Educação

Férias Animadas na Biblioteca Municipal começam na próxima segunda-feira, 06

Pais e mães sabem muito bem o quanto é difícil manter as crianças animadas dentro de casa durante o período de férias escolares. Pensando em oferecer uma nova alternativa às famílias botucatuenses, a Biblioteca Municipal “Emílio Peduti”, promove as “Férias Animadas na Biblioteca”.

A programação será realizada de 06 a 23 de janeiro, e dividida da seguinte forma:

Segundas e quartas-feiras, às 10 e às 14 horas – sessões de cinema com curtas-metragens da Pixar;

Terças e quintas-feiras, às 10 e às 14 horas – ateliês de pintura e confecção de marca páginas.

Os acervos de livros e gibis da Biblioteca, bem como o Museu Histórico e Pedagógico “Francisco Blasi” também estarão disponíveis aos visitantes.

As “Férias Animadas na Biblioteca” tem entrada gratuita e aberta a todas as idades. A Biblioteca Municipal está localizada no Espaço Cultural, que fica na Avenida Dom Lúcio, 755, no Centro.

 

Mais informações:

Secretaria Municipal de Cultura

Avenida Dom Lucio, 755 – Centro

Telefone: (14) 3811-1470

cultura@botucatu.sp.gov.br

Professor Nelson Letras elabora texto sobre o tema da redação Unesp 2020 “O carro será o novo cigarro?”

“Venha para onde está o sabor, venha para o mundo de Marlboro” – a marcante frase do comercial de cigarro produzido na década de 1980 é um bom representante para a glamourização do cigarro como símbolo de liberdade e prazer. Observa-se que semelhante influência sobre objetos de desejo ainda existe hoje, mas, dentre outros produtos, sobre automóveis. Metonímia para vício, o cigarro pode ser comparado a carros, pois – pela Indústria Cultural, objeto de estudo dos filósofos da Escola de Frankfurt Theodor Adorno e Max Horkheimer – é criada uma idolatria sobre esses veículos motorizados cujas consequências também possuem semelhanças às do cigarro.

O vocábulo idolatria, adoração a ídolos, a algo irreal, origina a concepção de fetichismo estudada pelo filósofo alemão Karl Marx. De acordo com este, por uma ideologia imposta pelo sistema, a sociedade atribui valores inexistentes a objetos de desejo. Assim como o cigarro era visto como uma concepção de liberdade e prazer, e não como um causador de doenças respiratórias e cancerígenas, o automóvel deixa de ser um veículo de transporte emissor de gás carbônico e passa a significar liberdade e felicidade. Todavia, mais que estes valores semânticos, o carro também é símbolo de status, de ostentação, de poder, de superioridade, até de masculinidade, transformando-se em um camarote separador de classes sociais e gerador de preconceitos.

Em meio à crise ambiental, surgem algumas jovens vozes na tentativa de alertar a sociedade sobre a necessidade de mudarmos nosso modo de viver. Uma dessas vozes é a ativista sueca Greta Thunberg, indicada ao Prêmio Nobel da Paz 2019, e considerada pela revista Time como a personalidade do ano. Mas muitos estão surdos perante esses gritos de alerta, haja vista as recentes ações governamentais brasileiras que incentivam o uso de automóveis: não obrigatoriedade de cadeirinhas para crianças, suspensão de radares móveis, extinção do seguro DPVAT. Tais atitudes auxiliam as consequências causadas pela indústria do petróleo: sedentarismo, estresse em trânsito, discussões, brigas, acidentes, poluição, guerras, mudanças climáticas.

O cigarro perdeu seu glamour, não é mais sinônimo de liberdade e prazer. Porém essa mudança semântica se deve muito mais a uma cultura individualista – pois o cigarro é um causador de males, principalmente, àquele que fuma – do que a uma ação altruísta. Assim, dificilmente o mesmo ocorrerá com o automóvel, pois seus males estão naturalizados como agressores do outro e não do eu. A naturalização também está presente no desejo de consumo por bens desnecessários – lembrando a filosofia epicurista -, ela não permite que o indivíduo visualize a idolatria que gera preconceito social. Acreditar que o carro será o novo cigarro parece mais uma utopia, já que, enquanto a juventude defensora do meio ambiente for chamada de pirralha por aqueles que estão no poder, o automóvel continuará sendo o cigarro do passado e não o do presente.

Professor Nelson Letras

 

NAPE está com inscrições abertas para Curso de Libras e Braille

O NAPE – Núcleo de Atendimento Pedagógico Especializado “Alcyr de Oliveira”, vinculado a Secretaria Municipal de Educação, está com inscrições abertas para o Curso de “Língua Brasileira de Sinais” (Libras) e também para o Curso de Braille.

