Educação

Texto elaborado pelo Prof. Nelson Letras sobre o tema de redação do Enem

Com uma abstenção de mais de 50%, foi realizada a primeira prova do Enem, no último domingo, 17.01. Além da resolução das 90 questões de múltipla escolha, os candidatos tiveram de desenvolver uma dissertação argumentativa sobre o tema “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”.

A seguir confira um texto produzido pelo professor Nelson, da Escola de Redação Nelson Letras, sobre o tema deste ano. O prof. Nelson chama o candidato à atenção de que o tema não é simplesmente sobre doenças mentais, mas sim sobre o “estigma” associado a doenças mentais. Lembrando que, para a redação do Enem, não é necessário que o texto possua título.

O indivíduo com algum tipo de transtorno mental compõe uma sociedade que não o integrou. A exclusão social dessas pessoas busca esconder uma característica que é do próprio cidadão excludente, pois distúrbios mentais são manifestações de uma instância que todos os seres humanos possuem; “o consciente é – lembrando Sigmund Freud – apenas a ponta do iceberg, toda a parte abaixo do nível do mar é o inconsciente”, o qual precisa ser estudado para uma melhor compreensão da psiquê e suas idiossincrasias.  Com medo da realidade, o homem criou uma imagem sobre doenças mentais, de não aceitá-las como algo próprio do ser humano, de entendê-las como algo repulsivo, característica de seres imperfeitos, incapazes; trata-se de uma não-aceitação do próprio ser e de uma incoerente visão eugênica.

Uma boa ferramenta para se refletir sobre essa situação-problema é a Sétima Arte. Um dos filmes mais vistos no ano de 2019 foi a adaptação cinematográfica do personagem de HQ Coringa. O filme trouxe a discussão sobre como a sociedade, em vez de auxiliar aqueles que possuem transtornos mentais, age da maneira oposta, maltratando-os, anulando suas vidas – “a pior parte de ter uma doença mental é que a gente espera que você aja como se não a tivesse”. Essa aversão pelo distúrbio mental e por aqueles que o possuem causando-lhes a dor do existir, tem origem, em grande parte, no século XVII, nos “Hospitais gerais” e nas “Casas de internação” europeus em que os denominados loucos eram internados, muitas vezes, compulsoriamente, não para tratamento, mas sim para serem retirados da sociedade – em A história da loucura, o filósofo francês Michel Foucault analisa essa exclusão dos doentes mentais e a visão social de que estes parece não serem considerados seres humanos.

Em grande parte, a mente é um produto social, a qual capta todos os estímulos, assimilando experiências, emoções, produzindo o que é o indivíduo. Se a sociedade cria, por exemplo, a ideia de que a pressão sobre jovens que farão a prova do Enem é algo que todos têm a capacidade de enfrentar sem transtornos mentais como a ansiedade patológica, o próprio jovem não aceita a condição de acometimento de uma situação em que precisa de ajuda para sua saúde mental; ele não aceita a sua realidade de transtorno mental e, por medo de encará-la, pode ter problemas mais graves como a depressão. Já no século XIX, o filósofo Friedrich Nietzsche criticava a supervalorização da razão em detrimento da emoção, alertando que o homem não deve negar seu ser, mas sim vivê-lo como ele é.

Ter saúde mental é ter consciência de que a mente é complexa e de que doenças mentais não devem ser estigmatizadas, não devem ser compreendidas diferentemente, por exemplo, de doenças respiratórias ou cardiovasculares, a fim de que a procura por tratamentos psicológicos não seja rotulada de maneira depreciativa. Assim, é mister que o homem tenha acesso ao conhecimento que lhe permita não só uma autocompreensão mental, mas também anular a marca negativa, o preconceito, sobre distúrbios mentais. No Brasil, esse conhecimento deve ser orientado pelo MEC para ser abordado nas escolas, nas ciências como pela psicologia com pensadores como Freud, ou pela filosofia com intelectuais como Foucault e Nietzsche. O investimento governamental para esclarecimento sobre o assunto é imprescindível nas artes pelo apoio a produções cinematográficas, romances, peças teatrais, produções musicais etc. que abordem o conteúdo; e campanhas pelas mídias (inclusive digitais) como a “Janeiro Branco”, levando à sociedade a compreensão de que consciente e inconsciente compõem o mesmo ser.

