Educação

Pré-Universitário com inscrições em Botucatu e São Manuel

O Cursinho Pré-Universitário Atena, projeto de extensão dos alunos do Instituto de Biociências (IB) da Unesp Botucatu, está com inscrições abertas até 7 de fevereiro. Para se inscrever, basta acessar o site do Cursinho Atena [https://cursinhoatena.wixsite.com/home] e preencher o formulário eletrônico.

 

Após as inscrições haverá a etapa de entrevistas socioeconômicas agendadas para os seguintes dias: 11 e 12 de fevereiro em Botucatu; 13 e 14 de fevereiro em São Manuel. Na oportunidade, o candidato deverá levar uma série de documentos previsto no edital.

 

A previsão dos organizadores é que a primeira lista de aprovados seja divulgada em 19 de fevereiro. Já as matrículas e início das aulas devem ocorrer no início de março.

 

Para Botucatu são 140 vagas, com aulas diurnas no próprio câmpus da Unesp [Rubião Júnior] e no período noturno na Emef. “Rafael de Moura Campos”. Em São Manuel há 80 vagas, com aulas no período noturno na Emefei. “Prof. Walter Carrer”.

Sobre o cursinho

A iniciativa, que está em atividades há 19 anos, oferece aulas gratuitas, de revisão de conteúdos abordados no Ensino Médio, a estudantes que não têm condições financeiras de investir em um cursinho preparatório ao vestibular.

 

Conta com apoio da direção do Instituto de Biociências da Unesp Botucatu, prefeituras de Botucatu e São Manuel, do Centro Acadêmico “V de Junho” e da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Unesp.

Serviço

Mais informações sobre o Cursinho Pré-Universitário Atena podem ser obtidos por e-mail [cursinhoatena@gmail.com ], Facebook [facebook.com/cursinhoatena], Instagram [@cursinhoatena] ou mesmo pelo telefone (14) 3880-0848.

 

fonte: 4Toques Comunicação

Estão abertas as inscrições para o Programa de Auxílio ao Estudante 2020

Estão abertas as inscrições para o Programa de Auxílio ao Estudante 2020

 

A Prefeitura de Botucatu, por meio da Assessoria Especial de Políticas de Inclusão, informa que estão abertas as inscrições para o Programa de Auxílio ao Estudante – PAE 2020. Os estudantes têm até o dia 17 de janeiro para requerer o benefício. O edital para as inscrições, assim como o Decreto Municipal do Programa, estão disponíveis no site da Prefeitura (www.botucatu.sp.gov.br).

O PAE prevê a transferência de recursos financeiros da administração pública aos universitários que viajam para estudar em instituições de ensino superior fora de Botucatu. Entre os critérios principais para concorrer ao auxílio, o aluno deverá comprovar que reside em Botucatu há mais de um ano; estar em seu primeiro curso de graduação; e possuir renda familiar bruta mensal de, no máximo, R$ 3.490,00, correspondente a três salários mínimos do valor vigente no Estado de São Paulo.

As inscrições deverão ser realizadas, primeiramente, por meio do preenchimento do formulário socioeconômico on-line, que está disponível no link http://www.botucatu.sp.gov.br/PAE2020/. Antes da inscrição, o estudante deverá comparecer a Assessoria de Políticas de Inclusão nos dias 06 e 07 de janeiro, até às 16 horas, para a retirada de senha para posterior entrega de documentação.

Em seguida, os alunos devem entregar a cópia da documentação exigida pelo processo em um envelope, pessoalmente na Assessoria de Políticas de Inclusão, que fica no auditório do Centro de Tecnologia Inclusiva, na Avenida Rafael Serra, 460, Bairro Alto (atrás do Ginásio Municipal de Esportes “Dr. Mário Covas Júnior”).

Os estudantes que estão em processo de vestibular para ingressar em algum curso de graduação no primeiro semestre de 2020 podem solicitar o recurso.

O PAE prevê que 10% das vagas sejam reservadas a pessoas com deficiência, que atendam os critérios socioeconômicos e que comprovem a deficiência através de laudo médico, conforme prevê a lei de criação do programa, número 5.723/2015.

A lista de classificados no PAE será divulgada publicamente no dia 10 de fevereiro de 2020.

Mais informações:
Assessoria Especial de Políticas de Inclusão

Avenida Raphael Serra, 460 – Vila Eny

Telefone: (14) 3811-1522

Férias Animadas na Biblioteca Municipal começam na próxima segunda-feira, 06

Pais e mães sabem muito bem o quanto é difícil manter as crianças animadas dentro de casa durante o período de férias escolares. Pensando em oferecer uma nova alternativa às famílias botucatuenses, a Biblioteca Municipal “Emílio Peduti”, promove as “Férias Animadas na Biblioteca”.

