro na poupança social e serão liberadas entre 19 de setembro e 27 de outubro para saques e transferências.
    – 6ª, 7ª, 8ª e 9ª parcelas 
    ainda não têm datas definidas.
  • fonte: G1

Nota oficial do Shopping Botucatu sobre retorno do drive-thru com retiradas no estacionamento e delivery

O Shopping Botucatu informa que a ação realizada entre os dias 2 e 5 de julho,  que ocorreu sistema de drive-thru interno, foi inovadora e que teve repercussão na imprensa nacional e internacional, tinha caráter experimental. A partir de hoje, 6 de julho, conforme previamente programado, segue atendimento de drive-thru com retiradas no estacionamento e delivery.

Nesse período de drive-thru interno, os clientes puderam trafegar com seus veículos dentro do empreendimento para retirada de produtos comprados pelos canais digitais. Graças às medidas de segurança e o planejamento adotados, não foi registrado qualquer incidente, mesmo com o fluxo de centenas de veículos que passaram pelo drive no último final de semana. A novidade foi aprovada por lojistas, usuários e terá os seus resultados avaliados nos próximos dias.

O funcionamento do Shopping pelo sistema de drive-thru esteve plenamente amparada pela “Deliberação 2, de 23/03/2020, do Comitê Administrativo Extraordinário Covid-19”. E, além disso, foram tomadas todas as medidas e orientações sanitárias  para garantir a segurança de todos aqueles que se utilizam do empreendimento.

Na sexta-feira, 3 de julho, o Shopping Botucatu recebeu solicitação do Ministério Público do Estado de São Paulo para que lhe apresente informações detalhadas sobre o funcionamento do seu drive-thru e das medidas adotadas para garantir a segurança desta iniciativa. Vale registrar que, em momento algum, o shopping foi comunicado quanto a eventual necessidade de paralisação da ação inovadora realizada nesse final de semana.

Todas as informações solicitadas já foram providenciadas para que os esclarecimentos sejam devidamente prestados dentro do prazo estabelecido, inclusive, quanto a realização das medições dos níveis de gás carbônico emitidos pelos veículos. Essa apuração já foi realizada e  demonstrou que os resultados obtidos foram satisfatórios, já que cumprem rigorosamente com as normas vigentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Portanto, o Shopping Botucatu agradece a participação dos seus lojistas, a visita dos clientes e afirma que seguirá inovando, criando novas experiências, sempre pautado pela segurança e responsabilidade.

fonte: 4Toques Comunicação

Prefeitura e Caixa realizam assinatura de contratos com moradores do Cachoeirinha 4

A Prefeitura de Botucatu, por meio da Secretaria Municipal de Habitação, e a Caixa Econômica Federal promovem nesta sexta-feira, 26, a assinatura de contrato com os futuros moradores do Residencial Cachoeirinha 4.

 

O evento está sendo realizado em novo formato, respeitando as regras de distanciamento social, e os moradores estão sendo atendidos com hora marcada, para evitar a aglomeração de pessoas. A assinatura ocorre na quadra de esporte da Escola Municipal Angelino de Oliveira, na Vila Antártica.

 

“Nós estamos seguindo todas as regras de segurança para que o processo possa ocorrer de forma segura a todos. Desde o início da entrega do Cachoeirinha 4 tem ocorrido assim. As reuniões foram feitas por blocos de moradores, com número reduzido de pessoas e todo o processo de assinatura, entrega de documentos e de chaves devem ser com horário marcado”, explicou José Carlos Broto, Secretário Municipal de Habitação.

 

Pode participar do processo apenas o titular do sorteio, para evitar aglomeração de pessoas.

 

A próxima etapa será a entrega das chaves do apartamento e o agendamento da mudança, que deve ocorrer nos próximos dias no mesmo formato, com hora marcada e restrição de pessoas.

Impostômetro da ACSP atinge R$ 1 trilhão neste sábado; covid-19 faz arrecadação cair 26%

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcança neste sábado (27/6), às 4h32, a marca de R$ 1 trilhão em tributos arrecadados pelo governo na forma de impostos, taxas, multas e contribuições, pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano.