 

 

 

ESCOLA DE REDAÇÃO NELSON LETRAS – MATRÍCULAS ABERTAS 2021

– AULAS INDIVIDUAIS OU EM GRUPO

– RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES

– AULAS REFLEXIVAS SOBRE TEMAS ATUAIS

RUA CORONEL FONSECA, 408, CENTRO, BOTUCATU. INFORMAÇÕES PELO WHATSAPP (14) 98171 44 84

Justiça nega pedido de sindicatos e mantém volta às aulas em São Paulo

A Justiça de São Paulo negou, nesta segunda-feira, 11, a ação proposta por sindicatos que pedia a suspensão do retorno das atividades presenciais nas escolas de educação básica das redes privada e pública do estado. Na decisão, o juiz José Gomes Neto afirmou que “não há na documentação sequer um parecer de um epidemiologista, infectologista ou profissional adequadamente qualificado opondo-se ao plano de volta às aulas“. No mês passado, o governo paulista classificou as instituições de ensino básico como serviços essenciais para que elas pudessem continuar abertas mesmo em regiões que estivessem em fases mais restritivas do Plano São Paulo. As escolas estaduais devem iniciar o ano letivo no dia 1º de fevereiro.

ENEM é mantido nos dias 17 e 27 de janeiro

Originalmente, a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que seria realizada em novembro do ano passado, foi adiada por conta da pandemia e, agora chegando perto da data, a Defensoria Pública da União, acompanhada de movimentos estudantis, alegaram a falta de segurança sanitária e entraram na justiça, mas houve a negativa da Justiça de São Paulo. Portanto, estão mantidas as datas de 17 e 24 de janeiro.

A decisão foi da juíza Marisa Cláudia Gonçalves Cucio, da 2ª Vara Cível Federal de São Paulo. Segundo ela, o adiamento causará certamente prejuízos financeiros, mas também poderá comprometer a própria realização do Enem no primeiro semestre de 2021, além da possibilidade de impedir o prosseguimento da formação acadêmica de muitos participantes. “As medidas adotadas pelo INEP para neutralizar ou minimizar o contágio pelo coronavírus são adequadas para viabilizar a realização das provas nas datas previstas”, ressalta.

DECISÃO SERÁ DAS AUTORIDADES LOCAIS.

Ainda segundo a juíza, a decisão do não adiamento não deixa de confiar na responsabilidade do cuidado individual de cada participante, passando para as autoridades sanitárias locais a definição da necessidade de restringir ou não a circulação de pessoas nos dias das provas, caso for necessário.

De acordo com o Historiador e Especialista em aplicação de provas, entre elas o ENEM, Professor Cássio Luige acredita que a negativa do adiamento reflete dois cenários. “Por um lado, isso é muito bom, porque os estudantes que estão se preparando não ficarão mais agoniados esperando uma futura data para as provas. Mas, em contrapartida, a decisão das autoridades locais ainda não foi apresentada, o que garante que outras regiões do Brasil, podem, infelizmente, trazer a notícia de que o Enem vai ser adiado. Se isso acontecer, provavelmente pode virar um caos, já que um estado pode optar por uma data, outro estado optará por outra data. Então, levando em consideração um consenso entre estados com foco em organização, a melhor escolha seria se todos os estados negassem o adiamento para os estudantes”, conclui.