A programação será realizada de 06 a 23 de janeiro, e dividida da seguinte forma:

Segundas e quartas-feiras, às 10 e às 14 horas – sessões de cinema com curtas-metragens da Pixar;

Terças e quintas-feiras, às 10 e às 14 horas – ateliês de pintura e confecção de marca páginas.

Os acervos de livros e gibis da Biblioteca, bem como o Museu Histórico e Pedagógico “Francisco Blasi” também estarão disponíveis aos visitantes.

As “Férias Animadas na Biblioteca” tem entrada gratuita e aberta a todas as idades. A Biblioteca Municipal está localizada no Espaço Cultural, que fica na Avenida Dom Lúcio, 755, no Centro.

 

Mais informações:

Secretaria Municipal de Cultura

Avenida Dom Lucio, 755 – Centro

Telefone: (14) 3811-1470

cultura@botucatu.sp.gov.br

Professor Nelson Letras elabora texto sobre o tema da redação Unesp 2020 “O carro será o novo cigarro?”

“Venha para onde está o sabor, venha para o mundo de Marlboro” – a marcante frase do comercial de cigarro produzido na década de 1980 é um bom representante para a glamourização do cigarro como símbolo de liberdade e prazer. Observa-se que semelhante influência sobre objetos de desejo ainda existe hoje, mas, dentre outros produtos, sobre automóveis. Metonímia para vício, o cigarro pode ser comparado a carros, pois – pela Indústria Cultural, objeto de estudo dos filósofos da Escola de Frankfurt Theodor Adorno e Max Horkheimer – é criada uma idolatria sobre esses veículos motorizados cujas consequências também possuem semelhanças às do cigarro.

O vocábulo idolatria, adoração a ídolos, a algo irreal, origina a concepção de fetichismo estudada pelo filósofo alemão Karl Marx. De acordo com este, por uma ideologia imposta pelo sistema, a sociedade atribui valores inexistentes a objetos de desejo. Assim como o cigarro era visto como uma concepção de liberdade e prazer, e não como um causador de doenças respiratórias e cancerígenas, o automóvel deixa de ser um veículo de transporte emissor de gás carbônico e passa a significar liberdade e felicidade. Todavia, mais que estes valores semânticos, o carro também é símbolo de status, de ostentação, de poder, de superioridade, até de masculinidade, transformando-se em um camarote separador de classes sociais e gerador de preconceitos.

Em meio à crise ambiental, surgem algumas jovens vozes na tentativa de alertar a sociedade sobre a necessidade de mudarmos nosso modo de viver. Uma dessas vozes é a ativista sueca Greta Thunberg, indicada ao Prêmio Nobel da Paz 2019, e considerada pela revista Time como a personalidade do ano. Mas muitos estão surdos perante esses gritos de alerta, haja vista as recentes ações governamentais brasileiras que incentivam o uso de automóveis: não obrigatoriedade de cadeirinhas para crianças, suspensão de radares móveis, extinção do seguro DPVAT. Tais atitudes auxiliam as consequências causadas pela indústria do petróleo: sedentarismo, estresse em trânsito, discussões, brigas, acidentes, poluição, guerras, mudanças climáticas.

O cigarro perdeu seu glamour, não é mais sinônimo de liberdade e prazer. Porém essa mudança semântica se deve muito mais a uma cultura individualista – pois o cigarro é um causador de males, principalmente, àquele que fuma – do que a uma ação altruísta. Assim, dificilmente o mesmo ocorrerá com o automóvel, pois seus males estão naturalizados como agressores do outro e não do eu. A naturalização também está presente no desejo de consumo por bens desnecessários – lembrando a filosofia epicurista -, ela não permite que o indivíduo visualize a idolatria que gera preconceito social. Acreditar que o carro será o novo cigarro parece mais uma utopia, já que, enquanto a juventude defensora do meio ambiente for chamada de pirralha por aqueles que estão no poder, o automóvel continuará sendo o cigarro do passado e não o do presente.

Professor Nelson Letras

 

NAPE está com inscrições abertas para Curso de Libras e Braille

O NAPE – Núcleo de Atendimento Pedagógico Especializado “Alcyr de Oliveira”, vinculado a Secretaria Municipal de Educação, está com inscrições abertas para o Curso de “Língua Brasileira de Sinais” (Libras) e também para o Curso de Braille.

Os dois cursos, direcionados para a comunidade em geral, serão oferecidos em duas turmas e as inscrições deverão ser realizadas pelo site http://simmeb.educatu.com.br/cursos. As vagas são limitadas e somente para maiores de 18 anos.

O curso de Libras será realizado no período de 06 a 18 de janeiro de 2020 (1ª turma) e de 20 de janeiro a 01 de fevereiro de 2020 (2ª turma) nos seguintes períodos: das 08 às 10 horas; 10h30 às 12h30; 13h30 às 15h30; 16 às 18 horas e das 19 às 21 horas.