O montante chega com atraso de 33 dias em relação ao ano passado, registrado em 24/05/2019, indicando recuo no crescimento da economia do País, ocasionado pela crise do novo coronavírus (Covid-19).

A arrecadação, com a diferença de praticamente um mês de um ano a outro, mostra a forte desaceleração da receita tributária em consequência da recessão provocada pela pandemia. De acordo com a projeção feita para este ano, logicamente antes do Brasil ser afetado pelo novo coronavírus, a arrecadação deveria estar em R$ 1.263.198.081.264,14, ou seja, há uma queda de 26% em relação ao esperado”, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Para ele, como a projeção revista levava em conta uma crise menos intensa e demorada, é provável que seja necessário refazer novamente os cálculos sobre o desempenho da arrecadação de tributos para o segundo semestre, pois os dados já divulgados pela Receita apontam para uma queda maior.

No entanto, mais importante do que acertar a projeção exata, é constatar que a magnitude da perda tributária dos três níveis de governo já foi bastante expressiva, e ainda deverá continuar nos próximos meses, com um impacto muito forte na capacidade do Estado para cumprir com os seus compromissos, o que deverá afetar ainda mais os investimentos”, analisa o economista da ACSP, ressaltando que o cenário mostra também que o endividamento do setor público aumentará muito, provavelmente não apenas neste ano como nos próximos.  

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios e capitais se espelharam na iniciativa e instalaram seus painéis. No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar valores arrecadados por período, estado, município e categoria.

 

Sobre a ACSP: A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus 125 anos de história, é considerada a voz do empreendedor paulistano. A instituição atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, esteve sempre ao lado da pequena e média empresa e dos profissionais liberais, contribuindo para o desenvolvimento do comércio, da indústria e da prestação de serviços. Além do seu prédio central, a ACSP dispõe de 15 Sedes Distritais, que mantêm os associados informados sobre assuntos do seu interesse, promovem palestras e buscam soluções para os problemas de cada região.

 

Sobre a FACESP: A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), com 56 anos de existência, promove a união das “forças vivas” do Estado de São Paulo, estimulando os empreendedores paulistas a participar da vida política, econômica e social do Estado e do País. É uma entidade de âmbito estadual, com a missão de integrar o empresariado paulista por meio das Associações Comerciais de cada município, atuando em ações que tenham por objetivo a luta pelas liberdades individuais, o apoio à livre iniciativa, a unidade da classe empresarial e a garantia da democracia e do desenvolvimento. Atualmente, mais de 420 Associações Comerciais integram a Facesp e lutam, juntas, pela bandeira do empreendedorismo.

Vencimentos das parcelas do IPTU 2020 têm nova prorrogação

A Prefeitura de Botucatu realizou novas prorrogações nos prazos de vencimento das parcelas do Imposto sobre a propriedade Predial e Territorial Urbana, IPTU 2020.

A partir da terceira parcela, que venceria na próxima sexta-feira, 29, todas as mensalidades terão seu vencimento prorrogado para o mês seguinte.

Exemplificando: a terceira parcela que venceria no dia 29 de maio, vencerá em 30 de junho. A quarta parcela, que venceria em 30 de junho, vencerá em 31 de julho, e assim sucessivamente.

A exceção fica para parcelas no mês de dezembro, que não serão prorrogadas.

A segunda parcela do IPTU 2020, que teve seu vencimento prorrogado de abril para maio, tem seu vencimento mantido para o dia 29 de maio, sexta-feira.

O proprietário que, por algum motivo, não recebeu o boleto ou perdeu o mesmo, pode imprimir a 2ª via do Imposto no site da Prefeitura (www.botucatu.sp.gov.br – no botão IPTU do lado direito do site).

Mais informações:

Seção de Tributos Imobiliários

Telefone (14) 3811-1441

E-mail: tributos@botucatu.sp.gov.br