Os dois cursos, direcionados para a comunidade em geral, serão oferecidos em duas turmas e as inscrições deverão ser realizadas pelo site http://simmeb.educatu.com.br/cursos. As vagas são limitadas e somente para maiores de 18 anos.

O curso de Libras será realizado no período de 06 a 18 de janeiro de 2020 (1ª turma) e de 20 de janeiro a 01 de fevereiro de 2020 (2ª turma) nos seguintes períodos: das 08 às 10 horas; 10h30 às 12h30; 13h30 às 15h30; 16 às 18 horas e das 19 às 21 horas.

Já o curso de Braille será realizado no período de 02 a 30 de janeiro de 2020 (1ª turma), nos dias 02, 09, 16, 23 e 30 (toda quinta-feira), das 15h30 às 17h30 e no período de 03 a 31 de janeiro de 2020 (2ª turma) nos dias 03, 10, 17, 24 e 31 (toda sexta-feira), das 8h30 às 10h30.

Libras

A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi desenvolvida a partir da língua de sinais francesa. As línguas de sinais não são universais, cada país possui a sua. A Libras possui estrutura gramatical própria, onde os sinais são formados por meio da combinação de formas e de movimentos das mãos e de pontos de referência no corpo ou no espaço.

Segundo a legislação vigente, Libras constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas com deficiência auditiva do Brasil, na qual há uma forma de comunicação e expressão, de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria.

Braille

O Braille foi criado em 1924 por Luiz Braille. Com a combinação de apenas 6 pontos, obtém-se 63 combinações diferentes configurando não apenas as 26 letras do alfabeto, como também os acentos, a pontuação, os números, os símbolos matemáticos e os símbolos químicos. Esse sistema é utilizado nos dias atuais na alfabetização de pessoas cegas.

Serviço:

NAPE – Núcleo de Atendimento Pedagógico Especializado “Alcyr de Oliveira”

Rua Amando de Barros, 1520 – Centro

Telefone: (14) 3811-3160

A Valorização do Professor

Pesquisa recente esclareceu que o Brasil é um dos países que menos valoriza o professor. Até aí, nenhuma surpresa. Não é preciso ser um especialista para chegar a esse resultado. Basta entrar numa sala de aula de ensino médio, por exemplo, e perguntar aos alunos quem deseja ser professor. Haverá um silêncio sepulcral. Ninguém está a fim de ser professor. Bem, para não ser radical, vamos dizer que quem deseja ser professor é exceção, não regra.

E por que isso acontece? Não se pode ser simplista e dizer que existe apenas um motivo. Os simplistas dizem que o salário do professor não atrai o jovem de hoje. Isso não é a verdade total. É certo que o salário não é lá essas coisas, mas o motivo principal não está aí. No mundo competitivo de hoje, em qualquer profissão que se exerça o cara tem que ser competente. Se não for, não vai ganhar bem. Há médicos que ganham mal. Há advogados que ganham mal. Como há médicos e advogados que ganham muito bem. Com o professor acontece a mesma coisa. Se for competente, poderá não ganhar tanto quanto o médico competente, mas com certeza será bem remunerado.

O desprestígio da profissão de professor está diretamente relacionado aos caminhos tortuosos que são trilhados pela educação brasileira. Os resultados das avaliações externas nos deixam envergonhados. Estamos quase sempre nas últimas posições, perdendo para países muito mais pobres. Até na América do Sul, em que deveríamos ser reis, estamos abaixo de países como Argentina, Chile e Uruguai.

Em primeiro lugar, os nossos dirigentes têm uma visão muito imediatista de educação. Um mandatário quer realizar algo, para que fique como marca de seu governo. Ninguém quer fazer um plano consistente que poderá dar resultados no futuro. O mandatário quer lançar o plano e colher os resultados no seu mandato. O resultado é sempre o mesmo: tudo é feito de afogadilho, sem nenhuma estrutura consistente e os resultados são esses que vemos há anos.

Por outro lado, os governantes querem sempre realizar coisas que são vistas com facilidade pela população, como a construção de novos prédios, como a aquisição de uma parafernália no campo da informática… Coisas assim. Enquanto fazem questão de gastar dinheiro construindo

prédios, os que já existem estão semiabandonados e alguns estão ociosos, em boa parte. Isso fica bem para o político. Mas não fica bem para a educação.

Valorizar o professor corresponde a dar-lhe meios de se aperfeiçoar constantemente. Corresponde também a oferecer-lhe uma estrutura condizente com as necessidades de seu trabalho. A ele também devem ser dadas condições reais de trabalho e autoridade para desempenhar bem suas funções. Ao professor deve ser dada a oportunidade de ter um trabalho continuado com uma clientela. O professor não pode ser apenas um repetidor de decisões de pessoas que não conhecem o aluno, a escola e o meio em que está inserida.