Já o curso de Braille será realizado no período de 02 a 30 de janeiro de 2020 (1ª turma), nos dias 02, 09, 16, 23 e 30 (toda quinta-feira), das 15h30 às 17h30 e no período de 03 a 31 de janeiro de 2020 (2ª turma) nos dias 03, 10, 17, 24 e 31 (toda sexta-feira), das 8h30 às 10h30.

Libras

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi desenvolvida a partir da língua de sinais francesa. As línguas de sinais não são universais, cada país possui a sua. A Libras possui estrutura gramatical própria, onde os sinais são formados por meio da combinação de formas e de movimentos das mãos e de pontos de referência no corpo ou no espaço.

Segundo a legislação vigente, Libras constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas com deficiência auditiva do Brasil, na qual há uma forma de comunicação e expressão, de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria.

Braille

O Braille foi criado em 1924 por Luiz Braille. Com a combinação de apenas 6 pontos, obtém-se 63 combinações diferentes configurando não apenas as 26 letras do alfabeto, como também os acentos, a pontuação, os números, os símbolos matemáticos e os símbolos químicos. Esse sistema é utilizado nos dias atuais na alfabetização de pessoas cegas.

Serviço:

NAPE – Núcleo de Atendimento Pedagógico Especializado “Alcyr de Oliveira”

Rua Amando de Barros, 1520 – Centro

Telefone: (14) 3811-3160

A Valorização do Professor

Pesquisa recente esclareceu que o Brasil é um dos países que menos valoriza o professor. Até aí, nenhuma surpresa. Não é preciso ser um especialista para chegar a esse resultado. Basta entrar numa sala de aula de ensino médio, por exemplo, e perguntar aos alunos quem deseja ser professor. Haverá um silêncio sepulcral. Ninguém está a fim de ser professor. Bem, para não ser radical, vamos dizer que quem deseja ser professor é exceção, não regra.

E por que isso acontece? Não se pode ser simplista e dizer que existe apenas um motivo. Os simplistas dizem que o salário do professor não atrai o jovem de hoje. Isso não é a verdade total. É certo que o salário não é lá essas coisas, mas o motivo principal não está aí. No mundo competitivo de hoje, em qualquer profissão que se exerça o cara tem que ser competente. Se não for, não vai ganhar bem. Há médicos que ganham mal. Há advogados que ganham mal. Como há médicos e advogados que ganham muito bem. Com o professor acontece a mesma coisa. Se for competente, poderá não ganhar tanto quanto o médico competente, mas com certeza será bem remunerado.

O desprestígio da profissão de professor está diretamente relacionado aos caminhos tortuosos que são trilhados pela educação brasileira. Os resultados das avaliações externas nos deixam envergonhados. Estamos quase sempre nas últimas posições, perdendo para países muito mais pobres. Até na América do Sul, em que deveríamos ser reis, estamos abaixo de países como Argentina, Chile e Uruguai.

Em primeiro lugar, os nossos dirigentes têm uma visão muito imediatista de educação. Um mandatário quer realizar algo, para que fique como marca de seu governo. Ninguém quer fazer um plano consistente que poderá dar resultados no futuro. O mandatário quer lançar o plano e colher os resultados no seu mandato. O resultado é sempre o mesmo: tudo é feito de afogadilho, sem nenhuma estrutura consistente e os resultados são esses que vemos há anos.

Por outro lado, os governantes querem sempre realizar coisas que são vistas com facilidade pela população, como a construção de novos prédios, como a aquisição de uma parafernália no campo da informática… Coisas assim. Enquanto fazem questão de gastar dinheiro construindo

prédios, os que já existem estão semiabandonados e alguns estão ociosos, em boa parte. Isso fica bem para o político. Mas não fica bem para a educação.

Valorizar o professor corresponde a dar-lhe meios de se aperfeiçoar constantemente. Corresponde também a oferecer-lhe uma estrutura condizente com as necessidades de seu trabalho. A ele também devem ser dadas condições reais de trabalho e autoridade para desempenhar bem suas funções. Ao professor deve ser dada a oportunidade de ter um trabalho continuado com uma clientela. O professor não pode ser apenas um repetidor de decisões de pessoas que não conhecem o aluno, a escola e o meio em que está inserida.

O professor deve ser um líder, numa pessoa motivada e engajada na atividade que desenvolve. O professor deve ser uma pessoa feliz e bem-sucedida. Ninguém quer aprender com uma pessoa infeliz e fracassada. Enquanto não se trabalhar a figura do professor, não conseguiremos bons resultados na educação. E continuaremos a lamentar as mesmas derrotas de sempre.

colunista: BAHIGE FADEL

MEC não renova contrato com gestora da TV Escola

O Ministério da Educação (MEC) informou ontem que não renovará o contrato com a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), responsável por gerir a TV Escola. O contrato se encerra no fim deste ano e o ministro Abraham Weintraub ordenou que funcionários da emissora deixassem o prédio do ministério. Um caminhão de mudança estacionou ontem na frente do MEC para levar os pertences da equipe.