Enem terá regras para evitar contágio pelo novo coronavírus

Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 devem estar atentos às regras para evitar o contágio pelo novo coronavírus. As medidas que devem ser adotadas tanto na aplicação do Enem impresso quanto do Enem digital estão previstas nos editais dos exames, e o descumprimento poderá levar inclusive à eliminação dos candidatos.

A máscara de proteção facial será item obrigatório nesta edição do Enem. Além de precisar apresentar um documento oficial original com foto e de ter uma caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, quem não estiver de máscara não poderá fazer a prova.

Dentro de sala, os estudantes deverão permanecer com a máscara durante toda a realização do exame. O edital prevê que a máscara deve ser usada da maneira correta, cobrindo o nariz e a boca. Caso isso não seja feito, o participante será eliminado. Os candidatos poderão levar máscaras para trocar durante a aplicação, seguindo a recomendação de especialistas da área de saúde.

O equipamento de proteção poderá ser retirado apenas para a identificação dos participantes, para comer e beber. Toda vez que retirarem a máscara, os participantes não devem tocar na parte frontal dela, e devem, em seguida, higienizar as mãos com álcool em gel próprio ou fornecido pelo aplicador. As mãos devem ser higienizadas também quando os participantes forem ao banheiro e no decorrer do exame.

Outra regra é o distanciamento social. As salas, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), estarão dispostas de forma a assegurar a distância entre os participantes.

Pandemia

A realização das provas em um momento de aumento de dos casos e das mortes por covid-19 em todo o país preocupa professores, estudantes, autoridades e especialistas. “É um risco grande mobilizar milhões de pessoas em um momento desses”, diz o professor titular de epidemiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Roberto Medronho. Em todo o país, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer o Enem, de acordo com o Inep.

Segundo Medronho, as medidas anunciadas ajudam a controlar a transmissão, mas não há um cenário completamente seguro. “Garantia não há. O ideal é suspender o exame. Mas, posso dizer que vai minimizar de forma razoável o risco”, diz.

De acordo com Medronho, os participantes podem também se proteger evitando aglomerações nos portões do local exame, mantendo um distanciamento de pelo menos 1,5 metro das pessoas ao redor, mesmo antes de entrar na prova. Devem também, mesmo que não seja obrigatório, levar máscaras para trocar ao longo do exame. “Recomendo que levem duas máscaras e que na metade da prova troque pela máscara nova. Com isso, estarão protegendo a si mesmos e protegendo os colegas”, orienta.

Com o agravamento da pandemia, surgiu nas redes sociais um novo movimento pedindo o adiamento do Enem. O Brasil bateu a marca de 200 mil pessoas mortas pela covid-19. O número diário de óbitos ultrapassou a marca de 1 mil por dia.

Na sexta-feira (8), a Defensoria Pública da União apresentou novo pedido de tutela de urgência para o adiamento das provas do Enem. As provas, de acordo com o pedido, devem ser adiadas “até que possa ser feito de maneira segura, ou ao menos enquanto a situação não esteja tão periclitante quanto agora”.

Mais de 40 entidades científicas, entre elas a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), assinaram nota conjunta pedindo também o adiamento das provas. “É necessário adiar o Enem e é urgente que secretarias estaduais de Educação coordenem planejamentos para garantir as condições pedagógicas e sanitárias para que todos os estudantes participem do Enem. Esse exame existe para incidir na redução das desigualdades do acesso ao ensino superior e não pode servir para ampliar desigualdades ou, o que é inaceitável, se tornar espaço vetor de uma pandemia”, diz a nota.

O Inep decidiu manter o exame, para garantir que os estudantes tenham acesso ao ensino superior e possam continuar a formação. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou que a autarquia preparou-se para fazer o exame em um contexto de pandemia. “Temos a segurança [de] que a prova deve ser feita e que as condições de aplicação são adequadas, são as que precisam ser tomadas.”

O Enem 2020 será aplicado na versão impressa nos dias 17 e 24 de janeiro e, na versão digital, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

fonte: JCNet

foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Que tal treinar seu texto para a redação do ENEM?