O professor deve ser um líder, numa pessoa motivada e engajada na atividade que desenvolve. O professor deve ser uma pessoa feliz e bem-sucedida. Ninguém quer aprender com uma pessoa infeliz e fracassada. Enquanto não se trabalhar a figura do professor, não conseguiremos bons resultados na educação. E continuaremos a lamentar as mesmas derrotas de sempre.

colunista: BAHIGE FADEL

MEC não renova contrato com gestora da TV Escola

O Ministério da Educação (MEC) informou ontem que não renovará o contrato com a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), responsável por gerir a TV Escola. O contrato se encerra no fim deste ano e o ministro Abraham Weintraub ordenou que funcionários da emissora deixassem o prédio do ministério. Um caminhão de mudança estacionou ontem na frente do MEC para levar os pertences da equipe.

Questionado se encerrará as atividades da TV Escola, o Ministério da Educação afirmou que “estuda a possibilidade de as atividades do canal serem exercidas por outra instituição da administração pública”, sem indicar qual. No ano passado, o contrato com a Roquete Pinto foi de R$ 73 milhões, mas sofreu redução neste ano.

O canal foi criado em 1995 e é transmitido em rede aberta em algumas cidades do País. A TV chegou a fazer parte do MEC, mas desde 2015 mantém apenas contrato de gestão com a pasta para produção de conteúdo e gestão operacional.

No início desta semana, virou alvo de polêmica ao anunciar em sua programação a série Brasil: A Última Cruzada, lançada pela produtora Brasil Paralelo. No episódio inicial, a série tem a participação do escritor Olavo de Carvalho, guru da ala ideológica do governo Jair Bolsonaro, que conseguiu indicar muitos nomes para o MEC no início da gestão.

A série da Brasil Paralelo faz releituras sobre a ditadura militar e outros períodos históricos do Brasil sob viés conservador. A inclusão desse material na grade da TV Escola causou a reação de historiadores, mas foi comemorada nas redes sociais. “Temos uma lindíssima história e ela há de ser recuperada. Agora: Brasil Paralelo na TV Escola”, comentou o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) na segunda-feira.

Expulsão

Em nota, a Roquete Pinto afirmou que Weintraub “expulsou” a TV Escola do prédio do MEC. Segundo a associação, a ordem do ministro era para que a desocupação ocorresse até 29 de novembro mas, com dificuldade de encontrar um novo espaço para acomodar a equipe da TV, pediu, na Justiça, a prorrogação do prazo.

Uma liminar que garantia a permanência da equipe na sede do ministério foi cassada nesta quinta-feira.

“A direção da Roquette Pinto Comunicação Educativa, que faz a gestão da TV Escola, tentou inúmeros contatos com assessores do ministério e com o próprio ministro, no sentido de solicitar uma prorrogação do prazo para a desocupação, a fim de poder achar um local adequado. Não recebeu nenhuma resposta”, afirmou a Roquete Pinto na nota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: diariodonordeste.verdesmares.com.br

Inscrições para Cursos de Férias terminam neste sábado (14)

Estudantes do Ensino Médio, de escolas públicas de Botucatu e região, podem se inscrever gratuitamente, até 14 de dezembro deste ano, para os Cursos de Férias 2020 da Unesp Botucatu. A 14ª edição está agendada para o período de 13 a 18 de janeiro de 2020, e acontece nas dependências do Instituto de Biociências de Botucatu (IB), campus de Rubião Júnior.

Para participar, basta o interessado acessar o site do Instituto de Biociências [www.ibb.unesp.br] e clicar na seção “Eventos”. O  jovem deverá preencher a ficha de inscrição com seus dados pessoais e reenviar para o e-mail: feriasnaunesp@gmail.com.

Os cursos disponíveis são os seguintes: “Experimentando Genética”, “Investigando a Vida das Plantas”, “Reprodução de A a Z”, “Virando a Célula do Avesso”, “Do amarelão às picadas de cobra: um passeio pelas doenças tropicais” e “A Ciência por trás das Jaulas e Gaiolas”.

Todas as solicitações serão, cuidadosamente, analisadas. Os contemplados serão contactados por telefone ou e-mail, em janeiro de 2020. A estimativa da organização do evento é poder receber, nesta próxima edição dos Cursos de Férias, cerca de 250 estudantes.

Sobre os Cursos de Férias

Os cursos integram o Programa de Extensão Universitária “Difundindo e Popularizando a Ciência na Unesp: Interação entre Pós-Graduação e Ensino Básico”. Eles tiveram início em 2007, junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Genética), do Instituto de Biociências.

Desde então eles têm se expandido a outros programas de pós-graduação da Unesp como os de Ciências Biológicas (Botânica), Biotecnologia, e Biologia Geral e Aplicada (IB), Doenças Tropicais (FMB) e Animais Selvagens (FMVZ). De lá para cá, mais de 1,5 mil estudantes de Ensino Médio foram beneficiados pela ação.