Questionado se encerrará as atividades da TV Escola, o Ministério da Educação afirmou que “estuda a possibilidade de as atividades do canal serem exercidas por outra instituição da administração pública”, sem indicar qual. No ano passado, o contrato com a Roquete Pinto foi de R$ 73 milhões, mas sofreu redução neste ano.

O canal foi criado em 1995 e é transmitido em rede aberta em algumas cidades do País. A TV chegou a fazer parte do MEC, mas desde 2015 mantém apenas contrato de gestão com a pasta para produção de conteúdo e gestão operacional.

No início desta semana, virou alvo de polêmica ao anunciar em sua programação a série Brasil: A Última Cruzada, lançada pela produtora Brasil Paralelo. No episódio inicial, a série tem a participação do escritor Olavo de Carvalho, guru da ala ideológica do governo Jair Bolsonaro, que conseguiu indicar muitos nomes para o MEC no início da gestão.

A série da Brasil Paralelo faz releituras sobre a ditadura militar e outros períodos históricos do Brasil sob viés conservador. A inclusão desse material na grade da TV Escola causou a reação de historiadores, mas foi comemorada nas redes sociais. “Temos uma lindíssima história e ela há de ser recuperada. Agora: Brasil Paralelo na TV Escola”, comentou o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) na segunda-feira.

Expulsão

Em nota, a Roquete Pinto afirmou que Weintraub “expulsou” a TV Escola do prédio do MEC. Segundo a associação, a ordem do ministro era para que a desocupação ocorresse até 29 de novembro mas, com dificuldade de encontrar um novo espaço para acomodar a equipe da TV, pediu, na Justiça, a prorrogação do prazo.

Uma liminar que garantia a permanência da equipe na sede do ministério foi cassada nesta quinta-feira.

“A direção da Roquette Pinto Comunicação Educativa, que faz a gestão da TV Escola, tentou inúmeros contatos com assessores do ministério e com o próprio ministro, no sentido de solicitar uma prorrogação do prazo para a desocupação, a fim de poder achar um local adequado. Não recebeu nenhuma resposta”, afirmou a Roquete Pinto na nota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: diariodonordeste.verdesmares.com.br

Inscrições para Cursos de Férias terminam neste sábado (14)

Estudantes do Ensino Médio, de escolas públicas de Botucatu e região, podem se inscrever gratuitamente, até 14 de dezembro deste ano, para os Cursos de Férias 2020 da Unesp Botucatu. A 14ª edição está agendada para o período de 13 a 18 de janeiro de 2020, e acontece nas dependências do Instituto de Biociências de Botucatu (IB), campus de Rubião Júnior.

Para participar, basta o interessado acessar o site do Instituto de Biociências [www.ibb.unesp.br] e clicar na seção “Eventos”. O  jovem deverá preencher a ficha de inscrição com seus dados pessoais e reenviar para o e-mail: feriasnaunesp@gmail.com.

Os cursos disponíveis são os seguintes: “Experimentando Genética”, “Investigando a Vida das Plantas”, “Reprodução de A a Z”, “Virando a Célula do Avesso”, “Do amarelão às picadas de cobra: um passeio pelas doenças tropicais” e “A Ciência por trás das Jaulas e Gaiolas”.

Todas as solicitações serão, cuidadosamente, analisadas. Os contemplados serão contactados por telefone ou e-mail, em janeiro de 2020. A estimativa da organização do evento é poder receber, nesta próxima edição dos Cursos de Férias, cerca de 250 estudantes.

Sobre os Cursos de Férias

Os cursos integram o Programa de Extensão Universitária “Difundindo e Popularizando a Ciência na Unesp: Interação entre Pós-Graduação e Ensino Básico”. Eles tiveram início em 2007, junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Genética), do Instituto de Biociências.

Desde então eles têm se expandido a outros programas de pós-graduação da Unesp como os de Ciências Biológicas (Botânica), Biotecnologia, e Biologia Geral e Aplicada (IB), Doenças Tropicais (FMB) e Animais Selvagens (FMVZ). De lá para cá, mais de 1,5 mil estudantes de Ensino Médio foram beneficiados pela ação.

 

A iniciativa integra também a Rede Nacional de Educação e Ciência, proposta ainda na década de 80 pelo Prof. Leopoldo de Meis, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A ideia era a de buscar novos caminhos para a ciência do País, ao promover o contato mais próximo entre os ensinos Médio e Superior.

fonte: 4Toques Comunicação | foto: Igor Medeiros