O próximo domingo (17.01) será o primeiro dia de provas do Enem, Exame Nacional do Ensino Médio. Mais de cinco milhões de estudantes farão as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias. “Bora” se preparar para a redação, analisando um texto produzido pelo professor Nelson Letras sobre o tema do ano passado “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”!

O filósofo pré-socrático Heráclito, em suas reflexões sobre a substância primordial existente em todos os seres materiais, a arché, chegou à conclusão de que a realidade é dinâmica, de que nada persiste nem permanece o mesmo. O pensamento do grego Heráclito já possui dois mil e quinhentos anos, porém muitos indivíduos, em alguns casos, ainda não enxergam a realidade dessa maneira. Em 1990, dois anos após sua produção, Cinema Paradiso recebeu o Oscar de melhor filme em língua não inglesa. A produção italiana tem como cenário o auge e o declínio das salas de cinema. A película remete à realidade em que o número dessas salas diminuiu consideravelmente nas décadas de 1980 e 1990. Todavia o cinema não está deixando de existir, ele está se transformando, e não compreender essa mudança é uma visão reducionista sobre a democratização da Sétima Arte, da manifestação da essência do ser humano por meio da sucessão de imagens em movimento que contam uma história.

“Vivemos em tempos líquidos, nada é feito para durar”. Em seus estudos sobre a modernidade líquida, o filósofo polonês Zygmunt Bauman analisou a superficialidade nas relações entre os homens, entre o homem e o mundo. Um dos principais responsáveis por essa liquidez é a revolução comunicacional, que auxiliou a democratização do cinema. Embora as salas de cinema estejam tentando se adaptar aos novos tempos, por meio, por exemplo, da exibição de filmes com efeitos especiais na produção de histórias fantásticas envolvendo super-heróis, ou do uso de tecnologias 3D, ou até mesmo do conforto, a procura por elas é muito menor que nas décadas de 1950, 1960 e 1970. Entretanto o cinema não está apenas nas “salas”, mas também nos aparelhos de tevê, nos computadores, nos celulares. O uso de satélites, de cabos e, principalmente, a internet ampliaram o número de pessoas não só que assistem às produções – sem se restringir apenas àquelas exibidas nas salas de cinema -, como também que participam da elaboração de filmes, haja vista que, muitos podem realizar produções visuais caseiras e divulgá-las pela rede.

A Sétima Arte está em transformação. Devido à Terceira Revolução Industrial, ela está mais democrática. O indivíduo não está mais restrito apenas aos filmes exibidos nas salas de cinema. Estas ainda são muito importantes, portanto é necessário que o governo federal, em parceria com os municípios, crie, sem a cobrança de ingressos, cinemas em áreas mais pobres, pois este é um público que está restrito a pouco lazer, e valorizaria esse entretenimento. Contudo os filmes exibidos nestas devem conter os mais variados pontos de vista, desde produções como Bacurau e Marighella até O Patriota de Mel Gibson. Cinema é arte, e arte não é apenas “a mimese da realidade” como afirmou o filósofo Aristóteles; arte também é entretenimento, é reflexão, é uma maneira de ver o mundo sob perspectivas diferentes. Logo o cinema deve ser mais valorizado por Estado e sociedade. Deve haver investimento estatal no acesso do espectador e também nas produções e divulgação de filmes nacionais. Instituições como as escolas precisam se aproveitar mais dessa ferramenta, pois os filmes tornam o conhecimento mais aprazível. Cinema é movimento, e, para acompanhá-lo, é necessário estar em harmonia com sua velocidade.