 

A iniciativa integra também a Rede Nacional de Educação e Ciência, proposta ainda na década de 80 pelo Prof. Leopoldo de Meis, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A ideia era a de buscar novos caminhos para a ciência do País, ao promover o contato mais próximo entre os ensinos Médio e Superior.

fonte: 4Toques Comunicação | foto: Igor Medeiros

Merenda Escolar serviu 4,6 milhões de refeições em 2019

Já pensou o trabalho que dá para preparar 23 mil refeições diariamente? Pois é, a Cozinha Piloto da Prefeitura fez isso durante os 200 dias do ano letivo de 2019 e entregou 4,6 milhões de pratos para crianças e adolescentes atendidos nas creches, escolas municipais, estaduais e projetos sociais.

Cada prato foi preparado de forma única, com cuidado e dedicação da equipe da Cozinha Piloto, que se preocupou em oferecer variedade de cardápio, com pratos como feijoada, escondidinho, variedade de carne, sempre acompanhados de salada e uma fruta de sobremesa. Tudo preparado de acordo com a idade escolar dos alunos atendidos em Botucatu.

 “Nós prezamos pela qualidade das refeições. A equipe da Cozinha Piloto se dedica muito para preparar um cardápio balanceado, variado e saboroso. E o resultado é a aceitação cada vez maior dos nossos alunos e o reconhecimento do nosso trabalho, tanto é que cidades da região e até de outros Estados vêm até Botucatu para conhecer nossa Cozinha Piloto”, destacou o Prefeito Mário Pardini.

 Além dos pratos, a quantidade de pães produzidos pela padaria da Cozinha Piloto também impressiona. Foram mais de 9 milhões de pãezinhos, 26 mil distribuídos diariamente.

Parte dos alimentos utilizados na preparação dos pratos vem da Agricultura Familiar, que oferta hortaliças, frutas e legumes como alface, tomate, chicória, rúcula, agrião, banana, maçã, melancia, mexerica, ameixa, pêssego, dentre outros.

Para o próximo ano, a Merenda Escolar deve ficar ainda melhor, com cardápio ainda mais variado e saboroso.

“Uma equipe formada por profissionais da Secretaria de Educação e nutricionistas está se dedicando a elaborar um cardápio ainda melhor e mais variado para nossas crianças. Queremos trazer comidas ainda mais saudáveis e saborosas, mantendo a qualidade de sempre”, afirmou o Secretário Municipal de Educação, Valdir Paixão.

O cardápio semanal da Cozinha Piloto fica disponível para consulta dos pais no site www.educatu.com.br

Fonte: Comunicação Prefeitura Botucatu

MEC anuncia que 643 municípios querem aderir às escolas militarizadas

O Ministério da Educação anunciou nesta quarta-feira 16 que 643 municípios pediram adesão ao programa de escolas militarizadas, que será iniciado em 2020 em formato piloto. Segundo o ministro Abraham Weintraub, o número pode crescer, já que alguns municípios manifestaram interesse por meio de cartas. O critério para os pedidos que chegarem será o de avaliar se a carta foi postada antes do prazo final de adesão, no dia 14 de outubro.

A pasta informou que ainda não sabe o que fazer com os municípios integrantes dos estados que não aderiram ao programa. “Eu preciso do apoio do governador. Se ele não quer, fica mais difícil”, colocou Weintraub. O ministro também se referiu aos municípios menores, que não têm militares disponíveis. “Eu preciso de massa crítica para ter uma escola militar instalada. Por exemplo, que o governador ceda bombeiros ou policiais militares.”

É o caso do Nordeste, que teve pedidos de 290 municípios no total. Na região, apenas o Estado do Ceará aderiu à proposta. Nesta fase, 48 municípios cearenses (26%) sinalizaram interesse no programa. Na Bahia, 63 prefeituras (15%) solicitaram adesão. Em Pernambuco, 30 (16%).

Ainda há outros casos de municípios que não têm o apoio inicial de seu governo, pela não adesão ao programa. Caso do Maranhão, que teve 51 municípios (23%) interessados e Rio Grande do Norte, com 49 (29%).

No Sudeste, Minas Gerais, o único Estado a aderir formalmente ao programa até o momento, teve um total de 140 prefeituras interessadas (16,41%). O governo de São Paulo solicitou adesão após o prazo de inscrição. O MEC afirmou que vai estudar o caso mas que, em um primeiro momento, a pasta seguirá com os que cumpriram com os prazos protocolados. Situação parecida acontece com o Estado de Alagoas, que perdeu o prazo de inscrição por falha no sistema.

Fonte: www.cartacapital.com.br