 

Região Central ganhará nova Creche do Comércio em Botucatu

A região central do Município ganha um novo equipamento de Educação: a 3ª Creche do Comércio. Localizado na Rua Cornélio Pires, próxima a EMEF Martinho Nogueira, o prédio contará com almoxarifado, dois berçários, brinquedoteca, cozinha, despensa, secretaria, lavanderia, recepção, dois refeitórios, sala de coordenação, sala de direção, sala de amamentação, seis salas de aula, sanitários feminino e masculino para alunos, funcionários e pessoas com necessidades especiais, solário, tanque de areia, parque infantil, pátio coberto e descoberto.

“Esta nova unidade escolar proporcionará um espaço com mais mobilidade, amplitude, e maior área de lazer. Tudo com a segurança necessária para um melhor atendimento aos alunos, no inicio do ano letivo, juntamente com a Rede Municipal de Ensino”, afirma a Secretária Municipal de Educação, Cris Amorim.

Inicialmente o Centro de Educação Infantil beneficiará cerca de 100 crianças  na faixa etária de 4 meses a 3  anos e 11 meses, ou seja, Berçário 1 e 2 e Maternal 1 e 2 (Creche).

Por atender preferencialmente filhos de empregados do comércio da Cidade, a escola funcionará em horário diferenciado, de segunda à sexta-feira, das 8 às 19 horas, inclusive aos sábados e em datas em que o comércio funcionar em horário diferenciado, seguirá conforme seu funcionamento.

A unidade foi viabilizada através de um Termo de Colaboração com o Canal Comunitário Cidade de Botucatu.

Obras da Escola de Tempo Integral em Vitoriana avançam

A última escola de tempo integral em Botucatu a ter sua construção viabilizada foi a localizada no distrito de Vitoriana. As obras no local avançam e as paredes do prédio que abrigará os alunos já começam a ganhar forma.

A Escola de Tempo Integral de Vitoriana terá capacidade para atender 300 alunos. Ao todo, o prédio terá 1,5 mil metros quadrados construídos e terá formato semelhante com outras sete unidades em construção na Cidade nos bairros Jardim Monte Mor, Jardim Itamarati e Maria Luiza (já entregues), e Cohab 1, Santa Maria, Caimã e Cachoeirinha (próximas da conclusão).

“Além dos alunos de Vitoriana, essa nova escola atenderá também alunos do Rio Bonito, Mina, Porto Said, Alvorada da Barra e toda essa região. É um importante investimento na Educação e que também vai dar mais tranquilidade e conforto aos pais que precisam trabalhar, já que garantirá as crianças dentro da Escola durante todo o dia com atividades voltadas para o desenvolvimento delas”, afirmou o Prefeito Mário Pardini.

A construção da Escola de Tempo Integral de Vitoriana faz parte de uma parceria entre a Prefeitura de Botucatu e a Construtora Ecovita. A empresa, em contrapartida aos investimentos na Cidade, doou a mão de obra e os materiais para a construção.

A expectativa da Prefeitura é que neste ano de 2021 a construção seja concluída.

fonte: Comunicação Prefeitura

IB/Unesp de Botucatu abre concurso para contratação de professor substituto

A Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) divulgou o edital de Concurso Público para Professor Substituto do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB).

Será contratado um profissional para ministrar a disciplina de Zoologia Geral do Departamento de Bioestatística, Biologia Vegetal, Parasitologia e Zoologia do IBB/Unesp.

O docente que ocupar a vaga mencionada atuará no período relativo ao ano letivo de 2021 e pelo prazo de 5 (cinco) meses, em 24 horas semanais de trabalho, sob o regime jurídico da CLT, com remuneração de  R$ 4.728,60. Caso o candidato tenha título superior ao exigido, o salário será correspondente à titulação.

Para se candidatar à  vaga é necessário preencher a ficha de inscrição no site inscricoes.unesp.br, até o dia 11 de janeiro de 2021. Poderão inscrever-se graduados em curso superior que tenham, no mínimo, título de Doutor em Zoologia ou áreas afins

Mais informações podem ser obtidas nos editais completos no nosso site: https://inscricoes.unesp.br